POBREZA ZERO
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MANIFESTO
Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010
O MUNDO QUE QUEREMOS
Mais de 900 Organizações
Internacionais em estreita
coordenação com organizações e
movimentos sociais de base em mais
de 1...
Unindo as nossas vozes manifestamos:
QUE a persistência da pobreza e da
desigualdade no mundo de hoje não tem
justificação...
Fome, SIDA, analfabetismo, discriminação de
mulheres e meninas, destruição da natureza,
acesso desigual à tecnologia, desl...
QUE o desenvolvimento sustentável no
planeta está seriamente ameaçado
porque um quinto da população
mundial consome irresp...
QUE as razões da desigualdade e a
pobreza se encontram na forma como
organizamos a nossa actividade
política e económica.
...
QUE para conseguir a eficácia das
políticas de Desenvolvimento
Institucional, o Desenvolvimento
Humano Sustentável e Bens ...
QUE o crescimento económico
espectacular dos últimos anos não
contribuiu para garantir os direitos
humanos nem para melhor...
QUE lutar contra a pobreza, nas suas
diferentes dimensões, significa actuar
contra a exclusão das pessoas, a favor
das gar...
É um compromisso
irrenunciável e inadiável: toda a
sociedade no seu conjunto é
responsável pela sua
concretização.
Unindo as nossas vozes queremos:
MAIS AJUDA pública para o
desenvolvimento, dando
prioridade aos sectores sociais
básicos,...
MELHOR AJUDA, desligada de
interesses comerciais, orientada
para os países mais pobres e
coerente com os Objectivos do
Mil...
MAIS COERÊNCIA nas diferentes
políticas dos nossos governos para
que todas elas contribuam para a
erradicação da pobreza.
ELIMINAR A DÍVIDA: os países
ricos, o Banco Mundial e o FMI
devem perdoar a 100% a dívida
dos países mais pobres.
DÍVIDA POR DESENVOLVIMENTO:
investir os recursos criados pela
extinção da dívida dos países
pobres para alcançar os Object...
MUDAR AS NORMAS DO COMÉRCIO
internacional que privilegiam os
países ricos e os seus negócios e
impedem os governos dos paí...
ELIMINAR OS SUBSÍDIOS que
permitem exportar os produtos
dos países ricos abaixo do preço
de custo de produção,
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PROTEGER OS SERVIÇOS PÚBLICOS
com o fim de assegurar os direitos
à alimentação e o acesso à água
potável e a medicamentos
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necessidades, para que pos...
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  1. 1. POBREZA ZERO www.pobrezazero.org MANIFESTO Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010
  2. 2. O MUNDO QUE QUEREMOS
  3. 3. Mais de 900 Organizações Internacionais em estreita coordenação com organizações e movimentos sociais de base em mais de 100 países promovem a maior mobilização de sempre na história da Luta contra a Pobreza no Mundo. A sociedade portuguesa não pode ficar indiferente. Junta-te a nós e faz ouvir a tua voz!
  4. 4. Unindo as nossas vozes manifestamos: QUE a persistência da pobreza e da desigualdade no mundo de hoje não tem justificação. Apesar dos esforços realizados durante décadas, a desigualdade entre ricos e pobres continua a aumentar. Hoje, mais de 3.000 milhões de pessoas carecem de uma vida digna por causa da pobreza.
  5. 5. Fome, SIDA, analfabetismo, discriminação de mulheres e meninas, destruição da natureza, acesso desigual à tecnologia, deslocação maciça de pessoas devido aos conflitos, migrações provocadas pela falta de equidade na distribuição da riqueza a nível internacional… São as diferentes facetas do mesmo problema: a situação de injustiça que afecta a maioria da população mundial.
  6. 6. QUE o desenvolvimento sustentável no planeta está seriamente ameaçado porque um quinto da população mundial consome irresponsavelmente, com a consequente sobre exploração de recursos naturais.
  7. 7. QUE as razões da desigualdade e a pobreza se encontram na forma como organizamos a nossa actividade política e económica. O comércio internacional e a especulação financeira que privilegia as economias mais poderosas, uma dívida externa asfixiante e injusta para muitos países empobrecidos, bem como um sistema de ajuda internacional escasso e descoordenado tornam a actual situação insustentável.
  8. 8. QUE para conseguir a eficácia das políticas de Desenvolvimento Institucional, o Desenvolvimento Humano Sustentável e Bens Públicos Globais é imprescindível implementar uma governação global democrática e participativa.
  9. 9. QUE o crescimento económico espectacular dos últimos anos não contribuiu para garantir os direitos humanos nem para melhorar as condições de vida em todas as regiões do mundo, nem para as pessoas, independentemente da sua condição, género, etnia ou cultura.
  10. 10. QUE lutar contra a pobreza, nas suas diferentes dimensões, significa actuar contra a exclusão das pessoas, a favor das garantias dos seus direitos económicos, sociais e culturais que se traduzem em protecção, trabalho digno, rendimento, saúde e educação, poder, voz, meios de subsistência sustentáveis, em condições de igualdade.
  11. 11. É um compromisso irrenunciável e inadiável: toda a sociedade no seu conjunto é responsável pela sua concretização.
  12. 12. Unindo as nossas vozes queremos: MAIS AJUDA pública para o desenvolvimento, dando prioridade aos sectores sociais básicos, até alcançar o compromisso dos 0,7% do RNB
  13. 13. MELHOR AJUDA, desligada de interesses comerciais, orientada para os países mais pobres e coerente com os Objectivos do Milénio.
  14. 14. MAIS COERÊNCIA nas diferentes políticas dos nossos governos para que todas elas contribuam para a erradicação da pobreza.
  15. 15. ELIMINAR A DÍVIDA: os países ricos, o Banco Mundial e o FMI devem perdoar a 100% a dívida dos países mais pobres.
  16. 16. DÍVIDA POR DESENVOLVIMENTO: investir os recursos criados pela extinção da dívida dos países pobres para alcançar os Objectivos do Milénio.
  17. 17. MUDAR AS NORMAS DO COMÉRCIO internacional que privilegiam os países ricos e os seus negócios e impedem os governos dos países pobres de decidir como lutar contra a pobreza e proteger o meio ambiente.
  18. 18. ELIMINAR OS SUBSÍDIOS que permitem exportar os produtos dos países ricos abaixo do preço de custo de produção, prejudicando o sustento das comunidades rurais nos países pobres.
  19. 19. PROTEGER OS SERVIÇOS PÚBLICOS com o fim de assegurar os direitos à alimentação e o acesso à água potável e a medicamentos essenciais.
  20. 20. FAVORECER O ACESSO À TECNOLOGIA por parte dos países menos desenvolvidos, de acordo com as suas necessidades, para que possam usufruir dos seus benefícios.

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