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Cabeamento 2 visão geral do cabeamento estuturado

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estruturadoestruturado
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Visão Geral do Cabeamento
Estruturado
• O cabeamento estruturado é composto por um conjunto
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backbone do edifício. Em instalações onde não existem o
backbone de campus, o BD interliga a rede externa com a
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Cabeamento 2 visão geral do cabeamento estuturado

  • 2. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 2 Nesta apresentação... Visão geral do cabeamentoVisão geral do cabeamento estruturadoestruturado
  • 3. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 3 Visão Geral do Cabeamento Estruturado • O cabeamento estruturado é composto por um conjunto de elementos funcionais que permitem a interligação dos equipamentos de uma rede de telecomunicações local. Seções do cabeamento estruturado •Distribuição horizontal - (horizontal distribution) •Distribuição vertical - (vertical distribution) •Área de trabalho - (work area) •Armário de telecomunicações - (telecommunication closet) •Sala de equipamentos - (equipament room) •Distribuidor de entrada - (entrance facilities) •Administração - (administration) •Testes e certificações - (testers) •Hardware de conexão - (Caixa de distribuição)
  • 4. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 4 Visão Geral do Cabeamento Estruturado Seções do cabeamento estruturado
  • 5. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 5 Visão Geral do Cabeamento Estruturado Seções do cabeamento estruturado
  • 6. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 6 Elementos funcionais • A norma NBR14565 da ABNT lista 10 elementos funcionais que podem estar presentes num cabeamento estruturado: – Distribuidor de campus (CD): armários e blocos de conexão que permitem a interligação entre a rede externa e os servidores e o backbone do campus. – Backbone de campus: cabos e suas vias de passagem (calhas, eletrodutos etc.) que interligam o CD aos distribuidores de edifícios (BD) – Distribuidor de edifício (BD): armários e blocos de conexão que interligam o backbone de campus com os servidores e backbone do edifício. Em instalações onde não existem o backbone de campus, o BD interliga a rede externa com a backbone do edifício. – Backbone de edifício: cabos e suas vias de passagem (calhas, eletrodutos etc.) que interligam o BD com os FD – Distribuidor de piso (FD): armários e blocos de conexão que interligam o backbone do edifício com o cabeamento horizontal.
  • 7. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 7 Elementos funcionais – Cabeamento horizontal: cabos e suas vias de passagem que interligam os FD com as tomadas de telecomunicações. – Ponto de consolidação (CP): ponto com elementos de conexão (ex: patch panel) localizado no cabeamento horizontal, entre o FD e a tomada de telecomunicações. – Cabo do ponto de consolidação (cabo do CP): cabo que interliga o CP a uma tomada de telecomunicações. – Tomada de telecomunicações multiusuário (MUTO): conjunto de tomada de telecomunicações que atende entre 2 e 12 áreas de trabalho. – Tomada de telecomunicações (TO): tomada de telecomunicações para conexão dos equipamentos terminais com o cabeamento horizontal.
  • 8. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 8 Subsistemas do cabeamento • O conjunto de um ou mais equipamentos funcionais formam os subsistemas do cabeamento estruturados, os quais são denominados na NBR14565 de: backbone de campus, backbone de edifício e cabeamento horizontal. A figura abaixo mostra esquematicamente os elementos funcionais que podem compor cada um dos subsistemas.
  • 9. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 9 Subsistemas do cabeamento 1. O subsistema de cabeamento de backbone de campus inicia no CD e termina no BD, englobando os componentes do cabeamento que interligam o cabeamento de backbone com a rede externa (equipamentos da instalação de entrada) e que interligam os equipamentos instalados no CD com os cabeamentos de entrada e de backbone de campus. Além disso, o backbone do campus e os elementos de conexão desses cabos no BD, também fazem parte desse subsistema.
  • 10. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 10 Subsistemas do cabeamento 2. O subsistema de cabeamento de backbone de edifício inicia no BD e termina no FD. Os cabos do backbone do edifício, os blocos de conexão desses cabos no BD e no FD e, no caso de não existir o backbone de campus, os blocos de conexão entre a rede externa e o backbone do edifício fazem parte desse subsistema.
  • 11. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 11 Subsistemas do cabeamento 3. Por fim, o subsistema de cabeamento horizontal inicia nos FD e termina na tomada de telecomunicações. Fazem parte desse subsistema o cabeamento horizontal, as terminações dos cabos nas tomadas de telecomunicações, os componentes de conexão do DF, que interligam o backbone do edifício com o cabeamento horizontal. Opcionalmente podem fazer parte desse subsistema um ponto de consolidação ou uma MUTO.
  • 12. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 12 Seções adicionais • Além dos subsistemas definidos pela NBR14565, as descrições das estruturas de cabeamento estruturado costumam mencionar as seguintes seções: • Instalação de entrada – local de conexão entre a rede externa (os provedores de serviço) e a rede local. A instalação de entrada pode estar embutida no CD ou no BD ou ainda estar alocada em espaço próprio. • Sala de equipamentos – sala que abriga os servidores que atendem toda a rede local (ex: servidores de rede de computadores, de conexão à Internet, centrais telefônicas, centrais de segurança ou de controle ambiental). Nessas salas é aconselhável garantir as condições ambientais adequadas para a operação dos equipamentos (controle de temperatura e unidade). Nos cabeamentos que dispõe da sala de equipamentos, estas devem alocar o CD ou, caso esse não exista, o BD. • Sala de telecomunicações – sala que abriga um FD, em instalações de grande porte, é aconselhável acomodar os FD em espaços reservados, garantindo a climatização e segurança dos equipamentos nele instalados. • Área de trabalho - área onde os equipamentos do usuário serão instaladas, o tamanho da área de trabalho deve ser suficiente para alocação dos móveis e dos equipamentos que o usuário necessita utilizar. Por exemplo, num escritório comercial onde os usuários terão uma mesa com computador e telefone para trabalhar, o tamanho da área de trabalho deve ficar entre 6 e 10 m2 .
  • 13. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 13 Seções adicionais Exemplo de uma instalação de cabeamento estruturado
  • 14. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 14 Seções adicionais Instalações de entrada e sala de equipamentos As instalações de entrada estão presentes em redes locais que utilizam provedores externos, tais como centrais telefônicas, servidores de internet, receptores de satélites ou links de microondas. Estas instalações devem garantir: a) Passagem dos cabos de ligação dos provedores. b) Equipamentos de proteção contra surtos de tensão e corrente na linha da rede externa. c) Elementos de conexão entre a rede externa e a rede interna.
  • 15. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 15 Seções adicionais Instalações de entrada e sala de equipamentos Passagem dos cabos de ligação dos provedores • Há três formas possíveis para entrada de cabos externos: • Aérea: apresenta facilidades de instalação e manutenção, por outro lado geralmente altera a fachada da edificação e deve prever condicionantes do tráfego e circulação de pessoas, tais como:  Altura mínima entre a superfície da rua e o cabo de telecomunicações igual a 4,9m.  Altura mínima entre a superfície da calçada ou área trafegável, fora da rua, e o cabo de telecomunicações igual a 3,70 m.  Altura mínima entre a superfície de área não trafegável e o cabo de telecomunicações igual a 2,40 m. • 2) Enterrada: Consiste na abertura de valas onde são enterrados os cabos. Apesar da facilidade da instalação e da maior flexibilidade para contornar obstáculos, este tipo de entrada dificulta futuras manutenções e não apresenta a mesma proteção mecânica da entrada subterrânea. • 3) Subterrânea:Realizada através de dutos enterrados, não alterando a fachada da edificação. Sua instalação inicial é mais onerosa, porém facilita a manutenção, a readaptação da rede e apresenta uma vida útil mais longa.
  • 16. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 16 Seções adicionais Instalações de entrada e sala de equipamentos Equipamentos de proteção contra surtos de tensão e corrente na linha da rede externa • As redes externas estão sujeitas a interferências eletromagnéticas originadas de descargas eletromagnéticas, redes de alimentação elétrica etc. • Em geral, estas interferências provocam picos de sobretensão e sobrecorrente que trafegam até os terminais da rede externa. • Para evitar danos nos equipamentos da rede local ligados diretamente a rede externa, modems, roteadores, centrais telefônicas etc., é necessário o uso de componentes de proteção, tais como centelhadores, fusíveis e filtros. • Os componentes de proteção devem seguir as recomendações dos provedores de rede externa.
  • 17. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 17 Seções adicionais Instalações de entrada e sala de equipamentos Elementos de conexão entre a rede externa e a rede interna • Os elementos de conexão mais utilizados são os blocos de conexão rápida (blocos de conexão por deslocamento do isolante do condutor, blocos IDC) e os ‘patch panel’. (Trataremos sobre os elementos de conexão mais adiante). • A instalação de entrada de uma edificação deve ficar localizada em um ponto que facilite tanto a chegada dos cabos externos como a conexão destes com os cabos primários. • Muitas vezes estas instalações ficam dentro da sala de equipamentos, fixadas em painéis nas paredes ou em armários destinados para este fim. • A instalação de entrada é o ponto de transição entre as redes externas e a rede local.
  • 18. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 18 Seções adicionais Cabeamento de backbone e distribuidores de telecomunicações • O cabeamento de backbone corresponde aos cabos e seus suportes mecânicos (canaletas, dutos etc.) e acessórios de conexão que interligam os distribuidores de edifício com os distribuidores de piso. • Os cabos que serão utilizados nesse cabeamento deverão ser da categoria que atenda a demanda das redes de telecomunicações que utilizarão o sistema de cabeamento estruturado. Segundo a TIA/EIA, as categorias atualmente aceitas para o cabeamento metálico são: 5e, 6 e 6a. A distância máxima para o cabeamento de backbone com pares metálicos, independente do cabo ser UTP, ou FTP, é de 90m (cabos STP estão previstos para a categoria 7). Em relação ao cabeamento óptico são aceitos os cabos com fibras multimodo e monomodo e as distâncias admitidas são de 300, 500 e 2000, diminuídas das distâncias correspondentes ao cabeamento horizontais e seus patch cord. • UTP – par trançado não blindado; FTP – par trançado blindado; STP – par trançado com blindagem individual em cada par e uma segunda blindagem envolvendo todos os pares.
  • 19. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 19 Seções adicionais Distribuidores • Os distribuidores são os pontos da rede que realizam as conexões entre: •  Instalações de entrada e cabeamento de backbone. Nas instalações em campus essa conexão é realizada no distribuidor de campus e em edifícios no distribuidor de edifício.  Servidores e backbone de edifício/campus.  Backbone de edifício e cabeamento horizontal.  Equipamentos ativos e cabeamento horizontal. • Para realização destas conexões são utilizados cordões de manobra, pedaços de cabos que interligam equipamentos ou cabeamentos através das portas dos patch panels ou dos blocos IDC. • Recomenda-se que os cordões de manobra (patch cord) sejam adquiridos diretamente dos fabricantes, evitando confecções inadequadas nos mesmos. Em geral estes cordões são feitos com condutores flexíveis. Nos cabeamentos ópticos as conexões são realizadas nos distribuidores ópticos.
  • 20. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 20 Seções adicionais Distribuidores • Existem três tipos de distribuidores numa rede com cabeamento estruturado: •  Distribuidor de Campus (CD) – fica na sala de equipamentos e realiza as conexões entre os cabos das instalações de entrada com os servidores gerais e/ou com os cabos do backbone de campus.  Distribuidor de edifício (BD) – realiza conexões entre o cabeamento do backbone do edifício e o cabeamento da instalação de entrada ou do backbone do campus. Também pode realizar conexão de equipamentos com os cabeamentos do backbone do edifício ou com o cabeamento horizontal.  Distribuidor de piso (FD) – realiza conexões entre o cabeamento do backbone do edifício e um cabeamento horizontal ou entre cabeamentos horizontais do mesmo nível ou ainda entre equipamentos ativos e cabeamentos horizontais. Sendo que os equipamentos aqui mencionados correspondem a servidores que atendem somente aos cabeamentos horizontais iniciados no próprio distribuidor de piso.
  • 21. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 21 Seções adicionais Área de Trabalho e cabeamento horizontal • Uma área de trabalho corresponde a um espaço físico onde estão localizadas as tomadas terminais da rede de cabeamento (tomadas de telecomunicações) e onde serão colocados os equipamentos terminais da rede (telefones, computadores, sensores, etc.). • É aconselhável prever no mínimo uma área de trabalho para cada 10 m2 de área útil da edificação e para cada área de trabalho no mínimo duas tomadas de telecomunicações. • Área útil é todo a área da construção exceto corredores, garagens, banheiros e outras áreas similares. • A norma NBR 14565 prevê que cada área de trabalho deve ser servida por duas tomadas de telecomunicações no mínimo. • Os cabos dos equipamentos, plugs, adaptadores, conversores e os equipamentos terminais são os componentes da área de trabalho. • A norma TIA/EIA não especifica nenhum dos componentes acima, porém para que a rede funcione adequadamente é necessário que os componentes utilizados atendam aos requisitos elétricos da categoria do cabeamento instalado.
  • 22. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 22 Seções adicionais Área de Trabalho e cabeamento horizontal • Cabeamento horizontal corresponde à ligação entre a tomada de telecomunicações e o distribuidor de piso ou edifício. incluindo os cabos, as tomadas de telecomunicações e as conexões realizadas no distribuidor. Para esse cabeamento são permitido cabos metálicos UTP, FTP e STP das categorias 5e, 6 e 6a e cabos com duas ou quatro fibras mono ou multimodo. • O cabeamento horizontal é subdividido em canal e link permanente. O canal corresponde a ligação entre o equipamento ativo ou backbone do edifício e o equipamento terminal. • O link permanente é a ligação entre o patch panel, bloco IDC ou distribuidor óptico e a tomada de trabalho. • Tanto o canal como o link permanente apresentam limites máximos de comprimento de cabos metálicos instituídos por norma. O canal pode ter no máximo 100 m e o link 90 m. • Os patch cord, cabos que interligam patchs panels ou outros tipos de bloco de conexão podem ter no máximo 10,0 m.
  • 23. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 23 Seções adicionais Área de Trabalho e cabeamento horizontal • Os cabos dos equipamentos, tanto do equipamento ativo como do equipamento terminal não devem ser muito compridos para garantir a qualidade do canal de comunicação. • O uso dos comprimentos máximos de 3,0 m para os cabos dos equipamentos terminais e de 7,0 metros para o conjunto patch cord e cabo de equipamento ativo é um bom procedimento para instalações. Uso de outros comprimentos devem ser adotados somente em casos extremos, onde não há como atender esses limites. • No caso do cabo do equipamento terminal, a limitação do seu comprimento tem por objetivo também diminuir os riscos de acidentes tais como: cabos sob pés de mesas ou cadeiras, tropeços de usuários nos cabos etc. • No link permanente é permitida a colocação de um ponto de consolidação (CP). • Este ponto corresponde a um equipamento de conexão utilizado na distribuição dos cabos horizontais para tomadas de telecomunicações espalhadas num ambiente sujeito a mudanças de layout frequentes (ambientes abertos como galpões ou edifícios onde as paredes divisórias podem ser removidas). • Cada ponto de consolidação poderá atender até 24 tomadas de telecomunicações, isto é, 12 áreas de trabalho. Os CPs devem ficar a 15,0 metros do distribuidor e a uma distância mínima de 5,0 m da tomada de telecomunicações.
  • 24. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 24 Seções adicionais Área de Trabalho e cabeamento horizontal • A figura 13 mostra as divisões do canal do cabeamento horizontal.
  • 25. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 25 Seções adicionais MUTO e Tipos de Conexões • MUTO (Tomada de telecomunicações multiusuário) corresponde a pontos de conexão nas áreas de trabalho onde são disponibilizadas até 24 tomadas para atender 12 áreas de trabalho. • As MUTOs podem ser utilizadas em instalações de edificações com amplas áreas (galpões ou escritórios abertos) onde a concentração de tomadas em pontos fixos da infraestrutura do prédio (paredes de alvenaria, colunas…) evita a reinstalação do cabeamento a cada alteração na disposição das divisórias móveis. • Nessas instalações o comprimento máximo dos cabos dos equipamentos da área de trabalho não pode exceder 20 m.
  • 26. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 26 Seções adicionais MUTO e Tipos de Conexões • As conexões entre cabeamentos distintos ou entre cabeamentos e equipamentos de redes, ocorrem nos distribuidores. A norma ANSI/TIA/EIA- 568 descreve duas formas de realizar as conexões: – Conexões cruzadas – Interconexão
  • 27. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 27 Visão Geral do Cabeamento Estruturado Conexões Cruzadas • As conexões entre equipamentos ativos e cabeamento da rede são realizadas através de patchs panels ou blocos de conexão rápida. • Desta forma evita-se utilizar as portas de conexão dos equipamentos ativos e mexer no cabeamento da rede. • Tal procedimento diminui os riscos de danos aos equipamentos ativos e fornece uma conexão definitiva para o terminal do cabo do cabeamento de backbone ou horizontal.
  • 28. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 28 Seções adicionais Interconexão • A conexão é realizada através de um único patch panel ou bloco de conexão rápida, aumentando o uso das portas dos equipamentos.
  • 29. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 29 Cabeamento estruturado utilizando fibra óptica • A utilização de soluções ópticas no cabeamento estruturado apresenta peculiaridades em relação as soluções via par trançado. • As soluções ópticas são utilizadas geralmente nos backbones de redes que demandam grande taxa de transmissão. • Nos cabeamentos horizontais o uso da fibra só se justifica para atividades com taxas de transmissão iguais ou superiores a 1Gbps. • Os custos dos equipamentos ativos que tratam o sinal luminoso ainda são proibitivos para um uso mais generalizado de soluções de cabeamento de redes locais totalmente com fibras ópticas.
  • 30. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 30 Cabeamento estruturado utilizando fibra óptica • A norma NBR14565 especifica a atenuação máxima para 3 diferentes classes de canais de fibra óptica:
  • 31. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 31 Cabeamento estruturado utilizando fibra óptica • As distâncias indicadas pelas classes, 300, 500 e 2000 referem-se a distância de backbone de edifício + cabeamento horizontal + patch cord. • O cabeamento horizontal é limitado a 100,0 m, sendo 10 metros para os patchs cords e 90 metros para o link permanente.
  • 32. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 32 Topologia do Cabeamento Estruturado • Na área de redes de telecomunicações falamos de topologia em dois sentidos diferentes: • Topologia física: refere-se a como estão conectados os hardwares da rede. • Topologia lógica: refere-se a forma como é realizada a transmissão de dados na rede.
  • 33. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 33 Topologia do Cabeamento Estruturado Topologia Física • O cabeamento estruturado apresenta topologia física em estrela com três níveis hierárquicos de nós centralizadores, os distribuidores de campus (CD), de edifício (BD) e de piso (FD). • De cada um desses nós podem sair cabeamentos horizontais que terminam nas tomadas de telecomunicações. • Do CD além dos cabeamentos horizontais saem os cabos de backbone de campus, interligando o CD aos BD. • Por sua vez, de cada BD saem os cabos de backbone de edifício, que interligam o BD aos FD.
  • 34. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 34 Topologia do Cabeamento Estruturado Topologia Física • A figura abaixo apresenta um esquemático de um cabeamento com os três níveis hierárquicos, indicando também onde inicia e termina cada subsistema do cabeamento.
  • 35. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 35 Topologia do Cabeamento Estruturado Topologia Física • A figura ao lado apresenta o esquema de um cabeamento com cabeamentos horizontais que iniciam no CD e nos BDs às TOs • Ligações diretas entre CD ou BD com TO também são aceitas, sendo inclusive comum nas instalações de cabeamento. • Um distribuidor de Campus só poderá conectar-se diretamente a TOs instaladas no mesmo prédio que o distribuidor.
  • 36. CabeamentoEstruturado Cabeamento 2 36 Topologia do Cabeamento Estruturado Topologia Física • Caso as redes que o cabeamento deverá suportar necessitem de interligações diretas entre BDs ou FDs, para proporcionar redundâncias de caminhos de comunicação ou estabelecer rotas alternativas para sistemas de automação de edifício, estas poderão ser realizadas também conforme mostra a figura ao lado.