Curso E-Learning Escola De Pais

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Curso E-Learning Escola De Pais

  1. 1. ESCOLA DE PAIS Plano de Intervenção Pedagógica A Escola local onde partilhamos a vida, pela vida com a vida. (Mara Pereira) Plano de Intervenção Pedagógica A Escola local onde partilhamos a vida, pela vida com a vida. (Mara Pereira)
  2. 3. <ul><ul><ul><ul><ul><li>Curso: Mestrado em Multim é dia em Educa ç ão </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Docente: Arnaldo Santos </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Projecto realizado por: Ana Patr í cia Santos </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Elsa Godinho </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Mara Pereira </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Marina Duarte </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Marta Oliveira </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Aveiro, Mar ç o de 2008 </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  3. 4. Introdução <ul><li>Perante o desafio de estruturar uma actividade que incluía a concepção, o planeamento e o desenvolvimento de um curso de formação online, o presente grupo decidiu criar o curso “ Escola de pais”. </li></ul><ul><li>Foi sempre nosso objectivo adequar correctamente as actividades ao tempo disponível, assim como torná-las atractivas e motivadoras para os nossos alunos. </li></ul><ul><li>Optámos pela plataforma Blackboard para a implementação e dinamização do curso. </li></ul><ul><li>Criámos um Blog para complementar a plataforma escolhida, pois consideramos que a mesma é uma ferramenta “fechada”. Este recurso traz a oportunidade de partilha de informação, discussão saudável de temas, interacção e inter-ajuda, promovendo deste modo a aprendizagem colaborativa. </li></ul><ul><li>“ Utilizar o blog com o viés educativo” (...) constitui um “(...) desafio, mas também pode se tornar uma atividade prazerosa e contemporânea que surge a partir do contexto sócio-comunicativo-educacional (...) incentiva a autonomia de raciocínio que consiste em raciocinar de acordo com um conjunto próprio de normas. (...)”,sendo que “ o raciocínio autônomo leva em conta os outros tanto quanto a si próprio.” (TEIXEIRA, s/d) </li></ul>
  4. 5. Enquadramento e objectivos <ul><li>Optamos por este tema porque “ trabalhar com os pais parece ser a melhor estratégia para a promoção do bem-estar e desenvolvimento da criança, dada a relação de maior intimidade e envolvimento com as crianças, conhecimento da individualidade e história da criança, por parte dos pais .” (PORTUGAL, 1998) </li></ul><ul><li>Parece-nos que um curso online para pais é um modo fácil e rápido de interagir e partilhar com os mesmos aprendizagens e saberes oriundos de meios intrafamiliares com comportamentos complexos e únicos, que se interligam com contextos envolventes díspares e significativos no desenvolvimento de uma criança. </li></ul><ul><li>Durante a infância, os pais devem procurar promover a integração da criança na sociedade em que vive. Para que a mesma se realize é fundamental disponibilizar todos os meios e recursos necessários para tal. “ A educação depende fundamentalmente da atitude dos pais e, de modo particular, da mãe, no que diz respeito às actividades das crianças. Saber dar valor, motivar e estimular constituem as condições de um bom desenvolvimento” (Amella, 1997) </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Pretendemos elucidar os pais, ajudando-os nesta tarefa, não só realçando alguns aspectos que se prendem com a segurança da criança, como também concedendo-lhes informações que os poderão orientar, enquanto agentes educativos que são, contribuindo em tudo para o desenvolvimento harmonioso do seu filho. </li></ul><ul><li>Sendo pais atentos a aspectos como a higiene e a segurança do local onde deixarão os seus filhos, serão também pais informados, pais que saberão qual a melhor forma de interagir com a instituição e de colaborar com o educador na formação do seu filho, até porque estes são os principais responsáveis pela educação das crianças, devendo por isso conhecer, escolher e contribuir para a resposta educativa que desejam. </li></ul>Nas crianças é, ao nível da saúde, particularmente importante uma vasta gama de alimentos, que lhes forneça os nutrientes para as múltiplas funções do organismo, e uma prática de hábitos de higiene regular. Neste contexto é importante salientar que uma boa alimentação pode influenciar positivamente a capacidade de alerta mental, os níveis de energia, um bom sono e a saúde em geral.
  6. 7. <ul><li>Pareceu-nos ainda pertinente abordar a temática, Literatura Infantil, até porque, actualmente, a nossa sociedade caminha para uma realidade literária onde predomina o desinteresse pela arte de ler. Deste modo, elaborámos este plano em função das necessidades de alguns pais, alertando-os e informando-os para as características que devem observar ao adquirirem um livro para uma criança. Isto, porque para transmitir o gosto pela leitura é necessário acreditarmos nos livros que escolhemos e, por sua vez, sabermos que podemos acreditar nos mesmos. </li></ul>
  7. 8. Descrição e Análise <ul><li>O projecto do grupo @Orieva passou por vários processos de maturação, tendo o grupo optado por uma temática que lhe pareceu responder a uma “lacuna” no curso de formação ligados a área educativa. </li></ul><ul><li>Após a escolha do tema procedeu-se à investigação necessária, que passou pelo conhecimento das condições ideais num estabelecimento de educação, seleccionar as componentes pedagógicas da educação pré escolar, encontrar estratégias que proporcionem bem estar à criança nas áreas de higiene, saúde e necessidades nutricionais da criança e explorar a literatura infantil. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Houve necessidade de adaptar o tema aos recursos sugeridos, optando-se, assim, pela utilização da plataforma Blackboard como ferramenta principal uma vez que “a plataforma Blackboard tem como principal objectivo transformar a Internet num ambiente enriquecedor para experiências educativas, oferece soluções completas de produtos e serviços que suportam completamente a infra-estrutura do e-learning, assim com a maioria das outras plataformas os pontos fortes são a gestão de alunos, conteúdos e actividades através da web. Para Rodrigues, Oliveira e Peixoto (2003) a Blackboard «é um ambiente virtual voltado para o ensino a distância, onde a maioria das suas ferramentas de comunicação são assíncronas, onde o professor pode expor documentos de texto, vídeo, áudio e etc.». O ambiente da plataforma Blackboard possui ferramentas para o ensino e aprendizagem online, formando comunidades educativas, oferecendo serviços auxiliares as instituições podendo estes estarem integrados no sistema administrativo académico da própria universidade ou com outras plataformas e sistemas de segurança”. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Para complementar e apoiar o blackboard disponibilizamos, também, uma ferramenta de apoio, o blog “Educar Aprendendo”, pois neste espaço os alunos poderão expressar as suas ideias de forma mais informal e descontraída. Seguidamente, o grupo passou à planificação do curso «Escola de Pais», tendo em conta algumas especificidades dos cursos orientados para a comunidade. </li></ul><ul><li>O Módulo III-Literatura Infantil do presente projecto foi delineado tendo por base o Sharable Content Object Reference Model (SCORM) . Esta normalização representa um conjunto de especificações técnicas com o objectivo possibilitar a partilha de objectos de aprendizagem baseados em tecnologias Web. “O SCORM tem como objectivos: </li></ul><ul><li>Padronizar o modo como os conteúdos se relacionam com os sistemas que os suportam (sejam eles plataformas de e-Learning ou repositórios de conteúdos); </li></ul>
  10. 11. <ul><li>- Reutilizar os objectos de aprendizagem permitindo ao autor do conteúdo utilizá-lo em contextos diferentes. Isto é, o mesmo conteúdo pode ser incorporado em vários contextos e ter várias utilizações (em diferentes disciplinas/módulos); </li></ul><ul><li>- Flexibilizar a aprendizagem uma vez que podem ser construídos vários percursos de aprendizagem e estes disponibilizados a diferentes alunos; </li></ul><ul><li>- Portabilidade/migração ao permitir que os SCO’s sejam independentes da plataforma de e-Learning ou do repositório utilizados. Os objectos de aprendizagem podem assim ser transportados entre ambientes de e-learning de diferentes instituições.” (UOe-L, S/D [1] ) </li></ul><ul><li>[1] - http://wsl2.cemed.ua.pt/uoel/estatica/conteudos/normalizacaointro.asp </li></ul>
  11. 12. Informações Gerais
  12. 13. Objectivos e Conteúdos <ul><li>O objectivo geral do curso “Escola de Pais” é formar pais informados, mais atentos e conscientes das escolhas que vão fazendo nas mais diversas áreas da vida dos seus filhos, visando um desenvolvimento global e harmonioso dos mesmos. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Módulo 1: </li></ul><ul><li>Creche e Jardim de Infância </li></ul><ul><li>Como escolher? </li></ul><ul><li>Objectivos gerais </li></ul><ul><li>Identificar quais as condições ideais de um estabelecimento de educação, destinado a crianças dos 3 meses aos 5 anos de idade; </li></ul><ul><li>Descobrir a importância da componente pedagógica da educação pré-escolar; </li></ul><ul><li>Analisar criticamente uma de-terminada realidade educati-va. </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Aspectos estruturais: </li></ul><ul><li>Descrever aspectos básicos relativos à organização e ao funcionamento da Creche e do Jardim de Infância; </li></ul><ul><li>Identificar as condições fundamentais para o bom funcionamento de uma Creche e do Jardim de Infância; </li></ul><ul><li>Enumerar normas de higiene e segurança a respeitar numa Creche e do Jardim de Infância . </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Aspectos Educativos: </li></ul><ul><li>Enumerar os Princípios Educativos em Creche; </li></ul><ul><li>Identificar qual o papel e as funções do Educador de Infância </li></ul><ul><li>Explicar a importância da interacção Jardim de Infância/ Família. </li></ul><ul><li>Módulo 1: </li></ul><ul><li>Creche e Jardim de Infância </li></ul><ul><li>Como escolher? </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Módulo 2: Saúde - Higiene e Alimentação na Infância </li></ul><ul><li>Objectivos gerais </li></ul><ul><li>Reconhecer a saúde como componente fundamental para um desenvolvimento global adequado. </li></ul><ul><li>Encontrar estratégias para proporcionar à criança ocasiões de bem estar, nomeadamente no âmbito da higiene e da saúde. </li></ul><ul><li>Criar hábitos alimentares saudáveis, considerando as necessidades nutricionais da criança. </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Tema I – Contextualização </li></ul><ul><li>Valorizar a família, enquanto principal agente educativo, na satisfação das necessidades básicas da criança. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Módulo 2: </li></ul><ul><li>Saúde - Higiene e Alimentação na Infância </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Tema II – Higiene e Promoção da Saúde na Infância </li></ul><ul><li>Identificar cuidados ao nível da prevenção de doenças; </li></ul><ul><li>Caracterizar os diferentes tipos de vacinas a ministrar em crianças com idade pré-escolar; </li></ul><ul><li>Reconhecer os sintomas característicos de algumas doenças; </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Módulo 2: Saúde - Higiene e Alimentação na Infância </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Tema II – Higiene e Promoção da Saúde na Infância (continuação) </li></ul><ul><li>Conceber estratégias de acção perante algumas situações de doença. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Módulo 2: Saúde - Higiene e Alimentação na Infância </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Tema III – Alimentação e Nutrição na Infância </li></ul><ul><li>Apontar as vantagens do aleitamento materno; </li></ul><ul><li>Discutir acerca da importância dos horários e dos posicionamentos mais convenientes para o momento do aleitamento; </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Módulo 2: Saúde - Higiene e Alimentação na Infância </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Tema III – Alimentação e Nutrição na Infância (continuação) </li></ul><ul><li>Identificar os sintomas que revelam o momento oportuno para o desmame e para a introdução de novos alimentos; </li></ul><ul><li>Indicar as necessidades nutricionais de uma criança em idade pré-escolar. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Módulo 3: Literatura Infantil </li></ul><ul><li>Objectivos gerais </li></ul><ul><li>Explorar o conceito de Literatura Infantil, através de diversas perspectivas; </li></ul><ul><li>Identificar algumas carac-terísticas fundamentais para comprar um livro para crianças; </li></ul><ul><li>Explorar estratégias diver-sificadas para contar histó-rias; </li></ul><ul><li>Desenvolver algumas acti-vidades para incentivar a leitura. </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Tema I – Contextualização </li></ul><ul><li>Enumerar algumas caracte-rísticas da literatura infantil (vertente lúdica, vertente estética e vertente pedagó-gica); </li></ul><ul><li>Identificar alguns autores que se inserem na Literatura Infantil . </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Módulo 3: Literatura Infantil </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Tema II – Análise de um Livro para Crianças </li></ul><ul><li>Efectuar a análise de um livro infantil, tendo em conta todos os parâmetros aprendidos. </li></ul><ul><li>Tema III – Estratégias para contar histórias </li></ul><ul><li>Dar diferentes entoações à voz, ao contar uma história; </li></ul>
  22. 23. <ul><li>Módulo 3: Literatura Infantil </li></ul><ul><li>Objectivos específicos </li></ul><ul><li>Tema III – Estratégias para contar histórias (continua-ção) </li></ul><ul><li>Efectuar diferentes ex-pressões faciais e corporais na leitura de uma história; </li></ul><ul><li>Identificar algumas activi-dades possíveis de realizar ao contar uma história, tais como jogos e dramatiza-ções. </li></ul>
  23. 24. Conteúdos Data Tarefa Tempo para efectuar as tarefas Dia de abertura - Leitura do guião da disciplina - Apresentação no fórum Cada aluno fará a sua apresentação no fórum da disciplina 1 dia para realizar a tarefa Segundo dia Início do primeiro Módulo Segundo dia - Ver vídeo introdu-tório colocado no blog Visionamento do vídeo, debate e partilha de ideias, dúvidas e infor-mações no espaço do blog. 1 dia para elaborar a tarefa
  24. 25. Data Tarefa Tempo para efectuar as tarefas Sexto dia - Procurar um estabe-lecimento que consi-derem bem estrutura-do logisticamente e justificar a escolha. - Elaborar um pequeno documento escrito e publicá-lo no fórum do curso. 4 dias para efectuar esta tarefa Décimo segundo dia <ul><li>Consultar diversos </li></ul><ul><li>Documentos escritos </li></ul><ul><li>- Pesquisar </li></ul>- Realizar um plano semanal de actividade que contemple alguns dos critérios referidos ao longo dos 2 módu-los e que considerem essenciais num esta-belecimento educativo. 6 dias para elaborar a tarefa
  25. 26. Data Tarefa Tempo para efectuar as tarefas Décimo terceiro dia Início do segundo módulo do curso Décimo oitavo dia - Leitura do Artigo da Revista “Cader-nos de Educação”, que se encontra nos conteúdos <ul><li>Discussão no fórum do artigo lido; </li></ul><ul><li>Leitura do artigo e registo em resumo das ideias essências deste; </li></ul><ul><li>- Partilha do resumo de cada grupo no fórum do curso. </li></ul>6 dias para efectuar a tarefa Vigésimo quarto dia - Leitura de artigo didáctico relacio-nado com higiene e promoção de saúde na infância. - Entrega de um panfleto informativo dos cuidados de higiene e saúde a ter na infância. 6 dias para efectuar a tarefa
  26. 27. Data Tarefa Tempo para efectuar as tarefas Vigésimo oitavo dia - Análise de duas ementas - Elaboração de uma ementa interactiva, contemplando faixas etárias desde os 3 meses aos 5 anos 4 dias para efectuar a tarefa Vigésimo nono dia Início da terceira parte do curso Trigésimo segundo dia Análise vários arti-gos sobre literatu-ra infantil <ul><li>Partilha de ideias sobre os mesmos no fórum </li></ul><ul><li>Escolha de um livro que considerem interessante e pedagógico. </li></ul><ul><li>- Cada grupo deverá escre-ver um post no blog da comunidade indicando o li-vro escolhido e as razões que os levaram a tal esco-lha. </li></ul>4 dias para efectuar a tarefa
  27. 28. Data Tarefa Tempo para efectuar as tarefas Quadragésimo dia <ul><li>Análise de variadas ilustrações de diferentes livros </li></ul><ul><li>- Leitura de artigo sobre a ilustração para a infância. </li></ul>Elaboração do livro usando formato papel ou com recurso à multimédia. 8 dias
  28. 29. Organização: <ul><li>O curso está estruturado com base em duas componentes didácticas: </li></ul><ul><li>Teórica - onde são estudados os conceitos relativos aos objectivos do curso. </li></ul><ul><li>Prática - onde será desenvolvido um trabalho de grupo no qual serão aplicados os conceitos estudados. </li></ul>
  29. 30. Metodologia: <ul><li>O curso seguirá a metodologia de formação e-learning. Escolhemos esta metodologia pelas vantagens que traz aos formandos de poderem gerir o seu tempo de aprendizagem da forma que julgarem conveniente, sem necessidades de deslocação. Podendo deste modo chegar a um maior número de alunos. “O e-Learning, sendo uma forma de EAD, proporciona uma aprendizagem personalizada, em conformidade com a necessidade, disponibilidade e ritmo do indivíduo, independentemente da plataforma usada para aceder à Internet (aprender a partir de casa ou do local de trabalho sem limitações de tempo ou distância física). </li></ul>
  30. 31. <ul><li>Esta metodologia de ensino derruba barreiras temporais e espaciais (anytime, anywhere), pelo que minimiza problemas decorrentes da impossibilidade de frequentar aulas devido à distância, tempo e doença ou deficiência (alunos com necessidades educativas especiais). Poder aprender sem limitações de horário e de espaço físico é, sem dúvida, a situação ideal para todos os que têm uma actividade profissional exigente ou que estão geograficamente distantes dos centros de ensino e formação. Em suma, o e-Learning estimula a auto-aprendizagem, pelo que se insere no conceito de educação ao longo da vida.” (GONÇALVES, s/d) </li></ul>
  31. 32. <ul><li>De um modo global haverá momentos de aprendizagem individual e aprendizagem colaborativa. “A aprendizagem colaborativa destaca a participação activa e a interacção, tanto dos alunos como dos professores. O conhecimento é visto como um constructo social e, por isso, o processo educativo é favorecido pela participação social em ambientes que propiciem a interacção, a colaboração e a avaliação. Pretende-se que os ambientes de aprendizagem colaborativos sejam ricos em possibilidades e propiciem o crescimento do grupo. ” É exactamente isso que pretendemos ao promover e ao sugerir actividades que suscitarão a partilha e discussão e a interacção dos diversos elementos da comunidade. Serão lançados “desafios” sobre diversos assuntos relacionados com o programa do curso no fórum e nos blog do mesmo possibilitando-se assim alcançar objectivos qualitativamente mais ricos em conteúdo, uma maior aproximação entre todos os elementos do grupo, incentivando a partilha de aprendizagens individuais, assim como o respeito mútuo e a inter-ajuda. </li></ul>
  32. 33. Estratégias de interacção <ul><li>Assim as estratégias de interacção escolhidas para o curso “ Escola de país podem sintetizar-se da seguinte forma: </li></ul><ul><li>Realização de trabalhos em grupo, potenciando o sentido de partilha e colaboração entre os membros; </li></ul><ul><li>Realização de trabalhos individuais; </li></ul><ul><li>Colocação de imagens/vídeos/frases no blog ou fórum, com o intuito de fomentar “discussões” em grande grupo. </li></ul>
  33. 34. Estratégia de moderação: <ul><li>No que diz respeito ao professor do curso “Escola de Pais” on-line, este assumirá o papel de moderador. Não temos qualquer dúvida de que esta função é essencial para a manutenção de um curso deste género. De igual modo, sabemos que é muito importante que todos os intervenientes neste curso apresentem um elevado grau de motivação. É por isso necessário que se criem métodos de acompanhamento dos alunos no sentido de avaliar a sua motivação, assim como, a sua satisfação em relação às aprendizagens que vão realizando. Para que se mantenha um elevado grau de motivação é essencial que o moderador tenha capacidades sociais para gerir toda a interacção que se cria nas comunidades de aprendizagem, que seja capaz de definir de forma rigorosa e clara as estratégias a utilizar, que prepare ao pormenor as propostas de actividade e tarefas a realizar pelos alunos e que tenha um nível elevado de rigor cientifico em relação à área do curso a leccionar para conseguir responder fácil e correctamente às questões colocadas pelos alunos. </li></ul>
  34. 35. <ul><li>Para que tudo isto seja possível, este deverá seleccionar um conjunto de estratégias de dinamização do curso. Uma das estratégias, escolhidas pelo grupo @orieva, será a criação de uma equipa de monitorização que acompanhará de perto cada aluno/grupo, com o objectivo de ajudar a que se criem elos de relações afectivas com o curso, assim como, que cada um se sinta membro da comunidade de aprendizagem. Esta escolha foi efectuada tendo em linha de conta o pensamento de Mason e Weller, que defendem que a integração de uma equipa de monitorização levará a manter um elevado nível de motivação e satisfação com a aprendizagem efectuada. </li></ul><ul><li>Assim cada grupo de trabalho terá um monitor que acompanhará as suas actividades, podendo realizar-se encontros através do skype ou Messenger com alguma regularidade. Além disso a equipa de monitores estará atento ao fórum, nomeadamente às questões colocadas pelos alunos de modo a orienta-los e dar-lhes uma resposta breve e claro. </li></ul>
  35. 36. Ferramentas de Comunicação: <ul><li>Blackboard; </li></ul><ul><li>Forum; </li></ul><ul><li>Blog; </li></ul><ul><li>Correio electrónico ; </li></ul><ul><li>Skype; </li></ul><ul><li>Messenger. </li></ul>
  36. 37. Avaliação <ul><li>Os cursos de ensino à distância têm vindo a assumir uma grande importância no contexto ensino-aprendizagem pelas suas vantagens. Um dos aspectos que tem acompanhado este crescendo é a discussão sobre a avaliação dos alunos que frequentam este tipo de formação. “ O termo avaliar causou, e ainda causa, um grande temor, muitas vezes, pelo facto de ser usado no sentido de medir resultados alcançados e pelo uso frequentemente discriminatório e punitivo de tais resultados .” </li></ul><ul><li>( VALENTE e ESCUDEIRO,s/d), no entanto, avaliar é uma actividade necessária e deve ser recebida pelos formandos como uma forma de receberem feed-back do seu trabalho e sugestões construtivas para melhorar o seu desempenho. </li></ul>
  37. 38. <ul><li>A avaliação, e neste caso a avaliação assíncrona tem sido o motor de inúmeras reflexões por parte dos docentes. No entanto, nos cursos online, o contacto entre o aluno e o professor/administrador não sendo presencial faz com que a avaliação possa não corresponder à realidade, pois qualquer um pode executar as tarefas propostas sem qualquer espécie de controlo. Por tudo isto, também para nós a questão da avaliação e nomeadamente dos itens a avaliar, nos trouxe momento de reflexão, o assunto foi pensado e repensado. </li></ul>
  38. 39. O grupo @orieva optou pelos seguintes critérios: <ul><li>- criatividade 5%, </li></ul><ul><li>- responsabilidade 5%, </li></ul><ul><li>- participação no fórum 10%, </li></ul><ul><li>- participação no blog 10%, </li></ul><ul><li>- realização das tarefas 50%, </li></ul><ul><li>- questionário 20% </li></ul><ul><li>Importante será referir que levaremos em consideração a qualidade da participação dos alunos e não apenas a quantidade visto esta não ser sinónimo de que o aluno realmente participa de forma pertinente, com sentido de partilha de conhecimento. </li></ul>
  39. 40. A implementação prática
  40. 41. Esta área será de extrema importância para o decorrer do curso. Nesta opção, os formandos poderão encontrar várias mensagens de motivação e de reforço, poderão obter feedback de quem estava realizar o mesmo processo de aprendizagem. O objectivo é o de motivar os discentes com um discurso directo, de forma a incentivar a participação em todo este projecto.
  41. 42. <ul><li>O grupo @orieva considera essencial que os seus alunos efectuem uma aprendizagem significativa, trabalhando conteúdos de forma contextualizada e direccionada. Como tal, criou a área &quot;Conteúdos&quot;, em que cedeu todos os materiais de apoio à frequência do curso, assim como o guião do curso. </li></ul>
  42. 43. O Scorm O Módulo III - Literatura Infantil do presente projecto foi delineado tendo por base o Sharable Content Object Reference Model (SCORM) . Para a estruturação, organização e empacotamento de conteúdos pedagógicos segundo o modelo de referência SCROM 1.2, do Módulo III - Literatura Infantil, escolhemos a ferramenta eXelearning que disponibiliza várias opções para a criação de actividades, a nível de exemplo: objectivos, actividades, actividades de leitura, estudo de casos, avaliação entre outras.
  43. 44. <ul><li>Este espaço teve por objectivo fomentar o debate, a troca de ideias e até críticas por parte dos alunos. Foi criado o “Fórum Geral&quot;, onde foram colocados os assuntos gerais relacionados com a disciplina e o Fórum &quot;Partilha de Experiências&quot;, que teve por base a existência de um local onde os formandos possam partilhar experiências, dúvidas e simplesmente conversar de forma mais informal. </li></ul>
  44. 45. O Blog O blog foi criado tendo os alunos como público-alvo, mas também todos os colegas que frequentam o Curso de CFE/Mestrado e todas as pessoas fora da nossa comunidade que tenham interesse no tema. Esta ferramenta servirá de apoio a todo o projecto. Através dele vai fazer-se a divulgação de vários vídeos sobre os módulos do curso, debates de temas a partir de textos e apresentação de algumas tarefas por parte dos alunos.
  45. 46. Avaliação
  46. 47. Conclusão <ul><li>Podemos concluir que um curso à distância exige um cuidado especial no que respeita à planificação e implementação de tarefas, assim como, em relação à definição dos objectivos com precisão, tendo em conta o público-alvo e a duração do curso. </li></ul><ul><li>Tivemos especial atenção na escolha das tarefas, do material a utilizar, de forma a proporcionar um curso apelativo e motivador. Igualmente, houve que reflectir sobre as ferramentas de avaliação, por forma a que conduzissem a resultados justos e coerentes, este foi sem dúvida o aspecto que mais nos fez reflectir. </li></ul><ul><li>Houve ainda a preocupação em usar-se uma linguagem acessível nos vários conteúdos, bem como em usar recursos que não obrigassem a exigentes conhecimentos a nível informático. </li></ul><ul><li>O uso da plataforma Blackboard revelou-se bastante eficaz no que diz respeito ao ensino à distância. </li></ul>
  47. 48. Recursos Didácticos <ul><li>Ementa: http://bp3.blogger.com/_6T134H9TfZs/RjUjKLdg0I/AAAAAAAAAl8/QqrYd7vj58A/s1600-h/image.jpg </li></ul><ul><li>Ementa: </li></ul><ul><li>http://www.meninosrabinos.com/Escola/saude_e_nutricao.htm#Ementas </li></ul><ul><li>Ementa correcta: </li></ul><ul><li>NUNES, Emília; BREDA, João. Manual para uma alimentação saudável em Jardins de Infância. Direcção Geral de Saúde. Lisboa. ISBN 972-9425-94-9 www.dgsaude.pt/upload/membro.id/ficheiros/i005536.pdf </li></ul><ul><li>vídeo literatura infantil http://br.youtube.com/watch?v=q3lDMDsIyN8&feature=related </li></ul><ul><li>nutrição vídeo http://br.youtube.com/watch?v=tSqQcTag6Jk&feature=related </li></ul>
  48. 49. Referências Bibliográficas <ul><li>AMELLA, José Luís Riva. &quot;Aprender: O Desenvolvimento da Inteligência&quot;. 1997. Lisboa: Marina Editores. </li></ul><ul><li>DIOGO, Américo António Lindeza (1994); Literatura Infantil: História, Teoria, Interpretações ; Porto, Porto Editora; ISBN 972-0-34059-2; </li></ul><ul><li>EDGSON, Vicki (2003); O Nutricionista para bebés e crianças ; Lisboa, Didáctica Editora; ISBN 972 – 650 – 621 – 2; </li></ul><ul><li>MATOS, A. Joel. &quot;Programa de Formação de Educadores, Psicologia Infantil e Juvenil: Adolescência&quot;. Livro 3. Lisboa: Oceano-Liarte Editores. </li></ul><ul><li>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (1997); Legislação ; Lisboa; Editorial do Ministério da Educação. </li></ul><ul><li>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (1997); Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar ; Lisboa; Editorial do Ministério da Educação. </li></ul>
  49. 50. <ul><li>MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (1998); Qualidade e Projecto na Educação Pré-Escolar ; Lisboa; Editorial do Ministério da Educação. </li></ul><ul><li>PORTUGAL, Gabriela. &quot;Crianças, famílias e creches: uma abordagem ecológica da adaptação do bebé à creche&quot;. 1998. Porto: Porto Editora </li></ul><ul><li>VELOSO, Rui Marques (1994); A obra de Aquilino Ribeiro para crianças – Imaginário e escrita ; Porto; Porto Editora. </li></ul><ul><li>Site 1: “Literatura para a Infância”, (2004) On-line </li></ul><ul><li>Disponível: http://web.ipn.pt/literatura/infantil/ </li></ul><ul><li>Site 2: “Leitura”, (2004) On-line </li></ul><ul><li>Disponível: http://web.ipn.pt/literatura/letras/ensaio31.htm </li></ul>
  50. 51. <ul><li>Site 3: “Promoção da leitura”, (2004) On-line </li></ul><ul><li>Disponível: http://www.iplb.pt/pls/diplb/!main_page?levelid=1 </li></ul><ul><li>Site 4: “Literatura Infantil” (2004) On-line </li></ul><ul><li>Disponível: http://www.instituto-camoes.pt/cvc/bvc/revistaicalp/litinfantil.pdf </li></ul><ul><li>Site 5: “Guia do bebé” </li></ul><ul><li>Disponível: http://guiadobebe.uol.com.br </li></ul><ul><li>Site 6: “Saúde e Nutrição” </li></ul><ul><li>Disponível: http://www.geocities.com </li></ul><ul><li>Site 7: “Pink and Blue” </li></ul><ul><li>Disponível: http://bebes.clix.pt </li></ul><ul><li>Vitor Barrigão Gonçalves ; e-Learning – revolução ou evolução, Bragança </li></ul>
  51. 52. <ul><li>Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança </li></ul><ul><li>h ttp://www.vgportal.ipb.pt/vgportal/media/vgdocs/artigos/e-Learning_mseducation.pdf </li></ul><ul><li>http://www.abed.org.br/congresso2002/ppsp.ppt#3 </li></ul><ul><li>http://e-repository.tecminho.uminho.pt/bitstream/10188/70/1/Avalia%C3%A7%C3%A3o+da+Aprendizagem+em+Ambientes+Online.pdf </li></ul><ul><li>Levar a peito a nutrição na primeira infância </li></ul><ul><li>http://www.unicef.pt/18/dia_mundial_do_coracao24set04.pdf </li></ul><ul><li>Artigo de Medicina e Saúde - Nº 100 / Fevereiro de 2006 ; Cuidar da criança é preparar o futuro; Dr. Gonçalo Cordeiro Ferreira - Presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria http://www.jasfarma.pt/artigo.php?publicacao=ms&numero=100&artigo=2 </li></ul>
  52. 53. <ul><li>Literatura infantil http://www.graudez.com.br/litinf/livros.htm </li></ul><ul><li>Autores infantis http://www.graudez.com.br/litinf/autores/andersen/andersen.htm </li></ul><ul><li>http://www.graudez.com.br/litinf/autores/lafontaine/lafontaine.htm </li></ul><ul><li>http://www.graudez.com.br/litinf/autores/perrault/perrault.htm </li></ul><ul><li>A escolha dos livros infantis http://www.graudez.com.br/litinf/trabalhos/editor1.htm </li></ul><ul><li>O CONTACTO DA CRIANÇA DE PRÉ – ESCOLA COM A LITERATURA INFANTIL: UM UNIVERSO A SER EXPLORADO1 Maritania Rossetto </li></ul><ul><li>www.educacaonacional.com.br/.../home/educacaonacional.com.br/www/arquivos/biblioteca/2316/RNE01025.pdf </li></ul><ul><li>http://www.abed.org.br/congresso2002/ppsp.ppt#89 </li></ul><ul><li>COUTINHO, Clara; JÚNIOR, João. O Digital e o Currículo: UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA BLACKBOARD NUM CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE DO MINHO. Retirado do link: </li></ul><ul><li>https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6515/1/011.pdf </li></ul>
  53. 54. Vídeo Promocional

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