Manipulação mediática

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Manipulação mediática

  1. 1. N a C o sy e no e ais ds om hmk ds vl u lt a "10 e v aestratégias de manipulação” ds r c io s ia o piníp s o is c e cnm o d f m a t ir ao inosiet eoó ics eo a a a o pio cnc ne r r ds e s e o u icço aa mn uaã. o mio d cmn aã pr a aipl o ç
  2. 2. 1 Ae rt ia a is aã:..- s a g d d t ço t é r
  3. 3. Oe mno r od lo ot lsc l a l et pimriad cnr o oiaé e oe rt ia a is aã qe os te dsia s a g d d t ço u cnis m e r t é r e va t ço o úlo o pol a imot t a nã d pb ds rb ms pr ne e ic e a se a mdna dc ids e s le plics ds uaçs eid a pl e s o a e a it ít eoó ics cnm a.. At n a a o ilv o in naã d é ic é d d úio u u dço e c cnín a d t çe e e f mçe s ot us is aõs d ino aõs e r r m imot c . pr nia â
  4. 4. Ae rt ia a is aã é uletinisesvl s a g d d t ço iga ne d pnáe t é r m pr imeir o úlo t e a- e e s aa pd a pb ine s r pl ic rs s o cneimno e ec isn áe d c niad ohc et s nia , a r a iêc , a s s a eoo iad picl iad nuoio g e a cnm , a s o g , a erb l ia d o o ce é a ibr t . n ic ”Mne a t ço o úlo is a al g ds at a nã d pb d t íd, o e o r e ic r nvrae o pol a sc is a a a o t a s e dirs rb ms oia , t íd pre s e d e r m m imot c r l pr nia e . â a Mne o úlo cpd, ouaoouaos at pb ouao cpd, cpd, e r ic m nnu t p pr pna. ehm e o aa esr m( it ã d t t “A ms il c ss aa ur s C a o o e o r a se ioa pr ge a ç x n r t nu a”) r qil . a s
  5. 5. 2 Cia pol a e eo o r e . r r rb ms dpis f e r e ec slçe o õs u :
  6. 6. Etmt o a bm ca ao s é d t é é hmd: e o m “pol a> r ço> slço rb m- e ã- o ã”. e - a - u Cia e m rb m, u a itaã” peis pr r - u pol a m “suço r t aa s e v acua cr r ço o úloa im e u e e e oasr e a e ã  pb , f d qe s s a t a n ic t j sp atds eids u s ds a ae aea., ul ne a md a qe e e jf r cit ic e z r Pr xml dixr u s ds vl ou se o ee p : e a qe e e no a o e v ines iqe v l c ubn, o organizar t if u a io nia raa u n ê a nao snr t , a im e u o úlo e o t t s age o f d qe pb s a e d ns ic j r ur td l d s uaç e o icse e e ne ee e e rna pl a, m q e is g ít pe íz d l e ae r u o aibr d. j d
  7. 7. O t bm ua é: mCia u a r e cnm a aa u o ooaee r r m  is eoó ic pr qe pv cit ccm u ml ee áio r rcs ds ir o o o m ancs r o e oe o o d e s s t s itsc is o e ata et ds e içs úlo.oia e ds ne mno o s v o pb s m l r ic
  8. 8. 3Ae rt ia a rda ae . s a g d gaul d: t é id
  9. 9. Pr f e qe e citu a eid ind is e aa a r u s aee m md a am s l z ív ,bs a p áa rda et a otgt , n m at al - gaul ne cna o s u a ic l m , - a pao l gd. rz a rao a D s f m, a nvs od õs ps sa e a o a s oa cniçe imot , s s r amdna rd a so cit s pooa r o a. uaçs aicis ã aee e rvcr e l s s m vt
  10. 10. 4 Ae rt ia o d r . s a g d aia : t é
  11. 11. O t mnir d pooa a cit ã d u a eiso ur ae a e rvcr aea o e m dc ã a ç imoua é d ar etlcm “dl oa ppl a e pe náa o o o rs e r s - oncs r ”, ot d a cit ã pb an mmno ee áia be o aea o úl , o o et s n ç ic , pr u a p aã ftr. aa m al ço uua ic Émisáilcit u sc íc ftr qe m a f aea m ar io uuo u u c r if sc íc imd t ar io eia . if o Pimir, pru o s r no imd t r e o oqe e oç ã é eia . f o o -Sgnopru a as, ineumne r eu d, oqe ms a gn a etc ê qe mnã uo á e o” e u o aríc u “a ah td ir ml r qe sc io h if eig o oe s eit o x id pdr e v a . á r d I s d m is moa c aã pr s ao tu a àidiad to á a te p o iddo aa e c s m r e a mdnaed aae rc mr s nç oqad c e a o uaç e c ita o e igaã uno hgr mmn . o e to
  12. 12. 5D ig - e o úlo o o. ir ir a pb cm a s ic c trs e oc idd:  r ua d pua ae ia .
  13. 13. Amioia a ulidd d ig a o rne úlo a r d pb ae ir id a gad pb ic icuil a isussagmno, pr ngn e noçe tiz d cr , ru et e oaes et õs o s s a pr uamne f t, mit vzs rçr at l etina is u a ee a oa a ic r n sdb idd, cm s o set o f s u a r na u eil ae o o e e c dro e m c ç o p a s ia u df ietmna m e ne et .  ic lQ at mis eetpoua egnr e et o, uno a s t e rcrr naa o s c dr n p a mis eed a dt u t inat. a s t e ao r m o f il n a m n Pru? oqê“Pru d ig - e u a e o cm s t e e 2 oqe ir ir a m ps a o o eivs 1 s s s ao o mnst dr, pr ue ã, a rvcr ns u eo, e e o sgs o pooa n á tr ps s ur çe mis f t e e rv a d e ot o e õs a ina is ds oids e s a a n p s t o ric”. e id c o n ít
  14. 14. 6U il a o set e oioamit . tizr apc mc nl u o o mis u a e eã:. a qe r l o fx
  15. 15. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para curto-circuitar a análise racional, e neutralizar o sentido crítico dos indivíduos. Pr ur l oa tizço o eis o mc nl o ot a , uil aã d r t e oioa o d g r pr itar a ot d ae o o cnc ne aa e e bir pr e cs a inosietpr m a siml t o ine r e sds o, medos ee oe p na u j a idia, e j a r t es t r, m s cmuse o inuir e r inds o pl s u dz dt m ao õ, e cmot et . o pr mno a s
  16. 16. 7Mne o oo a nrnia n . at pv n igoâc e a r md c ae eior d: id
  17. 17. Fzr o qe pb o e inaa d cmr ne ae cm u o úl s a cpz e o pe dr ic j ea enl ia   é ds tizds aa e cnrle t o g e t o uil ao pr s ot o c o mo u o e rv ã. s aido c“A qualidade da educação dada às classessociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distancia entre estas e as classes altas permaneça inalterada no tempo e seja impossível alcançar uma autêntica igualdade de oportunidades para todos.”
  18. 18. 8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade
  19. 19. Fazer crer ao povo que está na moda a vulgaridade, a incultura, o ser mal falado ou admirar personagens sem talento oumérito algum, o desprezo pelo intelectual, o exagero do culto ao corpo e adesvalorização do espírito de sacrifício e do esforço pessoal.
  20. 20. 9. Reforçar o sentimento de culpa pessoal:
  21. 21. Fzr r a iniv u qe lé ú ic cl d d ae c r o d ido u e o n o up o e e e asa rpia e rç, pr sf iêc d ine êc ,u pór ds aa o inuic nia e tignia g l d cpc aed peaaã o d e oç. e aaidd, e r rco u e s r p f o A s , e lgr e e eo a cnr o is m sim m ua d s r l r ot s t a vt a eeoó ic e oia o d ído e a r a ecl -cnm o sc l iniv u ds l iz- , up , vo s as grno m i u e ao er s oqe ib a e e d e s m s d dpe iv, u in e , a t s sa aaidd d r g u cpc ae e e ir a Es r çono ae r o ço e e ã, ã hvr e l ã. m a á vu
  22. 22. 1 . Cnee o iniv us e o d0 ohcr s d ído ml r o h qe l ms o s cnee : u e s e s e ohcm e m
  23. 23. N s l o 5 ao, o aaçs a iêc grrm o út s 0 ns s vno d c nia e a im a u a r cne r h et o cneimno d m c setbe a nr s ohc et o e c e spb o aul uil ao pl e e dm at .úl e qe s tizds e s l s o inne ic e a it s Gaa à io g , à erb l ia à s o g rçs b l ia nuoio g e picl ia o o o alaao p d, Sistema t ds uao e m ic e e rt d u m f dcneimno vnao o e hmn, t t d f mohc et aaçd d s u ao a o eo a r n r f ic cm picl ic. ís a o o s o g a ó O Sistema conseguiu conhecer melhor oindivíduo comum do que ele se conhece.
  24. 24. It s n ic qen mioia o csso is m s igif a u, a a r ds ao, s t a o eee e m mio cnrle oe sbe s d ído,xr u c a r ot o pdr or o iniv us o spr r o u pna qe elett . ue a qe esm u r mnee io a m
  25. 25. N a Co sy om hmkVisões Alternativas V r o f mt ã : e ã eo a ço s r aJosé Mauro Rodrigues
  26. 26. Reiniciar Sair

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