Produção de cebola orgânica e manejo de tripes em cebola.

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Pesquisas com produção de cebola orgânica e manejo de tripes em cebola, com uso de métodos culturais e homeopatia.

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Produção de cebola orgânica e manejo de tripes em cebola.

  1. 1. CEBOLA ORGÂNICA E MANEJO FITOSSANITÁRIO ENG. AGR. PAULO A. S. GONÇALVES EPAGRI, ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE ITUPORANGA, SC
  2. 2. CAUSAS DE DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO: MONOCULTURA CEBOLA
  3. 3. MONOCULTURA DESEQUILÍBRIOS SOLO NU ADUBAÇÃO DESEQUILIBRADA APLICAÇÃO AGROQUÍMICOS SEM CRITÉRIO
  4. 4. CAUSAS DE DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO: AGROTÓXICOS E ADUBOS MINERAIS REDUZ A VIDA NO SOLO E NATUREZA E DESEQUILIBRA SAÚDE DAS PLANTAS
  5. 5. CANTEIRO: ESTERCO,COMPOSTO E USO PAPEL
  6. 6. CANTEIRO: MANEJO BOTRYTIS, SAPECO
  7. 7. CANTEIRO: MANEJO BOTRYTIS, SAPECO
  8. 8. CANTEIRO: MANEJO BOTRYTIS, SAPECO •ROTAÇÃO DE CULTURAS •DENSIDADE DE SEMEADURA: 2 a 3g/m² •VARIEDADES COM MAIOR CEROSIDADE: RECOMENDADAS EPAGRI •COMPOSTO: EFEITO SUPRESSIVO •USO DE COBRE 0,3% OU CALDA BORDALESA • CINZA OU CAL POLVILHADA 50 g/m²
  9. 9. CANTEIRO: MUDAS
  10. 10. PRAGA ? - PLANTA SUPORTA DANO Cebola orgânica
  11. 11. VERÃO PLANTIO DIRETO: MUCUNA E MILHETO
  12. 12. PLANTIO DIRETO: CENTEIO OU AVEIA + NABO
  13. 13. INVERNO PLANTIO DIRETO: CENTEIO OU AVEIA + NABO
  14. 14. PLANTIO DIRETO NA PALHA
  15. 15. PLANTIO DIRETO NA PALHA
  16. 16. PLANTIO DIRETO NA PALHA
  17. 17. ADUBAÇÃO COM ESTERCO E FOSFATO NATURAL
  18. 18. PESQUISAS: MANEJO • PIOLHO OU TRIPES • CLIMA FAVORÁVEL: TEMPERATURAS ALTAS (> 20 oC) E SECA (<3,5 mm/dia) NINFAS
  19. 19. PLANTAS DANIFICADAS POR TRIPES
  20. 20. ANVISA NÃO REGISTRADOS 2008: 2,91% (ACEFATO) N=103 2009: 16,3% (ACEFATO, ALDICARBE, METAMIDOFÓS, METOMIL) N= 160 2010: 3,1% (ENDOSSULFAN, ACEFATO, FENTOATO) N= 131
  21. 21. AGROTÓXICOS PRESENÇA NO SOLO DOS INGREDIENTES ATIVOS ITUPORANGA CEBOLA EM ROTAÇÃO DETECTADOS ATÉ A 1 M DE PROFUNDIDADE 2,4-D; ALACLORO; ATRAZINA; DIUROM; AZOXISTROBINA; METCONAZOL; METHALAXYL; TEBUCONAZOL; LAMBDACIALOTRINA (PINHEIRO et al., 2011)
  22. 22. MANEJO DO PIOLHO: NÍVEL DE DANO (NDE) EM CONDIÇÕES DE MANEJO CONVENCIONAL: • NOTAS: • 1= menos que na foto; 3 = próximo ao da foto (NDE); • 9 = mais que na foto (NDE)
  23. 23. CULTIVARES COM ALGUMA RESISTÊNCIA INSETO BOLA PRECOCE, SUPERPRECOCE E PORANGA ESCAPE EM SC: PLANTIO EM TEMPERATURAS MAIS AMENAS (JULHO)
  24. 24. NÍVEL DE DANO ECONÔMICO E ÉPOCA DE PLANTIO JULHO BAIA/BOLA AGOSTO CRIOULA SETEMBRO NORTE 14
  25. 25. TRIPES X ADUBAÇÃO FOSFATADA y = 0,02x + 24,4 ** R2 = 0,32 Número de ninfas/planta 40,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 0 100 200 300 400 500 Doses de fósforo em kg/ha 600 700
  26. 26. MANEJO DE SOLO E CONTROLE TRIPES CONVENCIONAL COM ADUBAÇÃO MINERAL: REDUÇÃO DE ATÉ 71% NA PRODUTIVIDADE. USO DE ADUBAÇÃO VERDE COM MUCUNA E ADUBAÇÃO ORGANO-MINERAL: SEM REDUÇÃO NA PRODUTIVIDADE.
  27. 27. MANEJO DE SOLO CONVENCIONAL PRODUTIVIDADE X TRIPES
  28. 28. MANEJO DE SOLO ORGÂNICO PRODUTIVIDADE X TRIPES
  29. 29. CONTROLE BIOLÓGICO NATURAL LARVA DE MOSCA PREDADORA NABO FORRAGEIRO - ATRATIVA
  30. 30. CONTROLE BIOLÓGICO NATURAL
  31. 31. CONTROLE BIOLÓGICO NATURAL
  32. 32. MANEJO DE TRIPES • • • • OCORRÊNCIA: OUTUBRO E NOVEMBRO CULTIVARES PRECOCES ESCAPAM PLANTIO DIRETO (TOLERÂNCIA DANOS) MANEJO ECOLÓGICO DO SOLO PIOLHO É PREJUÍZO EM SOLO DEGRADADO
  33. 33. HOMEOPATIA “SEMELHANTE CURA SEMELHANTE” USO DE SUBSTÂNCIAS DILUÍDAS E DINAMIZADAS
  34. 34. HOMEOPATIA: EE LAGES E ITUPORANGA
  35. 35. HOMEOPATIA
  36. 36. HOMEOPATIA X TRIPES X PRODUTIVIDADE HOMEOPATIA DE CALCÁRIO DE CONCHAS X RENDIMENTO DE CEBOLA. EEITU. 2007. CALCÁRIO DE CONCHAS BULBOS TOTAL (T/HA) PESO DE BULBOS (G) BULBOS MERCADO (T/HA) % BULBOS MERCADO (%) PESO BULBOS MERCADO (G) 6CH 22 NS 100 a 18 a 70 a 114 NS 12CH 21 97 a 18 a 72 a 112 30CH 20 95 a 17 ab 63 a 115 Testemunha 18 81 b 13 b 51 b 108 Duncan 5%.
  37. 37. HOMEOPATIA X CONTROLE TRIPES PREPARADO HOMEOPÁTICO DE NATRUM MURIATICUM X TRIPES. EEITU. 2007. tripes/planta Número de ninfas de 68 DAT 30 25 20 15 10 5 0 0,00 y = 0,0494x 2 - 1,456x + 19,066 R2 = 0,54 P=0,026 5,00 10,00 15,00 20,00 Potências em CH 25,00 30,00 35,00
  38. 38. HOMEOPATIA X TRIPES X RENDIMENTO PREPARADO HOMEOPÁTICO DE NATRUM MURIATICUM X RENDIMENTO. EEITU. 2007. Produtividade comercial (t/ha) 18,00 16,00 14,00 12,00 y = -0,0227x 2 + 0,8014x + 9,9237 R2 = 0,33 P= 0,0384 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00 0,00 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 Potências em CH 25,00 30,00 35,00
  39. 39. HOMEOPATIA X TRIPES X RENDIMENTO PREPARADO HOMEOPÁTICO DE NATRUM MURIATICUM X RENDIMENTO. EEITU. 2007. y = -0,041x 2 + 1,4598x + 102,33 R2 = 0,36 P= 0,0204 Massa fresca de bulbos comercais (g) 118,00 116,00 114,00 112,00 110,00 108,00 106,00 104,00 102,00 100,00 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 Potências em CH 25,00 30,00 35,00
  40. 40. HOMEOPATIA X NUTRIÇÃO MINERAL Composição mineral de bulbos em mg/kg. Epagri, 2010. P Agrupamentos Tratamentos (mg/Kg) Grupo 1 Presidente Nereu (J. L. Cuzik) 5.071 Presidente Nereu (L. de Souza) 4.967 Rio do Sul (O. Heiber) 4.696 calcário de conchas CH6 6043 Média 5.194 Aurora (R. Roemig) Fe (mg/Kg) 51 38 49 50 47 Se (mg/Kg) <0,5 <0,5 <0,5 <0,5 0,50 Si (mg/Kg) 151 149 184 176 165 Ca (mg/Kg) 2.474 2.251 3.033 3021 2.695 K (mg/Kg) 14.690 14.918 13.969 14883 14.615 Na (mg/Kg) 242 322 242 297 276 62 <0,5 257 3.742 13.724 353 7.025 5657 85 44 <0,50 <0,5 352 129 2.731 2377 15.627 12.392 292 511 4.400 6.187 5.751 35 53 54 <0,5 0,8 <0,6 136 186 201 2.045 3.422 2.644 9.853 15.439 13.328 171 334 327 5.489 Grupo 2 Natrum muriaticum CH12 Calcário de conchas CH6 + Natrum muriaticum CH12 Trigo mourisco CH6 Testemunha Média
  41. 41. HOMEOPATIA DE NITRATO DE CÁLCIO E TRIGO MOURISCO SOBRE MÍLDIO E RENDIMENTO. Tratamentos Peso Produtividade % Produtividade médio de Comercial de Peso médio Incidência total de bulbos bulbos de bulbos de bulbos (g) (t/ha) comerciais míldio (t/ha) (g) sulfato de zinco 6CH 16,9 ab 67,8 ab 16,8 b trigo mourisco 6CH 18,1 a 72,6 a 18,1 a sulfato de cobre 6CH 16,3 b 65,1 b 16,2 bc nitrato de cálcio 6CH 15,8 b 63,2 b 15,3 c Testemunha 16,5 b 66,1 b 16,3 bc CV (%) 4,9 4,9 4,8 NS: não significativo. Teste de médias: Duncan 5% 68,4 ab 72,6 a 65,5 b 64,9 b 66,8 b 5,0 80,2 a 75,2 a 42,2 ab 21,9 b 79,9 a 45,8 % Severidade de míldio 10,3 a 9,9 a 5,7 ab 3,1 b 9,4 a 44,3
  42. 42. CAPINAS AUMENTA CUSTO PERÍODO CRÍTICO: 60 DAP
  43. 43. MÉTODO CULTURAL PARA CAPINAS: PLANTIO DIRETO COM CENTEIO E NABO FORRAGEIRO.
  44. 44. MÍLDIO OU MOFO: USO DE COBRE
  45. 45. CEBOLA ORGÂNICA RENTABILIDADE LÍQUIDA 45 A 100% CONVENCIONAL R$ 13.000 A 18.000/HA (ORGÂNICO) R$ 9000/HA (CONVENCIONAL)
  46. 46. Composição mineral de bulbos de cebola em mg/kg em peso úmido. Epagri, 2011/12. Ciclos Médio Precoce P Fe Se Cultivares (mg/Kg) (mg/Kg) (mg/Kg) Si (mg/Kg) Ca (mg/Kg) K (mg/Kg) Na (mg/Kg) Cultivares Epagri 362 Crioula e Empasc 355 Juporanga 417 7 <0,3 <13 122 1.936 25 Empasc 352 Bola Precoce 321 6 <0,3 <13 145 1.625 27 385 6 <0,3 <13 130 1.832 25 380 2 - - 140 1760 10 Média Taco (2011)
  47. 47. APOIO TÉCNICO AF ORGÂNICOS
  48. 48. CULTIVAR JUPORANGA: VENDA EM FEIRA
  49. 49. VENDA EM SUPERMERCADO
  50. 50. DIVERSIFICAÇÃO: CONQUISTA O CONSUMIDOR!
  51. 51. DIVERSIFICAÇÃO: CONQUISTA O CONSUMIDOR!
  52. 52. MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO!! CONTATO: EMAIL: pasg@epagri.sc.gov.br

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