Relato de caso clínico

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Definição, estrutura e recomendações para redigir um Relato de caso clínico.

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Relato de caso clínico

  1. 1. Relato de Caso clínico Como fazer ? mui _Zn mhtíurftcih . ^. f "att-Ii- wmvn-'r-_n; unem-fumam-(élz. .uu-›¡-_'| g1t+1:. .<, c›ux
  2. 2. deixam? E "Relatos são a descrição detalhada de casos ciinicos, contendo caracteristicas importantes sobre os sinais, sintomas e outras caracteristicas do paciente e relatando os procedimentos terapêuticos utilizados, bem como o deseniace do caso. " PARENTE, R. C. M. ; DE OLIVEIRA, M. A. P. ; CELESTE, R. K. Relatose Série de Casos na Era da Medicina Baseada em Evidência. Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery, v. 3, n. 2, p. 67-70, 201o. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto »vwu-. uoaprendizamsaudeavordpress. com
  3. 3. importância "Relatos de caso e séries de casos constituem o método de eleição pelo qual médicos praticantes ordenam cientificamente sua experiência contribuindo com isso para o progresso do conhecimento médico. " KIENLE, G. S. ; KIEN E, H. Como escrever um relato de caso. Arte Med. Ampl. , v. XXI, n. 2, p. 34-37, 2011. Acesso em: 4/10/2013. "mmeio de eleição para se descobrir algo novo, encontrar novas ideias, para possibilitar um progresso intelectual, mostrar novos problemas e soluções e contribuir com isso para o progresso da medicina . " Vandenbroucke JP. Case reports in an evidence-based worId. J R Soc Med , 92(4):159-63, 1999 Prof. Dr. Maurício A. P. Peixoto wwvxuoaprendizemsaudeavordpressxom
  4. 4. , r - _, .t, z . , 7 _ . . w ACHA? Doença frequente, porém com aspectos de interesse clinico ou evolução incomum*. Dilemas éticos, morais ou situações com implicações legais*. Casos raros, para as quais tanto o diagnóstico como a terapêutica não estão claramente estabelecidos na literatura cientifíca**. »r Detecção de epidemias”. (*)JÚLIO ARAGÃO; MAURO TAVARES. Como Preparar Um Relato De Caso Clinico. Cadernos UNIFOA, , n. 9, p. 59-61, 2oo9. Acesso em: 4/10/2013. (**) PARENTE, R. C. M. ; DE OLIVEIRA, M. A. P. ; CELESTE, R. K. Relatos e Série de Casos na Era da Medicina Baseada em Evidência. Brazilian Journal ofvideoendoscopic Surgery, v. 3, n. 2, p. 67-7o,2o1o. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto »vivu-. uoaprendizemsaudeavordpress. com
  5. 5. .l , _ L. . , _ , _ . V. - _ . “Giãôç Descrição de caracteristicas de novas doenças. Formulação de hipóteses sobre possiveis causas para doenças. i Descrição de resultados de terapias propostas para doenças raras. Efeitos adversos raros em doenças comuns. Casos inéditos com potencial de alterar a atual teoria sobre a etiopatogenia da doença ou que tragam uma terapêutica inovadora. PARENTE, R. C. NI. ; DE OLIVEIRA, M. A. P. ; CELESTE, R. K. Relatose Série de Casos na Era da Medicina Baseada em Evidência. Brazilian Journal ofVideoendoscopic Surgery, v. 3, n. 2, p. 67-70, 201o. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto wwuxuoaprendízemsaudemvordpress. com
  6. 6. r r _ IL _ . A, "_ t. A. - T9335?? Conclusões baseiam-se em poucos casos. Não possuem amostragem representativa. Não possuem metodologia capaz de validar associação causal. I= Não há grupo controle para comparação. Não quantifica a prevalência na população. Metodologia de diagnóstico não é padronizada. PARENTE, R. C. M. ; DE OLIVEIRA, M. A. P. ; CELESTE, R. K. Relatos e Série de Casos na Era da Medicina Baseada em Evidência. Brazilian Journal of ñdeoendoscopic Surgery, v. 3, n. 2, p. 67-70, 201o. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto »vivu-. uoaprendizemsaudeavordpress. com
  7. 7. ,CEAC IÊIVÍAVÍIvV Yusuf S. Evidence-Based Cardiology. London: BMJ Publishing Group, 1998. 4, . .. _ 1a Revisões sistemáticas homogêneas de ensaios clínicos randomizados 1b Ensaios clínicos randomizados com intervalo de confiança estreito 2a Revisões sistemáticas homogêneas de estudos de coorte zb Estudo de coorte ou ensaios clínicos de baixa qualidade metodológica 2c Estudos ecológicos 3a Revisões sistemáticas homogêneas de estudos de caso-controle 3h Estudo de caso-controle 4 Relato de series de casos ou estudos de coorte e caso-controle de baixa qualidade metodológica 5 Opinião de especialistas PARENTE, R. C. M. ; DE OLIVEIRA, M. A. P. ; CELESTE, R. K. Relatos e Série de Casos na Era da : Vledicina Baseada em Evidência. Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery, v. 3. n. 2, p. 67-70. 201o. Acesso em: 4_i1o; '2o13. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto www. oaprendizemsaudewordpresscom
  8. 8. 0.91%? . Critérios diagnósticos claramente definidos. :›. . Consentimento informado de todos os pacientes descritos. Aprovação de Comitê de Ética para série de casos em estudos prospectivos. Detalhes da intervenção (drogas ou cirurgias, por exemplo) são descritos. Desfechos clínicos relevantes e claramente definidos. Descrição da percepção do paciente quanto ao desfecho e à intervenção nele efetuada. Descrição de riscos associados com a intervenção. Os critérios de inclusão e exclusão devem ser claramente citados' PARENTE, R. C. M. ; DE OLIVEIRA, M. A. P. ; CELESTE, R. K. Relatos eSéríe de Casos na Era da Niedicina Baseada em Evidência. Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery, v. 3, n. z, p. 67-70, 201o. Acesso em: 411012013. r¡ )| co - Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto wwu-. uoaprendizemsaudeavordpress. com
  9. 9. i. Uma questão relevante como tema. s. ; Uma questão claramente definida para ser respondida, ser único e interessante. 5. Uma apresentação que siga um roteiro lógico: Introdução > Descrição do Caso > Discussão > Conclusões. . ç. Escrita compativel com o jornal escolhido para publicação. ¡, . Apresentar conclusões e respostas compativeis com as limitações de um relato de caso. Jenicek M. Clinical case reports and case series research in evaluating surgery. Med Sci Monit, 2008; 14(1o): RA149-162. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto wuvnuoaprendizemsaudeavordpressuzom
  10. 10. Postulado central do Relato de caso ". ..o postulado central do relato de caso deve ser claro, tal como a mensagem primária. Facilidade na leitura, estilo, transparência e estrutura são essenciais, o relato de caso é escrito para o leitor e não para o autor. " KIENLE, G. S. ; KIENE, H. Como escrever um relato de caso. Arte Med. Ampl. , v. XXI, n. 2, p. 34-37, 2011. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto wwwnaprendizemsaudewordpress. com
  11. 11. I . '-, › . › . - . - › - '. › . ,w “- r i '* . l t: . i, ›, _ u I _ I e_ ' 1 ' ' ~. I ' Í CEAC "O consentimento do paciente para o relato é imprescindível e deve ser obtido por meio formal, ou seja, pela assinatura de um Consentimento Informado pelo paciente ou seu representante legal. A ausência desse documento acarretará na impossibilidade de aceitação pelo comitê de ética local e a consequente rejeição do manuscrito pela maioria dos periódicos científicos. " JÚLIO ARAGÃO; MAURO TAVARES. Como Preparar Um Relato De Caso Clinico. Cadernos UNIFOA, , n. 9, p. 59-61, 2oo9. Acesso em: 4¡'10/2o13. Prof. Dr. iVlauricio A. P. Peixoto wwnuoaprendízemsaudenvordpressxom
  12. 12. CEAC . mimo. o Escolher um caso clínico raro . o Realizar pesquisa bibliográfica. o Coletar informações relacionadas ao caso, incluindo 0 consentimento do l paciente para a publicação do caso. o Sumarizar e redigir. l o Revisar, editar e traduzir (se for o caso). l 7' C. S. LYRA. Como escrever um Relato de Caso ou Case Report. Disponivel em: <http: j'ii. v»vxsnfreeuvebscomiinfinitetranslcasereporthtml). Acesso em: 4_l1o, l2o13. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto »nvw. oaprendizemsaudewordpress. com
  13. 13. m Título e resumo. e Introdução com objetivo. w Descrição do caso, técnica ou situação. e Discussão com revisão da literatura. à Conclusão e bibliografia. * C. S. LYRA. Como escrever um Relato de Caso ou Case Report. Disponhiel em: <l1:tp: "gnvwnufreewebscomiinf¡nitetransfcasereporzhtml). Acesso ein: .i_l'o_l2o'›3. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto wv; m0aprendizemsaudesn. ordpressucom
  14. 14. IGÃÂAC Informação disponivel sobre o assunto, o contexto, o mérito e o objetivo do relato. É recomendável que se faça uma revisão extensa da literatura. Citações em pequeno número apresentam-se , em ordem cronológica ou, se em maior número; pode-se agrupá-las por algum critério. Descrição do conteúdo principal e do contexto. Informação de fundo com sinopse e singularidade do relato de caso (por que é válida a sua leitura? ) YOSHIDA, W. B. Redação do relato de caso. Jornal Vascular Brasileiro, v. 6, n. 2, p. 112-x13,2oo7. Acesso em: 411012013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto ww-. xuoaprendizemsaude. wordpress. com
  15. 15. l'. . ' ' '. c. _ . _ . «. » › ' in . .* l ~ ' . GÊKÂC Bases bibliográficas tais como MEDLINE, EMBASE, LILACS e SciELO. s Referências de artigos de revisão, de revisões sistemáticas e de metanálises. Se o número de citações encontradas for pequeno, pode-se coIocá-Ias em ordem cronológica ou, se forem em grande número, pode-se agrupá-las por algum critério. YOSHiDA, W. B. Redação do relato de caso. Jomal Vascular Brasileiro, v. 6, n. 2, p. 1124132007. Acesso em: 431041013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto mvnuoaprendizemsaudemvordpressxom
  16. 16. _ , ;_ 'i - r - r r. 7 r . - . - . ›, .~ 4 i . - _. . . j m_ , -- , - fi_ . - r r r! .r _ -1 '. _ . - - . 1 l . . . , . ç - @FAC "A revisão da literatura sempre deverá ser individualizada quanto aos aspectos que estão sendo relacionados. Um caso cirúrgico que apresenta complicação rara deverá ter a revisão mais focada neste aspecto, e não na técnica cirúrgica utilizada ou nas indicações da cirurgia, por exemplo. " JÚLIO ARAGÃO; MAU RO TAVARES. Como Preparar Um Relato De Caso Clínico. Cadernos UNIFOA, , n. 9, p. 59-61, 2009. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto wivmoaprendizemsaudeavordpress. com
  17. 17. i' e . _L _ . . . e . __ e . l_ 7”- _ ~ _v«. . ' - . , 'r . z» - ›'. ,* ç. : l ç. __ J_ _ . MJ ¡ , _ A_ '_. . , A l z ' lC. .l3,ô. C "Utilize o prontuário do paciente para reunir os detalhes de todos os registros dos cuidados prestados ao individuo, .. .Tire cópias - não utilize os originais - eles são os únicos registros do paciente para referência futura. " C. S. LYRA. Como escrever um Relato de Caso ou Case Report. Disponível em: <http: l/wwwfreewebs. com/ infinitetrans/ casereporthtmb. Acesso em: 411012013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto ivivnuoaprendizemsaudeavordpress. com
  18. 18. "Uma forma comum de apresentação é dividir esta parte em dois parágrafos. No primeiro parágrafo inclua histórico, exames, investigação e tratamento; no segundo, os resultados. " C. S. LYRA. Como escrever um Relato de Caso ou Case Report. Disponivel em: <http: l/wwwfreewebs. comlinfinitetrans/ caserep0rt. html>. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto »v-. v-. xl. oaprendizemsaudea-. rordpress. com
  19. 19. 'CEAC um im m Organizar: detalhes suficientes para que o leitor estabeleça sua interpretação. Eliminar: dados supérfluos, detalhes de datas dos exames, dados confusos ou não confirmados. Redigir: Frases e parágrafos concatenados e completos, sem informações truncadas ou soltas. Incluir: dados demográficos (idade, peso, sexo, cor, ocupação), história clinica, exame físico e exames complementares alterados. Evitar: Evolução diária, interconsultas e exames rotineiros normais. Estabelecer: relação temporal e causal com a situação relatada. As datas de referência ou de ocorrência de eventos devem ser relativas à internação ou intervenção principal, evitando-se colocar como referência a data de nascimento ou data real do atendimento (Sugestão: ". .. cinco anos antes do procedimento, o paciente começou a apresentar. ... "). YOSHIDA, W. B. Redação do relato de caso. Jornalvascular Brasileiro, v. 6, n. 2, p. 112-113, 2007. Acesso em: 4110/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto ivwixuoaprendizemsaudemvordpresscom
  20. 20. W CEAC í Descrever: Sucintamente os dados da literatura Comparar e avaliar: contrastes e nuances com o caso relatado. Resumir: artigos em tabelas comparativas visando o entendimento (os detalhes de cada artigo devem, na verdade, ser objeto de outro tipo de publicação, como os artigos de revisão). Cohen H. How to write a patient case report. Am J Health Syst Pharm. 2oo6;63:1888«92. Prof. Dr. :Mauricio A. P. Peixoto nwvnnoaprendizemsaudeavordpresscom
  21. 21. ç , _ _ (_ _ ç « › y . v ' , . v . ,_- . . , . _ _ « , V I _ l_ . CCEAC Prioridade e singularidade do relato. i Acurácia do diagnóstico. Validade em comparação com os dados da literatura. Subsídios para se levantar novas perspectivas, aplicações ou conhecimentos com o mesmo. Descrever Sucintamente os dados da literatura, comparando e avaliando contrastes e nuances com o caso relatado. Havendo muitos artigos, estes podem ser resumidos em tabelas comparativas entendimento (os detalhes de cada artigo devem, na verdade, ser objeto de outro tipo de publicação, como os artigos de revisãoz). Cohen H. How to write a patient case reportAm J Health Syst Pharm. 2006532188892. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto ivxvnuoaprendizemsaudeavordpress. com
  22. 22. CEAC Substanciar: a mensagem a ser transmitida. Assim: Qual a causa da condição? Porque um procedimento particular ou aspecto clinico foi escolhido? Como isto influenciou o resultado? Como isto difere do habitual e quais são as suas recomendações? f. . Existe alguma lição a ser aprendida? C. S. LYRA. Como escrever um Relato de Caso ou Case Report. Disponivel em: chttpz/ /wwwv/ freewebsuzom/ infinitetrans/ casereporthtml>. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto »vivu-. uoaprendizemsaudeavordpress. com
  23. 23. , ', '(13 _ _ 5a ClixñC "É importante considerar possíveis confounders, quer dizer, fatores que podem adicionalmente influenciar a evolução da doença ou podem simular êxitos terapêuticos -por exemplo, outros tratamentos, outras circunstâncias, possibilidades de erros" KIEN LE, G. S. ; KIEN E, H. Como escrever um relato de caso. Arte Med. Ampl. , v. XXI, n. 2, p. 34-37, 2011. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto ivivnuoaprendizemsaudeavordpress. com
  24. 24. "O relato de caso é o estudo que mais se identifica com o médico clínico. Aguça a interpretação de sinais e sintomas e é farto material para discussões que solavancam o aprendizado de jovens médicos. " PARENTE, R. C. M. ; DE OLIVEIRA, M. A. P. ; CELESTE, R. K. Relatos e Série de Casos na Era da Medicina Baseada em Evidência. Brazilian Journal of Videoendoscopic Surgery, v. 3, n. 2, p. 67-70, 2010. Acesso em: 4/10/2013. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto wwnuoaprendizemsaudeavordpress. com
  25. 25. ( : llnnzmnnnMiiiii . gi, I = -~ E "Eles têm um valor central no descobrimento de novas doenças, tratamentos, efeitos inesperados, efeitos colaterais e para o ensino. Eles constituem pedras angulares do progresso da medicina; praticamente todas as inovações terapêuticas se iniciam com o relato de poucas evoluções clínicas de pacientes" ° VandenbrouckeJP. Case reports in an evidence-based world. J R Soc Med , 92(4):159-63, 1999. ° Horrobin DF. Are large clinical trials in rapidly lethal diseases usually unethical? Lancet, 361:695›7, 2003. ° VandenbrouckeJP. ln defense of case reports and case series. Ann Intern Med , 134: 3304.2001. Prof. Dr. Mauricio A. P. Peixoto ivxvixuoaprendizemsaudewordpresscom
  26. 26. substancial para a compreensão e tratamento desta doença ou relatando uma NOVA doença?
  27. 27. O GEAC tem suas bases estabelecidas em 1998 a partir da aglutinação de pesquisas tendo 0 processo de aprendizagem na saúde como tema central. Em maio de 2002, o Grupo éformalmente certificado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro como um Grupo de Pesquisa do Diretório de Grupos de Pesquisa do Brasil do CNPq. Desde então o GEAC, que surge de parceria acadêmica entre o Laboratório de Curriculo e Ensino do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde (NUTES/ UFRJ) e o Departamento de Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem Anna Nery (EEAN/ UFRJ), amplia suas atividades para um caráter cada vez mais multidisciplinar. Atualmente, as pesquisas do Grupo, genericamente, visam investigar o processo de aprendizagem no ser humano. Os recortes de interesseincluem: metacognição, estilos de aprendizagem, motivação, hábitos e fontes de estudo, formas de raciocinio, interação social e estratégias de aprendizagem. Os estudos têm se dado em contextos tanto presenciais como naqueles inseridos no ciberespaço. Além disto, procura difundir 0 conhecimento pertinente, testando algumas de suas aplicações. Seu referencial teórico fundamenta-se principalmente nos autores cognitivistas. Dentre estes em particular, aqueles oriundos do movimento metacognitivo e da psicologia diferencial. Prof. Dr. fviauricio A. P. Peixoto httpuloaprendizemsauclemnorclpress. c om¡

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