As sete escolas da psicanálise

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O resumo da trajetória de Freud na Psicanálise, conceitos estruturados

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As sete escolas da psicanálise

  1. 1. SIGMUND FREUD Fonte: “Fundamentos psicanalíticos, teoria, técnica e clínica” DAVID E. ZIMERMAN, Ed. Artmed, 1999
  2. 2. Trajetória resumida de Freud  Diploma de médico com 25 anos, na Universidade de Viena, com um longo aprendizado em neurologia, dedicando-se a pesquisas;  Publicou inúmeros trabalhos, dos quais vieram expressivo reconhecimento científico;  Viajou a Paris para conhecer o trabalho de Charcot, com hipnoterapia;  Não sendo bem sucedido nessa área, criou o método de associação livre, que possibilitasse um acesso às repressões inconscientes de suas pacientes histéricas;
  3. 3. Trajetória resumida de Freud  Trocou 284 cartas com seu amigo e médico berlinense Wiess, publicando mais de 300 títulos, entre livros e artigos.  Estudos de Freud:  Historiais clínicos;  Metapsicologia;  Teoria e técnica;  Aplicações da Psicanálise;
  4. 4. Josef Breuer  Josef Breuer  Josef Breuer foi um médico e fisiologista austríaco, cujas obras lançaram as bases da psicanálise. Seu pai, Leopold Breuer, era professor de religião na comunidade judaica de Viena.  Nascimento: 15 de janeiro de 1842, Viena, Áustria  Falecimento: 20 de junho de 1925, Viena, Áustria  Educação: Universidade de Viena  Obra: Estudos sobre a histeria
  5. 5. Estudos de Freud com Breuer  Atendimentos de curto prazo com pacientes portadoras de sistemas histéricos conversivos, como Emmy von Nuccy, Lucy R, Katherina e outras mais.  Elisabeth von R. uma paciente que sofria de violentas dores nas pernas e sentia uma grande dificuldade em andar, não se deixando hipnotizar.  Uma paciente que introduziu o médico no fenômeno da resistência do paciente, chamda de resistência inconsciente;  A memória viva é o verdadeiro código dos conflitos, que transparecem através da linguagem conversiva do corpo;
  6. 6. Elizabeth Von R. Dora
  7. 7. Ana o.
  8. 8. Ana O.  1882; Método da terapia catártica, “cura pela conversa”;  Elisabeth R. e Anna O. impulsionaram a criação da psicanálise científica;  O caso “Dora”, fez com que Freud enfatizasse a arte da interpretação para vencer as resistências dos conflitos reprimidos.  Interrompeu a análise após três meses, porque ele não fora capaz de analisar os múltiplos aspectos transferenciais que estavam subjacentes nos relatos de Dora e que aludiam aos triângulos edípicos com os pais dela e com o casal K;
  9. 9. A análise da fobia de um menino de 05 anos  Experiência psicanalítica de um menino de 05 anos, levada a efeito pelo pai da criança e seu primeiro caso de análise com crianças;  Um menino que apresentava uma fobia, especialmente por cavalos, que comprovou a teoria da “angústia de castração”, em ligação direta com o complexo de Édipo.  O cientista comprovou a existência de “teorias” existentes na mente da criança, com as quais elas tentam decifrar o mistério do nascimento;
  10. 10. COMPLEXO DE ÉDIPO  Complexo de Édipo é um dos conceitos fundamentais de Freud, na Psicanálise. Este conceito refere-se a uma fase no desenvolvimento infantil em que existe uma “disputa” entre a criança e o progenitor do mesmo sexo pelo amor do progenitor do sexo oposto. Complexo de Édipo foi introduzido por Freud na Psicanálise.
  11. 11. COMPLEXO DE CASTRAÇÃO  O complexo de castração tem um lugar fundamental na evolução da sexualidade infantil. Sua estruturação e seus efeitos são diferentes no menino e na menina. O menino teme a castração como a realização de uma ameaça paterna em resposta às suas atividades sexuais (cujo objeto original é a mãe), do que advém a intensa angústia de castração. Na menina, a ausência do pênis é vivenciada como um dano sofrido e que ela procura negar, compensar ou reparar. Em relação ao complexo de Édipo, o complexo de castração também situa-se de maneira diferente em cada sexo: para a menina, a busca do pênis paterno (e seus equivalentes simbólicos, como ter um filho do pai) equivale ao momento de entrada no Édipo, enquanto que, no menino, o surgimento da angústia de castração sinaliza a crise final do Édipo, interditando à criança o objeto materno. A fantasia de castração é encontrada sob diferentes variações: o objeto ameaçado pode ser deslocado (cegueira de Édipo, arrancar os dentes, amputação de uma perna etc), o ato pode ser substituído por outros danos à integridade corporal (acidente, cirurgia, etc.) ou psíquica (loucura como conseqüência da masturbação) e o agente (pai) pode ser substituído (animais). Seus efeitos clínicos vão desde a inveja do pênis, sentimento de inferioridade, tabu da virgindade, algumas fenômenos psicopatológicos presentes no homossexualismo e no fetichismo até à impotência e frigidez.
  12. 12. O pequeno Hans e a fobia por cavalos, análise do inconsciente  “No Caso do Pequeno Hans (FREUD, 1909) este tinha no cavalo o objeto fóbico representante das funções parentais onde o medo de que o cavalo caísse e morresse era uma representação substitutiva de seu desejo inconsciente (insuportável ) de morte contra o pai, figura paradoxalmente amada e admirada. Na fobia a realidade externa é transformada, apropriada pelo sujeito como peça fundamental dessa estrutura de desejos (castração/Édipo) que causa seu sofrimento neurótico.”  Fonte: http://joaorego.com/2014/04/28/o-complexo-de-castracao-e-o- percurso-da-analise/
  13. 13. Teoria da Sexualidade infantil  Um advogado de 29 anos, Paul Lorenz, que apresentava graves sintomas obsessivos desde a infância , com a ideia de que “ratos pudessem ser introduzidos pelo ânus”, além de constantes angústias de que ele poderia provocar tragédias as suas pessoas queridas;

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