EletrocardiogramaEletrocardiograma
HistóriaHistória
O eletrocardiógrafo foi inventado no
início do século XX pelo cientista
holandês Willem Einthoven.
19/05...
DefiniçãoDefinição
O eletrocardiograma (ECG) é o registro
dos fenômenos elétricos que se originam
durante a atividade car...
EletrocardiógrafoEletrocardiógrafo
O aparelho eletrocardiógrafo registra
numa tira de papel ou na tela de um
monitor card...
EletrocardiógrafoEletrocardiógrafo
O número e a posição dos eletrodos
dependem do tipo de ECG necessário.
Para um ECG pa...
Registros no ECGRegistros no ECG
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atravessa o coração, produzindo a
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Registros no ECGRegistros no ECG
A despolarização e a repolarização
constituem fenômenos elétricos e,
captados por eletro...
EletrofisiologiaEletrofisiologia
19/05/14 8Eletrocardiograma
Célula do miocárdio
em repouso
(polarizada)
Célula despolariz...
Formação e condução do impulsoFormação e condução do impulso
elétricoelétrico
Origem do estímulo elétrico responsável
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19/05/14 10Eletrocardiograma
Um ciclo cardíaco
consiste na combinação
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despolarização
(contração) e
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Ondas EletrocardiográficasOndas Eletrocardiográficas
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caracteriza-se por ci...
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Representa o impulso elétrico que inicia no
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Intervalos e segmentosIntervalos e segmentos
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DerivaçõesDerivações
O impulso gerado pelo coração cria
uma corrente elétrica que se espalha
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Derivações periféricasDerivações periféricas
Medem a diferença de potencial entre os
membros (bipolares) ou entre certas
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Derivações precordiaisDerivações precordiais
São as derivaçõesV1,V2,V3,V4,V5 eV6.
Medem a diferença de potencial entre o
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Analise do traçadoAnalise do traçado
As áreas mais importantes a serem consideradas:
frequência, ritmo, eixo, hipertrofia...
Eixo  Se refere a direção da despolarização
que se difunde através do coração para estimular
a contração miocárdica.
Hi...
Outras condições que alteram oOutras condições que alteram o
traçado de ECGtraçado de ECG
Efeitos pulmonares;
Distúrbios...
alterações do ECG na identificação dealterações do ECG na identificação de
doençasdoenças
ritmo cardíaco;
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Eletrocardiograma biomedicina

  1. 1. EletrocardiogramaEletrocardiograma
  2. 2. HistóriaHistória O eletrocardiógrafo foi inventado no início do século XX pelo cientista holandês Willem Einthoven. 19/05/14 2Eletrocardiograma
  3. 3. DefiniçãoDefinição O eletrocardiograma (ECG) é o registro dos fenômenos elétricos que se originam durante a atividade cardíaca, por meio de um aparelho denominado eletrocardiógrafo. 19/05/14 3Eletrocardiograma
  4. 4. EletrocardiógrafoEletrocardiógrafo O aparelho eletrocardiógrafo registra numa tira de papel ou na tela de um monitor cardíaco a atividade elétrica do coração. 19/05/14 4Eletrocardiograma
  5. 5. EletrocardiógrafoEletrocardiógrafo O número e a posição dos eletrodos dependem do tipo de ECG necessário. Para um ECG padrão de 12 derivações, 10 eletrodos (6 no tórax e 4 nos membros). 19/05/14 5Eletrocardiograma
  6. 6. Registros no ECGRegistros no ECG A onda de estimulação (despolarização) atravessa o coração, produzindo a contração do miocárdio, o que impulsiona o sangue através do sistema arterial e venoso. Em seguida, o músculo cardíaco entra em recuperação ou repolarização, período em que as células rearmazenam energia. 19/05/14 6Eletrocardiograma
  7. 7. Registros no ECGRegistros no ECG A despolarização e a repolarização constituem fenômenos elétricos e, captados por eletrodos colocados sobre a pele do indivíduo, são representados no eletrocardiograma da seguinte maneira: 19/05/14 7Eletrocardiograma
  8. 8. EletrofisiologiaEletrofisiologia 19/05/14 8Eletrocardiograma Célula do miocárdio em repouso (polarizada) Célula despolarizada Repolarização Impulso elétrico
  9. 9. Formação e condução do impulsoFormação e condução do impulso elétricoelétrico Origem do estímulo elétrico responsável pelas contrações cardíacas 19/05/14 9Eletrocardiograma células marca-passo
  10. 10. 19/05/14 10Eletrocardiograma Um ciclo cardíaco consiste na combinação dos períodos de despolarização (contração) e repolarização (repouso) cardíacas. CicloCiclo cardíacocardíaco
  11. 11. Ondas EletrocardiográficasOndas Eletrocardiográficas Durante um ciclo cardíaco a atividade elétrica caracteriza-se por cinco fases (ondas ou deflexões) diferentes. Essas ondas são registradas pelo ECG e designadas pela letras P,Q,R,S e T. 19/05/14 11Eletrocardiograma
  12. 12. Onda POnda P Representa o impulso elétrico que inicia no nodo sinusal e se dissemina através dos átrios. Portanto, a onda P representa a despolarização atrial. Normalmente, ela tem 2,5 mm ou menos de altura e 0,11 segundo ou menos de duração. 19/05/14 12Eletrocardiograma
  13. 13. Complexo QRSComplexo QRS O complexo QRS representa a atividade de estimulação dos ventrículos, isto é, a contração ou despolarização ventricular. No ECG, ele registra o percurso do impulso elétrico desde o nódulo AV até as células miocárdicas, através do feixe de His e das fibras de Purkinje. 19/05/14 13Eletrocardiograma
  14. 14. Onda TOnda T Representa a repolarização ventricular quando as células recuperam uma carga negativa. Ela sucede e em geral tem a mesma direção do complexo QRS. A repolarização atrial também acontece, porem não é visível no ECG por que ela ocorre ao mesmo tempo que o QRS. 19/05/14 14Eletrocardiograma
  15. 15. Onda UOnda U Acredita-se que a onda U represente a repolarização da fibra de Purkinje, porém, por vezes, é observada em pacientes com hipocalemia (níveis baixos de potássio), hipertensão ou cardiopatia. Quando presente, a onda U sucede a onda T e é, em geral, menor que a onda P. 19/05/14 15Eletrocardiograma
  16. 16. Intervalo PRIntervalo PR É o intervalo entre o início da onda P e início do complexo QRS. É um indicativo da velocidade de condução entre os átrios e os ventrículos e corresponde ao tempo de condução do impulso elétrico desde o nodo atrioventricular até aos ventrículos. O espaço entre a onda P e o complexo QRS é provocado pelo retardo do impulso elétrico no tecido fibroso que está localizado entre átrios e ventrículos, a passagem por esse tecido impede que o impulso seja captado devidamente, pois o tecido fibroso não é um bom condutor de eletricidade. 19/05/14 16Eletrocardiograma
  17. 17. Períodos PPPeríodos PP Ou Intervalo PP, ou Ciclo PP. É o intervalo entre o início de duas ondas P. Corresponde a freqüência de despolarização atrial, ou simplesmente freqüência atrial. 19/05/14 17Eletrocardiograma Períodos RRPeríodos RR Ou Intervalo RR, ou Ciclo RR. É o intervalo entre duas ondas R. Corresponde a freqüência de despolarização ventricular, ou simplesmente freqüência ventricular.
  18. 18. Intervalos e segmentosIntervalos e segmentos 19/05/14 18Eletrocardiograma
  19. 19. DerivaçõesDerivações O impulso gerado pelo coração cria uma corrente elétrica que se espalha pelo corpo em diversas direções. É necessário registrar o fluxo dessa corrente em diferentes planos do corpo, o que constitui as derivações. 19/05/14 19Eletrocardiograma
  20. 20. Derivações periféricasDerivações periféricas Medem a diferença de potencial entre os membros (bipolares) ou entre certas partes do corpo e o coração (unipolares). 19/05/14 20Eletrocardiograma
  21. 21. Derivações precordiaisDerivações precordiais São as derivaçõesV1,V2,V3,V4,V5 eV6. Medem a diferença de potencial entre o tórax e o centro elétrico do coração. 19/05/14 21Eletrocardiograma
  22. 22. Analise do traçadoAnalise do traçado As áreas mais importantes a serem consideradas: frequência, ritmo, eixo, hipertrofia e infarto. Frequência cardíaca  é a quantidade de contrações ou batimentos cardíacos por minuto. Ritmo  O ritmo normal, é o ritmo cardíaco determinado pelo impulso elétrico produzido pela nódulo SA, responsável por marcar o passo (ritmo) dos batimentos do coração. 19/05/14 22Eletrocardiograma
  23. 23. Eixo  Se refere a direção da despolarização que se difunde através do coração para estimular a contração miocárdica. Hipertrofia miocárdica  provoca alterações no relaxamento ventricular e redução de sua complacência, passando o enchimento ventricular a depender fundamentalmente da contração atrial. Infarto  há muitas causas de alterações de segmento ST e onda T, portanto, o diagnostico de infarto requer, frequentemente, comparação com traçados prévios e com quadro clinico do paciente e, as vezes, dados de laboratório. 19/05/14 23Eletrocardiograma
  24. 24. Outras condições que alteram oOutras condições que alteram o traçado de ECGtraçado de ECG Efeitos pulmonares; Distúrbios eletrolíticos; Padrão de sobrecarga e Efeito de drogas. 19/05/14 24Eletrocardiograma
  25. 25. alterações do ECG na identificação dealterações do ECG na identificação de doençasdoenças ritmo cardíaco; adequação do suprimento de sangue ao coração; presença de infarto; aumento do tamanho do coração; inflamação em volta do coração (pericardite); efeitos de medicamentos e eletrólitos no coração. 19/05/14 25Eletrocardiograma

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