Fd julho 2014_baixa

937 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
937
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
730
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Fd julho 2014_baixa

  1. 1. ANO XVII - Nº 212 - JULHO DE 2014 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA “A Palavra de Deus é Viva e Eficaz.” Hb 4,12
  2. 2. Editorial 2 Enfoque Pastoral FD | Julho de 2014 Estamos no mês de nossa Semana Dio- cesana de Formação, momento forte de comu- nhão de nossa Diocese, por meios de nossas Fora- nias podemos nos sentir um só corpo e revigorar nossas forças para a missão. Diante de tantos apelos: o magistério do Papa Francisco e de sua exortação Evangelii Gau- dium; o documento de Aparecida, com seu desejo de uma rede de comunidades e da grande missão continental; a aprovação do documento “Comu- nidade de comunidades: uma nova Paróquia; a conversão pastoral da Paróquia”, na última Assem- bleia da CNBB; e confirmados na caridade também pelo impulso eclesial da presença de nosso bispo, Dom Edmilson, percebemos ser fundamental re- fletirmos neste ano sobre a missão da Paróquia, como lugar da comunhão e da missão, a serviço da vida plena. Construímos um itinerário para esta se- mana. Partiremos de um olhar sobre nossas reali- dades pastorais, vendo a grande missão da Igreja, através da exortação “Evangelii Gaudium”, para percebemos os frutos e desafios em nossa vida paroquial, na construção da Paróquia Missionária e Solidária, Sal da Terra e Luz do Mundo. Depois teremos um olhar sobre o que o Documento de Aparecida e o Documento recém-aprovado na As- sembleia da CNBB “Comunidades de comunida- des: uma nova Paróquia”, para que prossigamos na construção de uma Paróquia, rede de comu- nidades. Ainda nos debruçaremos sobre o agente de pastoral, sujeito construtor da comunhão e da missão. Neste caminho chegaremos a Nossa Se- nhora que em sua experiência com Deus, se abriu a missão e deu seu SIM generoso à Vontade do Pai. Que a Virgem Imaculada, Padroeira de Nossa Dio- cese, Estrela da Evangelização nos introduza neste grande movimento de comunhão e missão, para que se instale na Igreja e através da Igreja, o Reino de Deus, e assim todos possuem vida plena. Procure na sua Forania onde se realizará esta formação e participe. Ajude a construirmos uma Igreja Missionária. Lembrando a todos a formação será nos dias 22, 23, 24 e 25 de julho. No calendário que se encontra em nossa Folha Diocesana você verá o local para você participar da formação e também todas as Paróquias estão prontas para lhe informar tudo sobre a formação. CODIPA SEMANA DIOCESANA DE FORMAÇÃO No dia 16 de julho ocorre a memória litúrgica de Nossa Senhora do Carmo; a palavra “carmel” – do hebraico Karem El, significa vinha de Deus. Na Bíblia, a vinha é sinal de bênção de Deus. O povo de Deus é por inúmeras vezes com- parado à videira: “Uma vinha do Egito vós arran- castes; expulsastes povos para a replantar. O solo vós lhes preparastes; ela lançou raízes nele e se espalhou na terra. As montanhas se cobriram com sua sombra, seus ramos ensombraram os cedros de Deus. Até o mar ela estendeu sua ramagem, e até o rio os seus rebentos.” (Sl 79, 9-12) ; e ainda: «Vou contar em nome do meu amigo, o cântico do amor que ele tinha à sua Vinha»… (Isaías 5,1) Quando o povo se torna infiel à Aliança, é comparável à videira estéril ou à vinha arrancada. O próprio Jesus para falar do reino de Deus, também se serve da imagem da vinha, cui- dada pelo Pai, o Agricultor, que envia vinhateiros (profetas) e por último o herdeiro (o Filho), que virá a ser morto. Noutra parábola, para falar do apelo de todos na construção do Reino, usa a ima- gem dos trabalhadores contratados a diferentes horas do dia, para o trabalho da vinha. E mesmo para falar da sua união com os discípulos e da união dos discípulos entre si, Jesus diz que é a «videira» e que nós somos os ramos (Jo 15,1-8). É Deus que faz crescer a sua vinha, pois foi ele que a plantou. O cuidado com a videira, a Igre- ja, para que produza frutos bons, é missão de to- dos nós; pelo batismo fomos enxertados em Cristo e é somente unidos a ele, presente em sua Igreja, que daremos um fruto duradouro. O zelo pela Igreja se traduz de algum modo a cada ano em nossa diocese pela Semana de Formação, nas várias foranias; ocasião muito oportuna para crescermos em comunhão, partici- pação e missão: “Não fostes vós que me escolheste, mas eu vos escolhi a vós e vos constitui para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. ”. (Jo 15, 16) Mesmo o ramo unido a Cristo precisa de cuidado, para que dê mais fruto ainda. A participação na vida da Igreja nos faz conhecer e superar nossos limites e pecados, desde que nos deixemos purifi- car pelo Espírito que dá a vida e fez crescer. A vinha do Senhor continua a crescer em nossa Diocese: muitos trabalharam antes de nós; colhemos os frutos de seu árduo trabalho fe- cundado pela graça de Deus. A melhor forma de agradecer é trabalhando, por amor, na vinha do Senhor, como os operários da última hora, com quem o Senhor não ajustara nenhum salário, mas que receberam muito mais do que mereciam. Padre Antonio Bosco da Silva vigário Geral CUIDADO COM A VINHA DO SENHOR
  3. 3. 3FD | Julho de 2014 Voz do Pastor Neste mês saberemos quais serão os candi- datos para as próximas eleições. O pequeno grupo de Fé e Política da nossa diocese tem refletido e preparado alguns subsídios que já estão chegando às paróquias. Quero, entretanto, nesta circular deixar uma mensa- gem a todos os católicos da diocese de Guarulhos. Não há contradição entre fé e política. Portan- to, a nossa atuação nas eleições, durante a campanha eleitoral e durante o acompanhamento dos eleitos deve ser transparentemente cristã. Todas as nossas escolhas devem ser um testemunho cristão. O Papa Francisco nos exorta na Evangelii gaudium (182-183): “... a con- versão cristã exige rever especialmente tudo o que diz respeito à ordem social e consecução do bem comum. Por conseguinte, ninguém pode exigir-nos que relegue- mos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da socie- dade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimen- tos que interessam aos cidadãos. (...) Uma fé autêntica - que nunca é cômoda nem individualista - comporta sempre um profundo desejo de mudar o mundo, trans- mitir valores, deixar a terra um pouco melhor depois da nossa passagem por ela.” Quero dar algumas indicações formativas para as próximas eleições. Já tive oportunidade de dizer que não indico nomes, pois me sentiria como que ferindo a liberdade das pessoas. Quero, sim, dar indicações com espírito cristão e cidadão. O nosso sistema político é o democrático. Cabe lembrar aqui as palavras de João Paulo II na En- cíclica social “Centesimus Annus 46”: “A Igreja encara com simpatia o sistema da democracia, enquanto as- segura a participação dos cidadãos nas opções políti- cas e garante aos governados a possibilidade quer de escolher e controlar os próprios governantes, quer de os substituir pacificamente, quando tal se torne opor- tuno; ela não pode, portanto, favorecer a formação de grupos restritos de dirigentes, que usurpa, o poder do Estado a favor dos seus interesses particulares ou dos objetivos ideológicos. Uma autêntica democracia só é possível num Estado de direito e sobre a base de uma reta concepção da pessoa humana. Aquela que exige que se verifiquem as condições necessárias à promo- ção dos indivíduos através da educação e da formação nos verdadeiros ideais, quer da “subjetividade” da so- ciedade, mediante a criação e estruturas de participa- ção e corresponsabilidade.” Notem bem que democracia não é somente escolher quem vai governar ou nos representar no le- gislativo, mas é também ter participação na condução do governo. Portanto, dentro do espírito evangélico de comunhão e participação que o sistema democrático tende a oferecer, não podemos somente olhar para nós mesmos, mas temos que olhar para o outro, para a so- ciedade e para o mundo “Ficha Limpa” já não é mais projeto, é lei. Entretanto, alguns candidatos, com os mais diversos recursos poderão encontrar brechas para terem homo- logadas as suas candidaturas, apesar da desonestida- de e corrupção que demonstraram em seus mandatos. Estejam atentos. É preciso trabalhar por uma reforma do Estado com uma participação que expresse mais a democracia. Temos que privilegiar os candidatos que proponham esta abertura de participação. É claro que não basta o discurso, mas temos que ver também como tem sido na prática o discurso que o candidato tem proposto. Não é um critério justo e cristão escolher um candidato somente em virtude das vantagens que terei pessoalmente ou até mesmo a instituição na qual estou envolvido. É preciso também ver o candidato no Partido que ele escolheu. Se o candidato, principalmente, es- colheu um Partido que tem posições contrárias à defe- sa da vida, desde à sua concepção até a morte natural, e vincula e obriga os seus membros a esta posição, seria imoral para o cristão fazer tal opção política. Risquem da sua lista os Partidos contrários à vida e que defen- dem tudo aquilo que pode ferir a dignidade da pessoa humana. Quando votamos num candidato estamos au- tomaticamente apoiando o seu Partido. Ver no candidato as ideias e valores que de- fende em sua vida. Temos que, para isso, investigar en- quanto possivel sua vida passada. Ver a postura do candidato nos projetos que ele defende para a Cultura da Paz. Ver a postura do candidato com relação aos projetos de inclusão social. Não confundir inclusão social com assistencialismo. Veja a posição do candidato com relação à questão ecológica. Veja como o candidato se posiciona em rela- ção às formas de corrupção e ao mau uso do dinheiro público. Veja principalmente se ele tem alguma propos- ta de mudança neste sentido. Enfim, um critério de discernimento valiosíssi- mo é buscar entender qual é a concepção que o candi- dato tem da pessoa humana. Muitos perguntam: temos que escolher um candidato católico? Não necessariamente, mas de pre- ferência. Isso não é corporativismo, mas supondo que um candidato católico deva estar em comunhão com a fé e a doutrina social da Igreja, irá legislar e/ou gover- nar dentro dos princípios evangélicos e fará da sua fun- ção um testemunho cristão. É evidente que não basta o candidato escrever na sua ficha que é católico. Deverá ser reconhecido como verdadeiramente católico aquele que caminha com a Igreja, dentro de uma comunidade cristã. O discipulado de Jesus Cristo só pode ser vivido na caminhada da comunidade. Jesus diz no evangelho que se conhece a árvore pelo seu fruto e ainda não so- mente pelo exterior do fruto. Examine a postura política e a atuação dos (as) candidatos (as) à reeleição. Não se venda e nem venda o seu voto. Acho que nem seria mais necessário dizer estas coisas a um católico. Não aceite nenhuma oferta nesta época de eleições de candidatos que queiram oferecer algo às comunidades. Está cheio de “gaviões” neste período “arreganhando” os dentes para as nossas comunida- des, padres e bispo. Isso chega a ser vergonhoso! Atenção: não se deixem instrumentalizar pelas brigas politiqueiras que acontecem neste período. Mui- tos candidatos são lançados não como nova proposta política, mas com o intuito de desestabilizar este ou aquele candidato, este ou aquele Partido, esta ou aque- la aliança política. Se os candidatos ao legislativo originários da nossa região preenchem os requisitos que estamos aqui usando para o discernimento, seria bom que fossem os nossos escolhidos. Repito: seria bom, não necessaria- mente deveriam. Uma vez que são da região deverão estar mais acessíveis à nossa interpelação e acompa- nhamento. Portanto, o motivo principal não é que de- vamos pensar em primeiro lugar na nossa região, mas na facilidade em ter uma atitude ativa no exercício do mandato do candidato que escolhemos. Trata-se de uma participação maior no processo democrático. Ao que parece não estamos em nenhuma si- tuação extrema, onde a anarquia apareça como úni- ca solução viável. Portanto, não vote em branco, nem anule o seu voto. Em princípio devemos pensar que os homens e mulheres que se candidatarão nas próxi- mas eleições o farão com o desejo de prestar um servi- ço à sociedade e torná-la melhor. Sabemos que existe a corrupção. Entretanto, partir de uma falsa premissa que todo candidato(a) é aproveitador (a) e está mal intencionado(a) é injusto. Se vou inutilizar o meu voto porque ninguém presta, é sinal que me considero me- lhor que eles. Por que então, você que assim pensa, não se candidata para fazer este País melhor? Parabenizo todos os candidatos oriundos da diocese de Guarulhos e que trabalham por esta cidade. Que Deus ilumine a todos durante o tempo fecundo de propaganda política! Oxalá seja fecundo! Apesar de serem poucos os eleitos, todos poderemos ganhar com um diálogo de alto nível e formativo para a participação democrática do nosso povo durante a campanha. No mês de agos- to será publicado na Folha diocesana o texto da CNBB “Pensando o Brasil: Desafios diante das eleições 2014.” +Edmilson Amador Caetano, O.Cist. bispo diocesano de Guarulhos FÉ E POLÍTICA
  4. 4. 4 FD | Julho de 2014 Educação O CATECISMO E A MISSÃO DE EDUCAR A fé reafirma a sabedoria das Escritu- ras: “Mais bem-aventurado é dar que receber”. Na tradição bíblica ser “bem aventurado” é ser feliz, é encontrar a fonte verdadeira de onde brota a Vida. Os pais são representantes de Deus na vida dos fi- lhos; por isso têm autoridade sobre eles. Então, é vontade do Senhor que estes cumpram muito bem a missão de educá-los para a sociedade e para Deus. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que: “O papel dos pais na educação dos filhos é tão importante que é quase impossível substi- tuí-los”. E que: “O direito e o dever de educação são primordiais e inalienáveis para os pais” (CIC n. 2221; FC 36). Para isso os pais devem educar de forma respeitosa os filhos, no qual a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado sejam cultivados. Segundo o livro do Eclesiástico: “Aquele que ama o filho castiga-o com frequência; aquele que educa o seu filho terá motivo de satisfação” (Eclo30,1-). Esse “castiga-o com frequência” deve ser entendido como “corrige-o com frequência”. E São Paulo lembra que os pais não podem humilhar e magoar os filhos ao corrigi-los: “E vós, pais, não deis a vossos filhos motivo de revolta contra vós, mas criai-os na disciplina e na correção do Senhor” (Ef 6,4). Os esforços empreendidos na Igreja para fazer discípulos, para ajudar os homens a acreditar que Jesus é o Filho de Deus, a fim de que, pela fé, terem a vida em seu nome, e para educá-los e instruir nessa vida, construindo assim o Corpo de Cristo. A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, que compre- ende especialmente o ensino da doutrina cristã, ministrado em geral dum modo sistemático, em ordem à iniciação na plenitude da vida cristã. Sem se confundir com eles, a catequese articula-se com um certo número de elementos da missão pastoral da Igreja que têm um aspecto catequético, preparam para a catequese ou dela derivam: o primeiro anúncio do Evangelho ou pre- gação missionária, para suscitar a fé; a busca das razões de acreditar; a experiência da vida cristã; a celebração dos sacramentos; a integração na co- munidade eclesial; o testemunho apostólico e mis- sionário. O Papa Paulo VI considerava como o gran- de catecismo dos tempos modernos, a catequese da Igreja tenha de novo chamado a atenção. O Di- rectório catequético geral, de 1971; as sessões do Sínodo dos Bispos consagradas à evangelização (1974) e à catequese (1977): e as exortações apos- tólicas correspondentes Evangelii nuntiandi (1975) e Catechesi tradendae (1979) são disso bom tes- temunho. A assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos de 1985 pediu: «que seja redigido um catecismo ou compêndio de toda a doutrina cató- lica, tanto no tocante à fé como no que respeita à moral» (6). O Santo Padre João Paulo II fez seu este voto do Sínodo dos Bispos. Reconheceu que «tal desejo corresponde inteiramente a uma ver- dadeira necessidade da Igreja universal e das Igre- jas particulares» (7). E pôs todo o seu empenho cm que se concretizasse este desejo dos Padres sinodais. A fé reafirma a sabedoria das Escrituras: “Mais bem-aventurado é dar que receber”. Na tra- dição bíblica ser “bem aventurado” é ser feliz, é encontrar a fonte verdadeira de onde brota a vida. Fonte:www.vatican.va Roberto Costa Seminarista de filosofia Vida Presbiteral Sim irmãos! Somos chamados a ser e levar ao povo a nós confiado a encontrar-se face a face com Deus. Pois ele nos ensinou a amá-lo e amar ao próximo como a nós mesmos (cf Jo 15, 12), o Caminho que devemos seguir é o testemu- nho de vida de Jesus; se vivermos como Cristo nos ensinou não teremos privilégios; seremos julga- dos, perseguidos, mas teremos uma causa, um ca- minho ,um sentido em nossa vida. Pois ser de Deus é ser feliz, amável, con- fiante, acolhedor; assim o povo espera que nós presbíteros sejamos. Pois falamos tanto de Cristo, que ele agiu assim, que ele pregou assim, que ele curou assim, mas diante de um mundo globaliza- do, institucionalizado, mediatista e tecnológico muitas vezes somente ficamos no falar. O agir e o testemunhar acabam suprimidos em trabalhos burocráticos, contabilidade, processos de nulida- de, obras, reuniões diversas, etc. Precisamos ser presbíteros profetas não nos acomodar, ter o coração em Deus e ser ho- mens da palavra, homens que têm a alegria do anúncio do evangelho. Como disse Dom Angéli- co: “O padre não anda a frente, nem atrás nem ao lado do rebanho de Deus que lhe é confiado, mas ele está misturado, na missão de ser profeta”. Se assim agirmos teremos de fato um grande re- banho, um povo que caminha junto ao nosso mi- nistério, que reza, que se preocupa conosco e que quer nos ajudar a construir a civilização do amor. Resgatemos a Conferência de Aparecida e sejamos, nós presbíteros, homens de Deus, verda- deiros discípulos e missionários do reino de Deus. Padre Paulo Leandro Representando dos Presbíteros SOMOS CHAMANDOS A SER “HOMENS DE DEUS”
  5. 5. 55FD | Julho de 2014 AconteceuVISITAS DE DOM EDMILSON Em sua primeira visita, junto com a Pastoral Carcerária, Dom Edmilson esteve nas Unidades Adriano Marrey e Parada Neto. Agradecemos a todos que participaram. E em breve nosso Bispo visitará as demais Unidades, Centro de Detenção Provisória I e II. Ana Paula Pereira – Pastoral Carcerária UNIDADES PRISIONAIS Há três meses à frente da Dio- cese de Guarulhos, o bispo Dom Edmilson Amador Caetano tem realizado visitas pas- torais nas paróquias da cidade. Em 20 de junho foi a vez da Paróquia São Roque, no Parque Cecap, onde foi recepcionado pelo pároco Padre Fabrício e comunidade. A visita de Dom Edmilson começou por volta das 15h. Ele percorreu, juntamen- te com o padre Fabrício, as principais comu- nidades que estão sob a responsabilidade da Paróquia São Roque, especialmente às comunidades Imaculado Coração de Maria (Hatsuta) e Nossa Senhora da Esperança – próximo aos Centros de Detenção Provisó- ria. À noite, Dom Edmilson presidiu uma missa que contou com a presença dos coordenadores de pastorais e movimentos, além de seus agentes. Em seguida, ele ini- ciou um bate papo com os paroquianos. Durante pouco mais de uma hora, ele pode ouvir as principais dificuldades enfrentadas, bem como o trabalho desenvolvido pela pa- róquia. “Foi uma visita muito produtiva que possibilitou a Dom Edmilson conhecer um pouco da comunidade da Paróquia São Roque, que desenvolve um trabalho sério e comprometido com a propagação do Evan- gelho”, disse padre Fabrício. Após a conversa, o bispo partici- pou de uma confraternização preparada especialmente para recepciona-lo que teve como ingrediente um gostoso Caldo Verde.” Wilson Valdo PARÓQUIA SÃO ROQUE PARÓQUIA DO MIKAIL No dia 17 de junho, aconteceu a visita pastoral de Dom Edmilson Caetano em nossa Paróquia e região. O bispo percorreu pelos nossos bairros e conheceu a nossa realidade pastoral, história e capelas, acompanhado do pároco Pe. Cristiano, do Diácono Marcos, agentes de pastorais e fiéis das co- munidades, e refletiu sobre a importância de uma Paróquia ser comunidade de comunidades, e lembrou a relevância dos grupos e comunidades de base. Encerrou-se a visita com a Santa Missa às 20h, celebrada na Capela Santo André, momento este em que o bispo foi presenteado pela nossa Paró- quia. Rezemos para que Deus, pela intercessão de Santa Luzia, abençoe e conduza nosso bispo diocesano, assim como os trabalhos de nossa Paróquia e paroquianos. Amém! Pascom Paroquial Aconteceu no dia 07/06 no Centro Social da Paróquia Sta. Cruz e N.S. do Carmo - Taboão o encontro diocesano para implantação da IAM nas paróquias que ainda não têm grupo. O convite foi enviado pelo assessor do Comidi – Diácono Hechilly de Brito, para todos os párocos das paróquias da diocese. E tivemos a grande alegria de receber as se- guintes paróquias interessadas na implantação ou con- tinuidade de criação de mais grupos da IAM: São João Batista- Jd. Adriana; Santa Luzia- Mikail; N.S. de Fatima - Vila Fatima; São Roque- Cecap; Santa Cruz e N.S. do Carmo-Taboão e Santa Cruz e N.S. Aparecida- Presiden- te Dutra. Maria das Graças, Coordenadora Diocesana da IAM e o Diácono Hechilly de Brito foram os encarrega- dos da formação. Foi também com muita alegria que recebemos nosso pastor Dom Edmilson, que com suas sábias pala- vras nos encorajou a continuarmos, mesmo com toda dificuldade que a Dimensão Missionária enfrenta nos dias de hoje. Como dizem os últimos Documentos da Igre- ja, e encorajados pelo Papa Francisco, “precisamos ser uma Igreja de Saída”, ir ao encontro dos afastados, pois o Mestre ainda não é conhecido em todo canto, apesar de muitos ainda terem sede de Deus! Por isso, nós do Comidi juntos com a IAM e JM temos essa missão de unir forças, como diz a m~usica: De mãos dadas a caminho, porque juntos somos mais, Para viver um novo Hino de justiça, amor e paz. COMIDI e IAM ENCONTRO DE IMPLANTAÇÃO DA IAM
  6. 6. 66 FD | Julho de 2014 Aconteceu Na tarde do dia 21 de junho, no Salão Paro- quial de Bonsucesso, a Pascom Bonsucesso promoveu o 1º Encontro de Comunicação para agentes de pastorais da Paróquia, no qual contamos com a presença do Pa- dre Marcos Vinícius, Vigário Episcopal da Comunicação da Diocese de Guarulhos, que conduziu nossa tarde de formação dando importantes orientações sobre como podemos melhorar as nossas posturas na comunicação entre as pastorais e a nossa relação com os meios de co- municação, para enriquecer os trabalhos pastorais. Pascom Santuário Nossa Senhora do Bonsucesso 1º ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO NO SANTUÁRIO DE BONSUCESSO Aconteceu no dia 22 de junho o En- contro Diocesano no Santuário Nossa Senhora do Bonsucesso com a participação dos jovens da Juventude Missionária e convidamos aos jovens para implantação do grupo na Paróquia. Uma boa parte dos jovens participaram e sentiram um pou- co da experiência em ser missionário - uma rea- lidade muito diferente, muitos ali não conheciam mas tiveram uma missão abençoada. Agradecemos ao Pe. Carlos que ajudou e cedeu o espaço para termos esta oportunidade com os jovens; pela visita no encontro do Pe. Pe- dro Nacélio que incentiva à juventude missionária de sua paróquia Santa Rosa de Lima. Que Maria sempre interceda a ti neste caminho e aos Diáco- no: Hechilly e Rodrigo pela ajuda e comprometi- mento com a missão. Aos jovens que participaram esperamos ter passado um pouquinho desta experiência, jo- vens missionários são sempre solidários. Priscila Maria Teixeira Gondim Coordenadora Diocesana da Juventude Missionária ENCONTRO DIOCESANO DA JUVENTUDE MISSIONÁRIA No último dia 11/06 a Paróquia N. Sra. de Fátima, Jd. Tranquili- dade, comemorou com muita alegria os dez anos de vida sacerdotal de seu pároco, Pe. Edivaldo Medeiros. Unidos em oração, seus familiares, padres, diáconos e seminaristas e a comunidade paroquial, pediram que Deus que lhe conceda saúde de corpo e alma para que siga perseverante em sua ca- minhada! Comunidade Paroquial ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO DE PADRE EDIVALDO No dia 21 de junho, na Paróquia de Santa Mena, jovens da Forania Aparecida de nossa Diocese de Guarulhos, se reuniram para a rezarem juntos o Santo Terço. Os encontros desses jovens acontecem a cada mês em uma Paróquia diferente na Forania Aparecida. Que o Senhor, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, abençoe a juventude de nossa Diocese e que iniciativa de oração se multiplique ainda mais entre os jovens. Pascom Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Cocaia TERÇO DA JUVENTUDE FORANIA FÁTIMA
  7. 7. 57FD | Julho de 2014 AconteceuCORPUS CHRISTI 2014 AProcissão de Corpus Christi é a mais importante de todas que acontecem durante o ano, pois é a única onde o Cristo Eucarístico sai às ruas para abençoar as pessoas, as famílias e a cidade. E nessa Solenidade de Corpus Christi, Jesus Eucarístico percorreu as ruas de nossos bairros, sempre com uma multidão de fieis o seguindo de coração e em oração. Confira algumas fotos das Procissões de Corpus Christi que aconteceram nas ruas de nossos bairros e de algumas Paróquias: Catedral Imaculada Conceição - CentroSanto Antônio - Pimentas Santo Antônio - ParqueSão José - Jardim Paulista Santo Antônio - Gopoúva Santuário São Judas Tadeu - Torres TibagiNossa Senhora Aparecida - CocaiaSantuário Nossa Senhora do Bonsucesso Santa Mena - Picanço São João Batista N. Sra de Fátima - Aracília Santo Alberto
  8. 8. 68 FD | Julho de 2014 Vai Acontecer Apartir do dia 01/07/2014 até 30/07/2014 na U.B.S. do Cecap, sito à Rua Profª. Maria Del Pilar Munhoz Bonana, Nº. 78 Parque Cecap das 09h às 20h e aos sábados das 9h às 13h estará uma carreta no estacionamento da U.B.S. para fazer mamografia, demanda espontânea. Serão entregues 50 Senhas por dia. Mulheres acima de 50 anos não precisam de pedido médico e mulheres abaixo de 50 anos precisam de pedido Médico. Maiores informações: CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE - Amália Esteves Rua Íris, nº 320 - Gopoúva - Guarulhos - SP CEP: 07051-080 - Sala 11 Tel: 11 2472-5036/ 11 2472-5113 MAMOGRAFIA - EXAME GRATUITO Inscrição - R$ 15,00
  9. 9. 59FD | Julho de 2014 Bíblia Liturgia Oexercício da leitura orante da Bíblia é feito preferencialmente com os evangelhos. Quando alguém questionou um biblista se é possível fazer a leitura orante com os escritos do Antigo Testamento, a resposta foi “faça com os Salmos”. Porque a experiência humana dos salmistas, passando pela experiência de Jesus, chega para nós comunidade hoje com uma forte presença pascal, nos ajudando a passar das trevas à luz, do desânimo à esperança. Os salmos trazem a experiência do povo do Antigo Testamento. São vários os autores e as épocas a que se referem. Mas todos trazem uma vivência huma- na e divina: a pessoa e o povo que se colocam diante de Deus na aflição da fome ou na alegria da colheita, no desespero da perseguição ou na festa da libertação. O desafio que temos em mãos é tomar os salmos, ora- ção pré-formulada em outros contextos e épocas, e fa- zer deles nossa oração pessoal e comunitária. Temos o exemplo de Maria, no Magnificat (Lc 1, 46-55), onde percebemos muitas palavras e frases de alguns salmos. A experiência de Jesus com os salmos é a experiência do povo hebreu, que rezava os salmos todos os dias (Sl 5, 4), aos sábados na sinagoga (Sl 92, 1), nas romarias anuais ao templo (Sl 120 até 134). Os gestos de Jesus na última ceia evocam salmos: eleva “o cálice da salvação” (Sl 116, 13) e assume ser “a pedra rejeitada, que torna- -se a pedra angular” (Sl 118, 22). No horto das oliveiras e na cruz os evangelistas colocam salmos nos lábios de Jesus: “meu Deus por que me abandonaste?” (Sl 22,2) Pai, “em tuas mãos entrego o meu espírito” (Sl 37, 5). Frei Carlos Mesters diz que o hebreus rezavam os sal- mos até conseguir fazer seu próprio salmo. Se o salmo de Maria foi o Magnificat, ele diz que o salmo de Jesus é o Pai Nosso, sua vivência de amor com o Pai está con- densada nestas simples palavras. A Igreja apropriou-se dos salmos porque en- xergou nos salmos a vida, morte e ressurreição de Je- sus, e assim tornaram-se oração cristã. Por isso os uti- lizamos na liturgia das horas e na liturgia da palavra de todos os sacramentos. Santo Agostinho diz que o sal- mista é o Cristo mesmo, que o salmo é a voz de Cristo, mas do Cristo todo, Ele a cabeça e nós seu Corpo. Na liturgia da Palavra os salmos são sempre um eco da pri- meira leitura e uma antecipação do Evangelho. Desta forma, o salmo faz a ponte, insinua nossa resposta de vida à palavra proclamada. De maneira bem simples, podemos usar os passos da leitura orante para orar com os salmos, inclu- sive com os salmos responsoriais das missas e celebra- ções que participamos: 1) Ler o salmo na sua realidade de Antigo Testamen- to: este salmo fala de que, fala de quem? É um salmo individual ou coletivo? Quem fala, do que fala? Quem responde, como interage? Como a criatura se eleva até o céu, até Deus? Como Deus se abaixa e responde? 2) Ler o salmo em relação a Cristo: o texto mostra al- gum aspecto da relação de Cristo com o Pai? Ou mostra a crise e os desafios que Ele mesmo viveu? Como? 3) Rezar o salmo como comunidade: qual atitude este salmo pede de nós, como seguidores de Cristo? Como atualizar em nós esta boa notícia? 4) Contemplar a partir do salmo. Retomar uma frase e memorizar, como refrão, para assimilar, deixar que a palavra do salmo se torne vida em nós. Este exercício será muito útil, também para os salmis- tas e equipes de canto, quando vão preparar e escolher melodias para os salmos; para que possam viver com a assembleia celebrante o chamado de Deus que o salmo expressa. Por exemplo, o salmo 34(33): é um hino de ação de graças, que recolhe conselhos e instruções no estilo sapiencial. Recorda a bondade de Deus, interpela a comunidade dos fiéis, anuncia a proposta da aliança. O salmista louva a Deus pela libertação experimentada, e aconselha outros a viver a mesma confiança. Pode- mos entrever a experiência de Cristo, confiante no Pai, enfrentando os desafios no anúncio do Reino até en- frentar a morte de Cruz e ser ressuscitado. O salmista nos dizia: “o anjo do Senhor vem acampar ao redor dos que o temem, e o salva. Provai e vede quão suave é o Senhor, feliz o homem que põe nele o seu refúgio!” E todos podemos responder com ele: “De todos os te- mores me livrou o Senhor Deus”. O Pai de Jesus Cristo e nosso pai conta com nossas fraquezas, como fez com Jesus, Paulo e Pedro, e em nós revela sua força. Aproveitemos os salmos em nossa oração pes- soal e comunitária, com os grupos de pastorais, equipes de liturgia, grupos de rua, para que nossa oração seja um aliar-se ao Deus da Vida, revelado na pessoa e his- tória de Jesus de Nazaré. Pe Jair Costa Assessor diocesano de Liturgia PARA REZAR OS SALMOS OEvangelho de Mateus é o evangelho da nova prática, para ajudar a ultrapassar a justiça dos fa- riseus e chegar à nova justiça, revelada na prática e no ensino de Jesus. Os fariseus (separados) se consideravam per- feitos, para eles a sua prática estava de acordo com a Lei de Deus e por isso não encontravam motivos para seguir Jesus. Jesus estava falando à multidão e aos dis- cípulos no Sermão da Montanha (Mt 5) e é para estes que Ele irá falar da justiça: “Prestem atenção! Não pra- tiquem a justiça de vocês diante dos homens, só para serem elogiados por eles. Fazendo assim, vocês terão a recompensa do Pai de vocês que está no céu”(6,1). No tempo de Jesus a justiça era encarada como a realização de três práticas: esmola, oração e je- jum. Porém, eram práticas isoladas, mas bem sabemos que precisam ser vivenciadas de forma dinâmica e em conjunto: esmola, oração e jejum: relação com o irmão, relação com o Pai e relação conosco mesmos. O mais importante é repartir tudo entre todos, assim já não ha- verá mais necessitados e a justiça do Reino de fato po- derá acontecer, sem acúmulos ou desperdício. Quando se vive dentro de um sistema injusto, o que sobra para a maioria do povo é a angustia, o aperto e o desespero de quem não sabe como fazer para sobreviver. (Mt 6,25- 34) Em Mateus capítulo 7, Jesus aponta o caminho para o discipulado, ou seja sair do meio da multidão e assumir sua identidade de seguidores, de cristãos dis- postos a enfrentar os desafios, as perseguições e a cruz, com a certeza de que Ele estará presente na vida de cada um que seguir esse Caminho: Não julguem: (Mt 7,1-5). Seremos julgados da mesma forma com que julgamos os outros. Por isso é melhor não julgar. Saibam discernir: (Mt 7,6). É a justiça que constrói o Reino. A comunidade recebeu essa notícia do próprio Jesus, por isso é fundamental que não tomem outro Caminho. Confiem no Pai: (Mt 7,7-11). É no Pai-Nosso que devemos aprender a rezar. Pedir o que é justo e ter a certeza de ser atendido. Não se iludam: (Mt 7,13-14). Cuidado, às vezes parece haver caminhos mais fáceis, mas que nos distan- ciam do Reino. Cuidado com os aproveitadores: (Mt 7,15-20). Na luta pela justiça a comunidade ficará visada e muitos tentarão enfraquecer ou se aproveitar da sua missão para outros interesses. Com essas colocações Mateus espera que a comunidade assuma o seguimento a Jesus e coloque em prática seus ensinamentos. A comunidade que fica só ouvindo não produz os frutos desejados por Deus, porém, a comunidade que passa do ouvir para o agir enfrentará certamente muitas dificuldades, mas per- manecerá firme, como a casa construída sobre a rocha (Mt 7, 24-29). Celia Soares de Sousa Teóloga Leiga É A JUSTIÇA QUE CONSTRÓI O REINO
  10. 10. 610 ATENÇÃO COLABORADORES: Enviem suas matérias até o dia 15 de cada mês, contendo no máximo 30 linhas, com corpo 14. Caso venha com um número maior de linhas, faremos a redução proporcional do conteúdo. Programe-se ANIVERSARIANTES FD | Julho de 2014 CALENDÁRIO JULHO 2014 Nascimento 09 (1957) Pe. Lauro Luiz Vizioli 12 (1944) Pe. Berardo Graz 22 (1982) Pe. Weber Galvani Dia Horário, Atividade e Local 01 09-12h - Pastoral Carcerária 14-21h - Visita Pastoral Paróquia NS Aparecida - Cocaia 02 09h30 - CODIPA 14-21h - Visita Pastoral Paróquia SJ Batista - Jd. Adriana 03 09h30 - Atendimento Cúria 14-21h - Visita Pastoral Paróquia S. Antonio - Vila Augusta 04 09h - Reunião Equipe de reflexão Cúria Santo Amaro 05 15-20h - Visita Pastoral Paróquia S. Francisco - Gopoúva 06 10h - Crisma Paróquia NS Rosário 15h - Crisma Paróquia Santo Alberto Magno 19h15 - Missa Comunidade São Paulo - Par. NS Fátima (Vl. Fátima) 07 12h - Missa Catedral e às 14h30 - Atendimento Cúria 08 09h - Reunião Dep. Jurídico e às 14h30 - Economato 09 09h30 - Dedicação da igreja e altar N.S. Aparecida Par. NS Fátima - Vila Fátima 18h - Missa na ocasião dos 32 anos da Comunidade Shalom 10 09h30 - Conselho de presbíteros 14-21h - Visita pastoral paróquia São José 11 14h30 - Atendimento Cúria 19h30 - Missa comunidade S. José - paróquia NS Fátima - Vil. Fátima 12 19h - Missa comunidade S. Francisco - Par. NS Fátima - Vl. Fátima 13 07h30 - Missa NS Fátima - Vila Fátima 14 12h - Missa Catedral 14h30 - Atendimento Cúria 15 20h30 - Celebração da Palavra - Entrega das Bíblias Neocatecumenato - Paróquia S. José 16 09-21h - Visita Pastoral paróquia Ns do Carmo e Sta. Cruz - Taboão 17 14-21h - Visita Pastoral NS do Bonsucesso 18 09-21h - Visita Pastoral Santa Cruz e NS Aparecida - Pres. Dutra 19 15-17h - Forum das Pastorais Sociais - Centro Elizabeth - Vl. Fátima 20 05-11h - Presença na Romaria Estadual da PJ em Guarulhos 15h - Posse do bispo de Osasco 21 10h - Atendimento Residência episocpal 25 14h30 - Atendimento Cúria 26 09h - Encontro das CEBs diocese de Guarulhos - Vl. Fátima 20h - Vigília Jovens adoradores 27 09h - Missa Catedral 28 12h - Missa Catedrale às 14h30 - Atendimento Cúria 29 14-21h - Visita Pastoral NS Fátima - Aracília 30 14-21h - Visita Pastoral paróquia S. Pedro AGENDA DO BISPO DIA HORÁRIO ORGANIZAÇÃO ATIVIDADE LOCAL 01 Pastoral da Criança Encontrão de Líderes A5 02 9:30 CODIPA Coordenação Diocesana Cúria Diocesana 05/06 RCC 2º Enc. de Ministério Jovem Sede RCC 05 15:00 Sobriedade Reunião FOMAD Adamastor 05 Past. Fé e Política Representantes da Câmara Centro Elizabeth Bruyere 05 15:30 Pastoral Operária Reunião Coordenação Centro Social Taboão 06 Sobriedade VIA SACRA Mikail 19-21 19:30 ECC 1ª Etapa Cocaia 13 ENCERRAMENTO DA COPA 12-13 8 - 17 RCC Formação para intercessores Sede RCC 13 PASCOM Per. NS. da Comunicação Santa Terezinha Cumbica 14 Pastoral da Saúde Dia Nacional dos Doentes 15 Pastoral da Criança Reunião Diocesana 16 09:00 Past. Pessoa Idosa Reunião PPI Sede PPI 17-20 08:00 RCC Congresso Nacional Aparecida 18-20 19:30 ECC 1ª Etapa Jd. Alice 19 09:00 Vicentinos Conselho central Sede Cumbica 19 14:30 Dizimo Reunião Cecap 20 PJ 20ª Romaria da P. J. 20 08 - 17 RCC EPA Sede RCC 20 08:00 Sobriedade Encontrão Diocesano A definir 22-25 20:00 CODIPA Semana de Form. Diocesana Foranias 25-27 PASCOM Encontro Nacional Aparecida 26-27 08 - 17 14 - 19 RCC Encontro de pregadores Sede RCC 26 20:00 Setor Juventude Vigilia jovens adoradores A definir 26-28 19:30 ECC 1ª Etapa Vila Fátima 26 8:30 Catequese Escola da Catequese Foranias 27 PASCOM Per. N. Sra. da Comunicação Vila Fátima 27 Familiar Casos especiais A definir 26 (1943) Pe. Joaquim Rodrigues 31 (1966) Pe. Dr. José Carlos (Téo)
  11. 11. 511FD | Julho de 2014 Artigo Diminuir a idade penal não só não reduz a criminalidade como pode agravar ainda mais o pro- blema, excluindo muitos que quase já não têm direi- tos. “O debate sobre a redução da maioridade penal, colocado em evidência mais uma vez pela comoção provocada por crimes bárbaros cometidos por adoles- centes, conclama-nos a uma profunda reflexão sobre nossa responsabilidade no combate à violência, na promoção da cultura da vida e da paz e no cuidado e proteção das novas gerações de nosso país.”(CNBB, 16/05/2013) A adolescência é uma etapa da vida marcada por diversas mudanças físicas, psicológicas e comporta- mentais, influenciada por fatores sociais e culturais. Se- gundo Aberastury (1980), no período da adolescência, não só os fatores biológicos, emocionais e genéticos, mas também a família, escolas, amigos e comunidades, tornam-se determinantes na formação do adolescente. No processo de construção de sua identidade, o jovem busca referências naqueles de seu convívio, os seus pares. O que deve ser salientado é que, por ser um processo biopsicossial, a adolescência tem relação direta com sua situação social, econômica e cultural. Ao contrário do que erroneamente se propa- ga, o sistema legal implantado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) faz os jovens de 12 a 18 anos, sujeitos de direitos e de responsabilidades e, em caso de ato infracional, prevê medidas socioeducativas, in- clusive com privação de liberdade. A visão do ECA não é somente de uma justiça retributiva, mas uma justiça restaurativa, pois visa à socialização do adolescente infrator, além de buscar a participação do jovem e de sua família no processo socioeducativo (Silveira,2009). “A campanha sistemática de vários meios de comunicação a favor da redução da maioridade penal violenta a imagem dos adolescentes esquecendo-se de que eles são também vítimas da realidade injusta em que vivem. Eles não são os principais responsáveis pelo aumento da violência que nos assusta a todos, especialmente pelos crimes de homicídio. De acordo com a ONG Conectas Direitos Humanos, a maioria dos adolescentes internados na Fundação Casa, em São Paulo, foi detida por roubo (44,1%) e tráfico de dro- gas (41,8%). Já o crime de latrocínio atinge 0,9% e o de homicídio, 0,6%. É, portanto, imoral querer induzir a sociedade a olhar para o adolescente como se fos- se o principal responsável pela onda de violência no país.”(CNBB, 16/05/2013), pois os crimes de homicídio feito por adolescentes não chegam a 1% na sociedade, enquanto avoluma-se o discurso sobre a redução da maioridade penal, permanecemos a ignorar a questão fundamental, de que basta haver meios de execução às medidas que o ECA propõe para alcançar os resulta- dos que toda a sociedade afirma desejar. O fato é que falamos muito em igualdade de direitos e de obriga- ções dos adolescentes, porém quando cobramos, es- pecialmente dos excluídos, suas obrigações, que são iguais que exigimos dos incluídos, nos esquecemos de que àqueles não são assegurados os mesmos direitos do que a estes. Não podemos, todavia, desistir da reedu- cação e ressocialização dos adolescentes infratores, acreditando que a simples redução da idade penal so- lucionará o problema da violência. Não podemos nos agarrar às soluções simplistas, posto que problemas complexos necessitam de soluções sistemáticas e des- sa forma, há que se implementar políticas públicas in- tersetoriais efetivas voltadas à criança e ao adolescen- te. Ou seja, antes de criminalizarmos a adolescência, é preciso que os direitos sociais, tais como, educação, saúde, moradia, lazer, segurança, entre outros estejam assegurados para cada adolescente brasileiro. Somen- te assim poderemos ser, de fato, um país democrático, rico e com justiça social. Por todos estes fatores é que “o Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunido em Brasília, nos dias 14 a 16 de maio de 2013, reafirma que a redução da maiori- dade não é a solução para o fim da violência. Ela é a negação da Doutrina da Proteção Integral que funda- menta o tratamento jurídico dispensado às crianças e adolescentes pelo Direito Brasileiro. A Igreja no Brasil continua acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando favorecido em seus direitos básicos e pelas oportunidades de formação integral nos valores que dignificam o ser humano” (CNBB, 16/05/2013). Núbia L. C. dos Reis Paróquia Santa Luzia do Parque Alvorada NÃO À REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL Oser humano é o único dos animais que possui a inteligência para discernir entre o real e o ima- ginário, o único que pode pensar e refletir sobre os seus próprios atos e que pode decidir sua vida e seu futu- ro. Então ele só tem medo dos perigos reais, pois pode controlar as suas emoções e descobrir sempre qual é o melhor caminho a seguir, certo? Seria certo se não fosse um detalhe: O ser hu- mano é também o único animal que é capaz de pensar. O pensamento que é a nossa função mais nobre, o or- gulho do homo sapiens, às vezes se torna um problema quando perdemos o seu controle e passamos a pensar demais, preocupar-se exageradamente, ou pior ainda: quando distorcemos a realidade e pensamos somente em doenças, catástrofes, misérias, perdas, mortes etc. O que fazer quando o inimigo é imaginário? Quando isso acontece é como se um demônio tomasse conta da nossa cabeça criando, sem o nosso consentimento, pensamentos absurdos que nos fazem sofrer. Por que isto acontece? Porque além do nos- so cérebro que pensa e que sente, temos também um cérebro instintivo cuja função é defender-nos das ame- aças externas. Quando esse cérebro é ativado, por um perigo real ou não, o cérebro superior é desligado auto- maticamente e quem passa a comandar nossas ações é o sistema reptil. Nosso psiquismo tenta, então, nos de- fender desse perigo que para ele é real e o pensamento passa a ser dominado por essa função instintiva. Pessoas que passaram por traumas na infância são mais predispostas a terem esse comportamento. A programação da TV aberta é outro fator negativo. Pre- encher a mente com informações trágicas, reportagens que só falam em sequestros, roubos e mortes, nos in- duz a pensar negativamente. Os filmes que mais fazem sucesso nos cinemas são aqueles sobre catástrofes, fan- tasmas, vampiros, demônios enfim, que causam medo. Infelizmente vivemos uma época de pobreza cultural em que a maioria das produções da literatura, e do ci- nema não contribui para a formação de uma consciên- cia livre e criativa direcionada para o bem. Precisamos libertar nossa mente das informa- ções distorcidas e devolvê-la ao comando certo: Ao co- mando do psiquismo consciente que é a nossa instância superior. Ali está a nossa verdadeira identidade, foi ali que Deus colocou a centelha do seu amor Divino nos tornando capazes de crescer para o bem e para a liber- dade. Infelizmente, porém, trocamos a liberdade por ideias infundadas, por crenças distorcidas e nos torna- mos prisioneiros de nós mesmos e dos pensamentos negativos. É difícil mudar de uma hora para outra, mas é necessário começar aos poucos e uma boa dica para essas férias é ficar mais longe da televisão e da internet. Substituir aos poucos esses meios de informação e en- tretenimento por uma boa leitura, trocar o shopping e o cinema por visita a museus e exposições. A vida é um verdadeiro self service, existe de tudo ao nosso dispor, mas a oferta daquilo que não presta é mais abundante e custa bem menos. Precisamos ter inteligência e criatividade para garimpar entre tantas informações, aquelas que serão a matéria prima dos nossos pensamentos e das nossas ações. Aproveitemos com responsabilidade, a liberda- de que Deus nos deu. Boas férias a todos. Romildo R.Almeida Psicólogo clínico AS PESSOAS QUE SE PREOCUPAM DEMAIS Falando da Vida
  12. 12. IMPRESSO ESPECIAL 7220993744 - DR/SPM MITRA DIOCESANA CORREIOS Responsáveis: Pe. Francisco G. Veloso Jr. - coordenacao@diocesedeguarulhos.org.br Jornalista Resp.: Rodrigo M. Lovatel - MTB. 46.412 - SP Secretária: Caetana Cecília Filha | Revisão: Pe. Antônio Zafani Editoração Eletrônica: Luiz Marcelo Gonçalves - Foto da Capa: Maurício Oliveira Impressão: NEO GRAF - Indústria Gráfica e Editora Ltda - Fone: 11 3333-2474 Cúria Diocesana - Av. Gilberto Dini, 519 - Bom Clima - Cep: 07122-210 Contato: 11 2408-0403 - Email: folhadiocesana@diocesedeguarulhos.org.br Tiragem: 28.000 exemplares - www.diocesedeguarulhos.org.br 612 FD | Julho de 2014 XX ROMARIA DA JUVENTUDE DO REGIONAL SUL 1 Écom grande alegria que a Pastoral da Juventude do Regional Sul 1 celebrará no dia 20 de julho a história das Romarias, que acontecerá no Sub Regional SPII, nas terras guarulhenses. Os jovens do Estado de São Paulo estão vi- venciando a atividade nos grupos de base, que tem como Tema: “JUVENTUDE, 20 ANOS EM ROMARIA”, fazendo um convite a juventude para recordar as 19 Romarias que aconteceram nos 08 SUBs do nosso Estado, com lutas, causas defendidas e bandeiras erguidas. Foram a voz daqueles que tinham sido esquecidos, da juventude oprimida, dos pobres e marginalizados. Os jovens em suas bases estão analisando e partilhando a real situação da juventude em suas realidades do interior, do litoral, realidade urbana... Discutindo maneiras de como libertar os jovens da prisão da fome, da injustiça, da discriminação, da escravidão, do individualismo, da desigualdade social, da desesperança, da violência racial, do ex- termínio, da violação dos direitos e da manipulação social, trazendo o lema: “COM MARIA RUMO AO CRISTO, FONTE DE LIBERTAÇÃO”. O protagonismo feminino, os direitos da juventude, a reforma politica, o tráfico humano e o extermínio de jovens, serão pautados na luta dessa 20ª Romaria. E em comunhão com a Campanha da Fraternidade (CF) desse ano, temos como texto bí- blico: “É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBER- TOU” (GL 5, 1), lembrando-se da pessoa de Jesus que sempre deverá ser o centro dessa libertação. Acolheremos os 5 mil jovens esperados de todo o Estado, no Paço Municipal no Bom Clima, a partir das 4h30 da manhã, tendo como entrada simbólica R$2,00 (contribuição), iniciando nossas atividades às 6h. O dia será marcado pela Vigília dos 20 anos, Missa, Caminhada rumo ao centro de Guarulhos e da Celebração da História com o tão esperado Show de Encerramento. A PJ Guarulhos acolhe e espera por toda a juventude guarulhense que está nos movimentos, nas pastorais e em todos os meios da sociedade e da igreja, aos padres, seminaristas e a todos os que apoiam os trabalhos da juventude para acolher aos diversos rostos jovens, sonhos, desafios e ale- grias daqueles que farão parte de mais uma história transformadora. Que “Maria Libertadora” possa cobrir com seu manto os quatro cantos de São Paulo e possa caminhar com todos aqueles que acreditam no Rei- no e fazem a Civilização do Amor acontecer. Pastoral da Juventude 1º Período de inscrição: de 01 a 19/06 de terça/ quarta e quinta - 18 às 22h e sábados - 9 às 16h na Rua Mandaguari, 88 – Bom Clima - Guarulhos 2º Período de inscrição: de 02 a 16/08 As aulas começam em Agosto/2014 Documentos: RG/CPF comprovante de endereço e taxa de inscrição de R$ 30,00 Cursos em grupo com duração de 2 anos e entrega de certificado: Violão, guitarra, violino, contrabai- xo, teclado, bateria, flauta doce, flauta transversal, trompete, saxofone, canto coral e técnica vocal para adultos, musicalização e coral infantil. Idade: a partir dos 5 anos de idade. NOVIDADES: Curso de áudio – duração de 4 meses (agosto a novembro), uma vez por semana e será totalmente prático para quem quer aprender a equalizar o som. Entre outras coisas estão a equa- lização de bandas, microfones direcionais, microfo- nes de coral, instrumentos e comunicação. 5º semestre de violão: Atenção aos ex-alunos que completaram o ciclo de dois anos de violão e quei- ram voltar para aperfeiçoar, estamos criando o 5º semestre a partir de agosto/2014. Faça sua inscri- ção e venha aperfeiçoar seus conhecimentos. Melhor idade: pessoas acima de 60 anos que quei- ram fazer um curso de música (canto coral, ou ins- trumento) abriremos um horário à tarde das 15 às 17h. Informações na escola. Os dias serão de acordo com a formação de turmas. EDM - NOVAS INSCRIÇÕES PARÓQUIA VALOR N.SRA.DE FÁTIMA - V.FÁTIMA R$ 14.020,00 S.VICENTE DE PAULO R$ 8.620,00 N.SRA.DA CONCEIÇÃO - CATEDRAL R$ 6.330,00 N.SRA.DO BONSUCESSO R$ 6.038,85 S.RITA DE CÁSSIA – J.CUMBICA R$ 5.316,30 N.SRA.APARECIDA - COCAIA R$ 5.231,00 S.JUDAS TADEU - TIBAGY R$ 4.923,00 SANTO ALBERTO R$ 4.163,85 STO.ANTONIO - GOPOUVA R$ 4.000,00 S.FRANCISCO ASSIS - NAÇÕES R$ 3.925,00 ST.ANT.MARIACLARET R$ 3.352,00 STO.ANTONIO - PIMENTAS R$ 3.100,00 STO.ANTONIO - V.AUGUSTA R$ 3.069,60 SANTA LUZIA – ALVORADA R$ 2.800,00 S.FRANCISCO - UIRAPURU R$ 2.758,00 N.SRA.FÁTIMA - TRANQUILIDADE R$ 2.709,20 STA.CRUZ –N.S.APARECIDA - P.DUTRA R$ 2.605,00 STA.CRUZ - TABOÃO R$ 2.567,30 SANTA MENA R$ 2.509,00 SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS R$ 2.459,75 STA.TEREZINHA - CUMBICA R$ 2.427,70 S.JOÃO BATISTA R$ 2.363,85 S.FRANCISCO - GOPOUVA R$ 2.210,65 SÃO JOSÉ - J.PAULISTA R$ 2.099,50 SANTA LUZIA – MIKAIL R$ 1.928,15 N.SRA.ROSÁRIO - V.ROSALIA R$ 1.800,00 STA RITA DE CÁSSIA - PALMIRA R$ 1.579,00 N.SRA.LOURDES - ITAPEGICA R$ 1.476,24 SÃO ROQUE - CECAP R$ 1.449,00 N.SRA.LORETO R$ 1.441,35 STO.ANTONIO – PARQ. R$ 1.268,00 SÃO PEDRO R$ 1.222,00 CAPELANIA N.SRA.STELLA MARIS R$ 1.179,35 N.SRA.FÁTIMA – ARACILIA R$ 1.153,60 SÃO GERALDO R$ 1.022,45 N.SRA.APARECIDA - J.V.GALVÃO R$ 958,00 S.JUDAS – JD.ALICE R$ 746,20 SANTA ROSA DE LIMA R$ 300,00 TOTAL ARRECADADO R$ 117.122,89 COLETA CF 2014

×