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COMO APRESENTAR seus DADOS
EM GRAFICQS E TABELAS

Prof.  Mauricio A.  P.  Peixoto
OBJEIIMQS_

x Entender gráficos e tabelas como formas de comunicação. 

x Compreender a Representação Tabular: 
+ Tabelas ...
"É sábio olhar para frente, 
mas é tolice olhar mais longe

do que podemos ver"
Winston Churchill
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em partos espontâneos
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Tabela 5 - Duração da gravidez

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em partos espontâneos
ocorridos entre março e
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O que fazer e o que não fazer ao construir gráficos

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Como apresentar seus dados em gráficos e tabelas em figuras

  1. 1. CEAC wvsí/ Fviáevavcíufdbr COMO APRESENTAR seus DADOS EM GRAFICQS E TABELAS Prof. Mauricio A. P. Peixoto
  2. 2. OBJEIIMQS_ x Entender gráficos e tabelas como formas de comunicação. x Compreender a Representação Tabular: + Tabelas simples + Séries estatísticas + Tabelas de dupla e tripla entradas + Tabela de distribuição de frequência x Compreender a Representação Gráfica: Cartograma Grafico polar Diagrama de dispersão Gráfico semi-logaritmico Algoritmo Gráficos setoriais, barras e lineares x Como planejar a apresentação dos dados ++++++
  3. 3. "É sábio olhar para frente, mas é tolice olhar mais longe do que podemos ver" Winston Churchill
  4. 4. 'UF/ í', E l_ 12.8 S Í lili l_ E - Tabelas apresentam informação, em geral numérica, arranjada sistematicamente, na forma de linhas e colunas. e Suas partes componentes são: s Titulo * Cabeçalho ° Corpo ° Coluna indicadora - Casa ou Célula e Elementos complementares (em geral colocados no rodapéy ~ Fonte, notas e chamadas.
  5. 5. TÁ i3 E Llíts? Titulo Cabeçalho Coluna indicadora Corpo Rodapé llVl Pijíâ (IÃXBÍVT) Taibcla l - Número de consultas realizadas no Setor de Pré-Natal da ltlaternitlatlc-Escola da UFRJ durante o ano de N89 lVlôs Número de consultas í F Janeiro 640 Fevereiro 448 Nlarço 750 Abril 800 Maio 785 Junho 810 Julho 700 Agosto 757 Setembro 790 Outubro 2I5(= *› Novctttbrt) 742 Dezembro 650 Fonte: RCÍHIÓFÍO Anual da . l: ttcrnidatlc-Escola da UFRJ t : l Neste periodo o ¡tmbulaitóritv sofreu paratlisttçíio paircial em funçao de obras dc rcfornta Nota: A presente tabela é totalmente hipotética. tendo sido «construída com fins exclusivamente didáticos Célula Linha Coluna Fonte Chamada Nota
  6. 6. CO¡~| IEi'ÇÕES PARÁ cAsos ESPECIAIS Traço horizontal. Nos casos de valor nulo. Nas variáveis É numéricas expressa que o valor obtido é "zero real". Nos outros casos o valor é nulo ou não é pertinente. Três pontos. Utilizado quando o dado não for disponível. › Zero. Usado para indicar que o valor existe, mas e muito pequeno para ser medido pela instrumentação ou então expresso na unidade de medida utilizada Caso esta utilize números inteiros, a célula será preenchida com No caso da utilização de decimais, haverá tantos zeros quantos os necessários para expressar a totalidade da medida. Por exemplo, quando a medida é feita em centésimos, escreve-se "0,00". Fonte: Resolução 886 do IBGE
  7. 7. SÉRIES ESTATÍSTICAS TJÍYiJ l r Nunwtnudt' t-viisultm rtnilimtLn : ia-Kahn th' PiéNatal th il. tlt-rnnLitlc~l: wç-›l. i d. : lTkJ tlunmtt- u . inndr ! um , M55 E1991:: :ls: _sr'1!>9!! «t "ser - Conjunto de dados arranjados segundo uma determinada ordem - Histórica = Tempo - Geográfica = Espaço - Categóricas = Categoria
  8. 8. T/ IKBEIJXS DE DTUPIÍJF'. EitlTR/ ÍXDÃX Tabela 3 - Número de cottsultas realizadas no Setor de Pré-Natal da Maternidade-Escola da UFRJ durante os anos de 1988. l989 e 1990. Mês Número de consultas l 988 1989 l 990 Janeiro 650 640 660 Fevereiro 428 448 446 Março 758 750 730 Abril 8 l 0 800 790 Maio 8 l 5 785 805 Junho 820 8 l O 8 l5 Julho 698 700 705 Agosto 747 757 750 Setembro 796 790 785 Outubro 760 2 l 5( ) 765 Novembro 747 742 743 Dezembro 620 650 630
  9. 9. TlítBlílJÂâ DE EÍQTRAtDÃtTRIPLÂ. Tabela 4 ~ Número de cottsultas realizadas no Setor de Pré-Natal da Maternidade-Escola da UFRJ durante os anos de 1988. 1989 e 1990. Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Número de consultas 1988 1989 1990 P M T P M T P M T l 75 475 650 179 461 640 15 1 509 660 122 306 428 135 313 448 115 331 446 227 53 l 758 180 570] 75(1 160 570 730 186 624 810 224 576 800 213 577 790 21 1 604 815 227 558 785 185 620 805 196 624 820 170 640 810 21 1 604 8 l 5 181 517 698 189 51 1 700 169 536 705 194 553 747 174 583 757 129 621 750 19| 605 796 165 625 790 172 613 785 220 540 760 25 190 215* 175 590 765 216 531 747 178 564 742 163 580 743 142 478 620 149 50| 650 132 498 630
  10. 10. TA BELA o; DISTRIBUIÇÃO pe FREQUENCIA Tabela 5 - Duração da gravidez em partos espontâneos ocorridos entre março e dezembro de 1989, na Maternidade-Escola da UFRJ - Tabela onde se associa à uma Duraiçãodila n % . Well) dada categoria o total de 35 4 4% x . . 35 8 8% ocorrencias desta categoria. 37 9 9% 38 12 12% 39 18 18% 40 21 21% 41 12 12% 42 9 9% 43 4 4% 44 2 2% 45 1 1% Total 100 100%
  11. 11. Tabela 5 - Duração da gravidez B E 1.7-? 13.5 D em partos espontâneos ocorridos entre março e dezembro de 1989, na Maternidade-Escola da UFRJ 322222331 “ % 35 4 4% 36 8 8% 37 9 9% 38 12 12% 39 18 18% 40 21 21% 41 12 12% 42 9 9% 43 4 4% 44 2 2% 45 1 1% Total 100 100% mais o r ED j# O Número de classes Tabela 6 - Duração da gravidez em partos espontâneos ocorridos entre março e dezembro de 1989, na Maternidade-Escola da UFRJ 3253922313) n % 35-36 12 12% 37-38 21 21% 39-40 39 39% 41-42 2 1 2 1% 43-44 6 6% 45-46 1 1% Total 100 100% lr itf-'tQUElVC
  12. 12. rx. ? a , o , DISTRIB UlC/ ÍÍ o üêivcir: superposição de intervalo classes Tabela 7 - Distribuição dos casos de Tabela 8 - Distribuição dos casos de ç abortamento, segundo a faixa etzirizi (_fi°_)w___ 7 ttbortzimento segundo a faixa etária ff) ç Faixa etária n F/ c Faixa etária n F/ c 0-10 - - - - - - - - - - - - - - -- Até 10 -------------- -- 10-20 - - - - - - - - - - - - - - -- l l-20 -------------- -- 20-30 - - - - - - - - - - - - - - -- 21-30 -------------- -- 30-40 - - - - - - - - - - - - - - -- 3 l -40 -------------- -- 40-50 - - - - - - - - - - - - - - -- 41-50 -------------- -- 50-60 - - - - - - - - - - - - - - -- Acima de 50 - - - - - - - - - - - - - - -- 60-70 - - - - - - - - - - - - - - -- (*› Idade nledldtl em anos completos (i3) Idade medida em anos completos
  13. 13. TABULAÇÃQMANUAL
  14. 14. ZONA SUL Densidade Bruta da População (Hab/ ha) cÁvu . uocuuícax são counano " '* vmucu PREFEITURADACIDADE DO RIO DE JANEIRO FUMO ESYRNÉGICO DACIDhDE DO RIO DE JPNEIRO Fonte IBGE - uma 20m). SME - all: : oseolir 2000 . IA : gn m¡ ou» : co LEBLON _GLÓRIA caril¡ Lara» JE mas e” ' * jnmeuco 'Cosme vçuco . uumurá LAGOA IPANEMi; BOTAFOGO COPACABANA ›. 1 Bmsldcdenmt¡ d¡ Populoçlo 18 a 49 Manha S0 . a 110 Habha 111 a 205 Hab/ ha ' 20s o 392 Habha
  15. 15. GRÁFIÇQPQLAR JAN FEV MAR NOV OUT ABR SET MAI AGO JUL Variação anual da doença X
  16. 16. D| AQ- l§EER§ÃQ Wish! [kz] 150 160 170 180 190 200 Height [cm]
  17. 17. r . a e . n _u _ _ . . w . u¡ . a e . S p . . . . . . . y a a z I I I l I Í Í Í Í I Í Í Í . a / e II . m f L Illllllllllllllllllll Illllll Linear
  18. 18. ALGQRITMQ COLOCAR O TERMÔMETRO AGUARDAR 3 MINUTOS CHAMAR O MÉDICO AGUARDAR 2 HORAS
  19. 19. Semanas ""'= »r_“ñ s j 35 9 _ A ç i7 3a * A _e : 37 . 3a " “ " ; 39 E40 ; '41 : I 42 ç V A f. 43 21 1›8 ; É Número de Partos segundo a Idade Gestacional 12
  20. 20. QRÁFIÇQ SETQRIAL Número de setores Semanas r" 35 I 36 I 37 D 3B I 39 l 40 I 41 :142 143 .44 us; Número de Partos segundo a Idade Gestacional Julio ¡av-a! ga. ;- : n14: . ca-u gta-u 30 Número de Partos segundo a Idade Gestacional
  21. 21. 'ÂBÁF HI§TQQBAMAN-. _ 25 20 15 10 5 o 35 38 37 38 39 40 41 42 43 44 45 semanas Número de Partos segundo a Idade Gestacional
  22. 22. Polígono de Freqüência Acumulada 100 20 Polígono de Freqüência 0 l | l I l l l I 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 Semanas
  23. 23. RÀFEASO Lliü' 5313.1536' - lí*. i*-'/ -C'. !-I$É B-| V.'Ã'~'. P¡*I. 'ÍB/ ÂC'. 900 soo 70o soo f 50o 40o 30o 20o 1 oo Jan Mar Ma¡ Jul Set Nov 1 989
  24. 24. COÍVÍO PlAíJJEJ/ À-. R A ÂPRífísãííüTktçÃO DOS DADOS i Que informação eu desejo transmitir? a Quais as vantagens e desvantagens das diferentes formas de apresentação?
  25. 25. r Resxm estam A 'mxex t o ex 'o &exàm r. p¡ eçÀsãg V¡ ii ? Vààeüiàñà ' « i . , ç . a Comoxekxóe RM** E _ > l" V* ' &às; çxqwammüñ Dte 1s›a7_a9.'à° L ' I _É ____. .~-~v~›~*“'~”" '“›"A“V~ (“_ NC-"Í «. ..v›~: ›.u› »mr ~'~***'“'*““”i Nyx'
  26. 26. TABELAS - ÇQMQ FAZER 1. Os cabeçalhos das colunas devem ser concisos e esclarecedores. 2. Apresente a tabela, sempre que possível na vertical. Evite a apresentação horizontal. 3. Utilize o minimo de linhas possivel. Para separação de texto ou informação numérica, é mais eficiente usar espaços. 4. Todos os números devem ser alinhados pela virgula decimal. 5. Não esqueça de explicitar as unidades dos valores numéricos. 6. Não torne os números ilegiveis. Um espaço duplo a cada 5 ou 10 linhas pode tomar a coluna visualmente mais atraente. 7. Se os dados de duas colunas devem ser comparados, coloque-as juntas, se possivel. 8. O titulo da tabela deve ser auto-explicativo 9. Lembre-se sempre, das necessidades e conveniências do leitor.
  27. 27. Í . n. 'q _n- n m . v .54 Er* L! 5_ j; _ bw o. : ul . . JNJKJ 25 120 A B 100 N IO ' 15 60 ' F 1° 40 5 20 0 o ' ' 35 36 37 38 35 40 41 42 43 44 45 3B 3G 37 38 39 40 41 42 43 44 45 semana Semanas A impressão visual é falha e tendenciosa
  28. 28. §EFãÃd= H2§2§íz l _________ -uAfVvVNNA . ... .. _4 . ... ... ... ... -4 . ... .. --. .. 0 1250 1260 l . ... ... .. -J / .. ... ... ... ... -4 . ... ... ... ... -4 . ... .. u. .. 0 1250 1260 Não omita o zero
  29. 29. tem A Éilññit? s* lãtru . . 'u O que fazer e o que não fazer ao construir gráficos Use papel de gráfico (construção Não coloque legendas no corpo do manual). Isto aumenta a precisão. 0 gráfico. Se necessário ressaltar algo, eixo horizontal é o da variável escreva uma legenda e refira-a no independente gráfico com uma seta ou asterisco Selecione as escalas com cuidado, de Não faça traços borrados. As modo à preenchertodo o papel, e não linhas devem ser claras e precisas apenas um pequeno canto. Coloque títulos adequados, nomes das Não omita o zero. Se inevitável, variáveis, unidades, etc tome o fato perfeitamente claro Centralize o gráfico Indique a fonte do material

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