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10Giselly Rodrigues de Barros                                No começo do 2º semestre de 2012, a Professora Cléo          ...
11Daiane Sombra de Almeida                                    No mês de agosto deste ano a professora Cléo Tibiriçá       ...
12considerarmos que um país desenvolvido terá maior facilidade em colocar em prática normassustentáveis, do que um país em...
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Comércio Exterior Justo e Solidário, Comércio Exterior Sustentável e Economia Solidária

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Comércio Exterior Justo e Solidário, Comércio Exterior Sustentável e Economia Solidária

  1. 1. 2012Comércio Exterior Justo e Solidário, Comércio ExteriorSustentável e Economia Solidária Daiane Sombra de Almeida Giselly Rodrigues de Barros Pâmella Carolina Cavallini 2° Semestre – Tecnologia em Comércio Exterior - Vespertino FACULDADE DE TECNOLOGIA BARUERI
  2. 2. 1SumárioIntrodução – A proposta ............................................................................................................. 2Desenvolvimento – Como foi feito ............................................................................................ 3Conclusão – O entendimento...................................................................................................... 6Anexos – Relatórios Individuais ................................................................................................ 7 Pâmella Carolina Cavallini.................................................................................................. 7 Giselly Rodrigues de Barros ............................................................................................. 10 Daiane Sombra de Almeida............................................................................................... 11
  3. 3. 2Introdução – A propostaEm agosto de 2012, a professora da disciplina de Comunicação e Expressão II, Cléo Tibiriça,propôs o desenvolvimento de uma pesquisa em formato de portfólio sobre o ComércioExterior Sustentável, Comércio Exterior Justo e Solidário e Economia Solidária. Tal pesquisatem grande importância não só aos alunos do curso de Comércio Exterior da Faculdade deTecnologia Barueri, como também para toda a sociedade, já que são formas de administração,no caso da Economia Solidária, e ideias novas para políticas que já estão em curso, mas queainda podem melhorar muito a economia de cada país, empresa e/ou sociedade que utiliza omecanismo, não se esquecendo do bem estar social.O que nos deixou mais entusiasmadas foi que, até o momento em que nos foi proposta essapesquisa, tinhamos tido pouco contato com o assunto e no instante em que começamos apesquisar, percebemos a relevância do tal. A partir do mês referido iniciamos nossaspesquisas por meio de levantamentos bibliográficos em mídia impressa e eletrônica,entrevistas e visitas técnicas.
  4. 4. 3Desenvolvimento – Como foi feitoCom base no progresso do sugerido, pôde-se obter as definições e fundamentos em torno dostemas. Iniciamos nossas pesquisas buscando conceitos sobre o Comércio Exterior Sustável ecomeçamos a perceber que o tema não possuía uma existência ampla em documentosliterários e, assim, iniciamos consultas por meio da mídia eletrônica e logo em seguidaobservamos o mesmo obstáculo quanto à busca de informações sobre o Comércio ExteriorJusto e Solidário.A pesquisa foi inteiramente feita por notícias, artigos, imagens, entrevista com o professorRony da Faculdade de Tecnologia Barueri e poucos livros, justamente pela falta de conteúdoexistente em fontes bibliográficas devido à atualidade dos temas. A cada texto encontrado,nos reuníamos e pensávamos em uma maneira de tornar a ideia central de cada um mais evidente, e em todos eles houve constante leitura, resumo e marcação de palavras e frases chave para o entendimento das próprias pesquisadoras e da professora orientadora. Dentre todos os meios de pesquisa utilizados, podemos destacar dois: a entrevista e a comunicação oral da IV Semana Cultural e Tecnológica da FATEC Barueri. Aentrevista, pois a opinião de uma pessoa conhecida e que entende do assunto como oprofessor Rony, que inclusive ministra a matéria de Comércio Exterior e Sustentabilidade no6º semestre de Comércio Exterior nos fez entender que existem, sempre, interesseseconômicos por trás de cada medida sustentável imposta no mundo, ainda que na prática docomércio exterior e a comunicação oral, pois apesar de estarmos expondo nossa pesquisa queestava em andamento, tivemos conosco colegas de nossa classe que deram outro foco para apesquisa, engrandecendo nosso campo de informações.
  5. 5. 4 A comunicação oral ocorreu no dia 24 de outubro de 2012 e com base em nosso portfólio decidimos dar ênfase em dois elementos: A Agenda 21 e o Comércio Exterior frente à sustentabilidade. Para tanto, fizemos um cartaz de divulgação que também se encontra no portfólio e chamamos todos os colegas de classe, professores, amigos e pais para assistir.Mesmo que a pesquisa ainda não estivesse concluída, em nossa apresentação falamos daconceituação do documento que impõe diretrizes de sustentabilidade no mundo, no Brasil eem regiões específicas do país e concluímos com nossa crítica em relação à visão que a mídianos passa em torno dessas atitudes sustentáveis e o real objetivo pelo qual elas sãoimplementadas, que é manter a hierarquia entre os países no comércio internacional: paísesdesenvolvidos no topo e os sub-desenvolvidos embaixo, sem chance de ascensão, o que,inclusive, relacionamos com o texto “Se os tubarões fossem homens” de Bertolt Brecht.Nossos colegas, na mesma apresentação, focaram na Economia Solidária e naSustentabilidade em si, o que nos agregou mais conhecimento em relação a esses temas quetambém eram propostos na pesquisa e na visão crítica sobre cada um deles.Contudo, mesmo com os empecilhos enfrentados no princípio, conseguimos desenvolver apesquisa e, portanto, definiu-se que o Comércio Exterior Sustentável é aquele que,supostamente, se preocupa com a prática de medidas sustentáveis no âmbito do comércioexterior e que faz com que o comércio internacional seja operado de maneira que no mundonão haja tanta degradação no meio ambiente. Claro que isso se dá por medidas impostas pelospróprios países desenvolvidos, o que faz com que os países sub-desenvolvidos não tenhamchance nenhuma de concorrer justamente com os produtos sustentáveis exportados pelospaíses desenvolvidos.Por outro lado, o Comércio Exterior Justo e Solidário é responsável por promover ações quefortaleçam a justiça, a soberania e a segurança alimentar e nutricional, nas relações decomércio internacional e trabalho, fazendo com que salários dos que trabalham no setor sejammais justos e os preços dos produtos mais competitivos e neste caso a visão do grupo épositiva, pois já existem vários projetos e empresas que tornam essas ideias realidade.
  6. 6. 5Já a Economia Solidária envolve características como: cooperação, autogestão, dimensãoeconômica e solidariedade. Essa prática mostrou-se extremamente eficaz em qualquer gestão,seja em uma empresa, em um estado ou em um país, como um exemplo que foi dado pornosso colega Iago na mesma comunicação oral já referida. Entendemos que cooperativas,auto-gestão e as outras características da Economia Solidária são excepcionalmentevantajosos e eficientes e poderiam, inclusive, tirar uma economia da crise.
  7. 7. 6Conclusão – O entendimentoA partir da definição dos temas, concluímosque as práticas incentivadas em tese sãotodas muito encantadoras. Entretanto hámuitos aspectos que não são expostos, porexemplo, as ideias que são passadas noComércio Exterior Sustentável, emborasejam princípios que se preocupam com obem estar de todos, deve-se ater à ideia de que os países possuem diferentes níveis dedesenvolvimento, ou seja, incentivar que todos utilizem mecanismos que não prejudiquem omeio ambiente é desconsiderar que, embora um país desenvolvido tenha facilidade em colocarem prática tal ação, por questões até mesmo financeiras, países em desenvolvimento terãoextrema dificuldade em praticar o sugerido. Entende-se então, que tal medida pode ter posturaprotecionista, ou seja, “diminuímos nossa produção (países desenvolvidos)” e “eles” (paísesem desenvolvimento) também diminuírão, e assim permaneceremos onde estamos,confirmando a lógica de poder dos desenvolvidos.Já o Comércio Exterior Justo e Solidário e a Economia Solidária, mesmo que em silêncio,ganham cada vez mais espaço no mundo e sua prática faz com que empresas e países setornem financeiramente e economicamente mais justas, a partir do momento em que nãoexiste mais, por exemplo, exploração, salários de empregados e preços de produtos injustos.Há quem diga que essas duas práticas são a salvação das economias hoje já instaladas emnosso planeta, e nós, com certeza, concordamos em gênero e grau com essa afirmação.A pesquisa em si foi tão significativa, que poderíamos aproveitá-la para implantação de algumprojeto em uma pequena empresa e, ainda, um trabalho de graduação baseado na crítica quepode ser feita relacionada às decisões que são tomadas pelos países desenvolvidos e quesugerem um mundo mais sustentável.
  8. 8. 7Anexos – Relatórios IndividuaisPâmella Carolina CavalliniEm primeiro lugar, quero destacar a importância da pesquisa proposta na disciplina deComunicação e Expressão II, com a professora Cléo, realizada em relação aos temasComércio Exterior Justo e Solidário, Comércio Exterior Sustentável e Economia Solidária nãosó para mim, aluna do curso de Comércio Exterior da Faculdade de Tecnologia Barueri, comotambém para todas as pessoas que têm ou não vínculo em sua profissão ou até mesmo vidapessoal com estes tópicos. Além de serem extremamente atuais, também são de sumaimportância para a formação de uma sociedade, seja ela uma empresa ou até mesmo um país,pois é com esses pontos pesquisados que se pode ter um desenvolvimento sustentável, quetraga boas condições de vida aos que estão vivendo este momento, mas não se esquecendodos que ainda estão por vir, comouma herança benigna que é deixadapara toda a sociedade.Participei ativamente da pesquisa econtribui, principalmente, comartigos acadêmicos sobre os temasreferidos ou com objetosrelacionados aos tópicos propostos,como a Agenda 21 Global (que, inclusive, foi apresentada como ponto forte para oentendimento da questão da sustentabilidade no comércio exterior na IV Semana Cultural eTecnológica Fatec Barueri) e decisões da Organização Mundial de Comércio sobre ComércioExterior Justo, Solidário e Sustentável. Além disso, colaborei também com textos quedefinissem ou que exemplificassem os temas, por exemplo, uma reportagem que foi resumidaem relação à aplicação de uma Economia Solidária e redações sobre objetivos e conceito deComércio Exterior Justo e Solidário (Fair Trade).A princípio, achei que todos os temas fossem aplicados de maneira bem-intencionada tantoem empresas, como em países e no mundo todo, no caso de decisões da ONU para aplicaçãoda Agenda 21 Global, por exemplo, mas com as pesquisas em andamento e a entrevista feitacom o professor Rony, percebi que não é bem assim. Claro que as medidas aplicadas podemtrazer benefícios para a sociedade em si, a curto e longo prazo, mas tudo isso depende de,
  9. 9. 8 exclusivamente, decisões e necessidades políticas e econômicas dos que fazem os acordos e não necessariamente do bem-estar social. Todos sabem que quem tem poder de decisão nas grandes organizações internacionais são os países desenvolvidos, e todo e qualquer acordo que gire em torno de temas como tais pesquisados são feitos, somente, se beneficiarem de alguma forma os referenciados países. Essa questão da lógica entre países, que faz menção aos países sub-desenvolvidos submissos aos países desenvolvidos, principalmente no que diz respeito aocomércio internacional, foi citada na comunicação oral do dia 24/10 na Semana Cultural eTecnológica da qual meu grupo e eu participamos, em que, inclusive, tratamos do texto “Se ostubarões fossem homens” de Bertolt Brecht, caracterizando os países desenvolvidos como osgrandes peixes e os sub-desenvolvidos como os peixinhos que são “engolidos” meio à tomadade decisões que trazem benefícios somente aos mais poderosos. Mas afinal, do queexatamente estou falando?Quando digo “decisões que trazem benefícios aos mais poderosos” trato da questão doComércio Exterior Sustentável. A partir das pesquisas pude entender que a questão de“melhores condições de comércio”, como o Selo Verde para produtos que são feitos com baseem insumos e práticas sustentáveis, é adotado justamente para que os países desenvolvidospossam continuar com sua alta quantidade de exportações e os sub-desenvolvidos sem esse“benefício”, e a lógica é simples. Pessoas que ganham baixos salários não têm como comprarprodutos no supermercado que garantem um “mundo melhor” porque são mais caros, correto?É o mesmo que ocorre com países sub-desenvolvidos: não podem investir em insumos oupráticas sustentáveis porque são mais caros, e isso mantém os desenvolvidos no topo.Já com relação ao Comércio Exterior Justo e Solidário, que tenta fazer com que, por exemplo,os preços e os salários de trabalhadores que produzem o que será exportado sejam mais justos,eu tenho uma opinião mais positiva, pois por meio de feiras e eventos a ideia chega a novasempresas e investidores, os quais vendo que irão também ganhar com esse tipo de comérciopassam a praticá-lo. A mesma visão tenho com relação à Economia Solidária, que, como foidito na apresentação de meus colegas também na Semana Cultural e Tecnológica, seria a
  10. 10. 9junção do capitalismo e do socialismo, e traria um presente e um futuro mais próspero tantopara os funcionários das empresas que praticam, quanto para os empreendedores em si, se nãoforem as mesmas pessoas, como ocorre na auto-gestão, é claro e também para países ouestados que possam vir a utilizar essa forma propícia de administração.
  11. 11. 10Giselly Rodrigues de Barros No começo do 2º semestre de 2012, a Professora Cléo Tibiriçá nos orientou a elaborar um portfólio contendo pesquisas e informações sobre o “Comércio Exterior Sustentável“ e “Economia Solidária”. A partir de então começamos a fazer as pesquisas, e encontramos diversas reportagens e matérias sobre o assunto. O que mais me deixou interessada, foi que até então eu só tinha ouvido falar uma ou duas vezes sobre o assunto, e começando a fazer as pesquisas, percebi que nos dias de hoje existe sim uma grande preocupação com o meio ambiente e com a sociedade, quando o Comércio Exterior está envolvido.Com a degradação do meio ambiente por causa principalmente do consumo e do comércio,acredito ser importante o conhecimento das pessoas, sobre o que as empresas e os governosem si, procuram fazer pra diminuir esse impacto na natureza, e acima de tudo trazerbenefícios e uma qualidade de vida maior para as pessoas envolvidas nesse processo.A apresentação do nosso trabalho na semana de tecnologia da Fatec de Barueri acredito quetenha sido a parte mais importante da nossa pesquisa, pois assim pudemos levar oconhecimento dessas informações para outras pessoas, compartilhar as nossas opiniões ediscutir com outros grupos que também apresentaram sobre esse mesmo tema. Com ofechamento da pesquisa para o portfólio pude concluir que ainda existem muitas coisas aserem melhoradas e que podemos sim fazer parte disso.
  12. 12. 11Daiane Sombra de Almeida No mês de agosto deste ano a professora Cléo Tibiriçá nos fez a proposta de desenvolvermos uma pesquisa em torno dos seguintes temas: “Comércio Exterior Sustentável” e “Comércio Exterior Solidário”. A partir deste mês iniciamos essas pesquisas, e com elas começamos a estruturar nossas opiniões e ideias sobre os temas propostos, eu particularmente comecei a entender que por traz das definições dadas aos temas, há muitos interesses envolvidos. Para a formação dessas ideias duas atividadesespecificamente desenvolvidas por meio deste portfólio me proporcionaram uma grandeexperiência. A primeira delas é a entrevista com o professor Ronny, realizada no dia 24 deagosto de 2012, onde eu pude começar a concretizar as minhas percepções sobre o ComércioExterior Sustentável, pois o entrevistado expôs a sua opinião não isoladamente, ele buscouintertextualizá-la com fatos ocorridos recentemente, como a implantação das sacolas“sustentáveis” nos supermercados, as recentes queimas de favelas nos últimos meses e asexplicações dadas a esses fatos. Comecei a partir das reflexões feitas pelo professor Ronny ame questionar se a pregação dessas políticas sustentáveis envolvia somente a preocupaçãoambiental ou se existia outros interesses implícitos, com esse questionamento o grupo adotoua seguinte pergunta: “Será que o Comércio Exterior Sustentável pode ser um lobo revestidode cordeiro?” e assim começamos nossas críticas pessoais. Outro fato ocorrido que meproporcionou conquistas foi à participação do grupo na Semana de Tecnologia da Fatec-Barueri, onde apresentamos um pouco sobre nossas pesquisas e nossas criticas. Nestaapresentação o grupo desenvolveu a relação entre a política de um Comércio ExteriorSustentável e a tão chamada Agenda 21.No desenvolver da apresentação na Semana da Tecnologia, questionei-me com base emconsiderações preliminares, como a expansão do Comércio Exterior, as condições mínimaspara a existência de uma norma e a relação dessas condições com a divergência de recursosentre um país desenvolvido e um país em desenvolvimento, se é mesmo possível a aplicaçãodessa política de comércio sustentável a todos os países, pois é de extrema relevância
  13. 13. 12considerarmos que um país desenvolvido terá maior facilidade em colocar em prática normassustentáveis, do que um país em desenvolvimento,levando em conta os níveis de recursos. A partir destareflexão tornou-se possível concluir que embora osincentivos a projetos que se preocupem com a questãoambiental estejam em grande ascensão, nem sempre elesestão caminhando realmente em direção unicamente docuidado ambiental ou o bem econômico de todos, naverdade eles sempre têm e possivelmente sempre terãointeresses individuais camuflados.

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