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  1. 1. PORTO, CIDADE DO TALENTOAUTÁRQUICAS 2013 – Análise estratégica e plano de açõesDocumento de TrabalhoGrupo de Estudos da SOPMaio de 2013
  2. 2. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES1Apresentação PREZI disponível em: http://prezi.com/cfoxojjdzagv/porto-proposta-psd-sop-003/?kw=view-cfoxojjdzagv&rc=ref-365782571 – Visão“Porto – Cidade do Talento”Para suportar esta visão, a atratividade da cidade e a fixação do Talento, terão de ser garantidos.O Talento não tem idade. A cidade terá de ser atrativa para todos.2 – Qual a Missão da Autarquia?Assegurar o desenvolvimento e a execução da estratégia que melhor traduza a Visão e que foi comunicada durantea campanha eleitoral. A missão consubstancia-se na implementação do mandato escolhido em sufrágio.A Prosperidade da Cidade depende da vontade de Todos cabendo à Autarquia a interpretação desse anseio epromover a remoção dos obstáculos que podem obstar à sua realização.A Autarquia deve interpretar a ambição e Visão da Cidade e catalisar a sua concretização.Deve, por via dos serviços prestados, garantir melhores condições para Viver (fixação e operação) que localizaçõesalternativas (competitividade).Deve liderar a cooperação com os diversos municípios da zona metropolitana, de acordo com uma estruturaurbana policêntrica, permitindo a consolidação da visão escolhida e a criação de sinergias e complementaridadespositivas.
  3. 3. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES23 – ValoresO Porto tem Orgulho na sua história. Ao longo dos séculos o “seu modo de ser” tem assentado nos seguintesvalores:• Desígnio comum;• Iniciativa, empreendedorismo e realização pelo trabalho;• Liberdade,• Solidariedade;• Tolerância e interculturalidade;• Sentido cívico;• Confiança;• Orgulho na identidade.Nestes valores reside muita da sua “força” como cidade Capital do Norte.Importa acentuar que a Presidência R. Rio se baseou num conjunto de valores imateriais que determinaram roturascom empreiteiros, futebol, grupos culturais/ jornalistas e de combate à corrupção. Estes valores geraram forteantipatia de algumas “referências” da cidade mas um grande respeito e consideração a nível nacional pelo autarca.Do ponto de vista material, o lema “fazer o que se entende dever ser feito” nomeadamente nos aspetos coesãosocial e gestão financeira equilibrada passaram a constituir um valor a relevar.4 – A análise SWOT4.1 Pontos fortes da Cidade:O quadro de valores (visto na lógica de quadro de referência que do ponto de vista imaterial une oscidadãos em torno de ideias de cidadania);Uma Cidade do Talento. Prestígio da Universidade como centro de saber do país em áreas como aengenharia, a arquitetura e o design. A maior Universidade de Portugal com excelente network decontactos internacionais;O conhecimento, a criatividade e a qualidade dos serviços oferecidos pela cidade (comunicações, energia,limpeza, água, segurança, espaços verdes, etc.) que no seu conjunto fazem da cidade um local de eleiçãopara viver;Os ativos – rio, mar, monumentos, parques, a história, o lazer;O vinho do Porto, o Douro, Património Mundial;O clima moderado;O Porto “sede“ da região de influência;A logística de acesso e deslocação;Uma Autarquia com capacidade de ação, decorrente das práticas de gestão financeira equilibrada;O ambiente de segurança e coesão social.
  4. 4. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES34.2 Fragilidades (Pontos a melhorar)População em decréscimo;A imagem das habitações abandonadas;Desemprego (em especial o jovem), a exclusão e um baixo nível cultural médio;Recursos económicos limitados (por via da inexistência de industria e da substancial redução de receitasmunicipais com base em licenças de construção);A escassez de recursos para a continuidade de trabalhos de regeneração urbana já aprovados ou emcurso;A mortalidade e deslocalização do sector empresarial.4.3 OportunidadesCapacidade de envolver e mobilizar a sociedade;Os Polos de conhecimento e a população universitária da região;A logística de acesso (nomeadamente por via aérea) e a logística de expedição (Porto de Leixões), e asexcelentes infraestruturas que ainda têm capacidade disponível de utilização;A excelência das redes de comunicação;Crescente mobilidade nomeadamente a nível Europeu;O Douro;O Oceano Atlântico;O Vinho do Porto;A Gastronomia;O FCP - Marca Porto, enquanto centro de competência médica e desportiva;O novo Quadro Comunitário, que irá vigorar no horizonte temporal 2014-2020.4.4 AmeaçasA crise Portuguesa e Europeia;Desemprego na região;Falta de empreendedorismo;Agitação social, insegurança;Redução de transferências do orçamento de Estado;Dificuldade de afirmação de uma área metropolitana forte (bairrismo e individualismo);Migração de talento.
  5. 5. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES45 – EstratégiaPorto – Cidade do Talento deverá significar desenvolvimento e progresso.A elaboração e implementação de uma estratégia, assente numa análise cuidada da situação atual, onde estejamprevistas as dificuldades esperadas e o conjunto de prioridades definidas, as ações concretas a implementar erespetiva calendarização é essencial para que que se possa garantir o alinhamento necessário e a concentração deesforços.Para suportar a Visão terão que ser garantidas:1. Condições para a atração e fixação do Talento.2. Infraestruturas adequadas (habitação, mobilidade, trabalho, cuidados de saúde, comunicação(infraestruturas de comunicação e instalações para a realização de apresentações e congressos) e promoção)3. Serviços operacionais eficazes (informação, manutenção (limpeza, segurança, …), eventos, etc.)4. Relação com os centros de competência (universidades e outras entidades nacionais e internacionais)5. Criar condições que permitam desenvolver centros de I&D6. Cultura e Diversão.7. Criação dos Clusters de:- Design Gráfico, Moda e Produto- Gastronomia & Vinho- Medicina e Investigação- Tecnologias e Engenharias.Considerando as ameaças, torna-se necessário “sustentar” os pontos fortes:• Agregar o maior número de pessoas que acreditem que a visão definida é um fator que trará valor àcidade e por consequência aos Portuenses;• Envolver/Mobilizar o maior número de pessoas nesse desafio (usar os valores para apelar a estecompromisso);• Assegurar a coesão social;• Potenciar o emprego;• Incentivar a criação de empresas criativas e do conhecimento para favorecer o emprego de jovensqualificados;• Notoriedade da imagem da cidade;• Infraestruturas e Serviços;• Relação com centros de competência - I&D;• Cultura e Diversão.E, tendo em conta as oportunidades torna-se necessário “reduzir” as fragilidades:• Conter a diminuição de população, que impacta a relevância da cidade, promovendo a fixação na cidade eprocurando minimizar os impactos ambientais e aproveitar o potencial decorrente do enorme fluxo diáriode entrada de população “para estudo e trabalho”;• Reabilitação urbana associada a imagem da cidade e multiplicador da criação de emprego;• Melhorar a oferta e comunicação visando reforço da atração cultural;• Qualidade dos serviços prestados pela autarquia (há ainda zonas da Cidade pouco atrativas);• Equilíbrio das contas – garantir a melhor utilização para os recursos disponíveis no futuro;• Articulação com autarcas da região;• Descentralização do Governo central;• Notoriedade e Marketing do Porto/Região.
  6. 6. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES5O trabalho realizado nos últimos anos foi meritório mas ainda há muito para fazer e, sendo o contexto mais adverso,mais atenção, empenhamento e uma definição clara de prioridades serão requeridos.Os vectores coesão social, reabilitação urbana e reforço da competitividade da Cidade são os factores dinâmicos deprogresso que, associados a uma gestão corrente rigorosa, exigente e serviços aos munícipes de qualidade, darão àcidade a dinâmica que necessita.Os eixos considerados mais relevantes para o desenvolvimento da cidade estão representados no diagramaseguinte:As abreviaturas permitem uma melhor referenciação das medidas. Apresenta-se de seguida uma análise por eixode ação.A - Diagnóstico – Evolução da Cidade do Porto na última décadaA1 - A PopulaçãoRecorrendo aos dados dos dois últimos Censos, relativos aos anos de 2001 e 2011, verifica-se que, ao longo daúltima década, o Porto viu a sua população reduzir-se em 9,7%, para um total de 237.591 residentes.Fonte: Censos 2011Gestão Corrente (GC) Reabilitação Urbana (RU) Coesão Social (CS)AtracçãoCrescimentoProgressoMKT e Comunicação (MKT) Educação e Cultura (EC) Desenvolvimento Económico (DE)Censos 2011 Censos 2001Porto 237.591 263.131 -25.540 -9,7%Aldoar 12.843 13.957 -1.114 -8,0%Bonfim 24.265 28.578 -4.313 -15,1%Campanhã 32.659 38.757 -6.098 -15,7%Cedofeita 22.077 24.784 -2.707 -10,9%Foz do Douro 10.997 12.235 -1.238 -10,1%Lordelo do Ouro 22.270 22.212 58 0,3%Massarelos 6.789 7.756 -967 -12,5%Miragaia 2.067 2.810 -743 -26,4%Nevogilde 5.018 5.257 -239 -4,5%Paranhos 44.298 48.686 -4.388 -9,0%Ramalde 38.012 37.647 365 1,0%Santo Ildefonso 9.029 10.044 -1.015 -10,1%São Nicolau 1.906 2.937 -1.031 -35,1%Sé 3.460 4.751 -1.291 -27,2%Vitória 1.901 2.720 -819 -30,1%Variação Decenal
  7. 7. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES6Acresce ainda que, nos últimos 10 anos, observou-se um envelhecimento da população residente no concelho doPorto. A única faixa etária que aumentou, entre 2001 e 2011, diz respeito às pessoas com mais de 65 anos queaumentaram 8%, enquanto, as restantes registaram quebras significativas, destacando-se as crianças com menos de14 anos que diminuíram 17,9% e os jovens entre os 15 e os 24 anos que diminuíram 32,1%.Fonte: Censos 2011No que diz respeito ao número de famílias, verifica-se um crescimento marginal, de 0,12%, entre 2001 e 2011,totalizando-se 101.015 famílias residentes.Porém, é necessário ter em conta os movimentos pendulares que, no caso da cidade do Porto, assumem umarelevância acrescida. De acordo com os Censos 2011, o número de pessoas que, diariamente, entra no municípiopara trabalhar ou estudar, ascende aos 171.738, valor que corresponde a 72.3% da população residente.Fonte: Censos 2011Esta situação, paradoxal, em que se assiste, por um lado, a uma redução da população residente e, por outro, a umelevadíssimo fluxo de entradas na cidade levanta uma série de questões associadas ao ambiente e sustentabilidade,à qualidade de vida e representa uma pressão acrescida ao nível das contas públicas, já que é exigido, ao Município,um investimento constante na manutenção e reforço de infraestruturas de transporte, que não é devidamentecompensado por acréscimos de receitas, designadamente em sede de impostos do Património.0-14 15-24 25-64 65 ou maisPorto -9,71 -17,94 -32,11 -8,23 8,00Aldoar -7,98 -17,28 -26,54 -6,87 14,83Bonfim -15,09 -20,83 -36,26 -14,72 -1,29Campanhã -15,73 -28,86 -34,21 -14,35 5,38Cedofeita -10,92 -17,27 -43,84 -9,43 10,44Foz do Douro -10,12 -22,59 -19,52 -16,29 28,02Lordelo do Ouro 0,26 -5,40 -19,65 1,75 17,67Massarelos -12,47 -23,86 -40,36 -9,44 6,58Miragaia -26,44 -44,27 -49,62 -20,88 -15,99Nevogilde -4,55 -4,77 -25,10 -7,25 22,05Paranhos -9,01 -20,62 -36,12 -7,02 14,36Ramalde 0,97 -2,75 -18,63 1,82 16,47Santo Ildefonso -10,11 -13,29 -33,41 -2,70 -11,63São Nicolau -35,10 -47,51 -55,06 -30,88 -22,20Sé -27,17 -42,30 -46,13 -21,03 -20,35Vitória -30,11 -42,86 -45,77 -25,27 -26,36Grupos etáriosZona GeográficaPopulação residente -Variação entre 2001 e 2011 (%)Var. TotalPOPULAÇÃO QUE ENTRANO MUNICIPIO PARATRABALHAR OU ESTUDARPOPULAÇÃO QUE SAI DOMUNICIPIO PARATRABALHAR OU ESTUDAREspinho 6.738 7.220Gondomar 9.727 49.555Maia 37.300 40.666Matosinhos 34.785 43.893Porto 171.738 28.899Póvoa de Varzim 8.416 11.285Valongo 10.826 28.678Vila do Conde 11.512 17.482Vila Nova de Gaia 27.186 62.050
  8. 8. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES7A2 - O Património EdificadoFonte: Censos 2011Em matéria de Reabilitação Urbana, e não obstante o muito que há para fazer, é evidente a evolução positiva. Onúmero de edifícios muito degradados, ou a necessitar de grandes reparações reduziu-se, de acordo com os dadosapresentados pelo INE, em 68% ao longo da última década. Estamos, ainda, longe de parâmetros consideradosdesejáveis, mas são resultados positivos que espelham, em grande medida, o notável esforço de investimento feitopela Autarquia nos Bairros Sociais de que é proprietária, bem como o trabalho da Sociedade de Reabilitação UrbanaPorto Vivo, que é vista como um exemplo a nível nacional.Fonte: Censos 2011No que diz respeito à disponibilidade de Habitação, regista-se uma evolução inversa à registada na populaçãoresidente. O acréscimo percentual de habitações é de 9,6%, o que compara diretamente com a redução de 9,7% napopulação residente, e um crescimento de 0,12% no número de famílias.Note-se ainda que 25.833 habitações encontram-se vagas, ou seja, praticamente uma em cada cinco, o que é umnúmero preocupante. E, não menos preocupante é o facto de, apenas 21% das casas vagas se encontrar disponívelno mercado do arrendamento, independentemente do seu estado de conservação. Num contexto em que se estimaque, face ao ano de 2008, o volume de novos empréstimos à habitação, se tenha reduzido em praticamente 90%,perante o atual processo de reavaliação do Património (aumentando significativamente os encargos de detenção deimóveis), e tendo em conta as recentes alterações legislativas e fiscais em prol do arrendamento, estão reunidascondições para uma forte aposta neste mercado, que deve se capaz de, a exemplo do que se passa na maioria dospaíses europeus, dar uma resposta efetiva às necessidades da população e, em especial, dos jovens.Concelho doPorto2011 2001 var. %Total 44.324 46.681 -2.357 -5,0%Sem necessidade de reparação 23.078 17.225 5.853 34,0%Com necessidade de reparação 21.246 29.456 -8.210 -27,9%Pequenas reparações 11.677 10.480 1.197 11,4%Reparações médias 5.863 9.120 -3.257 -35,7%Grandes reparações 2.401 5.789 -3.388 -58,5%Muito grandes reparações / Muito degradado 1.305 4.067 -2.762 -67,9%EdifíciosConcelho doPortoIndicador 2011 2001 var. %Total 137.236 125.267 11.969 9,6%Alojamentos ocupados 111.403 106.432 4.971 4,7%Residência habitual 98.669 96.672 1.997 2,1%Uso sazonal ou residência secundária 12.734 9.760 2.974 30,5%Alojamentos vagos 25.833 18.835 6.998 37,2%Para venda 5.810 3.019 2.791 92,4%Para aluguer 5.435 4.215 1.220 28,9%Para demolir 524 1.065 -541 -50,8%Outros 14.064 10.536 3.528 33,5%Alojamentospor forma deocupação
  9. 9. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES8B – Projetos / IniciativasReabilitação Urbana (RU )Aspetos a destacar:• É um imperativo moral e ético;• Imagem da cidade;• Criação de emprego;• Promoção da sustentabilidade e da eficiência energética;• Conter queda da população reabilitar edificações desocupadas;• Criar condições para “animar” a cidade;• Enfâse na facilitação de concentração de “serviços de rua” em zonas específicas, para criar ilusão decentro.Eixo Objetivos Projetos/ iniciativasReabilitaçãoUrbana1. Um Porto com maisPortuenses;1.1. Reforçar incentivos à colocação de imóveis no mercadode arrendamento, através de reduções de IMI e IMT, epenalização de imóveis devolutos.1.2. Criação de um Gabinete de apoio destinado ainvestidores, inquilinos e proprietários, capaz de darorientação técnica, dinamizar uma bolsa dearrendamento e promover uma oferta orientada paraas diferentes necessidades.ReabilitaçãoUrbana2. Desenvolver aReabilitação Urbana e aEficiência Energética;2.1. Reforçar as competências e os meios financeiros daPorto Vivo SRU, que tem desempenhado um trabalhopositivo, mas que deve ser capaz de ser reproduzido auma maior escala, tirando partido dos novosinstrumentos legislativos.2.2. Maximizar as oportunidades de financiamento, quer aonível do atual QREN, quer do próximo quadrocomunitário para o período 2014-2020, onde a RU e aeficiência energética assumem uma dimensãoestratégica prioritária, de forma a lançar um ProgramaIntegrado de Reabilitação e Requalificação Energética,capaz de abranger o Edificado Público (melhoria daeficiência energética e redes inteligentes de gestão deenergia) e Operações Integradas de ReabilitaçãoUrbana.2.3. Reforçar e, sobretudo, divulgar de forma mais intensa earticulada, os incentivos ao investimento emReabilitação Urbana e Eficiência Energética (exemplo:SIM PORTO)2.4. Em articulação com a medida 1.2. criar um Gabinete deApoio ao Proprietário, capaz de dar apoio técnico nodomínio da Eficiência Energética, e promover novosinstrumentos de natureza financeira associados aodesempenho energético.
  10. 10. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES9ReabilitaçãoUrbana3. Promover uma Ofertaorientada para os novossegmentos estratégicosda Cidade e para osuporte das atividadescriativas3.1. Articular e organizar uma oferta diversificada e orientadapara as novas necessidades geradas pelas indústrias criativas,pelas Universidades, designadamente a promoção dearrendamentos de curta duração (City flats, etc.), localizadosem áreas estratégicas.3.2. Promover espaços especificamente destinados aintervenções de larga escala, em projetos integrados dereabilitação (quarteirões temáticos) com uma lógica degestão orientada (Hubs temáticos, ex .FCP).3.3. No âmbito de uma estrutura autárquica orientada para acaptação de investimento privado e de promoção daatividade económica, estabelecer um departamentoorientado para o acompanhamento de investidoresimobiliários e articulação institucional na área metropolitana.3.4. Potenciar o aparecimento de espaços dedicados áapresentação de produtos transacionáveis pelas indústriaspresentes no Norte tornando o Porto o espaço preferencialnos contactos internacionais (Promoção do Turismo deNegócio)3.5. Tornar possível a utilização temporária de imóveisabandonados por parte das industrias criativas parapotenciar a ocupação e animação da cidade (ex. East End -Londres ) (Conhecimento, Criatividade, Industria)3.6. Adequar as infraestruturas existentes ou a criar deacordo com um plano ambicioso de retenção da atividade noPorto (Promoção do Turismo de Negócio)ReabilitaçãoUrbana4. Habitação social; 4.1. Mudar o paradigma da atual política de Habitação Social,reorganizando à oferta neste domínio, através de (i) venda acustos reduzidos, das habitações sociais aos atuais inquilinos,(ii) concessão da gestão de bairros sociais a privados.4.2. Dinamizar uma bolsa de arrendamento socialCoesão Social (CS)Aspetos a destacar:• Apoio aos mais carenciados (não à pobreza);• Resolução das carências mais prementes (refeições em escolas, livros, pagamento de água e energiaelétrica em situações comprovadas, etc.);• Incentivos a fixação e natalidade de casais jovens;• Apoio a entidades assistenciais;• Combater insegurança;
  11. 11. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES10• Promoção da coesão social e das iniciativas solidárias que já existem, dando-lhes divulgação e procurandoescala.Segundo o Programa Operacional Temático Potencial Humano (POPH):“As crianças (22%), os idosos (24%), os desempregados e a população inativa são os grupos mais expostos àssituações de pobreza, relevando a insuficiente capacidade das transferências sociais para fazerem diminuir deforma sensível o risco de pobreza.”Coesão social 5. Coesão Comunitária deproximidade /Proporcionaroportunidadeseconómicas5.1 Incentivo ao Empreendedorismo por mecanismos demicro crédito (com garantias e apoio municipal)5.2. Incubadoras de microempresas5.3. Disponibilização de terrenos (desocupados) parautilização como hortas urbanas mediante cadastro dosprodutores5.4. Dinamização de espaços públicos com mercados emdias certos para vendedores eventuais.Coesão social 6. Apoio social direto 6.1 Disponibilização de 3 refeições (pequeno almoço,almoço, lanche) aos alunos das escolas municipais.6.2 Disponibilização de refeições económicas (take away)nas cantinas escolares.6.3 Disponibilização de materiais de pequenas reparaçõesaos habitantes dos bairros sociais6.4 Centros de acolhimento de emergência de habitantessem-abrigo durante o inverno6.5 Articulação com as instituições de caridade da cidadepara identificação de focos de pobreza urgente.Coesão social 7. Apoio á terceira idade 7.1. Incentivo á permanência de idosos nos lares familiares7.2. Manter e reforçar a oferta de centros de 3ª idade.7.3. Protocolos com instituições de ensino da cidade“Universidades Seniores”7.4. Incentivos ao ingresso de maiores de 60 anos naUniversidade, com criação de condições especiais deingresso.7.5. Protocolar com universidades apoio jurídico,económico e de saúde aos cidadãosCoesão social 8. Apoio aos jovens 8.1. Criação de torneios desportivos municipais8.2. Disponibilização de espaços (desocupados) para
  12. 12. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES11Marketing e Comunicação (MKT)Aspetos a destacar:• Ligação com Turismo• Promoção da Cidade• Cidade do conhecimento• Promoção da criação de Empresas criativasEixo Objectivos Projetos/ iniciativasMKT (Marketinge Comunicação)9. Comunicação da MarcaPorto(Branding da região,promovendo os valoresTolerância eInterculturalidade,Identidade, Liberdade,Iniciativa, Trabalho,Solidariedade)9.1. Criação da Marca Porto9.2. Definição da assinatura da cidade (Porto Cidade doTalento...)9.3. Reunir todos os recursos de comunicação possíveisnuma entidade, comunicando de forma segmentada, mascom a marca umbrella Porto9.4. Gestão anual do calendário de todos os eventos adecorrer na cidade de forma a agrupar por temáticas, ouestações do ano, etc. para aumentar a visibilidade externae interna sob a marca Porto e evitar a acumulação deatividades concorrentes, importância do mix de propostas9.5. Identificar as personalidades que irão potenciar o softpower da região9.6. Comunicação para os países emergentes como formade nos incorporar no lifestyle europeu9.7. Definição de Guideline para os conteúdos a produzirpara potenciar o vigor das novas plataformas decomunicação9.8. Potenciar a agregação de produtos a oferecer comoforma de aumentar a competitividade/diferenciação daworkshops culturais (parcerias com voluntariado)8.3. Incentivar cursos gratuitos de expressão cénicas pelascompanhias de teatro que utilizem espaços públicos8.4 Incentivar cursos gratuitos e disponibilização deespaços para atividades de expressão musical pelosconcessionados de espaços públicos com esse fim.8.5 Criação de espaços públicos para desportos urbanos(skateparks / bikeparks)
  13. 13. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES12oferta (viagem + estadia + espetáculo)9.9. Potenciar a presença em comparações tipo "Top Ten"nos vários sectores em que somos fortes9.10. Desenvolver a Comunicação InternaEstes projetos pretendem a um curto prazo:Aumentar a visibilidade do Porto a nível internacional.Aumentar o fluxo de visitantes ao Porto, potenciando o word of mouth e retendo os que seja possível de modo aaumentar os residentes no centro do Porto.MKT (Marketinge Comunicação)10. Promover o Turismo deNegócio10.1. Criação de novos eventos temáticos de relevânciainternacional, estabelecer parcerias com eventos jáexistentes10.2. Apresentar a melhor solução trabalho/lazer10.3. Potenciar o word of mouth dos nossos atributosMKT (Marketinge Comunicação)11. Promover o Turismo deLazer11.1. Procurar novos eventos desportivos para colocar acidade no roteiro desportivo mundial (Ex. Surf)11.2. Potenciar um calendário cultural relevante para omercado internacional, mais uma vez com o público alvoidentificado11.3. Utilizar os festivais de sucesso e acrescentar outrosmais uma vez com uma perspectiva de captação de umpúblico internacional11.4. Potenciar a diversidade, propostas para todos osnichosMKT (Marketinge Comunicação)12. Criar o conceito de Cidadedos Talentos(Conhecimento,Criatividade, Industria)12.1. Levantamento junto das várias industrias da região einternacionais, quais as suas necessidades dedesenvolvimento de produtos ou tecnologias, potenciar acomunicação bidirecional através das universidades12.2. Criar eventos de relevância internacional nesta área12.3. Premiar os que se destacam neste sector, mesmonão sendo do Porto12.4 Aumentar a visibilidade de todos os trabalhos queestão a ser desenvolvidos na região
  14. 14. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES13Aumentar o trabalho em rede worlwide como forma de aprendermos mais depressa e termos acesso a outrosprojetos, aos mercados de exportação, tendo o devido retorno financeiro para a região.Desenvolver a comunicação entre o conhecimento e a Industria como forma de aumentar a competitividade daregião.Potenciar os recursos existentes, através da iniciativa privada.Reabilitar o edificado de acordo com a procura.Educação e Cultura ( EC )Introdução:Existe uma forte base teórica de economia urbana que explicita que os empregos determinam onde as pessoas sesituam e que o tipo de pessoas de uma localidade determina o tipo de empregos que essa localidade gera. Nestecontexto, a atração de Talento irá contribuir para um espiral de criação e retenção de talento numa cidade.Deste modo convém aferir o que motiva a migração e retenção do talento e com que armas a cidade do portopoderá combater localizações alternativas, especialmente a nível internacional.Na sua componente cultural, as cidades que historicamente conseguiram atrair e reter talento conseguiramconjugar dois cenários complementares vocacionados para dois públicos-alvo: (i) O segmento Boémio e (ii) Osegmento de orientação familiarO primeiro segmento procura entre outras coisas: (i) Vida noturna, (ii) Alojamento e Restauração; (iii) Acessos; (iv)Oferta cultural; (v) Facilitadores de Integração (grupos, cursos, etc.)O segundo segmento procura entre outras coisas: (i) Educação, (ii) Alojamento e Restauração; (iii) Segurança; (iv)Oferta cultural;Eixo Objetivos Projetos/ iniciativasEducação eCultura13. Despertar o interesse dapopulação em geralpelas diferentestemáticas da Cultura eda Ciência, fomentado aprocura para a basedomestica destesegmento;13.1. Promover deslocações de alunos escolares auniversidades e laboratórios associados da Academia do Porto13.2. Promover deslocações de alunos escolares de outrospaíses europeus a universidades e laboratórios associados daAcademia do Porto13.3. Articular com cidades da mesma zona metropolitana umcalendário comum/centralizado de atividades. Esta iniciativadeveria permitir a eventos incluídos no catálogo, contar com (i)Isenções de taxas de publicidade exterior (reclames, etc.), (ii)Promoção complementar do Município.Educação eCultura14. Valorizar a academia doPorto enquantoforjadora doconhecimento epotenciadora dodesenvolvimento daregião, promovendo acidade junto dacomunidade científicanacional e internacional;14.1. Promover Prémios de reconhecimento de méritoacadémico, premiados com apresentações internacionaisenquadráveis na FCT13.2. Potencial que as várias universidades da academia doPorto desenvolvam um catálogo comum de investigações emcurso e divulga-lo pelo setor empresarial (nacional einternacional)
  15. 15. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES1413.3. Potenciar a criação de clusters de conhecimento aoserviço da indústria da região e internacional, vender soluçõescomo factor de diferenciação (Promoção do Turismo deNegócio)13.4. Criar parcerias com as escolas, entidades de formação,líderes de opinião Internacionais, para fixar talentos da área doconhecimento no Porto (Conhecimento, Criatividade, Industria)Educação eCultura15. Apoiar odesenvolvimento delocais capazes defornecer a base logísticapara operacionalizareventos na Cidade doPorto como congressos,exposições e palestras;15.1. Criar um Centro de Congressos no Porto15.2. Facilitar o fecho de ruas e disponibilização de políciamunicipal a empresa geradoras de congressosEducação eCultura16. Continuar a alimentar aatratividade do centrohistórico da cidade parao segmento boémio nasvertentes Vida noturna,alojamento erestauração;16.1. Canalizar o licenciamento na área histórica da cidade parauma melhor organização urbana e concentração de áreatemáticas que potencie de um modo simples todas as valênciasque a cidade tem para oferecer: (ex. Miguel Bombarda parazona de artes, Baixa para noite e animação; etc.).16.2. Canalizar meios policiais para a zona mais central dacidade para oferecer um nível superior de segurança a estesegmento (modelo americano). Garantir taxas decriminalidades em valores dignos de divulgação da Cidade.Educação eCultura17. Aproveitar a marca FCP 17.1. Potenciar a inclusão do estádio nas atrações da cidadenos meios disponibilizados pela CMP e Turismo do Porto.17.2. Facilitar a segurança e o acesso ao estádio em dias dejogos internacionais potenciando a economia local gerada poreste tipo de turista.17.3. Aproveitar a economia do futebol e facilitar o lançamentode Lojas Azuis na zona do estádio e a decoração exterior dazona.Foco no desenvolvimento do:• Capital humano• Conhecimento & Cultura• Estado social e educação gratuita• Pressão no Turismo de Portugal para puxar projetos para a cidade do Porto. Lobby político para manter eatrair “Red Bull”, Circuito da Boavista e afins….
  16. 16. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES15Competitividade da Cidade ( DE )Objectivo principal – atrair investimento, chamar negócios, gerar emprego; interliga na prática com todos os eixos.Ênfase nos sectores das Startups criativas, do Conhecimento e do Turismo.Eixo Objetivos Projetos/ iniciativasCrescimentoeconómico18. Pelouro dodesenvolvimentoeconómico18.1 Identificação de dificuldades das empresas18.2. Avaliação da situação e deteção de oportunidades.18.3. Formas pedagógicas de debate e cooperação entreempresários18.4. Serviços às PME região18.5. Comércio local18.6. Apoio à criação de microempresas18.7. Criar parcerias com as escolas, entidades de formação,líderes de opinião Internacionais, para fixar talentos da áreado conhecimento no Porto (Conhecimento, Criatividade,Industria)Geral – Área metropolitana• Partilhar serviços com outros municípios, ganhando escala. Cooperando versus Competindo• Fusão de municípiosDefinição de macro objectivos para a região do Porto e NorteGestão Municipal ( GC )Gestão corrente rigorosa e atenta aos factores externos• Serviços aos munícipes de qualidade adequada;• A crise europeia determina atenção redobrada à coesão social;• Equilíbrio da situação financeira (contexto difícil – austeridade e perda de receita );• Recrutamento sério e objetivo aberto a escrutínio. Afirmar-se como um município onde não haverá boys;• Reanalisar o licenciamento zero, que não dá a resposta necessária aos empreendedores.
  17. 17. PORTO, CIDADE DO TALENTO AUTÁRQUICAS 2013 – ANÁLISE ESTRATÉGICA E PLANO DE AÇÕES16Na figura seguinte, apresenta-se uma perspetiva integrada da relação dos eixos de ação propostos com aconsecução da estratégia proposta.TalentoTurismoCultura &DiversãoUrbanismo eMobilidadeGestão Coesão SocialVETORESDEAÇÃOPILARES DE SUSTENTAÇÃO

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