CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAZONASCURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA         PROJETO POLÍTICO...
2                                                     SUMÁRIO       A                                                     ...
33.2  MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM     DESIGN                                                     ...
4                        PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO 1.    A INSTITUIÇÃO      1.1   HISTÓRICO DO CIESA            O CIESA ...
5          Colabora o CIESA com a modernização do atendimento ao público a quese destina, a partir da inserção de novas fo...
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8    2.5   VAGAS ANUAIS OFERECIDAS          São oferecidas 100 vagas anuais.    2.6   TURNOS DE FUNCIONAMENTO          O C...
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10           O Currículo concebido para o curso contempla 1440 horas de cargahorária teórica, 160 horas de carga horária p...
11        •   O presente Regulamento;        •   As normas Regimentais do Centro Universitário de Ensino Superior do      ...
12                                   CAPÍTULO II                               DAS FINALIDADESArt. 8° - O estágio tem como...
13      c) Divulgar aos alunos as informações referentes ao estágio;      d) Acompanhar o desenvolvimento dos estágios, ma...
14Regulamento são requisitos obrigatórios para que o aluno possa concluir seu curso.Art. 13º - O estagiário terá junto à C...
15realidade organizacional durante o cumprimento do estagio supervisionadocurricular.Art. 17º - O Relatório Final do Estág...
16permitindo assim, que haja uma melhor formação acadêmica, inclusive no que dizrespeito à abertura promovida no desenho c...
17RESOLVE:Art.1º. As Atividades Complementares compreendem as ações educativasdesenvolvidas com o propósito de aprimorar a...
18   g) Visitas técnicas: atividades voltadas à oportunização do conhecimento de      empresas ou instituições da futura á...
19  Art. 7º. O requerimento do aluno solicitando o aproveitamento das Atividades  Complementares deverá ser analisado pelo...
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21 4. ESTRUTURA CURRICULAR    4.1   DESENHO CURRICULAR          A estrutura curricular foi construída para atender à propo...
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234.3 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EMDESIGN DE MODA MATRIZ IMPLANTADA EM 2010 – CÓD. 260             ...
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25de malhas. Processos químicos têxteis. Tingimento, estamparia e acabamentos.Novas tecnologias para o setor têxtil. Aplic...
26Bibliografia complementar:DUARTE, Sonia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem Industrial Brasileira. Rio de janeiro:Ed. Guarda Rou...
27MENDES, Valerie D.; HAYE, Amy de la. A moda do século XX. São Paulo: MartinsFontes, 2009.TÉCNICAS DE REPRESENTAÇÃO IEstu...
28BIBLIOGRAFIA BÁSICADUARTE, Sonia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem Industrial Brasileira. Rio de janeiro:Ed. Guarda Roupa, 201...
29DUL, Jan; WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia Prática. São Paulo: EdgardBlücher, 2004.KROEMER, K.H.E. Manual de Ergonomia: ...
30                                       2º ANOPLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÃOO processo de desenvolvimento de c...
31DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS DE MODAApresentação de negócio de moda, histórico e definição. Empreendedorismo.Desenvolvime...
32DEMETRESCO, Sylvia. Vitrina – Construção de Encenações. São Paulo: Ed.SENAC São Paulo, 2007.FEGHALI, Marta Kasznar: DWYE...
33ESTÉTICAConceitos de Arte e Estética. Origens e bases teóricas. Estética: história, cultura,moda e a sociedade de consum...
34PIRES, Dorotéia Baduy. Design de Moda: olhares diversos. São Paulo: Estação dasLetras e das Cores, 2010.Bibliografia Com...
35RIGUEIRAL, Carlota. Design e Moda: como agregar valor e diferenciar sua confecção.São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecn...
36Bibliografia básica:ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico:elaboração de trabalhos...
37confiável, além de permitir a busca de informações acerca das áreas que sãocobertas pelo conjunto de materiais que o com...
38          O laboratório de moda do CIESA foi projetado para comportar máquinas e    mobiliário apropriados ao desenvolvi...
39          O CIESA vem obtendo êxito no seu corpo docente, pelo reconhecimentoque alcançou ao longo do tempo, bem como ve...
404.7   DISCIPLINAS E PROFESSORES                 DISCIPLINAS                      PROFESSORES      Metodologia da Pesquis...
41educação com qualidade, o CIESA criou uma Coordenação de Curso subordinadaadministrativamente à Reitoria, com as seguint...
42relativamente ao grau de satisfação de seus membros e da comunidade em geral,que permitam o constante aprimoramento das ...
43          Faz parte desta sistemática de avaliação institucional, da mesma forma, apesquisa constante acerca dos resulta...
44     4.11 CENTRO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO - CAPPS           O CIESA, consciente das dificuldades muitas vezes encontrada...
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Ciesa.tecnologia design moda.projeto político pedagógico.2010

  1. 1. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAZONASCURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO MANAUS 2010
  2. 2. 2 SUMÁRIO A INSTITUIÇÃO 01. ..................................................................................................... 4 HISTÓRICO DO 01.1 CIESA.......................................................................................... 4 MODELO EDUCACIONAL DO 01.2 CIESA.................................................................... 5 MISSÃO DO 01.3 CIESA................................................................................................ 42. DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA............................................................................................................ 0 ............... 6 CONCEPÇÃO DO 02.1 CURSO..................................................................................... 6 CONCEPÇÃO LEGAL 02.2 ............................................................................................ 6 CONCEPÇÃO 02.3 ACADÊMICA................................................................................... 7 METODOLOGIA E TÉCNICAS DE 02.4 ENSINO.......................................................... 7 VAGAS ANUAIS 02.5 OFERECIDAS............................................................................. 7 TURNOS DE 02.6 FUNCIONAMENTO.......................................................................... 8 DIMENSÕES DAS 02.7 TURMAS.................................................................................. 8 OBJETIVOS DO 02.8 CURSO........................................................................................ 82.8. OBJETIVO 01 GERAL................................................................................................. 82.8. OBJETIVOS 02 ESPECÍFICOS................................................................................... 8 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO E 02.9 HABILIDADES................................................... 9 PERFIL DO 02.10 CURSO............................................................................................... 9 CARGA HORÁRIA DO 02.11 CURSO.............................................................................. 9 DURAÇÃO DO 02.12 CURSO.......................................................................................... 9 ESTÁGIO 12.13 PRÁTICO............................................................................................... 0 ATIVIDADES 12.14 COMPLEMENTARES....................................................................... 4 ESTRUTURA 13. CURRICULAR.................................................................................. 8 DESENHO 13.1 CURRICULAR...................................................................................... 8
  3. 3. 33.2 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE 1 MODA........................................................................................ 8 BIBLIOTECA................................................................................................. 23.3 .......... 4 LABORATÓRIOS DE 23.4 INFORMÁTICA.................................................................... 5 CORPO 23.5 DOCENTE................................................................................................. 6 DISCIPLINAS E 23.6 PROFESSORES.......................................................................... 7 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ACADÊMICO, INSTITUCIONAL E 23.7 ACOMPANHAMENTO DE 9 EGRESSOS................................................................. ASSESSORIA 33.8 PEDAGÓGICA................................................................................ 0 CENTRO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO – 33.9 CAPPS.......................................... 1 CENTRO DE APOIO PEDAGÓGICO AO 33.12 DISCENTE.......................................... 1
  4. 4. 4 PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO 1. A INSTITUIÇÃO 1.1 HISTÓRICO DO CIESA O CIESA – Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas é frutodo idealismo de um grupo de amazonenses que há décadas atua na área de ensino,mais precisamente, desde 30 de junho de 1974. As atividades do CIESA tiveram início no ano de 1986, quando os Cursosde Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas foram autorizados. Valorizando a qualidade de ensino, a lisura nos procedimentosadministrativos e a formação de profissionais qualificados para atuarem no mercadoexigente e globalizado dos tempos atuais, o CIESA expandiu-se, investindo não sóem laboratórios, biblioteca e em outras instalações físicas, para oferecer melhorescondições de aprendizagem, mas, sobretudo, na qualificação do corpo docente,estimulando e auxiliando seus professores a ingressarem em cursos de pós-graduação, a fim de manter o compromisso social de seus fundadores. Nas mais de duas décadas de existência do CIESA, outros Cursos emNível Superior passaram a ser oferecidos à população amazonense. A expansãodeu-se com os cursos de Secretariado Executivo, Turismo e Direito, todos com aautorização e reconhecimento do Conselho Federal de Educação. O CIESA inaugurou uma nova fase em sua existência ao assumir aformação específica, por meio de Cursos Tecnológicos, para fazer com que estesatendessem a uma nova demanda do mercado profissional e, entre estas, as deDesign de Moda. A proposta de criação do Curso Superior de Tecnologia em Design deModa surge, ainda pela necessidade de programar no Amazonas um curso querespondesse às demandas relacionadas com a área, formando profissionais aptos aconstruir, atualizar e adquirir conhecimentos que respondam às necessidades dacomunidade.
  5. 5. 5 Colabora o CIESA com a modernização do atendimento ao público a quese destina, a partir da inserção de novas formas de atuar com o público objeto daformação visando a valorização do ser humano.. 1.2 MODELO EDUCACIONAL DO CIESA O CIESA, como expresso acima, com propósitos voltados para umainegável consciência amazônica e acreditando na inteligência da juventude,impulsionando seus anseios vocacionais, sustenta-se em três pilares: Qualidade,Organização e Informação. A Qualidade que serve para orientar, avaliar e retroalimentarsistematicamente as suas ações. A Organização que, marcada pela qualidade de ensino dos cursos emfuncionamento na IES, vem administrando com modernidade, rompendo com aburocracia, levando em conta procedimentos gerenciais contemporâneos na buscade um resultado coletivo que premie a excelência acadêmica, revertendo em umaformação com profundo comprometimento ético-social. A Informação que, fundamentando a adoção de decisões estratégicaspara o desenvolvimento do ensino, pesquisa e extensão, abre espaço para adiscussão dos problemas da Amazônia e da sociedade do País, da região, de suasinstituições e do seu povo. Este é o compromisso político, público e social e a base do modeloeducacional que esta IES vem assumindo no Estado do Amazonas, referendando aopção por um modelo de formação educacional comprometido com o conhecimentodas tecnologias, bem como com a verificação crítica do papel que estasdesempenham no mundo atual, permitindo, assim, que o seu formando, ao dominaro saber próprio da formação perseguida, tenha também presente a suaresponsabilidade social para com o seu entorno. 1.3 MISSÃO DO CIESA
  6. 6. 6 A partir deste modelo emerge a missão da IES no sentido de oferecer umaeducação com qualidade visando ao desenvolvimento sustentável da Amazônia e obem-estar social das populações locais, sem descurar que o seu egresso estáinserido no contexto de uma sociedade global, o que pressupõe, ainda, ofornecimento de aptidões que lhe permita inserir-se competitiva e criticamente nomercado de trabalho, assim como tenha presentes as repercussões peculiares àspráticas que desenvolve em suas atividades profissionais. Assim, pode-se resumir a missão do CIESA como sendo aquela voltada àformação de profissionais capacitados tecnologicamente, bem como conscientes deseu papel social, ao participar da promoção de um projeto de desenvolvimento socialsustentável para a região norte do País. 2. DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA 2.1 CONCEPÇÃO DO CURSO O Curso Superior Tecnológico em Design de Moda foi concebido, visandosuprir a ausência em Manaus, assim como em toda a região Norte, do profissionalde Moda, devido à falta de cursos superiores e técnicos. Além disso, o grandepotencial da região, com matéria prima abundante e disponível para a realização depesquisas, tem sido pouco explorado. O curso visa formar profissionais com perfil adequado, para funcionar nomercado de trabalho da área, no que se refere à gestão, criação, pesquisa,consultoria, desenvolvimento e produção de produtos, em toda a rede que sedesenvolve no setor de moda. Nesse sentido é importante destacar que o Cursocontempla conhecimentos propedêuticos, profissionais e práticos visando oentrelaçamento das disciplinas por meio da composição da matriz curricular, deforma a não estabelecer momentos estanques para cada um deles. 2.2 CONCEPÇÃO LEGAL Os Cursos Superiores de Tecnologia constituem modalidade prevista noDecreto nº 5773, de 09 de maio de 2006, e ainda na Portaria nº 10, de 28 de julho
  7. 7. 7de 2006, Portaria nº 12, de 14 de agosto de 2006, Parecer nº CNE/CES 277/2006.Foi autorizado pela resolução do CONSUN-CIESA nº 009 de 25 de setembro de2008. 2.3 CONCEPÇÃO ACADÊMICA O curso é período anual, tendo a IES optado por esse regime em razão deque: a) Dividido em dois anos, compõe-se de 20 créditos, por ano; b) o regime anual permite a manutenção da “turma”, desenvolvendo o sentimento de grupo e facilitando o acompanhamento do curso pelo aluno e a sua evolução pela IES. 2.4 METODOLOGIA E TÉCNICAS DE ENSINO Nas disciplinas teóricas, como regra geral, utiliza-se da técnica da aulaexpositiva, nas suas formas participativa e dialógica, entretanto, é estimulada autilização, por parte do professor, de todas as demais técnicas. Desta forma, alémdas salas de aula adequadamente preparadas para a utilização de todos osinstrumentos disponíveis para o ensino, particularmente, equipamentos deinformática, o curso de Design de Moda também dispõe de Laboratório de Moda. O tamanho das turmas (aproximadamente 50 alunos) permite a realizaçãode atividades em grupo, buscando o desenvolvimento de habilidade de trabalhocoletivo e de exposição oral de problemas. Para as atividades práticas, utilizar-se-ão outros métodos de ensino, taiscomo organização de feiras, mostras, desfiles e eventos pertinentes à área,proporcionando ao aluno a oportunidade de organizar e vivenciar essa prática, alémdo estágio prático supervisionado pela IES. No estágio prático, na área de Design deModa, deverão os alunos estar integrados em instituições da área, empresas derepresentação de marcas de moda, empresas de assessoria e consultoria de moda,assessoria de imprensa para o setor de moda, com a supervisão da IES, para queos discentes aprendam a elaborar diagnósticos e procurar soluções a partir doconhecimento da realidade aplicando os conceitos fundamentais apreendidosdurante o curso.
  8. 8. 8 2.5 VAGAS ANUAIS OFERECIDAS São oferecidas 100 vagas anuais. 2.6 TURNOS DE FUNCIONAMENTO O Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda funciona nos turnosdiurnos e noturnos. 2.7 DIMENSÕES DAS TURMAS As turmas têm em torno de 50 alunos nas aulas teóricas. Nas atividadespráticas, as turmas são subdivididas, segundo a metodologia adotada no EstágioPrático, em grupos de não mais de 10 alunos, a fim de permitir um acompanhamentoefetivo pelos orientadores de estágio. 2.8 OBJETIVOS DO CURSO Para cumprir com seus propósitos o Curso Superior de Tecnologia emDesign de Moda pretende: 2.8.1 OBJETIVO GERAL Preparar profissionais qualificados para atuar em áreas de criação edesenvolvimento de produtos, gestão e coordenação em toda a cadeia de negóciosque integra o setor de Moda. A formação deste profissional é nova e polivalentedevendo atuar com segurança e responsabilidade no segmento, buscando oprofissionalismo com base em pesquisa, atualização e, especialmente, na visãoempreendedora para região Norte.2.8.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver habilidades de gestão e operacionais nas respectivas áreas de pesquisa, criação e desenvolvimento de produto, comercialização e promoção, por meio de uma visão empreendedora, especialmente para o aproveitamento de
  9. 9. 9 matéria prima da região que potencializa a identidade amazônica como fator preponderante. Incentivar o profissional a trabalhar de forma analítica e crítica em relação ao mercado no qual está inserido. Capacitar o profissional para que oriente o planejamento do mercado de moda, desenvolvendo estratégias de divulgação para o setor e produzindo eventos qualitativos. 2.9 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO E HABILIDADES Segundo este ponto de partida, o perfil profissiográfico do Curso Superiorde Tecnologia em Design de Moda, foi elaborado a partir da concepção dosobjetivos do Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas – CIESA e doCurso, tendo em vista o mercado de trabalho regional, as mudançassocioeconômicas e tecnológicas, a nova legislação que disciplina a formação derecursos humanos que contempla os cursos tecnológicos, preservando asconquistas históricas da IES, bem como o debate acerca da formação deprofissionais aptos a atender às demandas do mercado de trabalho das últimasdécadas, além de se abrir e contemplar, desde logo, as perspectivas futuras,pretendendo manter-se afinada com a construção de um conhecimento arrojado e,ao mesmo tempo, consistente, necessário à operacionalização do design de modaem sua dimensão inovadora. 2.10 PERFIL DO CURSO Pretende-se formar um profissional criador que possa atuar em toda acadeia de produção, divulgação, distribuição, comercialização na área de Moda, apartir das atividades ligadas aos acessórios têxteis, aviamentos, gerenciamento decoleções, podendo ainda atuar em prestação de serviços de consultoria de moda,pesquisa, desenvolvimento de produtos, assessoria de imprensa e mídia,conferindo-lhe desse modo um perfil adequado à realidade e às necessidades domercado.2.11 CARGA HORÁRIA DO CURSO
  10. 10. 10 O Currículo concebido para o curso contempla 1440 horas de cargahorária teórica, 160 horas de carga horária prática, acrescidas de 130 horas deestágio supervisionado, 120 horas de trabalho de conclusão, além de 60 horas deatividades complementares, o que totaliza 1910 horas de carga horária, distribuídasde acordo com o quadro da matriz curricular. 2.12 DURAÇÃO DO CURSO O Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda tem duraçãode 2 (dois) anos, que é o prazo definido pela legislação vigente, evitando-se, dessaforma, prolongar demasiadamente o prazo de permanência do estudante na IES 2.13 ESTÁGIO PRÁTICO O Estágio Prático possui um total de 130 horas de atividades, suaoperacionalização está descrita no Regulamento do Estágio Supervisionado e doRelatório Final. REGUL AMENTO DE ESTÁGIO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAISArt. 1° - O presente regulamento visa normatizar o Sistema de Estágio a que devemse submeter os alunos do Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda doCentro Universitário de Ensino Superior do Amazonas, e o Relatório Final quedevem apresentar. TÍTULO II DA LEGISLAÇÃOArt. 2° - A atividade de estágio curricular desenvolvida no Curso Superior deTecnologia em Design de Moda obedece à legislação e às normas seguintes: • A Lei n° 11.788 de 25.09.08 publicada no Diário Oficial da União em 26.09.08;
  11. 11. 11 • O presente Regulamento; • As normas Regimentais do Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas (CIESA); e • Demais normas pertinentes às atividades de estágio curricular. TÍTULO III DO ESTÁGIO CURRICULAR PROFISSIONALIZANTE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃOArt. 3° - Estágio Supervisionado (ou Estágio Curricular Profissionalizante) é operíodo de exercício pré-profissional previsto no currículo do Curso Superior deTecnologia em Design de Moda em que o estudante permanece em contato diretocom o ambiente de trabalho, desenvolvendo atividades profissionalizantes oucomunitárias, programadas ou projetadas, com duração e supervisão constantes deleis e normas.Art. 4° - O estágio supervisionado curricular deverá ser cumprido pelo aluno aolongo do último ano letivo do curso e corresponderá à carga horária total de 130(cento e trinta) horas.Art. 5º - Deverá ser observada, por parte do estagiário, a carga horária no Termo deCompromisso, documento obrigatório (Lei nº 11.788 de 25.09.08), firmado entre aCoordenação de Estágio, Entidade Concessionária e o Estagiário, quando for ocaso.Art. 6º - O estágio realizar-se-á em uma das áreas do mercado de Moda, visando aincrementar os núcleos de pesquisa e extensão do CIESA. A área será definidaantecipadamente em reunião com a Coordenação do Curso.Art. 7º - Na integralização da carga horária total (130 horas) do estágio, poderão serincluídas as horas destinadas ao planejamento e avaliação das atividades, nãosuperior a 20% da carga horária destinada ao estágio e prevista no currículo plenodo curso.
  12. 12. 12 CAPÍTULO II DAS FINALIDADESArt. 8° - O estágio tem como finalidade estabelecer um elo entre a Instituição deEnsino Superior, a Comunidade Empresarial e o aluno com a tríplice intenção de: a) Complementar a formação do estudante, dotando-o do instrumental práticoindispensável ao desempenho de sua futura atividade profissional; b) Aperfeiçoar a formação profissional de acordo com as exigências domercado de trabalho; c) Estabelecer um canal retroalimentador entre a teoria e a prática, desenvolvidas pela instituição e Comunidade Empresarial. CAPÍTULO III DA COORDENAÇÃO DE ESTÁGIOArt. 9º - A Coordenação de Estágio está subordinada administrativamente àCoordenação do Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda.Art. 10° - A Coordenação de todas as atividades de estágio será exercida por umprofessor indicado pela Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Designde Moda.Art. 11º - Compete à Coordenação de Estágio: a) Executar a política de estágios do Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas (CIESA); b) Redigir e baixar normas e instruções para os estagiários, que deverão ser submetidas à apreciação do Coordenador do Curso;
  13. 13. 13 c) Divulgar aos alunos as informações referentes ao estágio; d) Acompanhar o desenvolvimento dos estágios, mantendo para isso um cadastro que contenha todas as informações necessárias; e) Receber e avaliar os relatórios finais apresentados pelos alunos; f) Registrar os conceitos atribuídos finais de estagio dos alunos; g) Providenciar a abertura de campos de estágio supervisionado para os alunos do Curso; h) Propor mudanças neste Regulamento, quando julgá-las necessárias, à Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda; i) Apresentar semestralmente à Coordenação do Curso o Relatório Geral das atividades da Coordenação; j) Convocar reuniões extraordinárias com alunos para tratar de assuntos relacionados ao estágio; k) Enviar à Coordenação do Curso, ao final de cada ano letivo, os resultados obtidos pelos estagiários; l) Desenvolver outras atividades inerentes à área, ou que venham a ser delegadas pela Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda. CAPÍTULO IV DO ESTAGIÁRIOArt. 12º - O cumprimento do estágio curricular profissionalizante e a apresentaçãodo Relatório Final do Estágio, de acordo com as normas do CIESA e do presente
  14. 14. 14Regulamento são requisitos obrigatórios para que o aluno possa concluir seu curso.Art. 13º - O estagiário terá junto à Coordenação de Estágio os seguintes deveres: a) Preencher os requisitos necessários ao desenvolvimento do estágio, de acordo com o Art. 7º deste Regulamento; b) Cumprir as determinações constantes do convênio e termo de Compromisso; c) Empenhar-se na busca do conhecimento e do assessoramento, tendo em mente a maximização do rendimento das atividades de estágio; d) Elaborar o Relatório Final de Estágio, segundo as instruções do Coordenador de Estágio, e de acordo com os critérios estabelecidos no presente Regulamento.Art. 14º - O estagiário que desenvolver seu estágio na instituição em que trabalha,deverá fazê-lo fora de suas atividades de rotina ou dentro delas, desde que comcaráter inovativo. TÍTULO V DO RELATORIO FINAL DO ESTÁGIOArt. 15º - Ao final do cumprimento do Estágio Curricular Supervisionado, o alunodeve apresentar o seu Relatório Final do Estágio, elaborado individualmente peloaluno estagiário, com assessoria do Coordenador de Estágio, no qual constam adescrição e a análise das atividades desenvolvidas durante o período do estágio eos resultados obtidos.Art. 16º - O Relatório Final do estágio tem como finalidade demonstrar a capacidadede análise e reflexão crítica do aluno estagiário, por meio da avaliação teórica eprática de um tema específico relacionado ao setor de Moda, a partir dosreferenciais teóricos obtidos ao longo do curso e da experiência e da observação da
  15. 15. 15realidade organizacional durante o cumprimento do estagio supervisionadocurricular.Art. 17º - O Relatório Final do Estágio deverá ser apresentado em uma única via, emcapa dura nos padrões estabelecidos pela IES.Art. 18º - O aluno deve entregar o seu Relatório Final do Estágio deve serapresentado na data fixada em calendário específico, determinada pelaCoordenação de Estágio.Parágrafo Único – Compete à Coordenação do Estágio julgar os casosexcepcionais, mediante justificativa apresentada pelo estagiário.Art. 19º - O Relatório Final do Estágio deve ser avaliado e aprovado pelaCoordenação do Estágio que, posteriormente lançará no histórico do aluno aconclusão das 130 horas do estágio curricular. TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES FINAISArt. 20º - A realização do estágio supervisionado e a apresentação do RelatórioFinal do Estágio são obrigatórias para a conclusão do Curso Superior de Tecnologiaem Design de Moda.Art. 21º - Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos do acordocom a decisão da Coordenação de Estágio e do Coordenador do Curso, e os casosespeciais serão levados à Reitoria do CIESA.Art. 22º - Este regulamento entrará em vigor após aprovação pelos órgãoscompetentes. 2.14 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares previstas para a integralização docurrículo deverão ser cumpridas pelos discentes em conformidade com oRegulamento de Atividades Complementares, no qual vêm especificados todos oselementos que lhes são peculiares, contemplando aspectos de ensino e extensão,
  16. 16. 16permitindo assim, que haja uma melhor formação acadêmica, inclusive no que dizrespeito à abertura promovida no desenho curricular ora proposto. As atividades complementares constituem um dos espaços flexíveis damatriz curricular, contemplando um total de 60 horas, as quais deverão serconcluídas a partir da execução de diversas atividades. O cumprimento dasatividades será monitorado pela Coordenação do Curso. O detalhamento das atividades complementares, das respectivas cargasadmitidas, bem como da forma de validação das mesmas, como já dito, pode serencontrado no Regulamento das Atividades Complementares do CIESA. REGUL AM ENTO DE ATI VID ADES COMPLEMENTARES RESOLUÇÃO DO CEPE Regulamenta, no âmbito do Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas - CIESA, as Atividades Complementares no Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda que são integrantes do currículo. O Reitor do Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas - CIESA, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, e,Considerando que as Atividades Complementares compõem o currículo do Curso deTecnologia em Design de Moda;Considerando que as Atividades Complementares são uns dos requisitosnecessários à conclusão do mencionado curso no qual estão inclusas;Considerando a necessidade de se proceder às Atividades Complementares pormeio de regulamentação própria com vistas ao seu cumprimento;Considerando a proposta apresentada pela Pró-Reitora de Graduação, ProfessoraMaria de Fátima Miranda Rodrigues sobre o disciplinamento para integralização dasAtividades Complementares;Considerando o que decidiu o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
  17. 17. 17RESOLVE:Art.1º. As Atividades Complementares compreendem as ações educativasdesenvolvidas com o propósito de aprimorar a formação acadêmica do aluno narelação entre teoria e prática, em acréscimo às atividades curriculares, e se propõema:I – Flexibilizar o currículo, propiciando ao aluno personalizar o curso, no que serefere à parte extracurricular, permitindo o contato com as áreas de conhecimento deseu maior interesse.II– Fomentar o enriquecimento interdisciplinar da trajetória acadêmica do aluno,proporcionando uma profissionalização mais útil à sociedade amazonense.Parágrafo único. É obrigatório o cumprimento da carga horária das atividadescomplementares em conformidade à estrutura curricular do curso e nos termos desteRegulamento.Art. 2º. As Atividades Complementares, para o fim de garantir a necessáriainterdisciplinaridade e respectivos limites de horas, estão classificadas nos grupos, asaber:Atividades do Grupo 1Atividades do Grupo 2I – As atividades do Grupo 1 compõem-se de: a) Disciplinas oferecidas por outros cursos do CIESA, desde que haja vaga e compatibilidade de horário; b) Disciplinas oferecidas pelo próprio Curso, mas não previstas em seu currículo pleno; c) Cursos realizados em outras instituições em quaisquer áreas do conhecimento, inclusive alusivos à Língua Portuguesa e ou idiomas estrangeiros e atividades artísticas; d) Exercício de monitoria.II – As atividades do Grupo 2 compõem-se de: a) Cursos de atualização realizados pelo CIESA; b) Aperfeiçoamento acadêmico: participação em seminários, palestras, congressos, conferências, encontros e defesas de monografias, dissertações e teses, concursos de monografias e outros similares; c) Participação em programas de voluntariado: atuação regular em campanhas e projetos sociais, credenciados pelo Centro Universitário, aos alunos voluntários que, cadastrados pelo Centro, deverão passar por um treinamento; d) Estágios extracurriculares desde que previamente conveniados com o CIESA; e) Participação ou realização de quaisquer outras atividades que guardem correlação com o curso; f) Participação em sessões de Vídeos Temáticos;
  18. 18. 18 g) Visitas técnicas: atividades voltadas à oportunização do conhecimento de empresas ou instituições da futura área de atuação do aluno; h) Oficinas práticas: atividades relacionadas ao desenvolvimento de habilidades voltadas às diversas técnicas e procedimentos inerentes à profissão escolhida; i) Apresentação de produtos ou serviços de empresas: apresentação de produtos e/ou serviços pela empresa convidada, técnicas e tecnologias com a finalidade de manter a comunidade acadêmica atualizada; j) Vivência profissional: trabalho ou estágio na área de sua formação; k) Projetos de treinamento profissional/comunitário: observação ou realização de atividades práticas, dentro ou fora do Centro Universitário, sob orientação de professor ou profissionais, resultando na prestação de serviços comunitários.; l) Aluno voluntário: atividade especial de suporte na organização e execução das atividades complementares, dentro do horário em que cursa as disciplinas.Art. 3º. As Atividades Complementares serão coordenadas pela Coordenação doCurso.Art. 4º. Compete à Coordenação do Curso em relação às AtividadesComplementares: a) Propor o Plano de Atividades Complementares a ser desenvolvido pelo Curso; b) Coordenar a execução das Atividades Complementares, realizadas na forma desta Resolução; c) Controlar o cumprimento da carga horária, especificando a exigência de certificado de freqüência e participação, declarações, carga horária cumprida e outros; d) Analisar os documentos apresentados pelo aluno para comprovar a realização de cada atividade complementar, decidindo pela sua aceitabilidade; e) Divulgar, entre os alunos, a realização de eventos; f) Apresentar Relatório Anual das Atividades Complementares; g) Encaminhar, até 20 de dezembro de cada ano letivo, o relatório discriminando a carga horária cumprida por aluno, para efeito de integralização das Atividades Complementares.Parágrafo único. Os documentos comprobatórios das Atividades Complementaresserão arquivados junto à Secretaria Acadêmica do CIESA, ao término de cada anoletivo.Art. 5º. O Registro das Atividades Complementares pode ser feito a qualquer tempo.Art. 6º. Para o cômputo das Atividades Complementares, o aluno deverá apresentarrequerimento em formulário padrão, instruído com os originais dos respectivoscertificados, ou de outros documentos comprobatórios, contendo a descrição e o tipode atividade, o período de realização e a carga horária correspondente.
  19. 19. 19 Art. 7º. O requerimento do aluno solicitando o aproveitamento das Atividades Complementares deverá ser analisado pelo Coordenador do curso e, sendo deferidas, as horas serão creditadas no sistema acadêmico de dados. Art. 8º. O aluno deverá requerer na Secretaria Geral do CIESA a averbação do cumprimento das Atividades Complementares, quando da conclusão do total da carga horária estabelecida no currículo. Art. 9º. As Atividades Complementares deverão ser vivenciadas ao longo do curso, não sendo permitida a acumulação em série única. Art. 10º Anualmente o aluno deverá integralizar no mínimo 50% da carga horária total das atividades complementares constantes do currículo do curso. Art. 11º O Núcleo de Pesquisa e Extensão do CIESA é o Órgão responsável pela divulgação do Programa de Atividades Complementares a ser realizado pelo CIESA e por outras Instituições ou órgãos de que se tenha conhecimento. Art. 12° Em conformidade com a natureza acadêmica da atividade complementar, será feito o aproveitamento até o limite de 40% da carga horária total das Atividades Complementares do curso, por atividade. Art. 13º Ficam estabelecidas as seguintes exigências para o aproveitamento das atividades complementares: Atividade RequisitosCongressos, seminários, conferências, Certificado de participação e apresentação depalestras de que participou. relatório Atestado de participação e apresentação deAtividades assistidas relatório Certificado de participação e apresentação deCursos de extensão de que participou relatórioDisciplinas cursadas Aprovação na disciplina Atestado de participação no programa, assinado eParticipação em programas de carimbado pela pessoa responsável pelasvoluntariado informações, contendo as atividades realizadas e a carga horária. Atestado de realização do estágio e apresentaçãoRealização de estágios extracurriculares de relatórioParticipação em concursos de Monografia elaboradamonografias Certificado de participação e apresentação deOficinas práticas relatóriosApresentação de produtos ou serviços de Atestado de participação e Apresentação deempresas Relatório. Declaração em papel timbrado da Instituição, assinada e com o carimbo do responsável pelasVivência profissional informações, especificando as atividades desenvolvidas e a carga horária do trabalho. Assinado e carimbado pela pessoa responsávelProjetos de treinamento pelas informações, contendo as atividadesprofissional/comunitário realizadas e a carga horária e apresentação de
  20. 20. 20 relatórios. Atestado de participação na organização eAluno voluntário execução das Atividades Complementares e apresentação de relatórios.Atividades e monitoria Certificado de monitoria Parágrafo único. As Atividades Complementares de que trata esta Resolução, para efeito de aproveitamento, são as desenvolvidas no biênio de realização do Curso. Art. 14º Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogam-se as disposições em contrário. Dê-se ciência, publique-se e cumpra-se. 3. OFICINAS DE MODA – ATIVIDADES COMPLEMENTARES OFERECIDAS Com o intuito de desenvolver plenamente os conteúdos das disciplinas teóricas, foi elaborada uma programação de atividades complementares oferecidas na forma de oficinas de moda ao longo do ano letivo, contemplando os diversos segmentos da área, em ação interdisciplinar: OFICINA HORAS/ AULA Técnicas de Criatividade (desenvolvimento da 4 percepção, cores, formas, alternativas de materiais, criação de prancha, portfólio) Desenho de Moda (materiais e elementos básicos para 20 o desenho de moda, croquis, técnicas de colorir) Desenho de Moda no computador (técnicas para 10 desenvolvimento de croquis usando os programas Corel Draw e Photoshop). Reaproveitamento de insumos têxteis (técnicas de 4 montagem e confecção de acessórios usando tecidos, linhas, fitas, passamanarias, etc.) Criação de Bijuteria (técnicas básicas para montagem 4 de peças de bijuteria, tipos de material, os vários estilos) Ecobiju (criação e confecção de bijuterias e acessórios 4 com matéria prima encontrada no ambiente, reaproveitamento de materiais descartáveis, etc.) Maquiagem e Cabelo (visagismo, maquiagem casual e 8 de festa, penteados para desfile, maquiagem artística) Estamparia Artesanal e Acabamentos Têxteis 8 (técnicas de tie dye, estêncil, desgaste, etc.) CARGA HORÁRIA TOTAL 62 h/a
  21. 21. 21 4. ESTRUTURA CURRICULAR 4.1 DESENHO CURRICULAR A estrutura curricular foi construída para atender à proposta pedagógicado Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda e se constitui de um conjuntoarticulado de disciplinas cuja carga horária perfaz um total de 1630 horas,correspondentes a 40 créditos, distribuídos em 02 anos letivos. Deste total, 1440horas referem-se a disciplinas, 130 horas ao estágio, 60 horas às atividadescomplementares, o que aponta para uma estrutura formativa completa e que visa darconta de toda a extensão necessária ao desenvolvimento do Curso. Neste sentido, objetivou-se, para atender ao perfil profissional pretendidoe expresso neste Projeto Político Pedagógico, construir uma matriz curricular querefletisse todos os aspectos peculiares ao profissional de Design de Moda.
  22. 22. 22
  23. 23. 234.3 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EMDESIGN DE MODA MATRIZ IMPLANTADA EM 2010 – CÓD. 260 1º ANO – oferecido em 2010 CARGA HORÁRIA CRÉDITO DISCIPLINA TEÓRICA PRÁTICA Tecnologia da Confecção 72 0 2 Composição Visual 72 20 2 História da Indumentária, da Moda e do Design 144 0 4 Modelagem Plana 72 30 2 Técnicas de Representação I 144 30 4 Tecnologia Têxtil 72 0 2 Ergonomia 72 0 2 Metodologia da Pesquisa Científica 72 0 2 TOTAL 720 60 20 2º ANO – oferecido em 2011 CARGA HORÁRIA CRÉDITO Planejamento e Desenvolvimento de Coleção 144 20 4 Desenvolvimento de Negócios de Moda 72 0 2 Produção de Moda 72 30 2 Técnicas de Representação II 72 30 2 Moulage 72 0 2 Linguagem de Moda 72 0 2 Estética 72 0 2 Metodologia Projetual 72 0 2 Supervisão de Prática Profissional 72 0 2 TOTAL 720 80 20 DISCIPLINA OPTATIVA* CARGA HORÁRIA CRÉDITO *A disciplina Língua Brasileira de Sinais – Libras será ofertada como optativa dentro do Programa de TEÓRICA PRÁTICA Atividades Complementares (§ 2º, art. 3º do Decreto 5.626/2005) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS 72 0 4 TOTAL 1.440 Teórica horas Prática 160 horas Estágio Supervisionado 130 horas Trabalho de Conclusão 120 horas Atividades Complementares 60 horas 1.910 Carga Horária Total horas
  24. 24. 24 I - EMENTAS 1º ANOCOMPOSIÇÃO VISUALEstudo dos elementos da forma, percepção visual e da cor. Elementos fundamentaisda composição visual. Princípios da Gestalt. Desenvolvimento da percepção visualatravés dos Elementos e Princípios do Design. Introdução à Teoria da Cor.Bibliografia básica:LUPTON, Ellen. Novos Fundamentos de Design. São Paulo: Cosac Naify, 2008.TREPTOW, Doris. Inventando moda: planejamento de coleção. Brusque:D. Treptow, 2007.WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2010.Bibliografia complementar:ARNHEIM, Rudolf. Arte e Percepção Visual: uma psicologia da visão criadora.Thomson Pioneira, 1998.GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: Sistema de Leitura Visual da Forma. SãoPaulo: Escrituras, 2009.JONES, Sue Jenkyn. Fashion Design – Manual do Estilista. São Paulo: Cosac Naify,2005.SEIVEWRIGHT, Simon. Pesquisa e Design. Coleção Fundamentos de Design deModa. Porto Alegre: Bookman, 2009.SORGER, Richard. UDALE, Jenny. Fundamentos de Design de Moda. Porto Alegre:Bookman, 2009.TECNOLOGIA TÊXTILIntrodução à Tecnologia Têxtil. História da indústria têxtil no Brasil. Cadeia produtivatêxtil. Processos produtivos das fibras naturais e químicas. Sistemas formadores dofio: fiação convencional e rotor. Sistemas formadores de tecidos; tecelagem plana e
  25. 25. 25de malhas. Processos químicos têxteis. Tingimento, estamparia e acabamentos.Novas tecnologias para o setor têxtil. Aplicação dos materiais têxteis (tecidos eaviamentos) na moda.Bibliografia básica:CHATAIGNIER, Gilda. Fio a fio – tecidos, moda e linguagem. São Paulo: Estaçãodas Letras, 2006.REWALD, FREDDY GUSTAVO. Tecnologia dos Não tecidos. São Paulo: LCTEeditora, 2006.UDALE, Jenny. Tecidos e Moda. Coleção Fundamentos de Design de Moda. PortoAlegre: Bookman, 2009.Bibliografia complementar:CALLAN, Georgina O’Hara. Enciclopédia da Moda: de 1840 à década de 90. SãoPaulo: Companhia das Letras, 2007.CATELLANI, Regina Maria. Moda Ilustrada de A a Z. São Paulo: Manole, 2003.FISCHER, Anette. A construção do vestuário. Coleção Fundamentos de Design deModa. Porto Alegre: Bookman, 2010.NEWMAN, Alex. SHARIFF, Zakee. Dicionário Ilustrado: Moda de A-Z. 2011.SORGER, Richard. UDALE, Jenny. Fundamentos de Design de Moda. Porto Alegre:Bookman, 2009.MODELAGEM PLANAEstudo da antropometria e das medidas do corpo para o padrão industrial. Estudo dodiagrama: ampliação e redução nas técnicas de modelagem. Noções de costura.Modelagem de peças e adaptação dos modelos utilizando as técnicas de costura.Bibliografia básica:FISCHER, Anette. A construção do vestuário. Coleção Fundamentos de Design deModa.Porto Alegre: Bookman, 2010.FULCO, Paulo; SILVA, Rosa Lúcia de Almeida. Modelagem Plana Feminina. Rio deJaneiro: SENAC Nacional, 2010.LEITE, Adriana S.; VELLOSO, Marta D. Desenho Técnico de Roupa Feminina. SãoPaulo: SENAC, 2011.
  26. 26. 26Bibliografia complementar:DUARTE, Sonia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem Industrial Brasileira. Rio de janeiro:Ed. Guarda Roupa, 2010.IEZZI, Gelson; MACHADO, Antonio; DOLCE, Osvaldo. Geometria Plana – ConceitosBásicos. Volume único. São Paulo: Ed. Atual, 2008.JONES, Sue Jenkyn. Fashion Design – manual do estilista. São Paulo: Cosac Naify,2005.LAVER, James. A Roupa e a Moda: uma história concisa. São Paulo: Companhiadas Letras, 2010.LURIE, Alison. A Linguagem das Roupas. Ed. Rocco, 1997.HISTÓRIA DA INDUMENTÁRIA, DA MODA E DO DESIGNIdentificação das diferentes formas de vestir que documentam os períodos dahistória da arte, da indumentária e da moda. Relação entre um período histórico damoda e da arte e a cultura, os costumes, a economia e a política de uma sociedade.Compreensão da importância do estudo da história da indumentária, da moda e dodesign e capacidade de conceituação e reinterpretação, conforme objeto de estudo.Reflexão sobre o diálogo entre a moda e a arte ao longo dos tempos e sua evolução.Bibliografia básica:CALLAN, Georgina O’Hara. Enciclopédia da Moda: de 1840 à década de 90. SãoPaulo: Companhia das Letras, 2007.NERO, Cyro del. Com ou sem a folha da parreira – A curiosa história da moda. SãoPaulo: Anhembi Morumbi, 2007.LAVER, James. A Roupa e a Moda: uma história concisa. São Paulo: Companhiadas Letras, 2010.Bibliografia complementar:AZEVEDO, Wilton. O que é Design. São Paulo: Brasiliense, 1988.BAUDOT, François. Moda do Século. São Paulo: Cosac Naify, 2002.KÖHLER, Carl. História do Vestuário. São Paulo: Martins Fontes, 2009.LEVENTON, Melissa (org.). História Ilustrada do Vestuário: um estudo daindumentária sec XIX. São Paulo: Publifolha, 2009.
  27. 27. 27MENDES, Valerie D.; HAYE, Amy de la. A moda do século XX. São Paulo: MartinsFontes, 2009.TÉCNICAS DE REPRESENTAÇÃO IEstudo e prática dos materiais expressivos e fatores representativos do desenho.Elementos básicos do croqui. Anatomia básica. Proporções e representações daspartes do corpo humano. Representação de textura, tecidos planos, malharia, etc.Desenho Técnico.Bibliografia básica:IEZZI, Gelson; MACHADO, Antonio; DOLCE, Osvaldo. Geometria Plana – ConceitosBásicos. São Paulo: Atual, 2008.LEITE, Adriana S.; VELLOSO, Marta D. Desenho Técnico de Roupa Feminina. SãoPaulo: SENAC, 2011.MORRIS, Bethan. Fashion Illustrator – manual do ilustrador de Moda. São Paulo:Cosac Naify, 2007.Bibliografia complementar:CATELLANI, Regina Maria. Moda Ilustrada de A a Z. São Paulo: Manole, 2003.EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. Rio de Janeiro:Ediouro, 2001.JONES, Sue Jenkyn. Fashion Design – Manual do Estilista. São Paulo: Cosac Naify,2005.LAVER, James. A Roupa e a Moda. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.SORGER, Richard. UDALE, Jenny. Fundamentos de Design de Moda. Porto Alegre:Bookman, 2009.TECNOLOGIA DA CONFECÇÃOEstudo dos processos de fabricação de produtos têxteis, tipos de moldes, enfesto,riscos, encaixe, corte e costura. Dimensionamento, tipos e funções de máquinas eequipamentos utilizados nos processos produtivos da confecção. Planejamento derisco e corte. Tipos de pontos e costuras. Estudo de tempo e desperdício. Controlede qualidade.
  28. 28. 28BIBLIOGRAFIA BÁSICADUARTE, Sonia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem Industrial Brasileira. Rio de janeiro:Ed. Guarda Roupa, 2010.FISCHER, Anette. A construção do vestuário. Coleção Fundamentos de Design deModa. Porto Alegre: Bookman, 2010.TREPTOW, Doris. Inventando moda: planejamento de coleção. Brusque: Editora 3,2007.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTARFULCO, Paulo; SILVA, Rosa Lúcia de Almeida. Modelagem Plana Feminina. Rio deJaneiro, 2003.JONES, Sue Jenkyn. Fashion Design – manual do estilista. São Paulo: Cosac Naify,2005.IEZZI, Gelson; MACHADO, Antonio; DOLCE, Osvaldo. Geometria Plana – ConceitosBásicos. São Paulo: Atual, 2008.LEITE, Adriana S.; VELLOSO, Marta D. Desenho Técnico de Roupa Feminina. SãoPaulo: SENAC, 2011.UDALE, Jenny. Fundamentos de Design de Moda: Tecidos e Moda. Porto Alegre:Bookman, 2009.ERGONOMIAConceituação de Ergonomia. Características e aplicação da Ergonomia em projetosde Design de Moda. Sistema Homem-Tarefa-Máquina. Antropometria. Ambiente eorganização do trabalho. Usabilidade. Ergonomia informacional e emoção.BIBLIOGRAFIA BÁSICAGOMES FILHO, João. Ergonomia do Objeto. São Paulo: Escrituras, 2010.IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.KALIL, Glória. Chic – um guia básico de moda e estilo. São Paulo: SENAC, 2007.BIBLIOGRAFIA COMLPEMENTARAGUIAR, Titta. Personal Stylist: guia para consultores de imagem. São Paulo:SENAC, 2003.
  29. 29. 29DUL, Jan; WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia Prática. São Paulo: EdgardBlücher, 2004.KROEMER, K.H.E. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. PortoAlegre: Bookman, 2005.LAVILLE, Antoine. Ergonomia. São Paulo: Ed. Pedagógica e Universitária, 1977.UDALE, Jenny. Tecidos e Moda. Coleção Fundamentos de Design de Moda PortoAlegre: Bookman, 2009.METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICADesenvolvimento de Projeto de Pesquisa Científica. Planejamento do processo eIntrodução ao Desenvolvimento de Projetos de Design; Metodologia Projetual.Bibliografia básica:GIL, Antonio Carlos. Como elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do TrabalhoCientífico. São Paulo: Atlas, 2011.SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:Cortez, 2007.Bibliografia complementar:BOMFIM, Gustavo Amarante. Metodologia para Desenvolvimento de Projeto.Campina Grande: UFP, 1984.FRANCO, Jeferson Cardoso, FRANCO, Ana. Como elaborar trabalhos acadêmicosnos padrões da ABNT aprimorando recursos de informática. Rio de Janeiro: EditoraCiência Moderna LTDA, 2006.LOPES, Maria Immacolada Vassalo. Epistemologia da comunicação. São Paulo,Loyola, 2003OLIVEIRA NETTO, Alvim Antonio de. Metodologia de Pesquisa Científica: Guiaprático para apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visualbooks,2005.TEIXEIRA, Elisabeth. As três metodologias acadêmicas, da ciência e da pesquisa.Petrópolis Rio de Janeiro: Vozes, 2011.
  30. 30. 30 2º ANOPLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÃOO processo de desenvolvimento de coleções ou produtos do vestuário objetivando omercado da moda, propondo a investigação de temas sobre diversas áreas deconhecimento, cuja produção de idéias será apresentada no processo de criação pormeio de pesquisas de arte, design, moda e materiais têxteis. Calendário de eventosde moda nacional e internacional. Estudo da cartela de cores e de aviamentos.Dimensão das coleções: protótipos e modelagens. Pesquisa de tendências, demateriais e de mercado. Desenvolvimento e representação de coleção.Bibliografia básica:FISCHER, Anette. A construção do vestuário. Porto Alegre: Bookman, 2010.RENFREW, Colin; RENFREW, Elinor. Desenvolvendo uma coleção. ColeçãoFundamentos de design de moda. Porto Alegre: Bookman, 2011.TREPTOW, Doris. Inventando moda: planejamento de coleção. Brusque: Editora 3,2007.Bibliografia complementar:CATELLANI, Regina Maria. Moda Ilustrada de A a Z. São Paulo: Manole, 2003.FEGHALI, Marta Kasznar: DWYER, Daniela. As engrenagens da Moda. Rio deJaneiro: SENAC, 2001.JONES, Sue Jenkyn. Fashion Design – Manual do estilista. São Paulo: Cosac Naify,2005.LEVENTON, Melissa (org.). História Ilustrada do Vestuário: um estudo daindumentária do sec. XIX. São Paulo: Publifolha, 2009.SORGER, Richard. UDALE, Jenny. Fundamentos de Design de Moda. Porto Alegre:Bookman, 2009.
  31. 31. 31DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS DE MODAApresentação de negócio de moda, histórico e definição. Empreendedorismo.Desenvolvimento de Plano de Negócios. Plano de Marketing Estratégico e Branding.Plano financeiro. Projeção de planos de vendas.Bibliografia básica:COBRA, Marcos. Marketing e Moda. São Paulo: SENAC, 2007SANT’ANA, Maria Rubia. Moda e Produto. Florianópolis, SP: UDESC: Estação dasLetras, 2010.STRUNK, Gilberto. Viver de Design. Rio de Janeiro: 2AB, 2010.Bibliografia complementar:CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo, dando asas ao espíritoempreendedor. São Paulo: Saraiva, 2008.DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias emnegócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001.FEGHALI, Marta Kasznar: DWYER, Daniela. As engrenagens da Moda. Rio deJaneiro: SENAC, 2001.PAVANI, Cláudia. Plano de Negócios: planejando o sucesso de seuempreendimento. Rio de Janeiro: Lexikon, 2000.SANT’ANNA, Maria Rubia. Moda em Santa Catarina: Historia, criticas eperspectivas. SP: Estação das Letras, 2009.PRODUÇÃO DE MODAIntrodução à Produção de Moda. Desenvolvimento de editoriais de moda, produçõespara desfile, fotos, catálogos, comerciais de TV. Planejamento e produção deeventos de moda. Criação, execução e produção de figurinos de época econtemporâneos. Montagem de cenas, vitrines e organização de materiais,equipamentos e serviços para produção de moda.Bibliografia básica:AGUIAR, Titta. Personal Stylist: guia para consultores de imagem. São Paulo:SENAC, 2003.
  32. 32. 32DEMETRESCO, Sylvia. Vitrina – Construção de Encenações. São Paulo: Ed.SENAC São Paulo, 2007.FEGHALI, Marta Kasznar: DWYER, Daniela. As engrenagens da Moda. Rio deJaneiro: SENAC, 2001.Bibliografia complementar:FISCHER, Anette. A construção do vestuário. Porto Alegre: Bookman, 2010.JONES, Sue J. Fashion Design – Manual do Estilista. São Paulo: Cosac Naif, 2005.SANT’ANNA, Maria Rubia. Moda e Produto. Florianópolis, SP: UDESC: Estação dasLetras, 2010.PERIÓDICOS: Vogue, Manequim, Fashion Theory e Catarina.MOULAGEHistória. Uso e aplicações da técnica na criação de peças de roupas femininas.Introdução às técnicas e adaptação à modelagem plana utilizada na indústria.Bibliografia básica:FULCO, Paulo; SILVA, Rosa Lúcia de Almeida. Modelagem Plana Feminina. Rio deJaneiro: SENAC Nacional, 2010.LEITE, Adriana S.; VELLOSO, Marta D. Desenho Técnico de Roupa Feminina. SãoPaulo: SENAC, 2011.LAVER, James. A Roupa e a Moda. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.Bibliografia complementar:DUARTE, Sonia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem Industrial Brasileira. Rio de janeiro:Ed. Guarda Roupa, 2010.FISCHER, Anette. A construção do vestuário. Porto Alegre: Bookman, 2010.JONES, Sue Jenkyn. Fashion Design – manual do estilista. São Paulo: Cosac Naify,2005.LURIE, Alison. A linguagem das roupas. São Paulo: Rocco, 1997.SORGER, Richard; UDALE, Jenny. Fundamentos de Design de Moda. Bookman,2009.
  33. 33. 33ESTÉTICAConceitos de Arte e Estética. Origens e bases teóricas. Estética: história, cultura,moda e a sociedade de consumo. Movimentos estéticos.Bibliografia básica:AGUIAR, Titta. Personal Stylist: guia para consultores de imagem. São Paulo:SENAC, 2003.CHALITA, Gabriel Benedito Isaac. Os dez mandamentos da ética. Rio de Janeiro:Nova fronteira, 2001.HALLAWELL, Philip. Visagismo, Harmonia e estética. São Paulo: Senac São Paulo,2008.Bibliografia complementar:ARNHEIM, Rudolph. Arte e Percepção Visual: uma psicologia da visão criadora. SãoPaulo: Pioneira/EDUSP 1998.CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. Ed. Ática, 1998.DUARTE JR., João Francisco. O que é Beleza. São Paulo: Brasiliense, 2003.MENDES, Valerie D.; HAYE, Amy de la. A moda do século XX. São Paulo: MartinsFontes, 2009.VITA, Ana Carlota Regis. Historia da maquiagem, do cosmético e do penteado. SãoPaulo: Anhembi Morumbi, 2009.LINGUAGEM DE MODAIniciação aos termos técnicos de moda e conhecimentos de forma e estrutura paradesenvolvimento do texto jornalístico para publicações, cobertura de eventos erelease de moda. Conceituação de linguagem verbal, não verbal e decodificação deinformações de produtos de moda. Temas especiais. Movimentos contemporâneos.Bibliografia BásicaKALIL, Glória. Chic – um guia básico de moda e estilo. São Paulo: SENAC, 2007.OLIVEIRA, Sandra Ramalho e. Moda também é texto. São Paulo: Rosari, 2009.
  34. 34. 34PIRES, Dorotéia Baduy. Design de Moda: olhares diversos. São Paulo: Estação dasLetras e das Cores, 2010.Bibliografia CompletarCALLAN, Georgina O’Hara. Enciclopédia da Moda: de 1840 à década de 90. SãoPaulo: Companhia das Letras, 2007.LAVER, James. A Roupa e a Moda: uma história concisa. São Paulo: Companhiadas Letras, 2010.LURIE, Alison. A Linguagem das Roupas. Ed. Rocco, 1997.NEWMAN, Alex. SHARIFF, Zakee. Dicionário Ilustrado: Moda de A-Z. São Paulo:Publifolha, 2011.SANT’ANNA, Maria Rubia. Moda e Produto. Florianópolis, SP: UDESC: Estação dasLetras, 2010.METODOLOGIA PROJETUALConceituação da metodologia projetual aplicada à moda, à pesquisa, às tendências,às manifestações artísticas e culturais e ao processo criativo. Introdução ao designde superfície.Bibliografia BásicaSEIVEWRIGHT, Simon. Fundamentos de Design de Moda: pesquisa e design. PortoAlegre: Bookman, 2009.LOBACH, Bernd. Design industrial: base para configuração de produtos industriais.Blucher: São Paulo, 2001.TREPTOW, Dóris. Inventando Moda: planejamento de coleção. Brusque: Editora 3,2007.Bibliografia ComplementarGOMES FILHO, Joao. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual. São Paulo:Escritura editora, 2009..JONES, Sue J. Fashion Design – Manual do Estilista. São Paulo: Cosac Naif, 2005.
  35. 35. 35RIGUEIRAL, Carlota. Design e Moda: como agregar valor e diferenciar sua confecção.São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT, 2002.SORGER, Richard; UDALE, Jenny. Tecidos e Moda. Coleção Fundamentos de Designde Moda. Porto Alegre: Bookman, 2009.TÉCNICAS DE REPRESENTAÇÃO IIA evolução do desenho de moda. O corpo como espaço do objeto projetual.Aplicação da linguagem visual na composição dos produtos. Técnicas de utilizaçãodas ferramentas de softwares específicos na execução de desenho e ilustração demoda.Bibliografia BásicaLAVER, James. A Roupa e a Moda: uma história concisa. São Paulo: Companhiadas Letras, 2010.LEVENTON, Melissa (org.) História Ilustrada do Vestuário: um estudo daindumentária do sec. XIX. São Paulo: Publifolha, 2009.MORRIS, Bethan. Fashion Illustrator – manual do ilustrador de moda. SP: CosacNaify, 2007.Bibliografia ComplementarCATELLANI, Regina Maria. Moda Ilustrada de A a Z. São Paulo: Manole, 2003.FISCHER, Anette. A construção do vestuário. Porto Alegre: Bookman, 2010.GUIMARÂES, Luciano. A Cor como Informação: A Construção Biofísica, Linguísticae Cultural da Simbologia das Cores. São Paulo. Ed. Annablume, 2000.LEITE, Adriana S.; VELLOSO, Marta D. Desenho Técnico de Roupa Feminina. SãoPaulo: SENAC, 2011.SORGINELLI, Paulo. MALFITANO, Alberto. GIAMPAOLO, Proni. Estudar a moda,corpo, vestuário, estratégias. São Paulo: SENAC, 2008.SUPERVISÃO DE PRÁTICA PROFISSIONALReunião de conteúdos acadêmicos e práticos desenvolvidos ao longo do curso demoda, visando desenvolver em um único projeto de design do vestuário, pesquisa,redação, material ilustrativo e desenvolvimento de produto em aulas relacionadas àsetapas de pesquisa e ao planejamento de um produto na área de moda.
  36. 36. 36Bibliografia básica:ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico:elaboração de trabalhos de graduação. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003.FRANCO, Jeferson Cardoso, FRANCO, Ana. Como elaborar trabalhos acadêmicosnos padrões da ABNT aprimorando recursos de informática. Rio de Janeiro: EditoraCiência Moderna LTDA, 2006.SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:Cortez, 2007.Bibliografia complementar:GRESSLER, Lori Alice. Introdução à pesquisa: projetos e relatórios. São Paulo:Loyola, 2003.LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica.São Paulo: Atlas, 2002.MINAYO, Maria Cecília de Souza (ORG.) Pesquisa social: teoria, método ecriatividade. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.OLIVEIRA NETTO, Alvim Antonio de. Metodologia de Pesquisa Científica: Guiaprático para apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visualbooks,2005.TEIXEIRA, Elisabeth. As três metodologias acadêmicas, da ciência e da pesquisa.Rio de Janeiro: Vozes, 2011. 4.3 BIBLIOTECA Para dar suporte a essas atividades – de ensino, pesquisa e extensão; emgraduação e pós-graduação - o curso possui uma biblioteca instalada em áreaprópria, onde os corpos docentes e discentes dispõem de espaços para estudo,pesquisa e desenvolvimento de atividades em grupo ou individualmente, com oapoio de bibliotecárias especializadas para fornecer o suporte necessário àspesquisas desenvolvidas. O acervo da biblioteca, totalmente informatizado, permite o acesso dosusuários aos seus bancos de dados através de terminais de computadorespecialmente destinados, viabilizando, assim, a consulta de maneira ágil e
  37. 37. 37confiável, além de permitir a busca de informações acerca das áreas que sãocobertas pelo conjunto de materiais que o compõem. Quanto ao conteúdo, a Biblioteca do CIESA, pela oferta de cursos emnível superior e pós-graduação, conta com um conjunto de títulos, em livros,revistas, vídeo e material informatizado, suficiente para dar conta tanto do universoda produção acadêmica, bem como do volume de demanda que enfrenta, inclusiveatravés da oferta de serviços a alunos de outras IES que vêm ao CIESA na busca deinformações. O catálogo bibliográfico da biblioteca do CIESA disponibiliza obrasatualizadas, clássicas e de referência histórica, além de um bom número deassinaturas de periódicos de diversas áreas, bem como títulos em CD e material devídeo. A manutenção e atualização do acervo são feitas a partir da demanda dosprofessores e alunos, havendo a alocação de recursos permanentemente por parteda direção da IES para fazer frente a constante renovação da gestão administrativa. Toda a regulação pertinente à Biblioteca encontra-se consolidada emregulamentação própria, permitindo ao usuário, bem como a IES, pautar suascondutas em conformidade com o Regulamento, da mesma forma que torna públicoos compromissos da instituição no que diz com este aspecto do processo de ensino-aprendizagem. Com o crescimento da IES houve expansão física para biblioteca diantedo seu crescimento quantitativo e qualitativo, tendo sido construído um novo espaçopara abrigar o acervo e demais instalações e serviços. 4.4 LABORATÓRIO DE MODA O laboratório de moda foi criado com o intuito de trazer para a prática, oconteúdo teórico interdisciplinar. Neste universo, o aluno começa a tomarconhecimento do fascinante mundo de cores, formas, estilos, épocas epossibilidades, pois a sintonia com o processo criativo é fundamental para alcançar oobjetivo comum: aprender a aplicar os conceitos e as técnicas às produções demoda.
  38. 38. 38 O laboratório de moda do CIESA foi projetado para comportar máquinas e mobiliário apropriados ao desenvolvimento das atividades de concepção e construção de produtos voltados para o design de moda. O layout do laboratório está em conformidade para facilitar o processo ensino aprendizagem, onde os discentes têm ampla visibilidade em relação às demonstrações práticas do docente. Existem quantidades adequadas de mobiliário, máquinas de costura e acessórios para suprirem as necessidades das aulas, assim como capacitar o aluno à manipulação correta destes, como as “bonecas” próprias ao aprendizado da técnica de moulage e bancadas apropriadas para desenho, corte e modelagem. 4.5 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA O CIESA, com sua política de desenvolvimento de um ensino dequalidade não poderia deixar de oferecer aos seus alunos e professores, aferramenta de trabalho própria aos tempos modernos. Assim, a IES investiu einveste permanentemente na montagem de laboratórios de informática onde acomunidade acadêmica tem disponíveis as ferramentas atuais que lhe tornemacessíveis os instrumentos de pesquisa virtual, bem como mecanismos de trabalhoque potencializem as possibilidades profissionais. Dessa forma, o CIESA, pretende ao mesmo tempo em que se conecta evincula seus corpos docentes e discentes aos modernos apoios informatizados,permitir que os serviços que presta à comunidade – seja através de práticas deensino, seja por meio de atividades de extensão – tenham a melhor qualidade, tantono sentido da presteza de sua prestação, quanto na qualidade dos meios eresultados. 4.6 CORPO DOCENTE O Corpo Docente do CIESA é composto por profissionais do ensinocomprometidos com a concretização do presente projeto pedagógico.
  39. 39. 39 O CIESA vem obtendo êxito no seu corpo docente, pelo reconhecimentoque alcançou ao longo do tempo, bem como vem mantendo práticas de fomento àformação acadêmica de seus quadros através de políticas próprias de capacitaçãodocente, seja por intermédio da realização de eventos em sua sede, seja pelofinanciamento e incentivo à participação em eventos científicos levados a efeito noPaís ou no exterior. Por outro lado, o CIESA mantém uma política de qualificaçãodocente destinada à titulação de seu corpo de professores, permitindo, assim, queestes possam conquistar graus acadêmicos mais altos e desenvolver uma melhorqualidade de ensino. Particularmente para o Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda,o CIESA envidou esforços para contar em seus quadros com os melhoresprofessores pertencentes ao Corpo docente da IES, além de promover umaconstante troca de experiências com docentes vindos de outras IES. CORPO DOCENTE DO CURSO DESIGN DE MODA ÁREA DE QUALIFICAÇÃO NOME GRADUAÇÃO TITULAÇÃO CONCENTRAÇÃO PROFISSIONALCláudia Simone Especialista Design de Marketing eMagalhães (em Produção de Moda Moda NegóciosTeixeira andamento) Consultoria emDenise Baraúna Criação e Gestão em Moda e GestãoGarcia de Especialista Planejamento de Moda de ProjetosVasconcelos Coleção Culturais Design,Eriana Rebouças Ergonomia e Design Especialista Comunicação eCalderaro Comunicação MultimídiaCláudio da Silva Economia Supervisão de Práticas EspecialistaFonseca Administração Prática Profissional EmpresariaisLúcia Helena Consultoria em Administração Especialista Gestão de ServiçosLeão Moda e BelezaMaria Celeste Especialista Design de Tecnologia daSaraiva de (em Modelagem Moda ConfecçãoSouza andamento)Emone Desenho deMagalhães Design Especialista Design e Mercado ModaPereira Peccini
  40. 40. 404.7 DISCIPLINAS E PROFESSORES DISCIPLINAS PROFESSORES Metodologia da Pesquisa Científica Cláudio da Silva Fonseca Ergonomia Eriana Calderaro Pontes Composição Visual Eriana Calderaro Pontes História da Indumentária, da Moda Denise Baraúna Garcia de e do Design Vasconcelos Cláudia Teixeira/ Denise Tecnologia Têxtil Vasconcelos Modelagem Plana Maria Celeste Souza Moulage Maria Celeste Souza Técnicas de Representação I Emone Peccini Planejamento e Desenvolvimento Denise Baraúna Garcia de de Coleção Vasconcelos Técnicas de Representação II Emone Peccini Denise Baraúna Garcia de Linguagem de Moda Vasconcelos Tecnologia da Confecção Cláudia Teixeira/Celeste Souza Produção de Moda Cláudia Teixeira Desenvolvimento de Negócios de Eriana Calderaro Pontes Moda Denise Vasconcelos/Cláudio Supervisão de Prática Profissional Fonseca Estética Lúcia Helena Leão Metodologia Projetual Eriana Rebouças Calderaro4.8. COORDENAÇÃO TÉCNICA DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EMDESIGN DE MODA Buscando dar respaldo à proposta de criação do CursoSuperior de Tecnologia em Design de Moda e cumprindo o compromisso de oferecer
  41. 41. 41educação com qualidade, o CIESA criou uma Coordenação de Curso subordinadaadministrativamente à Reitoria, com as seguintes atribuições: a) Coordenar o suporte técnico do curso, bem como a equipe de professores. b) Auxiliar para que os recursos didáticos sejam usados da melhor forma pelos professores e garantir o bom funcionamento do curso, principalmente em momentos de atividades complementares em todas as turmas. c) Elaborar a grade curricular e organizar o quadro sinóptico do curso, juntamente com a Reitoria e Pró Reitoria de Graduação. d) Acompanhar o desenvolvimento das atividades do curso, bem como o desempenho dos professores no desenvolvimento dos conteúdos programáticos e a qualidade da relação professor – aluno. e) Reunir-se, periodicamente, com a Reitoria e com os Professores responsáveis pelas disciplinas do curso para discutir a filosofia, os objetivos e a articulação entre as disciplinas que integram o curso, bem como os recursos disponibilizados para a aprendizagem. f) Auxiliar na definição das dinâmicas de trabalho e atividades do curso, como também na seleção dos professores que atuarão nessas dinâmicas e atividades. g) Atender às solicitações da Reitoria quanto ao fornecimento de informações referentes ao curso e aos professores, sempre que solicitado. h) Prover as informações necessárias à Reitoria, quanto a informações sobre o curso, quadro sinóptico, indicação de professores, cadastro de produtos, necessidades de materiais e equipamentos, etc. i) Fazer cumprir os procedimentos acadêmicos estabelecidos pela legislação em vigor. 4.9 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ACADÊMICO, INSTITUCIONAL EACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS Os instrumentos de avaliação são indispensáveis não apenas para averificação da aprendizagem, como também para permitir que a IES verifique oatingimento de seus objetivos e propostas, assim como constitua um feedback
  42. 42. 42relativamente ao grau de satisfação de seus membros e da comunidade em geral,que permitam o constante aprimoramento das prestações a que se destinam as IES. Para tanto o CIESA vem, ao longo de sua existência, promovendo odesenvolvimento de práticas de avaliação acadêmica e institucional, as quaiscontribuem para o aprimoramento institucional, inclusive no que tange aos própriosmeios e métodos de avaliação, aos seus resultados e, ainda, aos anseios de suacomunidade acadêmica. Assim, no que diz respeito ao desempenho acadêmico a IES incentiva odesenvolvimento de metodologias de avaliação que permitam ao professor e aosistema de ensino promover um efetivo reconhecimento das reais condições deconhecimento obtidas pelo aluno, utilizando-se para tanto de diversos instrumentosdidáticos, sejam eles verificações escritas ou orais, trabalhos individuais ou emgrupo, atividades em sala de aula, pesquisas bibliográficas, debates acadêmicos,entre outros. Por outro lado, os níveis exigidos para aprovação, bem como as regrasque orientam as verificações de conhecimento, prazos e valores estão dispostos emregulamentação geral da IES, de conhecimento prévio por parte de todos osenvolvidos na relação de ensino. No que diz respeito ao desempenho institucional, a IES tem aplicadoinstrumentos que lhe permitam reconhecer a qualidade de suas práticas e daatuação de seu corpo docente, inclusive para a revisão de seus projetospedagógicos, como no presente caso, quando a comunidade acadêmica foi,antecipadamente, consultada acerca de seus interesses, sendo os resultados de talpesquisa balizadores para a construção do presente perfil profissional pretendido edos meios para atingi-lo. A avaliação do desempenho objetiva a assegurar a boa qualidade dosserviços da IES e a excelência no atendimento das necessidades e das legítimasexpectativas de seus diversos públicos. Desse modo o CIESA desde 1996 vemaplicando a avaliação e aperfeiçoando-a. A partir de 2000, passou a realizá-la emparceria com uma idônea empresa de informática contratada para tal fim. Oprocesso então vem se aperfeiçoando e se adaptando aos novos desafios impostospela realidade educacional e pela legislação que regula as instituições de ensinosuperior.
  43. 43. 43 Faz parte desta sistemática de avaliação institucional, da mesma forma, apesquisa constante acerca dos resultados obtidos, sobretudo por meio doacompanhamento dos seus egressos, buscando perceber não apenas os lugarese práticas que vêm ocupando e desenvolvendo, bem como as potencialidadesdesenvolvidas e as dificuldades sentidas, o que permite traçar políticas estratégicasde aprimoramento institucional, por um lado e, por outro, desenvolver programas deatividades em extensão e pós-graduação para oferecer ao seu público. Assim são partes integrantes do presente Projeto Pedagógico de Curso,as normas que regulam os mecanismos de avaliação acadêmica e institucional, bemcomo aquelas que dizem respeito ao acompanhamento de egressos. 4.10 ASSESSORIA PEDAGÓGICA A Assessoria Pedagógica é um setor de apoio técnico-didático que buscacontribuir com os corpos docente e discente em suas práticas formativas,promovendo a construção de um processo de aprendizagem que promova odespertar do alunado, levando-o a aprender através da pesquisa e de práticasparticipativas de ensino. Procura ainda, atende às necessidades dos discentes no que diz respeitoao ensino, buscando sanar problemas detectados quanto ao desempenho e atuaçãodo corpo docente, procurando, através de uma ação didática, desenvolver equalificar os processos e práticas de ensino, favorecendo novas propostas deensino-aprendizagem de modo a proporcionar ao professor mecanismos quedespertem o interesse do aluno em aprender. Com isso se pretende, dinamizar asaulas, estimulando uma aprendizagem satisfatória através de novos métodos etécnicas pedagógicas empregadas em sala de aula de modo a incentivar a união deações mais eficientes por parte do professor. Da mesma forma, a Assessoria Pedagógica tem por tarefa auxiliar no tratodas relações entre professores e alunos, subsidiando o professor com técnicas eprocedimentos didáticos que favoreçam o andamento do processo ensino-aprendizagem e preencham as lacunas existentes na formação pedagógica dodocente, bem como possibilitem um convívio harmônico no espaço acadêmico.
  44. 44. 44 4.11 CENTRO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO - CAPPS O CIESA, consciente das dificuldades muitas vezes encontradas pelosestudantes, vem desenvolvendo estratégias que busquem atender não apenas aconcretização de seus objetivos primários ligados à promoção de um ensino dequalidade, como também promover o desenvolvimento integral e saudável – tomadaesta expressão em sua perspectiva holística - de sua comunidade acadêmica. Para tanto, o CIESA mantém na sua estrutura organizacional, um Centrode Apoio Psicopedagógico aos discentes, objetivando contribuir para o seu bomdesempenho escolar, mediante ações de orientação e apoio nas suas dificuldadesde aprendizagem, proporcionando orientação psicológica, acadêmica e profissional,além de serviços de aconselhamento pessoal e emocional. Tal Centro conta com espaço físico especialmente destinado, bem comocom profissionais habilitados a promover estas funções, promovendo o atendimentoindividual dos alunos ou atividades de grupo de caráter psicoterapêutico. 4.12 CENTRO DE APOIO PEDAGÓGICO AO DISCENTE O CIESA não descura do atendimento aos discentes quanto àsdificuldades encontradas no processo ensino-aprendizagem. São vários osindicadores que afetam a aprendizagem (apatia, desmotivação, falta de hábito deestudo, leitura e outros). Toda aprendizagem, para que realmente aconteça, precisa sersignificativa para o aprendizado, precisa envolvê-lo como pessoa, como um todo(idéias, sentimentos, cultura), que formule problemas que participem comresponsabilidade do processo de aprendizagem. Sendo a aprendizagem uma mudança de comportamento, o discente temno CIESA, Apoio Pedagógico visando à motivação necessária para desenvolver asáreas dos conhecimentos, habilidade e atitude, tornando-o capaz de conquistar suaautonomia intelectual. O atendimento ao discente, sujeito de sua aprendizagem, parte datendência pedagógica construtiva que preconiza uma educação libertadora e deconstrução do saber, resultando na necessidade de se repensar a intervençãopedagógico-didática na prática educacional.
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