Manejo ecológico de insetos pesquisas

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Pesquisas no Brasil em manejo ecológico de insetos com enfase em agricultura sustentável; agroecologia e agricultura orgânica.

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Manejo ecológico de insetos pesquisas

  1. 1. MANEJO ECOLÓGICO DE INSETOS x PESQUISAS PAULO A. S. GONÇALVES
  2. 2. PENSAR AGRONÔMICO DEPARTAMENTAL: PRODUTIVIDADE MÁXIMA
  3. 3. PENSAR AGRONÔMICO FATOR ÚNICO: LEI DO MÍNIMO
  4. 4. PENSAR AGRONÔMICO PRODUTIVIDADE MÁXIMA > PESO RELAÇÕES HUMANAS E AMBIENTE
  5. 5. MONOCULTURA ADUBOS MINERAISAGROTÓXICOS SOLO NU MECANIZAÇÃO INTENSIVA DO SOLO PRAGAS (< BIODIVERSIDADE) MANEJO CONVENCIONAL
  6. 6. DIVERSIDADE VEGETAL X PRAGAS E INIMIGOS NATURAIS
  7. 7. FATORES PARA REDUÇÃO DE PRAGAS CONCENTRAÇÃO DE ALIMENTO DIFICULDADE DE ENCONTRAR ALIMENTO MUDANÇA MICROCLIMA ABRIGO E ALIMENTO PARA INIMIGOS NATURAIS (FAUNA NATIVA)
  8. 8. CUIDADOS: DIVERSIFICAÇÃO PLANTAS COM FITÓFAGOS DIFERENTES EFICÁCIA PRODUTIVA FUNCIONAL PARA PLANTIO E COMÉRCIO
  9. 9. CONVENCIONAL: PLANTIO DIRETO E CONSÓRCIO MILHO X SOJA CIVIDANES & YAMAMOTO, 2002
  10. 10. CONVENCIONAL: PLANTIO DIRETO E CONSÓRCIO MILHO X SOJA CIVIDANES & YAMAMOTO, 2002 MECANISMOS: POSTURA NÃO SELETIVA DE LAGARTA DA ESPIGA IDEM: CONSÓRCIO TOMATE X MILHO
  11. 11. CONVENCIONAL: PLANTIO DIRETO E CONSÓRCIO MILHO X SOJA CIVIDANES & YAMAMOTO, 2002
  12. 12. CONVENCIONAL: PLANTIO DIRETO E CONSÓRCIO MILHO X SOJA CIVIDANES & YAMAMOTO, 2002 < Diabrotica. CONSÓRCIO?! > TESOURINHA EM SOJA: EFEITO PREDAÇÃO EM MILHO
  13. 13. CONVENCIONAL: PLANTIO DIRETO E CONSÓRCIO MILHO X SOJA CIVIDANES & BARBOSA, 2001 CONSÓRCIO SOJA-MILHO > INIMIGOS NATURAIS NA SOJA (MILHO: QUEBRA- VENTO E SOMBRA)
  14. 14. NÃO REDUZIU ADULTOS CEROTOMA ARCUATA MAS COBERTURA MORTA < DANOS RIZÓBIO > PRODUTIVIDADE. CONSÓRCIOS FEIJOEIRO X CAUPI X MILHO COBERTURA MORTA < OVIPOSIÇÃO DO INSETO TEIXEIRA & FRANCO, 2007
  15. 15. FIGURA 1. Flutuação de Helicoverpa zea em milho monocultivo e consorciado com feijão em sistema orgânico. SOUZA et al. (2009).
  16. 16. ENTOMOFAUNA X SOJA ORGÂNICA Equilíbrio: 10 espécies de insetos-pragas, n= 1.086 10 espécies de predadores, n= 812 09 espécies 338 parasitóides . FONTE: CARNEIRO et al. (2010)
  17. 17. CITROS EM AGROFLORESTA X CITROS ORGÂNICO < DIVERSIDADE SAF= ANGICO VERMELHO; BANANEIRA; GOIABEIRA; CIPRESTE COMO QUEBRA-VENTO SAF > DIVERSIDADE PREDADORES (PLANTAS ESPONTÂNEAS X VEGETAÇÃO DO ENTORNO): PREDOMÍNIO DE JOANINHAS E FORMIGAS. (DALBEM, 2010.)
  18. 18. CITROS CONVENCIONAL X ECOLÓGICO: ARANHAS POMAR ECOLÓGICO MAIOR ABUNDÂNCIA, PORÉM MENOR DIVERSIDADE. OTT et al. 2007.
  19. 19. EFEITO DE CAPINAS SOBRE INSETOS ELIMINAR SUB-BOSQUES EM EUCALIPTO REDUZ 60 DIAS COMUNIDADE DE FORMIGAS RAMOS et al. (2004)
  20. 20. CRAVO DE DEFUNTO EM FAIXAS X ALFACE TAGETES ERECTA AUMENTA DIVERSIDADE DE INIMIGOS NATURAIS FORNECE ABRIGO, PÓLEN E NÉCTAR. ZACHÉ, 2009
  21. 21. COENTRO EM CONSÓRCIO TOMATE X MOSCA BRANCA REDUÇÃO DE ADULTOS E NINFAS E INCREMENTO CONTROLE BIOLÓGICO POR PREDADORES E PARASITÓIDES (TOGNI et al. 2009).
  22. 22. TOMATE X CONSÓRCIO ARRUDA, MANJERICÃO, HORTELÃ E FUNCHO ARRUDA E MANJERICÃO < PERDA POR BROCAS > PRODUTIVIDADE, E < PD PARA FUNCHO CARVALHO et al. 2009
  23. 23. TOMATE X TUTORAMENTO VERTICAL X FILA DUPLA TUTORAMENTO VERTICAL < ATAQUE BROCAS WAMSER et al. 2008 MACEDO et al., 2005 TOMATEC SPDH, FAYAD, 2004
  24. 24. TOMATE ORGÂNICO X COBERTURA MORTA E PLANTAS COMPANHEIRAS CASCA DE ARROZ COMO COBERTURA, CEBOLINHA E SALSA COMO CONSÓRCIO: PRODUTIVIDADE SIMILAR. (SOUZA et al. (RBA, 2007)
  25. 25. TRAÇA TOMATEIRO EM SISTEMA ORGÂNICO FATORES DE MORTALIDADE: PARASITISMO POR TRICHOGRAMMA SP., PREDADORES GENERALISTAS, IRRIGAÇÃO E ÁGUA DA CHUVA. MEDEIROS et al. 2011
  26. 26. TRIPES X PLANTAS ATRATIVAS NABO FORRAGEIRO: MENOR INCIDÊNCIA PRÓXIMO A PLANTAS DE (DRIUTTI, 2000). BORDADURA COM NABO, TRIGO MOURISCO, CENOURA E RUCULA SEM EFEITO SIGNIFICATIVO. (GONÇALVES & SILVA, 2003). CRAVO DE DEFUNTO: INCREMENTO DE ENTOMÓFAGOS (PERES, 2007; SILVEIRA et al. 2009; ).
  27. 27. CAFEEIRO E SISTEMAS DIVERSIFICADOS X BICHO MINEIRO > PREDAÇÃO DE MINAS SOL ABERTO (C/ FEIJÃO GUANDU) < PREDAÇÃO SOMBREADO (BANANEIRA) SEM EFEITO INCIDÊNCIA PRAGA E PARASITISMO. AMARAL et al. 2010 DIVERSIDADE FUNCIONAL
  28. 28. PÉROLA DA TERRA VIDEIRA x COBERTURA DO SOLO BOTTON et al., 2010
  29. 29. PÉROLA DA TERRA X MUCUNA BOTTON et al., 2010
  30. 30. INGÁ X BICHO MINEIRO X CAFEEIRO ORGÂNICO INCREMENTO PARASITISMO INDEPENDENTE DA DISTÂNCIA DAS ÁRVORES NEFS: POLÉN, NÉCTAR. REZENDE et al. (2011)
  31. 31. A IMPORTÂNCIA DA ESCOLHA DA CULTIVAR NO MANEJO ECOLÓGICO RESISTÊNCIA X ESCAPE
  32. 32. MOSCA-DAS-FRUTAS EM AMEIXEIRA: CULTIVARES E EXTRATOS VEGETAIS CULTIVAR IRATI COLHIDA ATÉ MEADOS DE DEZEMBRO: MENOS INFESTADA. EXTRATOS VEGETAIS E HOMEOPATIA NÃO SIGNIFICATIVO GONÇALVES et al. 2005
  33. 33. BATATA-DOCE X PRAGAS DE SOLO POUCA VARIAÇÃO DE DANOS ENTRE CLONES (AZEVEDO et al. 2002) MODERADA A ALTA RESISTÊNCIA ENTRE CLONES (PEIXOTO et al. 1999; AZEVEDO, 2000)
  34. 34. MILHO BT X LAGARTA AVEIA PSEUDALETIA sp. JORNAL DA COPERCAMPOS N. 35 (2010)
  35. 35. TRIPES, THRIPS TABACI EM CEBOLA EFEITO DE CULTIVARES: PRECOCES (GONÇALVES, 1996; LEITE et al. 2007) DUQUESA, DESSEX E GRANEX OURO (LOGES et al. 2004).
  36. 36. BROCA DO PEPINO X CULTIVARES PORCENTAGEM DE PERDAS: PATTON (50%), VICTORIA (44%), PREMIER (38%), VLASPIK (34%), NAPOLEON (26%), MARINDA (10%) BRITO et al. 2004.
  37. 37. CULTIVARES X GORGULHO DE MILHO VARIEDADE 8 CARREIRAS, RESISTENTE BRANCÃO E IPANEMA SUSCETÍVEIS (HERRMANN et al. 2009, RBA)
  38. 38. IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO E MANEJO DO SOLO X INSETOS (TROFOBIOSE)
  39. 39. MANEJO DA NUTRIÇÃO FONTES DE NUTRIENTES ORGÂNICAS: CUIDADO DOSE E SOLUBILIDADE, HISTÓRICO USO IDEAL COMPOSTADO IMPORTANTE: NUTRIR SOLO X PLANTA
  40. 40. BATATINHA: INFESTAÇÃO DE LARVAS DE VAQUINHA, DIABROTICA SPECIOSA INCREMENTO COM EXCESSO DE N E K E DE AMINOÁCIDOS LIVRES DE ACORDO COM CULTIVAR: MONALISA AZEREDO et al. 2002
  41. 41. BERINJELA X NITROGÊNIO X DANOS PERCEVEJO NAS FOLHAS: CORYTHAICA CYATHYCOLIS: DESEQUILÍBRIO FAVORECE O INSETO (VENTURA et al. 2008). N
  42. 42. EFEITO NUTRICIONAL: FÓSFORO (GONÇALVES et al. 2009) NITROGÊNIO (MARTIN & WORKMAN, 2006; SABBOUR & ABBAS, 2006) TRIPES, THRIPS TABACI EM CEBOLA
  43. 43. TRIPES X ADUBAÇÃO FOSFATADATRIPES X ADUBAÇÃO FOSFATADA y = 0,02x + 24,4 ** R2 = 0,32 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 0 100 200 300 400 500 600 700 Doses de fósforo em kg/ha Númerodeninfas/planta
  44. 44. TRIPES X CEBOLA CONVENCIONAL X ORGÂNICO CONVENCIONAL ORGÂNICO GONÇALVES & VIEIRA NETO, 2011
  45. 45. COMPOSTO ORGÂNICO X LAGARTA SPODOPTERA EM MILHO DOSES EXTREMAS MAIOR PESO DE LARVAS (CASTRO et al. 2011), PORÉM DOSES ALTAS > 50 T/HA CAMA DE FRANGO > 4 T/HA FAVORECE SPODOPTERA (MORATO et al. 2011) PRINCÍPIO: EQUILÍBRIO NUTRICIONAL. DOSES COMPOSTO FAVORECE PLANTA E PESO DE PUPA DE SPODOPTERA, MAS NÃO AUMENTA INCIDÊNCIA (CRUZ et al. 2011)
  46. 46. ADUBOS MINERAIS X LAGARTA SPODOPTERA EM MILHO TENDÊNCIA N ACELERAR CICLO LARVAL , SEM EFEITO P E K (GIBBERT et al., 2007) + P (TAVARES et al., 2001) + K (SCANAVACHI et al., 2004)
  47. 47. LOCAL DE PLANTIO X INSETO BROCA-DA-CANA DE AÇÚCAR MENOR INFESTAÇÃO PRÓXIMO AO MAR. OLIVEIRA & ANDRADE, 2009 MOSCA-DAS-FRUTAS EM > ALTITUDES DANO MENOR?
  48. 48. EQUILÍBRIO NUTRICIONAL IMPORTÂNICA pH E ÁGUA CUIDADO: MACRONUTRIENTES (N, P E K) USO DE ADUBO VERDE E FONTES ORGÂNICAS COMPOSTADAS USO DE ANÁLISE DE SOLO OU PESQUISA
  49. 49. SUBSTÂNCIAS ALTERNATIVAS E CONTROLE BIOLÓGICO INTRODUZIDO
  50. 50. CULTURA INTERVENCIONISTA AVALIAR EFICÁCIA X MÃO-DE-OBRA E $ (PRODUTIVIDADE ÓTIMA) IMPACTO SOLO E INIMIGOS NATURAIS CB INTRODUZIDO: IMPACTO BIODIVERSIDADE NATIVA
  51. 51. VAQUINHA EM PEPINO EM ESTUFA X EXTRATOS VEGETAIS EFEITO NÃO SIGNIFICATIVO: EXTRATOS AQUOSOS DE FUMO, PITANGUEIRA, CINAMOMO E ALHO. MACHADO et al. 2007
  52. 52. VAQUINHA DO FEIJOEIRO, CEROTOMA TINGOMARIANUS ÓLEO DE ANDIROBA 1 E 1,5%, RAÍZES DE GUINÉ 2% PÓDE FOLHAS DE NIM 7% SEMENTES DE CINAMOMO 12% FOLHAS EM INFUSÃO DE ERYTRINA BERTEROANA EFEITO INIBIDOR DE ALIMENTAÇÃO, MAS NÃO DE MORTALIDADE. FAZOLIN et al. (2002)
  53. 53. EXTRATO DE ARRUDA SOBRE VAQUINHA, DIABROTICA SPECIOSA EXTRATO A 5% MORTALIDADE DE 32,5% EM BIOENSAIO. MÉTODOS EM ÁGUA; HIDROALCOÓLICO E COM ÓLEO DE SOJA. Arruda, losna e guiné. (BARBOSA et al. 2009)
  54. 54. ATRATIVIDADE DE VAQUINHAS, DIABROTICA SPECIOSA FRUTOS VERDES DE PORONGO (LAGENARIA SP.) 5 VEZES > RAIZ DE TAIUIÁ (CAYAPONIA SP.) STUPP et al. 2006
  55. 55. VAQUINHA DO GIRASSOL, CEROTOMA ARCUATUS MANIPUEIRA 50% MISTURA DE ÓLEO DE NIM 0,5% + EXTRATO DE CEBOLA 1:20 + PIROLENHOSO 1% (GUIRADO et al. 2007) REDUÇÃO DENSIDADE DE ADULTOS A CAMPO
  56. 56. BATATINHA: INSETOS DE SOLO X FUNGOS METHARHIZIUM E BEAUVERIA ADICIONADOS C/ ARROZ: 1,5 KG/HA COM EFEITO NÃO SIGNIFICATIVO SOBRE INSETOS DE SOLO GONÇALVES & MEDEIROS, 2005.
  57. 57. ÁCARO: TETRANYCHUS URTICAE X TOMATEIRO EM ESTUFA FORMULAÇÕES COMERCIAIS DE ÓLEO DE ALECRIM: POTENCIAL ACARICIDA. TRIAR DOSAGENS (MIRESMAILLI & ISMAN, 2006)
  58. 58. EXTRATO DE SEMENTE DE ARATICUM, ANNONA CORIACEA (LABORATÓRIO) POTENCIAL INSETICIDA 1% EXTRATO METANÓLICO 20% TRAÇA TOMATEIRO SILVA et al. (2007). POTENCIAL A 4% SOBRE PERCEVEJO BARRIGA VERDE, DICHELOPS MELACANTHUS SOUZA et al. (2007).
  59. 59. LAGARTA DA COUVE, ASCIA MONUSTE ORSEIS EXTRATOS AQUOSOS DE PÓ DE FUMO, FOLHA E FRUTO DE CINAMOMO. (LABORATÓRIO) SAUSEN et al. 2005 (LABORATÓRIO)
  60. 60. BACILLUS THRINGIENSIS X BROCAS E LAGARTAS REDUÇÃO BROCA PEQUENA, MAS NÃO BROCA GRANDE (MODOLON, 2010)
  61. 61. LAGARTA DO GIRASSOL, CHLOSINE LACINIA SAUNDERSII ÓLEO DE NIM 1% ÓLEO DE NIM 0,5% + EXTRATO DE CEBOLA 1:20 + PIROLENHOSO 1% (GUIRADO et al. 2007) REDUÇÃO DENSIDADE DE LAGARTAS E PUPAS A CAMPO
  62. 62. LAGARTA DO CARTUCHO EM MILHO X HOMEOPATIA NOSÓDIO CH30 E TEOSINTO CH6 REDUZIRAM DANOS ABAIXO NÍVEL DE DANO ECONÔMICO (ALMEIDA et al. 2003).
  63. 63. FORMIGA CORTADEIRA X HOMEOPATIA ACROMYRMEX CH6 TRITURADO E MACERADO REDUZEM FORRAGEAMENTO DE FORMIGAS (GIESEL et al. 2007, RBA)
  64. 64. PULGÃO DA COUVE X EXTRATOS VEGETAIS EXTRATO DE CRAVO DA ÍNDIA 10% E ÓLEO DE FUNCHO 1% (TOXICIDADE EM FOLHAS DE COUVE): POTENCIAL INSETICIDA.LUCCA, 2009
  65. 65. PULGÃO, APHIS SP. X FUNGOS ENTOMOPATOGÂNICOS E BIOFERTILIZANTES BEAUVERIA BASSIANA E METHARHIZIUM ANISOPLIAE 5 KG/HA MORTALIDADE DE 60% A CAMPO. BIOFERTILIZANTE= 30%. (MEDEIROS et al. 2007)
  66. 66. TRIPES: MORTALIDADE EM FEIJÃO EM CAMPO ÓLEO DE NIM 1% EXTRATO PIROLENHOSO 0,5% +BEAUVERIA BASSIANA E METARHIZIUM ANISOPLIAE 2 KG/HA MANIPUEIRA 25 A 50% SEM EFEITO EM CIGARRINHA (MENDES et al. 2007 RBA)
  67. 67. TRIPES EM FEIJÃO VAGEM EM ESTUFA EXTRATO AQUOSO 10% DE FOLHAS E RAMOS DE CINAMOMO PORÉM BAIXA DENSIDADE POPULACIONAL EGEWARTH et al. 2007
  68. 68. BIOFERTILIZANTES E EXTRATOS VEGETAIS EM CEBOLA EFEITO NÃO SIGNIFICATIVO: PRODUTIVIDADE E TRIPES. BIOFERTILIZANTES; LOSNA; TIMBÓ; SAMAMBAIA; ERVA-DE-SANTA MARIA; CINAMOMO; CAMOMILA. GONÇALVES et al. 2004
  69. 69. TRIPES EM CEBOLA XTRIPES EM CEBOLA X HOMEOPATIAHOMEOPATIA HOMEOPATIA CALCÁRIO DE CONCHAS X TRIPES EM CEBOLA. EPAGRI, 2008. y = -0,0059x3 + 0,2407x2 - 2,0773x + 14,275 R2 = 0,6367 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 0 6 12 18 24 30 36 Potências CH Númeromédiodeninfas
  70. 70. TRIPES EM CEBOLA XTRIPES EM CEBOLA X HOMEOPATIAHOMEOPATIA HOMEOPATIA NATRIM MURIATICUM X TRIPES EM CEBOLA. EPAGRI, 2008. y = 0,0494x2 - 1,456x + 19,066 R2 = 0,54 P=0,026 0 5 10 15 20 25 30 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 Potências em CH Númerodeninfasde tripes/planta 68 DAT
  71. 71. TRIPES X HOMEOPATIATRIPES X HOMEOPATIA LOSNA X TRIPES X RENDIMENTO DE CEBOLA. EPAGRI, 2008. NS, DADOS NÃO SIGNIFICATIVO. DUNCAN 5%. LOSNA Ninfas de Tripes Produtividade total (t/ha) Massa de bulbos (g) Massa de bulbos comerciais (g) % perdas Pós- colheita 6CH 9 b 14 NS 56NS 100 a 14 NS 12CH 12 a 14 57 95 b 13 30CH 10 b 13 52 101 a 13 Testemunha 12 a 15 58 98 a 13
  72. 72. HOMEOPATIA X PRODUTIVIDADEHOMEOPATIA X PRODUTIVIDADE HOMEOPATIA NATRIM MURIATICUM X RENDIMENTO EM CEBOLA. EPAGRI, 2008. y = -0,041x2 + 1,4598x + 102,33 R2 = 0,36 P= 0,0204 100,00 102,00 104,00 106,00 108,00 110,00 112,00 114,00 116,00 118,00 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 Potências em CH Massafrescadebulbos comercais(g)
  73. 73. COCHONILHAS DA PALMA FORRAGEIRA DETERGENTE, ÓLEO VEGETAL E MINERAL 5% (BRITO et al. 2008) PULGÃO EM ERVA-DOCE: USO DETERGENTES (BRITO et al. 2009)
  74. 74. PRAGAS MANDIOCA X FUNGOS ENTOMOPATOGÂNICOS METARHIZIUM ANISOPLIAE X COCHONILHA MANDIOCA (BAIXA EFICÁCIA), MOSCA-BRANCA (ALTA EFICÁCIA) PRODUTOS : PIRONIM, CALDA FERTILIZANTE FOLIAR, COMPOSTONAT E PLANTA CLEAN x COCHONILHA (BARILLI et al. 2011)
  75. 75. INSETOS SUGADORES (PULGÃO, COCHONILHA, TRIPES): NECESSÁRIO VER FORNECIMENTO DE ÁGUA E DESEQUILÍBRIOS NUTRIÇÃO (pH, RELAÇÃO CA/MG, P E N) E MANEJO DE SOLO
  76. 76. MOSCA DAS FRUTAS, ANASTREPHA FRATERCULUS ÓLEO DE CANDEIA, EREMANTHUS ERYTHROPAPPUS: ALTA TOXICIDADE A ADULTOS EM LABORATÓRIO (DÓRIA et al. 2005)
  77. 77. MOSCA DAS FRUTAS: ENSACAMENTO DE FRUTOS SACOS DE PAPEL; PROLIPROPILENO (SANTOS, 2005), PAPEL COM GRAMPEADOR (KESKE et al. 2010) SACOLAS PLÁSTICAS BRANCA (PINHEIRO, 2006).
  78. 78. FUNGOS: Beauveria bassiana > EFICÁCIA Metarhizium anisopliae ENTOMOPATÓGENOS X POTENCIAIS BROCA DA ERVA MATE NEMATÓIDES: Heterorhabditis E Steinernema arenarium (FANTIN et al. 2009)
  79. 79. BICUDO ALGODOEIRO X FUNGOS X ÓLEOS POTENCIAL DE FUNGOS METARHIZIUM E BEAUVERIA ÓLEO DE NIM E MAMONA LINS JR. et al. 2007
  80. 80. GORGULHO DE MILHO ÓLEO DE ALECRIM, ANDIROBA; CEDRO REDUZIRAM 100% EMERGÊNCIA (COITINHO et al. 2006) PÓ DE FOLHA DE NIM 3 A 5% MORTALIDADE (SILVA ET AL. 2007) PÓS: CAL HIDRATADA 2 A 4 KG/T; CAL 4 KG/T; TERRA DE DIATOMÁCEA 1,5 KG/T (RIBEIRO et al. 2007)
  81. 81. GORGULHO DE MILHO CIPÓ CORIMBÓ,Tanaecium nocturnum (BIGNONIACEAE) FUMIGANTE EM PAIÓIS, HCN ÓLEO ESSENCIAL Piper aduncum (DILAPIOL) (FAZOLIN, 2010, EMBRAPA ACRE) 30 PLANTAS: 2 COM POTENCIAL
  82. 82. SUBSTÂNCIAS ALTERNATIVAS X INIMIGOS NATURAIS
  83. 83. PREDADOR ERIOPIS CONNEXA ÓLEO DE NIM E EXTRATO DE FUMO REDUZIRAM OVIPOSIÇÃO DO INSETO. (SAUSEN et al. 2007)
  84. 84. EFEITO DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS NA BIOTA SOLO SILVA et al. s/d
  85. 85. EFEITO DE HERBICIDA NA BIOTA SOLO PEREIRA et al. 2007
  86. 86. ÁCAROS PREDADORES x SUBSTÂNCIAS ALTERNATIVAS CALDA SULFOCÁLCICA REDUZ PHITOSEIIDAE (ANDRADE et al. 2010; ) ÓLEO DE TORTA DE NIM > TOXICIDADE FOLHAS E SEMENTES (MOURÃO et al. 2004)
  87. 87. MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO!! CONTATO:Paulo/EMAIL: pasg@epagri.sc.gov.br

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