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  • 2. Sua Rede está assim? Divisão Técnica
  • 12. Porque o “Acho que é esse” não funciona mais! Divisão Técnica
  • 13. Sistemas de Cabeamento Estruturado Divisão Técnica Por definição, um sistema de cabeamento estruturado deve possibilitar mudanças, manutenção e implementações, de forma bem rápida, segura e totalmente controlada e planejada. Um sistema de cabeamento estruturado também deve permitir o tráfego de qualquer tipo de sinal elétrico para as aplicações de telecomunicações (áudio, vídeo, redes de dados, telefonia analógica ou digital, controles de segurança e controles ambientais), independente dos produtos e fabricantes. O cabeamento estruturado é entendido como a estrutura interna de telecomunicações, ou seja, cabos e acessórios implantados de forma organizada e em conformidade com as normas aplicáveis, e que visam servir de meio de transmissão para sinais elétricos de diversos serviços de telecomunicações (voz, dados, imagens), dentro das corporações, permitindo a evolução e a flexibilidade para atender as necessidades atuais e futuras.
  • 14. Sistemas de Cabeamento Estruturado Divisão Técnica •Infraestrutura flexível • Suporta diversos tipos de aplicações •Dados • Voz •Imagem • Controles prediais – casas inteligentes
  • 15. Sistemas de Cabeamento Estruturado Divisão Técnica
  • 16. Sistemas de Cabeamento Estruturado História Divisão Técnica • Grande crescimento da demanda dos sistemas de telecomunicações. (anos 80) • Empresas passaram a estabelecer padrões proprietários • Resultando numa ampla diversidade de topologias, tipos de cabos, conectores, padrões de ligação, etc.
  • 17. Sistemas de Cabeamento Estruturado História • • • • Objetivo de criar uma padronização do cabeamento instalado Analogia com um sistema elétrico de um edifício ou residência O uso de diversos aparelhos tais como: rádio, televisor, secador de cabelos, entre outros Plugar na tomada que encontra-se na parede ou piso do local. Divisão Técnica
  • 18. Sistemas de Cabeamento Estruturado Investimento • • • • O cabeamento possui a maior expectativa de vida numa rede (em torno de 10 - 15 anos) Suportar a troca de alguns hardwares e vários softwares Garantia suplementar (alguns fabricantes) superior a 15 anos Retorno do investimento (ROI) excepcional Divisão Técnica
  • 19. Sistemas de Cabeamento Estruturado Vantagens Divisão Técnica • • • • • • Facilidade de mudanças de layout Pronto atendimento às demandas de comunicação dos usuários Diminuição nos custos de mão de obra e montagem de infraestrutura Maior confiabilidade no sistema de cabeamento Facilidade no acesso e processamento de informações Integração de sistemas de controle através do cabeamento Um único cabeamento para diversas aplicações •
  • 20. Sistemas de Cabeamento Estruturado Normas Divisão Técnica • • • • • • • • • • TIA/EIA 568-C.0 – Generic Telecommunications Cabling for Customer Premises TIA/EIA 568-C.1.- Commercial Building Telecommunications Cabling Standart TIA/EIA 568-C.2 – Balanced Twisted-Pair TIA/EIA 568-C.3 – Optical Fiber Cabling Components Standard TIA/EIA 569-B – Commercial Building. Standard for Telecomm Pathways and Spaces TIA/EIA 606-A - Administration Standard for Commercial Telecommunications Infrastructure TIA/EIA 570 -B- Residential Telecommunications Infrastructure Standart TIA-942 - Telecommunications Infrastructure Standart for Data Center TIA/EIA 607-B - Commercial Building Grounding for Telecommunications ABNT NBR 14565:2007 – Cabeamento de telecomunicações para edifícios comerciais TIA – Telecommunications Industry Association IEEE – Institute of Electrical, Electronics e Engineers EIA – Electronics Industry Alliance
  • 21. Sistemas de Cabeamento Estruturado Benefícios de uma Norma Divisão Técnica • Especifica um sistema independente do fabricante • Flexibilidade: mudança • Facilidade de Administração: troca de cabos • Vida útil • Controle de falhas • Custo e Investimento
  • 22. Sistemas de Cabeamento Estruturado Elementos Funcionais Divisão Técnica •Horizontal Cabling – Cabeamento Horizontal (HC) •Backbone Cabling – Cabeamento Primário • Work Área – Área de Trabalho (WA) •Telecommunication Room – Sala de Telecomunicações (TR) •Equipament Room – Sala de Equipamentos (ER) •Entrance Facilities – Infraestrutura de Entrada (EF)
  • 23. Sistemas de Cabeamento Estruturado Elementos Funcionais Divisão Técnica
  • 24. Sistemas de Cabeamento Estruturado Elementos Funcionais Divisão Técnica
  • 25. Sistemas de Cabeamento Estruturado Conceitos Aplicados Divisão Técnica •Interconexão
  • 26. Sistemas de Cabeamento Estruturado Conceitos Aplicados Divisão Técnica •Cross-connect
  • 27. Cabeamento Horizontal Divisão Técnica •Compreende os cabos que vão desde a Tomada de Telecomunicaçõe da Área de Trabalho até o Armário de Telecomunicações. •Possui os seguintes elementos: ➢Cabos ➢Tomada de Telecomunicações (Outlet) ➢Terminações de Cabo ➢Cross-Connections ➢Ponto de Consolidação (CP) (opcional)
  • 29. Cabeamento Horizontal Divisão Técnica •Custos de instalação sistema de cabeamento horizontal é maior •Suporta uma larga faixa de aplicações •Recomenda-se o emprego de cabos metálicos, quando possível, materiais de excelente qualidade e de desempenho superior (Cat. 6)
  • 30. Cabeamento Horizontal Divisão Técnica Diretrizes gerais de projeto •Satisfazer as exigências atuais •Facilitar a manutenção e recolocação •Considerar instalações futuras de equipamentos e modificação de serviços •Normalmente é menos acessível que outros tipos de cabeamento •Está sujeito a um maior fluxo de dados do edifício, 90% •Diversidade de serviços e aplicações
  • 31. Cabeamento Horizontal Ponto de Consolidação •CP: Ponto de interconexão no cabeamento horizontal, visando facilitar o remanejamento das áreas de trabalho. •MUTOA: Amplamente utilizado em locais com divisórias ou móveis modulares, em áreas com previsão de ocupação futura ou com frequentes mudanças de layout. Divisão Técnica
  • 33. Cabeamento Horizontal Componentes Cordão Adaptador usado no rack (Patch Cord) •Cordão de cabo UTP, composto de fios ultraflexíveis (fios retorcidos) com conectores RJ45 macho nas extremidades •Interligar, dois painéis de conexão ou um painel e um equipamento ativo •Facilitar as manobras de manutenção ou de alterações de configuração •A distância máxima prevista é de 5 metros Divisão Técnica
  • 34. Cabeamento Horizontal Componentes Divisão Técnica Cordão Adaptador usado na Work Area (Adapter Cable) •Cordão de cabo UTP, composto de fios ultraflexíveis (fios retorcidos) com conectores RJ45 macho nas extremidades •Para uso na área de trabalho interligando o equipamento do usuário à tomada •A distância máxima prevista é de 5 metros
  • 35. Cabeamento Horizontal Componentes Divisão Técnica Painel de Distribuição Principal ou Secundário (Patch Panel) • É um intermediário entre as tomadas de parede e outros pontos de conexão e os switches da rede • Permitem que você utilize um número muito maior de pontos de rede do que portas nos switches • Outra vantagem é que com os cabos concentrados no patch panel, tarefas como desativar um ponto ou ligá-lo a outro segmento da rede (ligando-o a outro switch ou roteador) ficam muito mais simples
  • 36. Cabeamento Horizontal Componentes Painel de Distribuição Principal ou Secundário (Patch Panel) Divisão Técnica
  • 37. Cabeamento Horizontal Componentes Divisão Técnica Painel de Distribuição Principal ou Secundário (Bloco 110 IDC) •São blocos de distribuição de cabos, neste bloco são conectorizados cabos multipar trançados de 25 pares, onde se derivam para as estações de trabalhos
  • 38. Cabeamento Horizontal Componentes Painel de Distribuição Principal ou Secundário (Patch Cord 110 IDC) •Os Patch Cables 110 IDC podem ser usados em qualquer sistema que contemple Blocos do tipo 110 IDC para a terminação de cabos Divisão Técnica
  • 39. Cabeamento Horizontal Componentes Cabos de Par Trançado (UTP) •Cabo de par trançado, com 4 pares, constituídos por fios sólidos, bitola de 22 ou 24 AWG e impedância nominal de 100 ohms •A especificação mínima de desempenho para esse cabo deverá ser compatível com a TIA/EIA 568-C, Categoria 5e ou superior •Para instalações novas, recomenda-se a utilização de cabos Categoria 6 Divisão Técnica
  • 40. Cabeamento Horizontal Componentes Ponto de Telecomunicação (Outlet) •Tomada de estação, trata-se de um sub-sistema composto por um espelho com previsão para instalação de, no mínimo, duas tomadas RJ45/8 vias fêmea •Uma tomada pode ser associada com voz e a outra com dados Divisão Técnica
  • 41. Cabeamento Horizontal Componentes Conector (RJ-45) •Conector inclui o esquema de cores dos cabos, junto com um decalque ou etiqueta que indica se o padrão usado corresponde ao T568-A ou ao T568-B Divisão Técnica
  • 42. Cabeamento Horizontal Distâncias Divisão Técnica •A distância máxima entre o equipamento ativo e a estação de trabalho (“channel”) é de 100 metros.
  • 43. Cabeamento Horizontal Distâncias Divisão Técnica •Distâncias máximas, considerando as duas parcelas do subsistema: ➢Comprimento máximo do HC é de 90 metros ➢Os 10 metros restantes são dos cordões adaptadores, para a estação e rack, que é de 5 metros cada
  • 44. Cabeamento Horizontal Distâncias •A (mín 15 m) + B = 90 metros no máximo de cabo sólido •C = 5 metros de cabo flexível (atenua 20% mais que o sólido) •D = < 22 metros de cabo flexível •A + B + 2C = 100 metros no máximo OBS: Uma MUTOA pode atender a no máximo 12 WA Divisão Técnica
  • 45. Cabeamento Primário (Backbone Cabling) Divisão Técnica •Consiste nos meios de transmissão (cabos e fios), conectores de cruzamento (cross-connects) principal e intermediários, terminadores mecânicos, utilizados para interligar os Armários de Telecomunicações, Sala de Equipamentos e Instalações de Entrada •Também é conhecido como Cabeamento Vertical •É composto pelos cabos de backbone, pelo main cross- connect (MC) (distribuidor de campus), pelo intermediate cross-connect (IC) (distribuidor de edifício), terminações mecânicas, patch cords, jumpers e os cabos de ligação entre os prédios
  • 46. Cabeamento Primário (Backbone Cabling) Divisão Técnica •Os cabos reconhecidos para utilização de Backbone são: ➢Cabos de pares Trançados de 100 ohms - Com 4 pares nas categorias 5e, 6 e 6ª; - Multipares (normalmente de 25 pares) categorias 5e ➢Cabos de Fibra Óptica - Fibras Multimodo 62,5/125 μm - Fibras Multimodo 50/125 μm - Fibras Multimodo 50/125 μm OM3, otimizadas para aplicações de 10 Gbps - Fibras Monomodo
  • 48. Meio MC até o HC (1º Nível) MC até o IC (1º Nível) IC até o HC (2º Nível) U/UTP (voz) 800 m 500 m 300 m U/UTP (dados) 90 m 90 m 90 m Fibra Multimodo 2000 m 1700 m 300 m Fibra Monomodo 3000 m 2700 m 300 m Cabeamento Primário (Backbone Cabling) Divisão Técnica
  • 49. Cabeamento Primário (Backbone Cabling) •O uso de cabeamento óptico, devido principalmente a diferenças entre os aterramentos dos prédios 1,2  Prédio A Cabo metálico Cabo óptico 0,7  Prédio B 1,2  Prédio A Prédio B Divisão Técnica
  • 50. Work Area (Ãrea de Trabalho) •Área de trabalho é o local onde o usuário interage com o sistema. É onde se localizam as estações de trabalho, os aparelhos telefônicos, etc Divisão Técnica
  • 51. Work Area (Ãrea de Trabalho) •Devem ser previstos pelo menos 2 pontos para cada área de 10 m2 Divisão Técnica
  • 52. Telecommunication Room (Sala de Telecomunicações) Divisão Técnica •Terminação dos cabos do sistema de distribuição secundári •Ponto de conexão entre o Backbone e o cabeamento horizontal •Local onde fica acomodado o cross-connect horizontal do andar a que pretence, contend equipamentos, as terminaçõe e manobras de cabos
  • 53. Telecommunication Room (Sala de Telecomunicações) •Diferem das Salas de Equipamentos pela quantidade e localização. •São geralmente áreas (salas ou estruturas de armários) que servem a um pavimento ou a regiões (1500 m²) de um andar em uma edificação Divisão Técnica
  • 54. Telecommunication Room (Sala de Telecomunicações) Divisão Técnica Rack •São gabinetes com largura padrão de 19“ que poderão ser abertos ou fechados onde serão fixados os equipamentos ativos de rede, patch panels e demais acessórios •São suportes constituídos de peças metálicas que compõem uma estrutura na qual são fixados os equipamentos concentradores e respectivos acessórios de uma rede
  • 55. Telecommunication Room (Sala de Telecomunicações) Divisão Técnica Como dimensionar a altura de um Rack 1.O nº de equipamentos que deverão ser instalados 2.O nº de patch panels 3.Um organizador de cabos para cada patch panel e Switch •Deve-se somar todos estes itens (considerando 1U cada) e tem-se a altura mínima necessária do rack •Lembrar sempre de deixar uma folga para futuras ampliações da rede •O ideal é planejar a utilização de no máximo 70% da área útil de um rack, permitindo assim a dissipação térmica do calor gerado pelos equipamentos
  • 56. Telecommunication Room (Sala de Telecomunicações) Área Servida pelo TR menor que 100 m² Quadro externo Subrack ou Bracket com no mínimo 4 U Subrack ou Bracket Divisão Técnica
  • 57. Telecommunication Room (Sala de Telecomunicações) Prateleiras •São utilizadas como bandejas de sustentação para equipamentos. Podem ser instaladas em racks e brackets através de parafusos de fixação Divisão Técnica
  • 58. Telecommunication Room (Sala de Telecomunicações) Guia de Cabos •É um acessório que possui a função de organizar a sobra de cabos de manobra (patch e adapter cables) no rack ou bracket •Um guia de cabos dispõe de uma tampa encaixável que proporciona um bom acabamento, além de ser bastante prático Divisão Técnica
  • 59. Telecommunication Room (Sala de Telecomunicações) Divisão Técnica Régua de Tomadas •É um acessório que complementa os componentes, pois a régua de tomadas proporciona uma grande facilidade em termos de alimentação elétrica dos equipamentos, pois a mesma dispõe de tomadas no padrão 2P + T, adequados para a alimentação de equipamentos de rede
  • 60. Equipment Room (Sala de Equipamentos) •É o espaço destinado à alocação dos equipamentos principais de telecomunicações: servidores de rede, PABX, roteadores, switches, modens, centrais de alarme, elementos de telecomunicações, etc.., sendo localizada estrategicamente dentro do edifício, prevendo as conexões com todos os AT dos andares e o acesso das pessoas de gerenciamento e manutenção •Pode abrigar o TR do andar a que pertence •Normalmente abriga o MC e o IC Divisão Técnica
  • 61. Equipment Room (Sala de Equipamentos) Divisão Técnica •Espaço centralizado para equipamentos de redes e telecomunicações, e mais complexos que os do TR •Lugares que possam limitar a expansão devem ser evitados •A área deve prover 0,07 m² para cada 10 m² de “Área de Trabalho” e ser de, no mínimo, 14 m² •Deve estar interligado a rota do cabeamento vertical •Temperatura: 18 a 24 graus centígrados
  • 62. Equipment Room (Sala de Equipamentos) Divisão Técnica •A interligação da SEQ ao aterramento central do edifício deverá ser através de um eletroduto de, no mínimo, 1 ½” •Deverão ser utilizados equipamentos para proteção secundária (reguladores de tensão, estabilizadores, filtros de linha) contra voltagem ou pico de corrente para os equipamentos eletrônicos conectados aos cabos do campus backbone •E mais: no break, aterramento, estática do piso, EMI e fire- stopping
  • 63. Equipment Room (Sala de Equipamentos) Divisão Técnica Dimensões Estações de Trabalho Área em m2 Até 100 14 De 101 a 400 37 De 401 a 800 74 De 801 a 1200 111
  • 64. Entrance Facilities (Infraestrutura de Entrada) Divisão Técnica •Interface entre o cabeamento externo (operadora telefônica, operadora de internet) e o cabeamento intra-edifício e consistem de cabos, equipamentos de conexão, dispositivos de proteção, equipamentos de transição e outros equipamentos necessários para conectar as instalações externas ao sistema de cabos loca
  • 65. Administração do Cabeamento Estruturado (TIA/EIA-606-A) Divisão Técnica •Pode-se incluir os cabos, patch panels, blocos 110, AT, eletrocutos, dutos de passagem, pontos de terminação, porém não compreende a administração de ativos conectados aos outlets
  • 66. Administração do Cabeamento Estruturado Componentes essenciais dentro do Sistema de Administração Divisão Técnica •Identificadores: etiquetas e código de cores •Registros: Informações mandatórias e interligações •Interligações: definem a conexão entre identificadores e registros •Código do usuário: associa uma terminação com um registro (quem criou o registro)
  • 67. Administração do Cabeamento Estruturado Componentes essenciais dentro do Sistema de Administração Divisão Técnica •Apresentação de informações como: relatórios, desenhos e ordens de serviços •As-Built: Documentação da rede; apresenta informações de registros da infraestrutura: relatórios de testes, memoriais descritivos, plantas, etc., destinando-se a compreensão e solução de problemas •Ordens de Serviços: mudanças na infraestrutura
  • 68. Administração do Cabeamento Estruturado Componentes essenciais dentro do Sistema de Administração Divisão Técnica •Identificadores de Cabos: Deve haver um para cada cabo (CS ou CP) e deverá ser fixado nele com uma etiqueta em cada extremidade •Identificadores dos Hardwares de Conexão: Cada hardware de conexão deverá ter apenas um identificador e nele deverá ser fixado
  • 69. Administração do Cabeamento Estruturado Componentes essenciais dentro do Sistema de Administração Divisão Técnica •Identificadores de Cabos: Deve haver um para cada cabo (CS ou CP) e deverá ser fixado nele com uma etiqueta em cada extremidade •Identificadores dos Hardwares de Conexão: Cada hardware de conexão deverá ter apenas um identificador e nele deverá ser fixado •Identificadores das Posições de Terminação: CS: requer apenas um identificador na terminação para os quarto pares CP: requerumidentificador na terminação para
  • 70. Administração do Cabeamento Estruturado Componentes essenciais dentro do Sistema de Administração Divisão Técnica Etiquetas e Codificação de Cores: um mesmo cabo ou •As etiquetas das extremidades de mesmo cuto deverão ser da mesma cor •Todas as terminações utilizadas devem estar codificadas por cores que identifiquem prontamente a origem dos meios de transmissão conectados a elas, de acordo com a tabela abaixo:
  • 71. Administração do Cabeamento Estruturado Divisão Técnica Codificação de Cores para Terminações Tipos de terminação Cor Comentários Cabo de entrada de telecomunicações Laranja Esta identificação é feita através de etiquetas, nos blocos de terminação no PTR/SET Conexão à rede pública de telecomunicações Verde Etiquetas na SEQ ou AT Equipamentos (PABX, ativos instalados em bastidores, etc.) Púrpura Etiquetas em painéis ou blocos de conexão de acesso interconectados ao equipamento Rede primária Branca Etiquetas em painéis ou blocos de conexão Rede primária de 2º nivel Cinza Etiqueta em painéis e blocos de conexão intermediário e o painel de conexão à rede secundária Rede secundária Azul Etiqueta em painéis e blocos de conexão e nas outras terminações, tomada e PCC Rede interna de cabeamento primário (campus) Marrom Terminação de saída e entrada dos prédios de um campus Miscelâneas e circuitos especiais Amarela Circuitos auxiliares, circuitos pontes em redes de barramento, etc.
  • 72. Critérios de Identificação Baseada na norma ABNT 14565 Identificação para distribuição na ER Quantidade de Cabos W=Cabo Primário(P), Secundário(S) ou Interligação(I) Quantidade de Pares/Fibras XX x CWX XXP/ Fibras YY a XX XXX a XXX Identificação seqüencial do ponto ou par Identificação do pavimento (destino) Identificação de origem (opcional) Exemplo: U = UTP; 6 x CSU 4P (15)001 a 006 S = STP; Fo = Fibra óptica Divisão Técnica
  • 73. Critérios de Identificação Baseada na norma ABNT 14565 Divisão Técnica Identificação para o PT
  • 74. Critérios de Identificação Baseada na norma ABNT 14565 Identificação para Cabo Óptico Divisão Técnica
  • 77. Testes e Certificação da Rede Divisão Técnica
  • 78. Testes e Certificação da Rede Divisão Técnica
  • 79. Testes e Certificação da Rede Divisão Técnica
  • 80. Testes e Certificação da Rede Divisão Técnica
  • 81. Testes e Certificação da Rede Divisão Técnica