Adilo ApresentaçãO.Ppt Blog

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Adilo ApresentaçãO.Ppt Blog

  1. 1. Escola Superior de Educação - IPP <ul><li>Educação Social </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>ADILO – Protocolo RSI </li></ul><ul><li>2007/2008 </li></ul>
  2. 2. <ul><li>A instituição, na qual labora a educadora social que vamos abordar no decorrer deste trabalho, designadamente ADILO (Agencia de desenvolvimento Integrado de Lordelo do Ouro) tem concebido e implementado vários projectos de desenvolvimento comunitário, de apoio social e de formação profissional. É um desses projectos, nomeadamente, o Protocolo Rendimento Social de Inserção (RSI) no qual a educadora social entrevistada está a desenvolver a sua actividade profissional actualmente. </li></ul>
  3. 3. ADILO <ul><li>A ADILO é uma instituição privada sem fins lucrativos, criada em 22 de Abril de 1995, sendo constituída pela Junta de Freguesia de Lordelo do Ouro, Centro Social da Paróquia Nossa Senhora da Ajuda, Fábrica da Igreja de S. Martinho Lordelo do Ouro e Obras de S. Vicente Paulo. É assim uma das primeiras Associações de base interinstitucional da cidade do Porto que surge da necessidade de implementar uma parceria activa entre instituições que intervêm no mesmo território. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Actualmente tem alguns projectos em desenvolvimento nomeadamente o que concerne ao nosso trabalho: Protocolo RSI. No âmbito desta medida (RSI), foi celebrado um protocolo de colaboração entre a ADILO e o Centro distrital da Segurança Social do Porto para acompanhamento de 60 famílias abrangidas por esta medida. </li></ul>
  5. 5. Protocolo R.S.I . <ul><li>Tendo em conta o funcionamento do protocolo celebrado, de 1 de Junho de 2005 a 23 de Julho de 2007, entre a ADILO e o CDSSP e dada a necessidade da continuidade do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido e, considerando o elevado número de processos de RSI na freguesia de Lordelo do Ouro (1134) e a multiplicidade de problemas que afectam as famílias, esta instituição propõe-se, no âmbito de um novo protocolo celebrado entre as já referidas entidades, com inicio a 1 de Agosto de 2007, ao acompanhamento de 240 famílias. Destas, 200 são da Freguesia de Lordelo do Ouro e 40 da Freguesia de Aldoar. </li></ul>
  6. 6. Objectivo <ul><li>Um acompanhamento mais estreito integrado e concertado de novas famílias afectadas por uma multiplicidade de vulnerabilidades entre as quais: </li></ul><ul><li>problemas económicos; </li></ul><ul><li>baixas habilitações escolares e de formação profissional; </li></ul><ul><li>desemprego e emprego precário; </li></ul><ul><li>elevadas taxas de abandono e absentismo escolar por parte de crianças e jovens; </li></ul><ul><li>problemas de habitação; </li></ul><ul><li>problemas pessoais e familiares; </li></ul><ul><li>problemas de saúde; </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Para a identificação e selecção das famílias foram tidos em conta três critérios: </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>      Processos com requerentes menores; </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>      Processos com mães adolescentes; </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Processos com menores em situação de risco. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  8. 8. Trabalho multidisciplinar <ul><li>Para este número de famílias contrataram-se quatro técnicos superiores a tempo inteiro, um assistente social, dois psicólogos, um educador social e quatro Ajudantes de Acção Directa, seleccionados de acordo com o perfil definido e pretendido. Cada um dos técnicos superiores fica, directamente, responsável pela gestão e acompanhamento do trabalho de um Ajudante de Acção Directa. </li></ul>
  9. 9. Funcionamento e organização da equipa <ul><li>A equipa, formada por 8 técnicos, organizar-se da seguinte forma, tendo em conta as funções de cada um deles: cada técnico superior fica responsável pelo estudo e elaboração dos processos familiares do qual é gestor. A esse nível, tem que elaborar diagnósticos, realizar entrevistas, efectuar visitas às famílias, bem como negociar, definir, acompanhar e avaliar os Programas de Inserção, com o envolvimento e cooperação de parceiros, nomeadamente, os representados no NLI (núcleos locais de inserção). </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Bairros de intervenção da ADILO </li></ul>
  11. 11. Bairro do Aleixo
  12. 12. Bairro da Pasteleira
  13. 13. Entidades com as quais se procura estreitar a articulação: <ul><li>CATs, o CRAN, a CPCJ Porto Ocidental, a Equipa Multidisciplinar de Assessoria aos Tribunais da Segurança Social e o Projecto de Apoio à Família e à Criança, uma vez que são aquelas com as quais mantêm mais contactos e têm mais utentes em comum. Para apoiar no trabalho com os grupos procurar-se-á fomentar outras parcerias. </li></ul>
  14. 14. Entrevista á educadora social
  15. 15. Educadora Social <ul><li>Dra. Maria João Lemos </li></ul><ul><li>28 anos </li></ul><ul><li>Licenciada em Educação Social na Universidade Portucalense (2004) </li></ul><ul><li>Iniciou a sua actividade na ADILO em 2005 </li></ul>
  16. 16. Integração <ul><li>Afirma que desde sempre teve uma boa integração não só na instituição como com todos os outros profissionais que lá trabalham, talvez por ser uma equipa constituída por jovens na sua maioria, não existindo rivalidade. Em relação à população (utentes) considera-a bastante receptiva sedo que essa se sente-se protegida pelos profissionais da instituição, pois sentem-se próximos deles. Reforçando também a ideia de que os colegas apoiam-se muito . </li></ul>
  17. 17. Obstáculos <ul><li>Relativamente aos obstáculos para a boa execução do seu trabalho, profere que tal como em qualquer emprego existem sempre algumas dificuldades, no campo da Educação Social diz que a maior limitação é a excessiva componente burocrática. Em relação ao resto sempre se sentiu bastante apoiada e nunca surgiram quaisquer problemas. </li></ul>
  18. 18. Formação <ul><li>Quando questionada se a sua formação é suficiente/pertinente para a integração no mercado de trabalho, para o desenvolvimento da sua acção, ela responde que não e por isso mesmo em Setembro de 2007 iniciou a licenciatura em Serviço Social e sempre que lhe é possível frequenta pequenos cursos de formação para Educadores Sociais nos seus âmbitos de intervenção como toxicodependência, violência doméstica, alcoolismo, entre outros. </li></ul>
  19. 19. Reconhecimento da Educação Social <ul><li>Por parte dos outros profissionais, entidades e populações, a educadora social profere que a seu ver a Educação Social ainda não é muito reconhecida pois existe sempre uma certa tendência por parte dos outros profissionais e população para a comparação com serviço social. </li></ul>
  20. 20. Necessidade de outros profissionais <ul><li>Acha muito importante as equipas multidisciplinares que integram vários técnicos de várias áreas, pois, e exemplificando, admite que os psicólogos trabalham melhor em áreas específicas relacionadas com a psicologia (alcoolismo, toxicodependência). Acrescentando que também importante convidar técnicos de outras áreas (como por exemplo nutrição) para dinamizar os grupos que necessitem desse apoio. </li></ul>
  21. 21. Autonomia na tomada de decisões <ul><li>Profere que na A.D.I.L.O os Educadores Sociais têm cerca de 80% de autonomia, acima de tudo são técnicos logo têm de saber avaliar uma situação, no entanto se for uma situação muito complicada recorrem a uma opinião superior. </li></ul>
  22. 22. Situação na profissão <ul><li>“ Quando terminei o curso sentia-me muito desmotivada pois não tinha emprego. Agora em relação ao trabalho que faço sinto que poderia explorar mais o trabalho de Educadora Social pois devido à grande ligação com Serviço Social ainda existe uma grande parte burocrática que não pertence á Educação Social. Além disso como a oferta de trabalho é muito reduzida os Educadores Sociais sujeitam-se a exercer todo o tipo de funções (como por exemplo trabalhar como animadores) e depois torna-se difícil definir o seu papel. Neste momento se tivesse que voltar a optar por um curso pensaria mais algumas vezes em relação ao curso de Educação Social.” </li></ul>
  23. 23. Competências chave <ul><li>Na sua opinião o Educador Social deve ter humildade, não deve emitir juízos de valor, deve sempre tentar colocar-se no papel do outro, tentar sempre perceber o porque da forma de agir do utente. </li></ul><ul><li>Saber manter a distância entre si e o utente mas sem nunca ser arrogante ou agir com demasiada superioridade, pois estas características não funcionam em Educação Social. </li></ul>
  24. 24. Remuneração <ul><li>Diz-nos que o valor auferido é bom, tendo em conta que está numa fase inicial da carreira e comparativamente com outros casos de colegas que conhece auferem bem menos do que ela. Reforçando que na A.D.I.L.O não há distinção entre os educadores sociais. </li></ul>
  25. 25. Definição de educação social <ul><li>Quando lhe pedida uma definição para Educação Social profere que ainda hoje em dia não consegue ter uma definição teórica para Educação Social. Para ela o Educador Social é, acima de tudo, um técnico de terreno que pode trabalhar individualmente reforçando o trabalho de grupo pois acha que este se enquadra mais na Educação social. </li></ul>
  26. 26. Conselho aos futuros educadores sociais <ul><li>Que se empenhem e lutem pela Educação Social pois é um curso que tem muito para dar e que quando forem estagiar devem vincar a vossa posição sem nunca “passar por cima de ninguém”. É importante, também, que se mantenham informados sobre aquilo que se passa à vossa volta, que conheçam os problemas e experiências dos vossos colegas e, acima de tudo, acreditem naquilo que fazem. </li></ul>
  27. 27. Reflexão Final <ul><li>O contacto com a Educadora Social Dra. Maria João Lemos permitiu-nos conhecer outras vertentes do trabalho desenvolvido por este profissional, tendo em conta que desconhecíamos que o rendimento social de inserção pudesse ser uma área de intervenção sujeita à actividade deste profissional, bem como nos elucidou sobre algumas dúvidas que persistiam acerca do nosso curso. </li></ul>

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