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A ovelhinha-que-veio-para-jantar

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A ovelhinha-que-veio-para-jantar

  1. 1. - Oh. não! OUTRA VEZ . sopa de 3 legumes! ~ queixou-. se o lobo. que já era velhinho. - Quem me dera ter uma ovelhinha aqui à mesa. Fazia já um belo ensopado e* de borrego! A À ' Eis . senão quando. . l WLL¡ , Í'. I I I D' . % - J ' 1- " / Ií- | x , É *~ x* / ” *x / z
  2. 2. 1 _ A É Quem batia à porta L ' era uma linda 1 [Á É_ M( . ' ovelhinha! J” +7 u_ - Posso entrar? › Í. 1 * perguntou ela. ¡ _v _ f. - Claro. minha v q querida'. A casa é g tua! Vieste mesmo w/ "í" “A à hora do jantar A í disse o lobo que. ; ÍjT-“W j para além de . ser ug; velhinho. também era muito matreiro_
  3. 3. A ovelhinha estava cheia de frio. BRRRR! BRRRR! Fazia ela a tremer - Mas que azar o meu! - sussurrou o lobo. - Logo me calhou uma ovelhinha congelada! Não gosto de comida assim! . Então. o lobo lembrou-se de pór a ovelhinha ao pé da lareira. para ela se aquecer e. todo apressado. foi procurar a sua receita preferida de ensopado de borrego. Mnham Mnham! ... Já lhe crescia água na boca . só de pensar no . seu delicioso repasto.
  4. 4. . v - i 'U I xxk i ' ' ' an'. b &'~4~. . . ,,_, .« y A* ã' "'QH'¡ ›« »É X l r _ a t . _ ai; a x; u' l A* . l'›'z, ¡ "ñ ; y für-c z : v c- o t3¡- v 4 / I '
  5. 5. Mas não era só o lobo que estava com fome. A barriga da ovelhinha também já estava a dar horas. .. - Mas que azar o meu! - pensou o lobo! - Não posso comer uma ovelhinha toda esfomeada! Até me podia fazer ma¡ ao estômago! Então. o lobo ofereceu à ovelhinha ; me uma cenoura. / v; “rr-n. L' j - Assim. já tenho " : no V_ ig. ; f borrego recheado!
  6. 6. ¡' A ovelhinha devorou a cenoura tão depressa que ficou com soluços! HK! Fazia ela sem parar v Ai. ai! Que azar o meu! - lamentou-se o lobo. A Quem e' que come uma ovelhinha cheia de soluços? Ate' pode ser contagioso! O problema é que o lobo não percebia nada de soluços. Como é que se acabava com eles?
  7. 7. à ÃÍÍ? . i. - E se eu atirasse - E se eu a virasse ~. l a ovelhinha ao ar? l ao contrário? l / i ” - Ã 'l / V À l ( l . j a) J f: f' f , l a '. * . . i7 a l l ~ x r / / l ( J - “ '~-›“ F - . - l p' h l 1,/ 1n"zÍ-/ !FW l ? L4 J “zh n¡ S¡ A Í *z z « x _, __, ÉÍ; Q x x í” i x x - M35 n50 "eõulmu Mas não resultou.
  8. 8. - E se eu a abanasse de um lado para o outro? s¡ r” ' “kg J “z J »a Mas também não resultou.
  9. 9. Então o lobo pegou na ovelha ao colo e começou a dar-lhe palmadinhas nas costas com a sua pata enorme coberta de pêlos! Os soluços da ovelhinha não tardaram a passar e ela adormeceu num instante. enroscada no pescoço do lobo. O lobo. que já era velhinho. ficou muito embaraçado porque nunca tinha sido abraçado pelo seu futuro jantar E como seria de esperar. a fome. afinal. já nem era tanta. .. A ovelhina ressonava. baixinho encostada às orelhas do lobo. - RRRROOONCHHH! RRRROOONCHHH! - Fazia ela. - Que azar o meu! - queixou-se o lobo - Como é que vou comer uma ovelha que está a ressonar?
  10. 10. »z ¡ai! . . ll _
  11. 11. x¡ . l. 'x ~ ~ “~ . "r z _N_ C *" , .sr E "a 'as _ _ : N_ YJ'' x V , _ a v- ! ›- . cx *› '“ _ l O lobo sentou-se na cadeira de balouço ao pé da lareira. ' com a ovelhinha nos braços. - Já nem me lembro da última vez que alguém me fez uns mimos! - reconheceu o lobo. Mas assim que o lobo começou a cheirar a ovelhinha. ficou deliciado com o seu perfume! - OHHH! - suspirou o lobo - Se eu a comesse depressa ela nem sequer dava por isso. E quando o lobo se preparava para engolir a ovelhinha. ..
  12. 12. ?
  13. 13. . ela acordou e deu-lhe um grande beijinho! CH UÀC ! - NAÀOOO! - gritou ele - Isso não vale! Eu sou um lobo mau e tu és um ensopado! - Um enlatado? - perguntou a ovelhinha a sorrir E confessou: - Eu sei lá o que é isso! - Que é que eu faço à minha vida? ! - exclamou o lobo - Bom. vais mesmo ter de te ir embora! é. l n" / V ' f V'r : Nara: . ~ , ~<«: ;v”” z í ¡_'L: -' - '_~ '. . . _ É a « f a l «z- , õ *N. !. . V _. x* _ R . v! I f' - l , x_ qa Í! 4-' Í IF Áy ' VVKÇÂ' VK? " : i' n 'à' L Muito decidido. o lobo pós a ovelhinha na rua. mas primeiro deu-lhe um agasalho. - SOME-TE DAQUI! !! - gritou - se ficares. como-te e depois já não te podes arrepender E com um grande estrondo fechou a porta.
  14. 14. r - »s a ! l 113' '*"*Í; à - l ~ ' A . _ ""'” l , à ; - A _- e « _ u 4'! ) q; l . ç rs” 3%: .2 a h 2'/ q* pç i _ l 7.77 "s í f. ? 3:' a i ê -- "“ Lá fora, a noite era escuraefria. E a ovelhinha nãoparava de bater à porta. - Oh. Looobo! Looobo? - suplicava ela - Deixa-me entrar! Mas o lobo. que já era velhinho. tapou as orelhas com as patas e pôs-se a cantar «LA. LA, LA. LA. LA, LA, LA! » até a ovelhinha se calar Finalmente. tudo estava em silêncio. - Ainda bem que ela já se foi embora! - suspirou o lobo aliviado - Aqui ela não estava em segurança. Um lobo velho e esfomeado como eu é sempre capaz do pior!
  15. 15. í' V _- A A~ Mas Pouco depois, o lobo ç ~“' “z K "1 1 . l* começou a pensar A e . e . ç K x na ovelhinha, sozinha a ç _ «i ~ da floresta. . _ edesamparada na escuridão V! ” " v '” i f Í /
  16. 16. x' x __ _o _ _N , l J i I f / /í1% ”'_*“~. .$› x / ' f / j? " X* *ç l V ta' A A "l/ í 5/ v ¡ A f; t» f l a a / x x A _ã . › / v í E l nat-'Q' x0 s: a *a r; "W" “CL fuvxíwr é / _ãg/ _yiç aq. i a K . _ »r w; a U / ,~_ «/ t"" E fz , _ f, -e “' J j fl Jr il" k 'g fl . .L1 § 1 : í _/ Í o, z . _, _ Nx¡ 'g pel¡ í, .Q / , x) j' ¡ ! a j! ç o QUE E QUE EU FUI FAZER? __ ç x ç guy? - perguntou ele arrependido. Sem § c? iv _ ágíÍ-veix_ querer perder tempo. o lobo pós-se de * *à é v' , z à pé e abriu a porta. Mas infelizmente r não havia sinal da ovelhinha.
  17. 17. u . Zi ç -_, ç F l ç F "e *x A 1 , f çç '~ ç ç( , / i ç'l _ k Í 5 ! É x. “f” ; Í l l m' É' x/ ' m3¡- I N r V a. ; 2 i Í , 0'? ” i ea : _L ' i . . l _ ' ' '"'"'- N. . 4 4,35,. . . J ' V: i . ç ç ç ç ç x ' l 'k J t_ "Xxçz ç ç l A à ç. A l' l "' l ' Jl I, l l' l m z¡ N ' _ g', K A x¡ xx"" - g n” ! xa › t' l ox t! , __ , É# f” é l = ~ - ' li ' 1 ' A ›~. ;. : A 'l . f ~ X * 'L ~a fa: ç I, j z <. -çç z r, i t( ' " ; x ç>l V *ñ (__ l 4 . '.' ' M_ , v ç . _f _ , r ~ ¡'_¡ / '_x_ _›_/ , ç O lobo. que já era velhinho, correu f ç aos berros pela floresta fora: - Ovelhinha. ovelhinha. volta, não tenhas medo! Prometo que não te como! i» " ! l J
  18. 18. amam»- , ' , A '~: Y Í ~_ q** x _ i À; . . . .a i ' . ¡ f x. - li ' _'_. ' › f v s', f , .- ': _ x, ¡q! .. x__, _ ~ ç re L f¡ , 2 à l/ _j , t)›"'; ç ç/ f' ççççrl x J ~ ¡ Passado muito, muito tempo. o velho lobo. triste e encharcado. regressou sozinho à sua quinta. Estava mesmo desanimado.
  19. 19. Abriu a porta e, qual não foi o seu espanto. quando viu a ovelhinha ao pe' da lareira! - VÓLTASTE! És mesmo tu? Não tens outro sitio para onde ir? - perguntou o lobo muito eufórico. E a ovelhinha abanou a cabeça. dizendo que não. - Que. .. que. .. queres ficar aqui co. .. comigo? - convidou o lobo a gaguejar. A ovelhinha olhou para ele. olhos nos olhos. - E tu prometes que não me comes? - quis saber ela. - NAO! CLARO QUE NAO! - afirmou ele. - Como e' que eu podia comer uma ovelhinha que . a precisa de mim? Até podia ' ficar com o coração 4-3 7' partido. .. ç __ _ r*
  20. 20. A ovelhinha sorriu / K" e atirou-se para ^~ ^ ' os braços do lobo. /; ~*' , a . :aa/ f' ' _ _ "" 'g - - 7a/ que ja era n , q r-rp velhinho. .j j' e l E -› i. , . W x_ A P' À ç ç'çx F › + asa L r *i f É'. A” E” x l b_ ç_ S: , ,çççlq ç khLLLkJçlçç, “f, z 4 _ __ Õ; _É r l' s V . ç ! a - _ -. _ t = çç ri_ ç é, ~l “ *çç__. _'r ç ç, ~' i¡ N t? l l. .“ . ç ç ç _z _ ¡ - Estas com fome. f “~ enlatado? - _ f' “x '¡_' “ x_ perguntou ele.
  21. 21. - Que tal uma sopinha de legumes?

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