Gestão Financeira

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Gestão Financeira

  1. 1. E-mail: bomnegocio.irati@gmail.com Material: http://bomnegocioparana.blogspot.com.br/ UNICENTRO -Irati 1
  2. 2. GESTÃO DE FINANÇAS Planejar Sobreviver Informação, conhecimentos Fluxo de caixa, projeções Pág. 109 2
  3. 3. GESTÃO DE FINANÇAS Será que podemos tomar decisões acertadas sem informações confiáveis? 3
  4. 4. GESTÃO DE FINANÇAS A experiência do Bom Negócio junto às micro e pequenas empresas permite afirmar que, na maioria das vezes, os problemas de natureza financeira são decorrentes de decisões empresariais tomadas sem planejamento 4
  5. 5. GESTÃO DE FINANÇAS Fundamentais para a saúde Financeira das empresas Ferramentas: Elaborar planejamento orçamentário; Definir investimentos; Fazer controle do fluxo de caixa; Conhecer os seus custos; Formar o preço de venda; e Avaliar todos os seus riscos e retornos. 5
  6. 6. FINANÇAS PESSOAIS Pág. 112 6
  7. 7. FINANÇAS PESSOAIS “Dinheiro é como água no mar: quanto mais se toma, maior é a sede.” (Schopenhauer) 7
  8. 8. FINANÇAS PESSOAIS Como você irá controlar as finanças da sua empresa (Pessoa Jurídica) se, muitas vezes, você não consegue nem controlar as suas próprias finanças (Pessoa Física)? Pág. 112 8
  9. 9. FINANÇAS PESSOAIS O desequilíbrio financeiro não está ligado “necessariamente”a aspectos financeiros, mas a aspectos psicológicos, ou seja, você até elabora seus controles, anota suas despesas, realiza planos de contenção , mas não consegue se controlar! Pág. 112 9
  10. 10. FATORES IMPORTANTES Inteligência Financeira: • Ganhar, Gastar, Economizar, Investir Desequilíbrio financeiro: • Gastar mais do que ganha Quais os motivos para seus gastos: • Necessidades X Desejos Impulso: Registro das despesas • Inimigo nº 1 do orçamento equilibrado • Planilha de controle e ordem de prioridades Pág. 112 10
  11. 11. FATORES IMPORTANTES Gastos sazonais: • Despesas existentes apenas em alguns períodos Planejamento de investimentos: • Crescimento do patrimônio Disciplina financeira familiar: • Envolvimento de todos Crédito Fácil: • Cuidados com as armadilhas dos empréstimos parcelamentos e taxas de juros Pág. 112 11
  12. 12. INTELIGÊNCIA FINANCEIRA Para GASTAR você precisa GANHAR. Para ECONOMIZAR precisa gastar MENOS. Além de economizar, você precisa saber INVESTIR Só assim conquistará a tão sonhada independência financeira. Pág. 113 12
  13. 13. Três tipos de Pessoas Aquelas que vivem bem financeiramente • São aquelas que gastam MENOS do que GANHAM. Aquelas que vivem estressadas financeiramente • São aquelas que gastam MAIS do que GANHAM Aquelas que vivem em estado de alerta constante • São aquelas que GASTAM na mesma proporção que GANHAM. Pág. 112 13
  14. 14. INTELIGÊNCIA FINANCEIRA “Divirta-se agora e pague depois, ou pague agora e divirta-se depois”. Autor desconhecido A ESCOLHA É SUA! Pág. 114 14
  15. 15. INTELIGÊNCIA FINANCEIRA - Você está organizado em suas finanças? - Está endividado no cheque especial, cartão de crédito, etc.? - Perdeu o controle das suas finanças e precisa de ajuda? - Consegue realizar o que quer? - Acha que sempre lhe falta tempo? - E seu ânimo, como está? Pág. 114 15
  16. 16. INTELIGÊNCIA FINANCEIRA Como está sua saúde financeira? Você... gasta tudo o que ganha? Você... acha que ganha pouco? Pág. 114 16
  17. 17. INTELIGÊNCIA FINANCEIRA Preste atenção! Você deve enfrentar a sua situação e perceber que a solução não é ganhar mais dinheiro, mas sim aprender a administrar o dinheiro que possui. Pág. 115 17
  18. 18. INTELIGÊNCIA FINANCEIRA • Liste suas metas e objetivos de vida e coloque-os no topo da lista de prioridades. • Mesmo que você esteja endividado, sua prioridade deve ser alcançar suas metas e sonhos. • A liquidação de uma dívida e o início de uma poupança deve ser o caminho a ser seguido. Pág. 115 18
  19. 19. INTELIGÊNCIA FINANCEIRA Você possui Financeiro Pessoal? um Planejamento – Monte uma estratégia para alcançar as suas metas e sonhos. – Corte todos os gastos que são considerados supérfluos. – Se você está endividado, monte um plano para pagamento e liquidação das dívidas. Pág. 115 a 116 19
  20. 20. INTELIGÊNCIA FINANCEIRA • Desejos e necessidades! • Como lidar com isso? Geralmente somos muito vulneráveis às opções de consumo e acabamos criando gastos que não estavam previstos, simplesmente devido ao aparecimento de supostas “oportunidades”, as quais se classificam como “indispensáveis” no momento da compra. Pág. 114 20
  21. 21. ORÇAMENTO FAMILIAR Planejamento em família! Pág. 116 21
  22. 22. ORÇAMENTO FAMILIAR • VOCÊ JÁ COLOCOU NO PAPEL AS SUAS DESPESAS GERAIS? • VOCÊ JÁ ELABOROU UM ORÇAMENTO EM SUA CASA? Pág. 116 22
  23. 23. ORÇAMENTO FAMILIAR • O plano familiar não é apenas "anotar as despesas realizadas". O plano envolve: • planejar os gastos, definir as necessidades, eleger as prioridades, dentro da renda disponível. Pág. 116 23
  24. 24. ORÇAMENTO FAMILIAR Por que planejar? controlar? Por que • Cuidar do orçamento familiar Primeiro passo para conseguir ampliar sua poupança e seus investimentos. •Toda a família deve estar envolvida no projeto. • Ter um objetivo comum e conversar francamente sobre as finanças da família é um bom caminho para engajar todos na batalha pela economia. Pág. 116 24
  25. 25. ORÇAMENTO FAMILIAR “DICA” IMPORTANTE PARA O PLANEJAMENTO Realize provisão para gastos sazonais, como IPTU e IPVA. Pág. 116 a 117 25
  26. 26. ORÇAMENTO FAMILIAR • O impulso é o inimigo n.º 1 do orçamento equilibrado. • A forma de fugir das tentações do consumo supérfluo é fazer uma lista de compras e procurar segui-la à risca. Pág. 116 a 117 26
  27. 27. ORÇAMENTO FAMILIAR Importância do controle, da cooperação e da DISCIPLINA... Pág. 116 a 117 27
  28. 28. ORÇAMENTO FAMILIAR • Organizar seus gastos é o registro de todas as rendas e despesas da família. Objetivos: • Detalhamento. • Identificar quanto foi gasto em cada segmento. • Cortar os supérfluos, • Verificar se os gastos estão sendo feitos da forma mais racional. Pág. 116 a 117 28
  29. 29. ORÇAMENTO FAMILIAR EXEMPLO: • Distribua as despesas em grupos (Alimentação, Transporte, Saúde, etc.). Grupo Transporte: (combustível, IPVA, consertos do veículo, seguro e ônibus, etc.) Pág. 116 a 117 29
  30. 30. FINANÇAS PESSOAIS Modelo de controle das receitas e despesas, por grupo de gastos e por prioridade de despesas Pág. 124 30
  31. 31. FINANÇAS PESSOAIS Após o levantamento você deve projetar o orçamento para os próximos meses. Considere: • Despesas Sazonais: IPVA, licenciamento, datas comemorativas; • Receitas: salário, rendas, etc. • Balanceamento das receitas e despesas mensais: Receitas (-) despesas. (• Reserva de Investimento. • Pequenos gastos: padarias, revistas, jornais. Pág. 120 31
  32. 32. FINANÇAS PESSOAIS Analise dos Gastos: • Realize projeções para o futuro. • Identifique gastos que eliminados ou reduzidos. • podem ser Dialogo com todos a família. Pág. 120 32
  33. 33. FINANÇAS PESSOAIS Gerenciamento de Investimento Os investimentos devem ter objetivos definidos: • • • • • Qual o objetivo ao fazer esse investimento? Qual é a expectativa de rentabilidade? Quanto tenho disponível para investir? Quando vou precisar desse dinheiro? Tenho todas as informações? Pág. 120 33
  34. 34. FINANÇAS PESSOAIS Gerenciamento de Gastos • Diferentes formas de pagamento. • Evite qualquer comprometimento do seu orçamento. • Analise a necessidade da compra. A vista. A prazo. Pág. 118 34
  35. 35. Veja as formas de pagamentos mais usuais: Cheque/cartão de débito – é uma ordem de pagamento à vista. Ao emiti-lo, lembre-se de que ele será descontado imediatamente. Cheque pré-datado – é um acordo informal entre fornecedor e consumidor. Se você for utilizá-lo como forma de pagamento, faça constar do pedido, da nota fiscal ou do orçamento os números dos cheques e as datas previstas para os descontos. Cheque especial – evite entrar no limite do cheque especial, já que as taxas de juros costumam ser muito elevadas; não faça desse limite um segundo salário. Cartão de crédito/parcelado no cartão –Verifique a conveniência de ter mais de um cartão. Pague a fatura integralmente na data do vencimento. Os juros cobrados no parcelamento do saldo devedor são muito altos. 35
  36. 36. FINANÇAS PESSOAIS Lembre-se sempre: "Economizar em pequenas coisas faz uma grande diferença em seu orçamento no final do mês". Pág. 118 36
  37. 37. FINANÇAS PESSOAIS E A EMPRESA ??? Bolso do Sócio + Caixa da Empresa = PROBLEMAS Você é dono da empresa, mas ela é dona do dinheiro dela !!! O insucesso da maioria das empresas tem como causa primária essa relação. 37
  38. 38. FINANÇAS PESSOAIS • Você precisa fixar uma retirada pessoal e viver com aquele valor e não confundir vendas com lucro. • O caixa da empresa não é do dono!!! •Essa confusão pode quebrar quem tem potencial para continuar. 38
  39. 39. FINANÇAS PESSOAIS Atividades: Pag. 114 Pag. 119 39
  40. 40. Próxima aula , não esquecer A Calculadora 40
  41. 41. Três tipos de Pessoas Aquelas que vivem • São aquelas que gastam MAIS do estressadas que GANHAM financeiramente Procure descobrir para onde está indo seu dinheiro. Utilize das planilhas no PBNP. Busque ter inteligência financeira Corte os supérfluos No momento da compra: Cuidado com o impulso. Analise a Necessidades e seus desejos, mude seus hábitos consumistas. Busque negociar suas dividas por dividas mais baratas Tenha humildade de assumir a situação para mudá-la. Pág. 112 Procure ter diálogo com toda a família 41
  42. 42. Três tipos de Pessoas Aquelas que vivem em estado de alerta constante • São aquelas que GASTAM na mesma proporção que GANHAM. Procure descobrir para onde está indo seu dinheiro. Utilize das planilhas no PBNP. Busque ter inteligência financeira Mude sua visão de consumo para a de Investimentos passe a retirar de 10 a 30 % de sua renda e procure a viver com o foco em futuros investimentos.. No momento da compra: Cuidado com o impulso. Analise as Necessidade e seus desejos Pág. 112 42
  43. 43. Três tipos de Pessoas Aquelas que vivem bem financeiramente • São aquelas que gastam MENOS do que GANHAM. Parabéns =D Busque manter o equilíbrio e estudar as melhores linhas para investimentos ... Tenha como foco a sua independência financeira. Pág. 112 43
  44. 44. CRÉDITO FÁCIL • O crédito fácil tem como principal público-alvo as pessoas descontroladas. •Consumo exagerado; •" Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". Pág. 120 44
  45. 45. CRÉDITO FÁCIL • O ideal sempre seria comprar à vista. • Armadilhas financeiras que podem custar muito caro. • Parcelamento está sendo vantajoso. Pág. 120 45
  46. 46. CRÉDITO FÁCIL • Armadilha do crédito fácil eleva riscos endividamento. de • Aprenda a fazer cálculos de juros compostos e escapar das armadilhas. Pág. 120 a 121 46
  47. 47. CRÉDITO FÁCIL Vamos aprender a fazer cálculos de juros? Sempre que for buscar um financiamento, você precisa saber necessariamente quatro coisas! Três delas serão apresentadas e uma terá que ser sempre calculada. Pág. 121 47
  48. 48. CRÉDITO FÁCIL • Valor nominal do financiamento • Valor das parcelas • Número de meses • Falta??? Isso mesmo: o percentual de juros que você vai pagar! Pág. 121 48
  49. 49. CRÉDITO FÁCIL EXEMPLO • Valor do financiamento – R$ 15.000,00 • Valor das parcelas – R$ 1.400,00 • Número de meses – 12 meses O juro será de: ??? Pg. 122 Utilizando a planilha sugerida (juros_BOMNEGOCIO_2010.xls), os juros serão de 1,7881% Pág. 122 a 123 49
  50. 50. CRÉDITO FÁCIL Pág. 122 a 123 50
  51. 51. CRÉDITO FÁCIL EXERCICIOS JUROS SIMPLES J= PV.i.n Pág. 121 51
  52. 52. FINANÇAS EMPRESARIAIS 52
  53. 53. FINANÇAS EMPRESARIAIS A área de finanças tem como função principal gerir os recursos financeiros da empresa. É uma área primordial. Pág. 126 53
  54. 54. FINANÇAS EMPRESARIAIS Atribuição: Gerir recursos Financeiros. Buscando as melhores opções e tomando as decisões mais oportunas. Pág. 126 54
  55. 55. FINANÇAS EMPRESARIAIS A facilidade propiciada pela informática Todos os controles financeiros serão realizados de forma mais eficaz, se forem feitos em um computador. Pág. 126 55
  56. 56. FINANÇAS EMPRESARIAIS Estudar Finanças por meio de dois enfoques: ESTRATÉGICO OPERACIONAL Pág. 127 56
  57. 57. FINANÇAS EMPRESARIAIS Atividades rotineiras Dia a dia Curto prazo Pág. 127 57
  58. 58. FINANÇAS EMPRESARIAIS Futuro da Empresa Médio a Longo Prazo Forma de antecipar o futuro, direcionando da melhor forma possível as finanças da empresa. Pág. 127 58
  59. 59. FINANÇAS EMPRESARIAIS Pág. 127 59
  60. 60. FINANÇAS EMPRESARIAIS OPERACIONAL Pág. 127 60
  61. 61. FINANÇAS OPERACIONAIS - Dia a dia da empresa; - Separar: pessoa física X pessoa jurídica; jurídica Pág. 127 a 130 61
  62. 62. FINANÇAS OPERACIONAIS Atividades: - Organização: contas a pagar/receber; - Bancos (conciliação bancária); - Emissão de cheques (pré-datados). - Duplicatas, nota promissória e nota fiscal; - Empréstimos (contratos e juros); - Negociação com clientes e fornecedores; - Produzir !!!!!! Pág. 127 a 130 62
  63. 63. CONTAS A RECEBER O que é o Contas a Receber? É um processo que controla os valores em cobrança, das entradas de recursos no caixa ou na conta bancária da empresa. Na forma de um relatório gerencial, informa todos os valores que serão recebidos. Pág. 128 63
  64. 64. CONTAS A RECEBER O que deve ser observado? - Cadastro dos clientes; Controle dos cheques pré-datados; Controle de outros recebíveis (cartão de crédito); Concessão de crédito; Aumento da inadimplência; Juros e multas; Tempo de atraso; Vendas parceladas. Pág. 128 64
  65. 65. CONTAS A PAGAR O que é o Contas a Pagar? É um processo que controla os valores que serão desembolsados, ou seja, as saídas de caixa ou da conta bancária da empresa. É um relatório gerencial que informa todos os valores que serão pagos. Pág. 128 65
  66. 66. CONTAS A PAGAR O que deve ser observado? - Cadastro dos fornecedores; A forma de pagamento; Sintonia com compras; Sintonia com estoques; Prazos e vencimentos; Disponibilidade de recursos; Comprovante de pagamento; Juros e multas. Pág. 128 66
  67. 67. CONTAS A PAGAR Processo de compras. compras. - As compras de materiais e suprimentos são etapas fundamentais na boa gestão financeira do negócio; - Muitas vezes o lucro não é gerado na venda, mas sim em uma boa compra (custo materia prima é componente do custo do produto); - As compras asseguram os estoques de materias primas. - A atividade de compras é tão importante para a empresa, como as atividades de produção e vendas. Pág. 128 a 129 67
  68. 68. CONTROLE BANCÁRIO Controle Bancário É um processo que controla a conta corrente, a emissão de Cheques para pagamento à vista e pré-datado. Trata-se de um Relatório gerencial que informa toda a movimentação bancária. Devem ser observados: • A conta corrente da empresa • Emissão de cheques para pagamentos à vista e pré-datados. • A conciliação bancária (relatório gerencial que informa toda a movimentação bancária da empresa). Pág. 129 a 130 68
  69. 69. CONTROLE BANCÁRIO O que deve ser observado? - Acompanhamento do extrato bancário; - Confiança nos próprios controles; - Controle da emissão de cheques; - Controle dos depósitos. Pág. 129 a 130 69
  70. 70. CONTROLE GERAL DE DOCUMENTOS Todos os demais documentos que são recebidos ou emitidos pela empresa: Duplicatas; Nota promissória; Nota fiscal; e Contratos de empréstimos, etc Pág. 129 a 130 70
  71. 71. PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO De nada adianta elaborar todos os controles operacionais ou projetar as melhores estratégias futuras se a empresa não tiver capacidade produtiva e logística eficaz para atender o seu público consumidor. Pág. 129 a 130 71
  72. 72. FINANÇAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGICO Pág. 130 72
  73. 73. FINANÇAS ESTRATÉGICAS Antecipar o futuro. Ferramentas: - Fluxo de caixa; - Oferta e demanda; - Orçamento e contabilidade; - Custos e preço de venda. 73
  74. 74. FLUXO DE CAIXA O QUE É? É um instrumento de controle, que tem por objetivo auxiliar o empresário na tomada das decisões financeiras da empresa. É um relatório gerencial que informa toda a movimentação de dinheiro (entradas e saídas). Pág. 130 a 131 74
  75. 75. FLUXO DE CAIXA • Elemento indispensável - Controla o movimento financeiro. • O qual você pode projetar todas as entradas e saídas de dinheiro para o período futuro. • Planejado para no mínimo seis meses antecipando. • Necessidades de adequação de caixa. (evita contratempos no decorrer da gestão empresarial) • Pequena ou média, o empresário não Pág. 130 a 131 deve repassar a ninguém o desenvolver 75 essa atividade.
  76. 76. FLUXO DE CAIXA Período do fluxo de caixa: • • • • Diário Semanal Mensal Anual -Estrutura: •Duas colunas, “previsto” e “realizado” Objetivo: • Auxiliar o empresário na tomada •das decisões financeiras da empresa. Pág. 130 a 131 76
  77. 77. FLUXO DE CAIXA Finalidades • Visualizar um planejamento financeiro de médio prazo; • Antecipar a previsão das entradas e saídas de caixa; • Verificar se a empresa terá folga ou aperto de caixa; • Verificar se o negócio terá recursos suficientes em um determinado período – capital de giro; • Planejar as melhores políticas de prazos (receber e pagar). Pág. 131 77
  78. 78. FLUXO DE CAIXA Entradas $ Saídas $ Finalidades • Avaliar a capacidade de pagamento antes de assumir novos compromissos; • Avaliar se os recebimentos de vendas são suficientes para cobrir os gastos previstos; • Avaliar os melhores momentos investimentos (imobilizados, estoques); para realizar • Avaliar os melhores momentos para realizar promoções Pág. 131 de vendas. 78
  79. 79. FLUXO DE CAIXA Composição do Relatório Relatório: SALDO INICIAL – é o valor constante no caixa no início do período do fluxo de caixa. (dinheiro em caixa + bancos) ENTRADAS DE CAIXA – corresponde às vendas realizadas à vista, bem como outros valores recebidos à vista SAÍDAS DE CAIXA pagamentos efetuados – corresponde a todos os SALDO OPERACIONAL – é o resultado das entradas menos as saídas de caixa SALDO FINAL DE CAIXA – representa o valor obtido, considerando o saldo inicial e o saldo operacional. 79 Pág. 132
  80. 80. FLUXO DE CAIXA Exercício pg 161. 161.. 80 Pág. 132
  81. 81. Formação do Preço de Venda! 81
  82. 82. PREÇO DE VENDA O preço de venda é o valor pelo qual o produto deve ser vendido, considerando: Custos de produção – variáveis (matériaprima, embalagens, comissões, etc.), Custos de estrutura proporcionais – fixos (aluguel, água, luz, telefone, salários, prólabore, etc.). Lucro líquido estimado. Pág. 132 a 133 82
  83. 83. PREÇO DE VENDA •Antigamente o Preço era determinado pelo empreendedor Preço = Custo + Lucro Pág. 132 a 133 83
  84. 84. PREÇO DE VENDA Atualmente quem realmente define o preço: a empresa ou o mercado? Preço atualmente é estabelecido pelo mercado. Pág. 133 84
  85. 85. PREÇO DE VENDA • Preço determinado pelo mercado. • Influencia do cliente; • Leva-se em conta poder aquisitivo, valor do dinheiro, a qualidade, as alternativas de escolha e a utilidade do produto e/ou serviço; • Variável externa: repensar a empresa estrategicamente quanto aos métodos de gestão financeira. Preço “aceito pelo mercado”= Custos + despesas + Lucro 85 Pág. 132 a 133
  86. 86. PREÇO DE VENDA Bom Gerenciamento de custos. Conheça seus custos e despesas de forma minuciosa. Examine cuidadosamente sua política e formação de preços. Administre de forma harmônica todas as variáveis envolvidas. Pág. 133 86
  87. 87. PREÇO DE VENDA A FORMAÇÃO DO PREÇO PERSPECTIVA INTERNA: FINANCEIRA PERSPECTIVA EXTERNA: MERCADOLÓGICA Pág. 134 87
  88. 88. PREÇO DE VENDA Considerar Aspectos: Financeiro (interno): (interno): Custos Fixos e Variáveis. Mercadológico (externo): (externo): Preço concorrentes, tempo de mercado, conhecimento de marca. Pág. 132 a 133 88
  89. 89. PREÇO DE VENDA • PERCEPÇÃO FINANCEIRA – INTERNA - Paradigma tradicional: Preço é formado apenas de dentro para fora - Permite cobrir os custos e as despesas. - Gera a rentabilidade determinada. - Considera o produto/serviço como ideal ao cliente. - Respeita a RENTABILIDADE 89 Pág. 133
  90. 90. PREÇO DE VENDA • PERCEPÇÃO MERCADOLÓGICA – EXTERNA - Observa o comportamento dos preços no mercado. - O preço é formado também de fora para dentro. - Interage com a liberdade nos preços. - Interage com a necessidade de mercado. - Respeita a COMPETITIVIDADE O preço é um dos componente dos 4P’s. Pág. 134 90
  91. 91. PREÇO DE VENDA Relação Interna x Externa Empresa define o “PREÇO” Referência definida para um produto, um piso ou “preço sugerido” Mercado define “VALOR” Referência que se esta disposto a pagar pelo beneficio sugerido. Pág. 132 a 133 91
  92. 92. PREÇO DE VENDA Etapas necessárias para formar o preço de venda: venda Definir a capacidade de produção; Definir os percentuais comissões sobre venda, impostos; de rentabilidade, investimentos e Determinar o custo fixo e o custo variável por unidade; Calcular o mark-up; e Calcular o preço de venda. Pág. 132 a 133 92
  93. 93. PREÇO DE VENDA Classificações dos Custos DIRETOS: DIRETOS: São os custos relacionados diretamente ao produto, (composição do produto). Exemplo: matéria-prima, mão de obra dos operários, energia elétrica (máquinas). INDIRETO: INDIRETO: São os custos que não são relacionados diretamente ao produto. Exemplo: manutenção, energia elétrica (iluminação). Pág. 136 93
  94. 94. PREÇO DE VENDA Capacidade de Produção: : Considerar variáveis de estoques, matériaprima, mão de obra, variáveis logísticas. Capacidade de produção pode ser dada em diversas referências. A mais adotada, normalmente, é aquela que define o preço. Pág. 135 94
  95. 95. PREÇO DE VENDA Serviços: Serviços Locação de trajes: quantidade de trajes locados; Transportadora: transportes realizados ou quilômetros rodados; Oficina mecânica: atividades realizadas ou horas trabalhadas; Pedreiro: horas trabalhadas. Comércio: Distribuidora de bebidas: dúzias ou caixas de bebidas vendidas; Loja de roupas: quantidade unitária de roupas vendidas; Material elétrico: quantidade de rolos de fios vendidos Produção: Produção Olaria – milheiro de tijolos produzidos; Construtora – metros quadrados construídos; Panificadora – quantidade unitária de pães; Confeitaria – quantidade de quilos de bolos. Ex. pg 135 Pág. 135 95
  96. 96. PREÇO DE VENDA Capacidade de Produção: : QUAL A MINHA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO? Definir dentro de um determinado período (dia) qual a minha capacidade de produção. Horas trabalhadas x atendimentos realizados por hora = atendimentos realizados por dia. Exemplo de uma empresa prestadora de serviços: 10 horas X 5 atendimentos = 50 atendimentos/dia 50 atendimentos por dia x 20 dias = 1.000 atendimentos por mês Pág. 135 96
  97. 97. Terminologias • Gastos: • Sacrifício Financeiro com que a entidade arca para a obtenção de um produto ou serviço de qualquer natureza, independentemente de terem sido utilizados. • Desembolso: • Pagamento resultante da obtenção de bens ou serviços e que pode ocorrer no momento diferente do gasto. 97
  98. 98. • Investimentos: • Valor dos insumos adquiridos pela empresa não utilizados no período, os quais poderão ser empregados em períodos futuros, ou seja, é o gasto ativado em função de sua vida útil ou de benefícios atribuíveis em períodos futuros 98
  99. 99. E os custos como se classificam? Gastos relativos a bens ou serviços utilizados na produção de outros bens e serviços 99
  100. 100. PREÇO DE VENDA Classificações dos Custos VARIÁVEIS FIXOS Pág. 136 100
  101. 101. PREÇO DE VENDA Classificações dos Custos VARIÁVEIS: VARIÁVEIS: • São os custos que se alteram com as quantidades produzidas, ou seja, são os custos de produção. • O custo variável é o valor gasto diretamente com as mercadorias/ produtos/serviços que a empresa vende. • O custo variável é fixo por unidade. Pág. 136 101
  102. 102. PREÇO DE VENDA Classificações dos Custos VARIÁVEIS: VARIÁVEIS: Nas atividades • Comerciais é o valor de aquisição das mercadorias a serem Comerciais, revendidas. • Industriais gastos da fabricação dos produtos a serem Industriais, vendidos, envolvendo matérias-primas e mão de obra diretamente utilizada no processo de fabricação. • Prestação de serviços, são os gastos com a mão de obra diretamente envolvida e materiais utilizados na realização do Pág. 136 serviço vendido. 102
  103. 103. PREÇO DE VENDA Classificações dos Custos FIXOS: FIXOS: São os custos que não se alteram com as quantidades produzidas, ou seja, são os custos de estrutura. São realizados para funcionamento independentemente do valor das vendas. da empresa, Exemplos de despesas fixas: aluguel, condomínio, IPTU, água, luz, telefone, salários administrativos, pró-labore (retirada dos sócios), etc. O custo fixo é variável por unidade. Pág. 136 103
  104. 104. PREÇO DE VENDA Custos Variáveis: O custo variável é fixo por unidade Uma folha A3 de papel custa R$ 20,00 e você precisa fazer 10 cartazes, não importa quantos cartazes você fizer, cada folha terá o seu custo de R$ 20,00 podendo contar no máximo com algum desconto caso a compra do material seja em grande quantidade. QUAIS SÃO OS MEUS CUSTOS VARIÁVEIS? Custo Variável “Total”= Custo Variável / Fixo unitário X Capacidade de Produção CVt = CVu x CP Custo total = 20,00 x 10 = 200,00 Custo total = 20,00 x 20 = 400,00 Pág. 136 104
  105. 105. PREÇO DE VENDA Custos Fixos: O custo fixo é variável por unidade O aluguel da sua sala seja R$ 10.000,00 se você vender 01 cartaz, o valor do aluguel repassado para este único trabalho é de R$ 10.000,00 caso você consiga vender 20 cartazes no mês, o rateio do aluguel seria de R$ 500,00 pra cada cartaz. QUAIS SÃO OS MEUS CUSTOS FIXOS? Custo Fixo/ variável “Unitário” = custo fixo ” total” / capacidade de produção CFu = CFt / CP CFu = 10.000,00 /1 = 10.000,00 CFu= 10.000,00 /20 = 500,00 Pág. 136 105
  106. 106. PREÇO DE VENDA Custo Unitário Total (CUT): O cálculo do custo unitário total consiste na soma dos custos variáveis mais os custos fixos por serviço prestado. QUAL O MEU CUSTO UNITÁRIO TOTAL? CUT = Custo variável unitário + (custos produção) fixos/capacidade de CUT = CVu + ( CFt/CP) ou CUT= CVu + CFu CUT = 20,00 + (10.000/1.000) = 20,00 + 10,00 = 30,00 Pág. 137 106
  107. 107. PREÇO DE VENDA QUAIS SÃO OS MEUS CUSTOS VARIÁVEIS? Custo Variável total = R$ 20,00 x 1.000 = R$ 20.000,00 QUAIS SÃO OS MEUS CUSTOS FIXOS? Custo fixo total = R$ 10.000,00 Custo fixo Unitário = R$ 10.000,00/1.000 = R$10,00 QUAL O MEU CUSTO UNITÁRIO TOTAL? CUT = Custo variável unitário + (custos fixos/capacidade de produção) CUT = 20,00 + (10.000/1.000) = 20,00 + 10,00 = 30,00 Pág. 137 107
  108. 108. PREÇO DE VENDA Rentabilidade/Impostos/Comissões de vendas/Investimentos: Obs.: Definir em percentuais futuros O gestor financeiro deverá calcular (%) diretamente sobre as receitas os valores que deseja lucrar com aquele serviço, bem como os impostos, as comissões e os investimentos Exemplo: Rentabilidade (lucro) = 28% Impostos (s/venda) = 15% Comissão sobre vendas = 5% Definir os percentuais ... Investimentos = 2% Pág. 136 108
  109. 109. PREÇO DE VENDA Taxa de Marcação (TM): A taxa de marcação é uma etapa importantíssima para definição do preço de venda. Nesse cálculo, o gestor financeiro definirá um coeficiente que será utilizado para o cálculo do preço de venda. Nesse coeficiente estão embutidos os percentuais que foram definidos. Pág. 137 e 138 109
  110. 110. PREÇO DE VENDA Margem de Contribuição (MC): A margem de contribuição representa quanto a empresa tem para pagar os custos fixos e gerar o lucro estimado e os recursos para os futuros investimentos. MC = faturamento – (custos variáveis total + (faturamento x (comissão de vendas + impostos) MC = 60.000,00 – (20.000,00+(60.000,00 x 20%)) MC = 28.000 Pág. 138 110
  111. 111. PREÇO DE VENDA PONTO DE EQUILÍBRIO (PE): Ponto de equilíbrio é calculado em valor e quantidade para saber quanto que a empresa precisa vender para cobrir apenas o custo (fixo e variável). No ponto de equilíbrio, a empresa não terá lucro nem prejuízo, muito menos recursos para futuros investimentos. PE valor = (custo fixo / margem de contribuição) x faturamento PE= (CF / MC) x Fat Pág. 139 111
  112. 112. PREÇO DE VENDA PONTO DE EQUILÍBRIO (PE): PE valor = (custo fixo / margem de contribuição) x faturamento PE= (CF / MC) x Fat PE valor = (10.000,00 / 28.000,00) x 60.000,00 PE valor = R$ 21.428,57 PE qtde. = PE / PVU PVF= Preço de venda Fixo PE qtde. = 21.428,57/60,00 PE qtde. = 358 atendimentos Pág. 139 112
  113. 113. Custos (Fixos e Variáveis) Preço de Venda Ponto de Equilíbrio Ponto de Equilíbrio 113
  114. 114. PREÇO DE VENDA LUCRO E INVESTIMENTO: Neste cálculo o gestor financeiro projetará diretamente quais serão os valores finais que a empresa terá de lucro e de recursos para futuros investimentos. Lucro = faturamento X % rentabilidade Lucro =60.000,00 x 28% Lucro = R$ 16.800,00 Investimento = faturamento X % investimento Investimento =60.000,00 x 2% Investimento = R$ 1.200,00 (exercícios pg. 152 e planilha de preço) 114 Pág. 139
  115. 115. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS Lei da Oferta e Procura / Demanda. É a lei que estabelece a relação entre a demanda de um produto (procura) a oferta (quantidade que é oferecida). A partir dela, é possível descrever o comportamento preponderante dos consumidores na aquisição de bens e serviços em determinados períodos, em função de quantidades e preços. Pág. 140 115
  116. 116. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS Demanda ou Procura Demanda é a quantidade de um bem ou serviço que pode ser adquirido por um preço definido em um dado mercado. Nos informa a quantidade que os consumidores desejam comprar. Pág. 140 116
  117. 117. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS Determinantes da Demanda: • Preço • Renda • Preço de produtos similares • Gosto • Expectativa • Número de consumidores • Marca • Atendimento • Localização • Formas de pagamentos • Qualidade • Propaganda Pág. 140 117
  118. 118. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS R$ DEMANDA OU PROCURA 20,00 Maior preço do bem, menor quantidade demandada (compras) 15,00 Menor preço do bem, maior quantidade demandada (compras) 10,00 200 Curva decrescente 300 400 Qtde. Pág. 141 118
  119. 119. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS Oferta A oferta pode ser entendida como sendo a quantidade de um bem ou serviço produzido e oferecido no mercado, por um determinado preço em um dado período. Quanto as empresas estão dispostas a produzir e disponibilizar ao mercado. Pág. 140 119
  120. 120. Determinantes da oferta: • • • • • • • • • • • Preço Preço dos insumos Tecnologia Expectativas Concorrência Demanda Sazonalidade Impostos Temperatura Disponibilidade dos insumos Tecnologia 120
  121. 121. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS R$ OFERTA 20,00 Maior preço do bem, Maior a quantidade Ofertada 15,00 Menor preço do bem, menor a quantidade Ofertada 10,00 200 Curva Ascendente 300 400 Qtde. Pág. 141 121
  122. 122. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS Quando a oferta de um determinado produto excede muito a procura, seu preço tende a cair. Quando a demanda passa a superar a oferta, a tendência é o aumento do preço. Uma possível concorrência pode desequilibrar essas relações provocando alterações de preços. O valor de um produto pode ser um estimulo positivo ou negativo para os consumidores adquirirem os serviços de que necessitam, mas não é o único. Pág. 140 122
  123. 123. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS Elementos a serem considerados: Os desejos e necessidades das pessoas e o poder de compra; A disponibilidade dos serviços concorrência; A capacidade das empresas de produzirem determinadas mercadorias com o nível tecnológico desejado. Pág. 140 123
  124. 124. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS Lei da Oferta e Procura / Demanda. Sugere que quem determina o preço são os consumidores. (quanto querem comprar e a que preço). Os fornecedores só podem concordar com as exigências e decidir quanto vale a pena produzir para vender ao preço dado pelo consumidor. Pág. 140 124
  125. 125. PREÇO DE VENDA COM OS ASPECTOS ECONÔMICOS FILME Pág. 140 125
  126. 126. ORÇAMENTO Definição clássica, orçamento é a previsão das quantias monetárias que, num período determinado, devem entrar e sair do caixa Orçamento é um instrumento de natureza econômica elaborado com objetivo de prever determinadas quantias que serão utilizadas para determinados fins. Pág. 142 126
  127. 127. ORÇAMENTO Os mandamentos ideais de um orçamento: • Ser transparente; • Definir metas; • Discutir estratégias; • Ter clareza das necessidades; • Ter equilíbrio entre o desejado e o possível; • Aceitar os limites na utilização dos recursos; • Aceitar o orçamento como instrumento de orientação. • Vamos praticar o uso do orçamento? Pág. 143 a 144 127
  128. 128. ORÇAMENTO Para efetuar um orçamento, é necessário ter do que realizar, e o quanto custará realizar. a noção Define os recursos necessários para a realização de um determinado projeto. Informa, a aplicação dos recursos que se visa obter. Orçamento deve ir além dos aspectos financeiros, é um retrato fiel e antecipado do ambiente em que a empresa atua. Pág. 142 a 143 A BÚSSOLA DO GESTOR 128
  129. 129. Obrigado pela atenção. 129

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