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Já, em 06 de setembro de 1979, também por Decreto de número 83.936, opresidente Figueiredo e tendo a frente do novo minist...
xingamentos, desrespeitos e tortura mental, em nome simplesmente dasborboletas, do sapé, do sapinho, etc. E tudo isso, ape...
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Ilhéus ongs, desburocratização, ponte e carniça

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Ilhéus ongs, desburocratização, ponte e carniça

  1. 1. ILHÉUS – ONG(s), DESBUROCRATIZAÇÃO, PONTE E CARNIÇAEra 18 de julho de 1971, quando por Decreto de número 83.740, o presidenteJoão Figueiredo, instituía o Programa Nacional de Desburocratização.Dentre tantas finalidades, seus princípios básicos eram: 1. Acreditar até prova em contrário, que as pessoas estão dizendo a verdade. 2. Que o acúmulo de prova documental seria um dos entraves para a devida solução dos assuntos que tramitam nos órgãos e entidades da Administração Federal Direta e indireta. 3. Que os casos de fraudes não representam regra, mas exceção, e não são impedidos pela prévia e sistemática exigência de documentação. 4. Que qualquer falsidade documental, constitui em crime de ação pública punível na forma do Código Penal.Com isso, eram abolidas diversas exigências e apresentações de atestados,declarações, autenticidade e reconhecimento de assinaturas num total de 15artigos.
  2. 2. Já, em 06 de setembro de 1979, também por Decreto de número 83.936, opresidente Figueiredo e tendo a frente do novo ministério o Sr. Hélio Beltrão, aesperança de uma administração pública mais eficaz, é que foi publicada ospor menores do Decreto, no D.O.U de 10.09.1971.Até aí, tudo uma maravilha, tudo parecia correr muito bem, pois no decorrerdesta agilidade criaram-se os Juizados de Pequenas Causas e o Estatuto daMicroempresa.Mas, em 1986, o Ministério da Desburocratização era extinto e incorporado suapasta ao Ministério da Administração.De lá para cá, a máquina pública parou de novo, e com isso, projetos para odesenvolvimento do país, esbarram-se numa papelada, muitas vezesnecessária, mas alguns órgãos, entidades e ONG(s), se aproveitam de formaexagerada e às vezes até de forma radical, para agradar não sei a quem, eempurram o progresso a passos mais lentos.Em razão disto, nenhum governante, tem mais como prevê o início e términode obras, pois pelo meio, nos parece que atendendo certos interesses,começam o drama de liberar, parar por ordem de liminares, e uma parafernáliade ações na justiça, o que seria pra hoje, passa para o ontem sem fim.Ora, ninguém de sã consciência irá admitir que certa ONG(s), muito das vezespatrocinadas por organismo internacionais, estejam realizando seu papel,simplesmente por amor a natureza. Claro que não. Por trás disso, deve teroutros interesses e para isso são remunerados, pois ninguém trabalha de graçae nem abriria mão de suas verdadeiras profissões, que na maioria das vezes éuniversitária, além de empregos garantidos, para submeterem-se a
  3. 3. xingamentos, desrespeitos e tortura mental, em nome simplesmente dasborboletas, do sapé, do sapinho, etc. E tudo isso, apenas para ajudar aosemelhante, que no pensar deles, seria a solução de todos os problemas.Minha avó já dizia: “ninguém faz nada por alguém, sem antes não visar seupróprio bem.”A população mundial, com seu crescimento assustador, está cada vez maisfaminta carente de emprego, para viver com dignidade, e lutar pela sua própriasobrevivência, e até mesmo daqueles, que só pensam num “mar de rosas”.Portanto, é hora de parar com este radicalismo e ponderar certas atitudes,deixando transcorrer com responsabilidade o crescimento sustentável, pra já enão para daqui a 20 anos, porque aí será o caos de uma sociedade semperspectiva, sem esperança e revoltada com tudo e com todos, pois não vaientender, que: “pirão pouco o meu primeiro”.Que bom seria, se surgisse outro Hélio Beltrão, com seus pensamentos – “Averdade é que o Brasil já nasceu rigorosamente centralizado e regulamentado.Desde o primeiro instante, tudo aqui aconteceu de cima pra baixo e de tráspara adiante – “sem uma justiça acessível ao homem comum, aplicada comrazoável rapidez, não se pode falar em liberdade ou democracia, O piorjulgamento é aquele que não acontece”...... Desta vez, parece que finalmente vem aí a nova ponte Ilhéus/Pontal,PREVISTA para setembro de 2014. Se fosse só pelo simples ato de realizar aobra, poderíamos até admitir tal prazo, mas virão por aí: Vaza-marés(crustáceo), ostras, conchas, poluição visual, falas restingas, areias,indenizações e uma série de audiências públicas, com novos xingamentos,
  4. 4. empurrões, espertalhões de última hora, etc. E a construção da nova ponte,ficará para uma nova data de inauguração. Em alguns casos, os governantesaté gostam, pois são obrigados a reajustar contratos e lá se vai mais dinheiropúblico pelo raro da corrupção.Se pensarem que não é verdade, tomem como exemplo a FerroviaLeste/Oeste, porto, aeroporto, duplicação da rodovia Ilhéus/Itabuna, que alémde decisão política, estão à mercê de liberações ambientais intermináveis. Enão vai parar por aí, pois ainda virá mais investimento nesta região com oavanço do crescimento no Brasil e não podemos parar no tempo... LARGUEMA CARNIÇA!...Fotos: Google/Imagens José Rezende Mendonça. Técnico Agrícola – Aposentado/CEPLAC

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