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DMARDs: resultados do estudo GO-MORE
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• Existe pouca informação sobre a eficácia do golimumabe (GLM) em
populações heterogêneas de pacientes fora do contexto ...
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• O objetivo da parte 1 deste estudo foi avaliar a eficácia e segurança de
golimumabe subcutâneo (GLM SC) como terapia a...
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• Estudo aberto, multinacional (40 países, 475 centros), prospectivo e
composto por duas partes (N = 3366, sendo 3260 co...
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Critérios de inclusão:
• Maiores de 18 anos
• Sem uso prévio de biológicos
• Diag...
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Aplicações de Golimumabe Avaliações clínicas
Métodos & Desenho do estudo
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Variável Primária de Eficácia:
•Proporção de pacientes com Resposta EULAR boa/moderada (melhora do
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Medidas de Eficácia
Desfecho primário na Parte 1:
•Resposta EULAR boa e moderada no final do 6º mês com diferentes esque...
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Característica de base dos pacientes
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Característica de base dos pacientes
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Característica de base dos pacientes
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 Eventos Adversos – parte I
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  1. 1. GO-MORE Eficácia e segurança de Golimumabe como terapia adicional às DMARDs: resultados do estudo GO-MORE Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10
  2. 2. 2 • Existe pouca informação sobre a eficácia do golimumabe (GLM) em populações heterogêneas de pacientes fora do contexto do ensaio clínico, particularmente como terapia adicional para diversas Drogas Modificadoras do Curso da Doença (DMARDs) sintéticas e também com baixas doses de metotrexato (<15 mg / semana). • É muito importante saber a resposta dos inbidores de TNF em pacientes com artrite reumatoide (AR), quando utilizam o anti-TNF em associação a diversos esquemas de DMARDs e com diferente histórico de DMARDs prévias, aumentando as possibilidades de estratégia terapêutica. Introdução Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE
  3. 3. 3 • O objetivo da parte 1 deste estudo foi avaliar a eficácia e segurança de golimumabe subcutâneo (GLM SC) como terapia adicional em pacientes com AR ativa que estavam em uso de diversos esquemas terapêuticos de DMARDs, semelhante à prática clínica diária. Objetivos do estudo Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE
  4. 4. 4 • Estudo aberto, multinacional (40 países, 475 centros), prospectivo e composto por duas partes (N = 3366, sendo 3260 com dados disponíveis para avaliação de eficácia); • Pacientes continuaram o uso do regime de DMARD(s) e corticoesteróide (se aplicável) em doses estáveis; • Na parte 1, os pacientes elegíveis receberam 50mg de GLM sc durante 6 meses; Métodos & Desenho do estudo Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE
  5. 5. 5 Pacientes - Critérios de Eligibilidade Critérios de inclusão: • Maiores de 18 anos • Sem uso prévio de biológicos • Diagnóstico de AR segundo ACR 1987 • Doença ativa (DAS28–VHS≥3,2) mesmo após uso de DMARD • Mantendo o uso de pelo menos uma DMARD permitida* em dose estável por pelo menos 1 mês • Elegíveis ao uso de biológicos segundo protocolos locais de tratamento e opinião do investigador Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE Critérios de exclusão: • Tuberculose (TB) ativa ou TB latente não tratada • Insuficiência cardíaca moderada a grave • Histórico de doença linfoproliferativa • Histórico de doença neoplásica maligna há menos de 5 anos (exceto câncer de pele não – melanoma tratado e sem recidiva) *DMARDs permitidas: metotrexato (MTX), sulfassalazina, hidroxicloroquina, cloroquina, fosfato de cloroquina, leflunomida,sais de ouro, azatioprina e ciclosporina
  6. 6. 6 Aplicações de Golimumabe Avaliações clínicas Métodos & Desenho do estudo Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE
  7. 7. 7 Medidas de Eficácia Variável Primária de Eficácia: •Proporção de pacientes com Resposta EULAR boa/moderada (melhora do DAS28–VHS >1,2 independente do valor de baseline ou melhora de 0,6–1,2 se o valor de baseline fosse ≤5.1) no fonal do 6º mês •Varáveis Secundárias de Eficácia: •DAS28–PCR •DAS28–VHS •SDAI •Baixa atividade de doença (DAS28–ESR e DAS28–CRP≤3.2, SDAI≤11) •Remissão (DAS28–VHS e DAS28–PCR<2.6, SDAI≤3.3) •Capacidade Funcional: comprometimento mínimo ou sem comprometimento (HAQ–DI ≤0.5) Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE
  8. 8. 8 Medidas de Eficácia Desfecho primário na Parte 1: •Resposta EULAR boa e moderada no final do 6º mês com diferentes esquemas terapêuticos: •Associação com MTX em diferentes doses (baixa (<10 mg/sem), média (≥10 e <15 mg/sem), alta (≥15 mg/sem)) •Associação com corticosteroides •Número de DMARDs prévias •Qual a DMARD concomitante Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE
  9. 9. 9 Característica de base dos pacientes Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE Fem, n (%) 2716 (82.8%) Idade, anos Média (SD) Mediana (min, max) 52.3 (12.8) 53.0 (18, 88) Raça, n (%) branca Multiracial Outras Asiáticos Nào foi possível coletar Negros ou afro-americos Indios-americanos ou nativos do Alaska 2283 (69.6) 444 (13.5) 211 (6.4) 167 (5.1) 97 (3.0) 57 (1.7) 21 (0.6) IMC(kg/m2), mediana (min, max) 26.2 (14.0, 54.5) Dose de metotrexato concomitante n=3280 Qalquer dose, n (%) baixa(<10 mg/week), n (%) Média (≥10 and <15 mg/week), n (%) Alta (≥15 mg/week), n (%) 2663 (81.2) 142 (4.3) 526 (16.0) 1995 (60.8)
  10. 10. 10 Característica de base dos pacientes Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE MTX=Methotrexate ; LEF = Leflunoimida; SSZ= sulfassalazina Uso Concomitante de corticosteroid e n=3280 Recebendo corticosteroids, n (%) 2078 (63.4) Combinação de DMARDs n=3270 MTX, n (%) MTX+hydroxychloroquine, chloroquine, chloroquine phosphate, n (%) MTX+LEF, n (%) MTX+SSZ, n (%) MTX+hydroxychloroquine, chloroquine, chloroquine phosphate+SSZ, n (%) Leflunomide only, n (%) Other DMARD combinations,* n (%) 1681 (51.4) 433 (13.2) 216 (6.6) 150 (4.6) 106 (3.2) 303 (9.3) 381 (11.7) No de DMARD falhados n=3279 1, n (%) 2, n (%) ≥3, n (%) 1129 (34.4) 1176 (35.9) 974 (29.7)
  11. 11. 11 Característica de base dos pacientes Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE Duração da doença, anos n=3279 Média (SD) Mediana (min, max) 7.6 (7.9) 4.9 (0.01, 56.6) TJC28, média (SD) SJC28, média(SD) 13.0 (6.81) 9.6 (5.56) DAS28–VHS n=3270 Atividade Moderada de doença (3.2–5.1), n (%) Alta atividade de doença (>5.1), n (%) Média (SD) 698 (21.3) 2572 (78.7) 5.97 (1.095) DAS28–PCR n=3236 Média (SD) 5.41 (0.998) PCR (mg/dl) n=3236 Média (SD) 1,44 (2,03) VHS (mm/h) n=3280 Média (SD) 34.9 (24.64) Anti-CCP n=3225 Positivo, (≥20 U/ml), n (%) 2318 (71.9) Fator Reumatoide n=3234 Positivo (≥15 IU/ml), n (%) 2344 (72.5) HAQ–DI, média (SD) 1.44 (0.67)
  12. 12. 36% Boa resposta 46,1% Moderada resposta %dePacientescomBOAeMODERADA RespostanoCritérioEULAR(DAS28-VHS) Eficácia primária: Resposta EULAR Com uma aplicações de Golimumabe: 65% dos pacientes atingira m BOA e MODERADA resposta no Critério EULAR Início do 2ª mês Início do 4ª mês Final do 6ª mês Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10
  13. 13. 13 Eficácia: Resposta Eular  baixa atividade ou remissão da doença Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE
  14. 14. Resposta EULAR (DAS28-VHS ) de acordo com o uso concomitante de DMARD GO-MORE PS: Os pacientes que usaram outras combinações de DMARD não foram incluídos nesta análise. Suplemento Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 Grupo 1: MTX Grupo 3: MTX + leflunomida Grupo 2: MTX + hidroxicloroquina, cloroquina, fosfato de cloroquina Grupo 4: MTX + sulfassalazina Grupo 5: MTX + hidroxicloroquina, cloroquina, fosfato de cloroquina + sulfassalazina Grupo 6: leflunomida
  15. 15. Resposta EULAR (DAS28-VHS ) de acordo com o uso concomitante de corticosteroides GO-MORE Suplemento Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10
  16. 16. 16 Eficácia quando avaliada de acordo com uso de DMARDs Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE Resposta ao GLM não foi impactada pelo número de DMARDs que falharam
  17. 17. 17 Eficácia quando avaliada de acordo com diferentes doses de MTX Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE Resposta ao GLM não foi impactada pela dose de MTX
  18. 18. 18 Eficácia quando avaliada de acordo com nível de atividade de doença no baseline Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE Pacientes com alta atividade de doença no baseline tiveram menores índices de remissão
  19. 19. 19 Eficácia quando avaliada de acordo com o tempo de doença no baseline Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE
  20. 20. 20 Segurança Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10  Eventos Adversos – parte I • A taxa de eventos adversos sérios foi de 5,7% no final do 6º mês, sendo a mais comum, infecções/infestações. • Os eventos adversos surgidos após início do tratamento (TEAE ) mais comumente reportados na parte 1 do estudo foram: • nasofaringite (4.8%) • Infecção do trato urinário (3.3%) • Cefaléia (3.2%) • Diarreia (2.7%) • bronquite (2.4%) • TEAE que levaram ao desligamento precoce do estudo aconteceram em 4.3% (145/3357) dos pacientes • Alterações laboratoriais clinicamente relevantes - 4.9% (mais comum: elevação das transaminases hepáticas e anemia) • Reações no local da aplicação ocorreram em 0.7% dos pacientes. GO-MORE
  21. 21. 21 Segurança – Parte 1 Combe B, et al. Ann Rheum Dis 2013;0:1–10 GO-MORE • 10 óbitos • 6 óbitos durante a Parte 1 e 4 eventos que levaram a óbito 30 dias após a última dose do GLM • 5 considerados pelos investigadores como potencialmente relacionados ao tratamento Hemorragia gastrointestinal , choque séptico, mieloma múltiplo, falência de múltiplos órgàos, insuficiência respiratória • 5 classificados como nào relacioandos ao tratamento Falência cárdio-pulmonar, carcinoma de pâncreas, carcinoma de colo, carcinoma de células escamosas, tumor gástrico metastático
  22. 22. 22 23,9 14,2 37,4 48,3 32,5 49,5 66 37,4 0 20 40 60 80 100 remissão DAS-VHS Remissão SDAI Baixa Atividade DAS-VHS Baixa Aividade SDAI DAS-PCR<2.6 DAS-PCR 2.6 a<3.2 PASS* HAQ-DI ≦ 0.5 GLM 50mg mensal Controle abrangante da doença com GLM Combe et al. Ann Rheum Dis June 2013 Volume 72 Supplement 3 #THU0178. Results at 6 months GLM foi altamente eficaz associado a MTX ou Leflunomida. (Wollenhaupt et al. EULAR 2013; abstract AB0273) Porcentagemdepacientes(%) *PASS=patient acceptable symptom state. Medido pelos índices compostos de atividade clínica e os resultados relatados pelo paciente Adição de GLM por 6 meses, dado uma vez por mês, apresentou bom controle amplo da doença. GO-MORE
  23. 23. 2323 83,5 13,1 3,4 0% 20% 40% 60% 80% 100% Porcentagemdepacientes(%) extremamente fácil/fácil nemfácil nem difícil difícil/extremamente difícil Impressão geral (N=2089) 91,8 7,2 1 0% 20% 40% 60% 80% 100% extremamente favorável/favorável nem favorável nem desfavorável desfavorável/extremamente desfavorável Impressão geral da auto- aplicação (N=2094) Impressão da Dor (N=2090) Dor/Ardor à aplicação (N=2092) 94,9 4,6 0,5 0% 20% 40% 60% 80% 100% nenhuma/leve moderada intensa/proibitiva 94,5 5,1 0,4 0% 20% 40% 60% 80% 100% nenhuma/leve moderada intensa/proibitiva Experiência do paciente com Golimumabe Nos meses 4 e 6 os pacientes responderam um questionário sobre suas preferências: A maioria dos pacientes tiveram avaliações muito favoráveis ​​do autoinjetor: fácil de usar, o mínimo de dor ou desconforto após a injeção e a frequência de administração satisfatória Adaptado de: H. Schulze-Koops. Ann Rheum Dis June 2013 Volume 72 Supp 3 #THU0198 GO-MORE
  24. 24. 24 • O estudo GO-MORE apresenta relevância em relação ao número de pacientes que participaram do estudo (3366), sendo 3260 com dados disponíveis para avaliação de eficácia; • Os dados obtidos representam bem aqueles observados na prática clínica. • Os resultados do GO-MORE sugerem que a adição de GLM a diferentes DMARDs sintéticos tiveram um bom perfil de eficácia / segurança; • Aproximadamente 80% dos pacientes atingiram resposta EULAR boa/moderada; • Aproximadamente 25% dos pacientes atingiram remissão no 6o mês, independente da DMARD prévia ou concomitante. • O estudo demonstra um perfil de segurança compatível com outros estudos de GLM e de outros anti-TNFs, sem quaisquer novos sinais de alerta. Considerações finais GO-MORE

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