Capsulite adesiva Dr Omar Mohamad M. Abdallah

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Capsulite Adesiva

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  • movimentos combinados dessas quatro articulações distintas, somando os músculos , permitem que o braço e a mão se posicionem no espaço para darem início a uma variedade de funções, resultando em uma amplitude de movimento que ultrapassa a de qualquer outra articulação do corpo humano
  • tendo muitas vezes um curso prolongado de dois ou três anos
  • dor diminuição (ADM) no ombro são extremamente comuns na capsulite adesiva, comprometendo a biomecânica dessa articulação, ocorrendo restrição dos movimentos passivos e ativos, principalmente da articulação glenoumeral e comumente, a rotação interna, externa, elevação e abdução, são as limitações mais acentuadas.
  •  alterações histológicas inflamatórias e fibrosas da cápsula articular e do revestimento sinovial do ombro responsáveis pela obliteração dos recessos articulares, principalmente do recesso axilar e aderências da cápsula às estruturas circunvizinhas, inclusive a cabeça do úmero.
  • Procura apos semanas ou meses da doença

  • Capsulite adesiva Dr Omar Mohamad M. Abdallah

    1. 1. Dr. Omar Mohamad M. Abdallah R2 de Ortopedia e Traumatologia Hospital Santa Rita
    2. 2.  Patologia idiopática  Afeta cerca de 3- 5% da população geral - Superior a 50 anos;  Doença autolimitada – Resolução Completa  Mulheres ;  20% DM – 36 % tipo I;  Doenças Autoimunes;
    3. 3.  O ombro é formado por três articulações  esterno-clavicular  acrômio-clavicular  glenoumeral e uma articulação fisiológica: a escapulo-torácica
    4. 4.  Ocorer alterações histológicas inflamatórias e fibrosas na cápsula articular e no revestimento sinovial;  Gera retrações da cápsula e rigidez articular  Limitando os movimentos tanto ativos quanto passivo .
    5. 5.  É dividida em três fases:  Aguda ou hiperálgica;  Fase de rigidez ou congelamento;  Fase de descongelamento
    6. 6.  É caracterizada pelo aparecimento gradual de dor difusa no ombro.  Mal localizada;  Com perda progressiva de movimentos;  Principal carecterística – Dor .  Dura de 2 – 6 meses.
    7. 7.  Caracterizada pela perda progressiva de movimento.  Diminuição da Adm – Rotação Externa / Elevação  Diminui a dor gradualmente  3 – 12 meses
    8. 8.  Melhora espontânea e gradual da ADM;  Retorno da função do ombro ;  Fase mais longa - 12 – 24 meses .
    9. 9.  Hipoxia local – Acidose  Ocorre liberação de citocinas pelas plaquetas – IL-1 / TNF  Hiperplasia Sinovial + Fibrose Capsular  Ocorre contratura / espessamento do lig. Coracoumeral e da capsula anterior - Ozaki demostrou com a liberação do lig. Restaura a RE.
    10. 10.  Devido a liberação das citocinas – Neovascularização  Liberação de tecido vascular colagênico  Composto por fibroblasto + miofibroblastos  Fibrose dos tecidos - > Restrição de movimento  DM I – glicose -> glicosilação do colágeno  Aumento de fibrose – espessamentoda capsula
    11. 11.  Início de dor gradual ;  Piora a noite ;  AdM diminuída para RE ;  Dificuldade de elevação -120 graus;
    12. 12.  Clínico ;  Radiográfico - Diminuição do espaço articular entre a glenóide e a cabeça do úmero na incidência AP .  O líquido sinovial encontrado na capsulite é normal, porém o volume é diminuido (3 a 15 ml). Normal  20 a 25ml .  USG – Pode identificar espessamento de ligamento, lesão do SMR e tendinopatias .  A artrografia e a artrorresonância - Revelam uma diminuição do espaço articular.  RMN
    13. 13.  Doença autolimitada ;  Analgésico e AINE;  Corticóide por via IM – DM;  Antidepressivo tricíclico ;  Bloqueio semanal do nervo supra-escapular;  Fisioterapia – Passiva ;
    14. 14.  Se não houver melhora da mobilidade nos primeiros 30 dias – Artroscopia  Manipulação anestésica  A seguir realiza-se um movimento de abdução e rotação externa.  O tratamento artroscópico -> Descongelamento  Apenas limitação de movimento.  Ganho de mobilidade com a liberação capsular  Ressecção do Ligamento coracoumeral

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