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OPC 02 LINGUAGEM VISUAL

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  1. 1. PROF. ODAIR TUONO LINGUAGEM VISUAL ELEMENTOS PRIMÁRIOS PARA INOVAÇÃO FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI “ANTOINE SKAF” OFICINA DE PROCESSOS CRIATIVOS
  2. 2. Utiliza como forma de comunicação símbolos gráficos para gerar um sen- timento ou uma ideia na mente de quem visualiza a imagem em questão. Ao compor uma peça de comunicação visual, o designer ou artista estrutura a forma de sentir e o pensar. Na tarefa estão presentes o conheci- mento dos elementos visuais como re- presentação de ideias e a organização e a ordenação de tais elementos em uma composição compreensível e, antes de mais nada, legível. A linguagem visual é vista por muitos estudiosos como necessária para a for- mação das pessoas e sua socialização. I. Heróis DC / MARVEL Comics. LINGUAGEM VISUAL
  3. 3. Quanto mais abstrata a linguagem, ma- is dificilmente será compreendida com o mesmo significado para um número grande de pessoas, por que cada um tem o seu repertório mental de signos e significados. A comunicação visual é formada por vá- rias categorias de expressão, que vão desde um esboço a lápis até um protó- tipo que poderá ser reproduzido muitas vezes. Para comunicação ser elaborada, utili- zamos os recursos da linguagem visual constituída por diversos elementos grá- ficos, exercitando a criatividade. I. www.industryofallnations.com LINGUAGEM VISUAL
  4. 4. A criação de uma imagem para comu- nicar uma ideia pressupõe o uso de uma linguagem visual. Acredita-se que, assim como as pesso- as podem "verbalizar" seus pensamen- tos, elas também podem "visualizar" o mesmo. Os elementos da linguagem são deline- ados através dos elementos da Arte e os princípios de Design. Um esboço, um projeto ou uma pintura são exemplos de usos da linguagem visual, suas unidades estruturais inclu- em os elementos que compõe a visua- lização das ideias. I. Silence nurse, s.r. ELEMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL
  5. 5. Partícula geométrica mínima da matéria e do ponto de vista simbólico, é consi- derado como elemento de origem, suas características principais são: Tamanho - devendo ser pequeno, e o Formato - devendo ser simples. Se o olhar percorre uma página vazia, logo que se encontra um ponto, a vista fixa sobre ele. O ponto pode ser dispos- to em alinhamento horizontal, vertical, inclinado, assim como em proporções variadas. “Quando fazemos uma marca, seja com tinta, com uma substância dura ou com um bastão, pensamos nesse elemento visual com um ponto de referência ou um indicador de espaço” (DONDIS). I. Efeito de Policromia, s.r. PONTO
  6. 6. Latim linẽa, uma linha é uma cadeia ou sequência de pontos. Os pontos pos- suem grande poder de atração visual sobre o nosso olhar. Pode ser reta, curva ou mista. A linha curva expressa suavidade (orgânica), gradação, flexibilidade e existe em abundância na natureza. A linha reta expressa angularidade (ra- cional), surge como resultado da ação humana e sua produção técnica. A união de diversas linhas representam formas que podem ser interpretadas pelo conhecimento humano. I. Revista Casa e Jardim, Ed. Globo. LINHA
  7. 7. União de várias linhas dispostas que contornam um espaço vazio, a forma delimita e separa um espaço então interno, de um espaço externo, trans- mitindo a sensação do infinito. Existem três forma básicas: o quadra- do, o círculo e o triângulo equilátero. A união da formas pode ser figurativa, abstrata ou simbólica. Podemos definir “a forma como conser- vadora e o conteúdo como revoluci- onário (FISHER). I. http://smvdiscoverymuseum.org FORMA
  8. 8. A cor é um elemento fundamental na linguagem visual: influencia nosso com- portamento, transmitindo mensagens e sensações. As cores e tons exercem o seu poder nos ambientes que nos envolvem, na arquitetura, decoração, design, artes plásticas, vestimentas, etc. “Ao longo das décadas do século XX foi surpreendente o avanço do espaço das imagens sobre o espaço das palavras, um cenário no qual as imagens devo- ram sua própria cria, a escrita” . (GUIMARÃES). I. Matisse, H. F. metmuseum.org CORES
  9. 9. O tom é expressado pela intensidade de um preenchimento – preto ou colo- rido – e está intrinsecamente funda- mentado na relação luz e sombra. O efeito de tom sobre tom é basica- mente um efeito de contraste, ou seja, um efeito no qual diferentes tonalidades de uma mesma cor são confrontadas. As cores e a diversidade de suas tonili- dades requerem um estudo mais elabo- rado conforme sua aplicação. As tendências, características de com- sumo e a essência de um produto de- vem ser levados em consideração na escolha de uma paleta de cores. I. Revista Casa e Jardim, Ed. Globo. TONALIDADE
  10. 10. O contraste permite ressaltar o “peso” visual de um ou mais elementos de uma composição, mediante a diferença entre elas, permitindo-nos atrair a aten- ção do observador. O contraste é a base de toda comunica- ção visual, pois significa a distinção de um elemento em relação ao outro. O contraste tem uma grande importân- cia, é onde através da luz ou de sua ausência, traz as formas dos objetos. A partir de diferentes cores pode se notar o contraste realçando ou não diversos elementos. I. Copyright (C) 2002 Eric R. Jeschke. CONTRASTE
  11. 11. O contraste positivo/negativo é a pro- priedade visual que permite a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante devido à diferença entre seus tons de luz. O padrão que os olhos estão acostu- mados é a cor branca ou clara de fundo com os elementos de comunicação es- curos no primeiro plano. O negativo constitui-se da inversão deste padrão, com o fundo escuro e os elementos do primeiro plano em cores claras. I. https://retrofuzz.deviantart.com/ POSITIVO / NEGATIVO
  12. 12. Podemos reconhecer uma textura atra- vés do tato e da visão, ou ainda medi- ante uma combinação de ambos. DONDIS afirma que é possível que uma textura não apresente qualidades táteis, mas apenas óticas, como: as li- nhas de uma página, padrões de um tecido ou os traços de um esboço. Para designer em uma textura real, as qualidades táteis e óticas coexistem, permitindo uma sensação individual, o aspecto da lixa e a sensação por ela provocada têm o mesmo significado in- telectual, mas não o mesmo valor. I. Maria Antonieta e o vestido de mus- seline. Le Brun, L. E. V. (1755-1842). TEXTURA
  13. 13. A disposição dos elementos de lingua- gem visual num plano pode conduzir o olhar a um certo sentido espacial. Linhas ou retângulos verticais repeti- dos podem sugerir a ideia de altura, elevação, elegância. Elementos mais horizontais expres- sam uma ideia de amplitude, de espaço e grande estabilidade. Elementos diagonais possuem uma forte instabilidade intrínseca, parecendo que vão cair a qualquer momento. I. Jovem lendo uma carta. Raoux, J. (1677-1734). F. commons.wikimedia.org DIREÇÃO
  14. 14. A proximidade de elementos em dife- rentes tamanhos associados seja pela forma, pela cor, ou por ambas, passa uma forte ideia de escala pela possibili- dade de comparação. Os elementos ordenados podem criar uma noção espacial, como a perspec- tiva, o espelhamento, o volume. A noção de perspectiva é obtida com a simulação de dois planos e a criação de uma relação entre eles. Em termos de escala, os resultados vi- suais são relativos, pois estão sujeitos a modificações. O que era pequeno po- de passar a ser grande se existe uma intenção visual. I. Batman, 5. DC Comics 1941. ESCALA
  15. 15. O movimento na comunicação visual esta associado à repetição de alguns elementos – ao ritmo em que são repe- tidos simulando o efeito de movimento. O elemento visual em movimento en- contra-se mais frequentemente implícito do que explícito. A ilusão de movimen- to acontece graças ao uso da perspecti- va e luz/sombra intensificadas. A sugestão de movimento nas manifes- tações visuais estáticas é mais difícil de conseguir sem que ao mesmo tempo se distorça a realidade, mas está implícita em tudo o que vemos, e deriva de nos- sa experiência completa de movimento na vida. I. Spider-Man (Retro), allposters.com.br. MOVIMENTO
  16. 16. O espaço é formado por três dimensõ- es: largura, altura e profundidade. Do latim volūmen, o conceito de volu- me refere-se à corpulência ou ao vulto de algo, à magnitude (ou grandeza) física que expressa a extensão de um corpo em três dimensões Os pintores gregos antigos, depois os renascentistas, utilizavam a técnica do contraste entre luz e sombra na repre- sentação do objeto, sem se utilizar o contorno. O volume no desenho depende da luz, e das sombras que este produz, em um objeto se consegue através das intensi- dades das suas sombras. I. Magic Mirror (1946, detalhe). Escher VOLUME E SOMBRA
  17. 17. Forma exterior de um corpo; aspecto, feitio, figura, esta correlacionada com o ato composição, formação, constitui- ção, preparação e organização. Configuração Real – É a representação real de objetos e coisas utilizando os limites reais a partir de pontos, linhas, planos e volumes, por meio de fotogra- fias, ilustrações, gravuras, e pinturas. Configuração Esquemática – É a re- presentação de objetos e coisas, por meio de sombras, manchas, chapados, traços, linhas de contorno, silhuetas, entre outros recursos que podem confe- rir um sentido para forma. I. http://www.flexyourbrain.com/best-op- tical-illusions/ CONFIGURAÇÃO
  18. 18. Desenhar 06 peças (iguais ou diferen- tes), em folha A4 ou A3, utilizando os elementos da Linguagem Visual: • Ponto. • Linha. • Forma. • Cores. • Direção. • Escala. • Movimento. • Configuração Esquemática. Total - 08 pranchas/06 desenhos cada. CRIATIVANDO
  19. 19. REFLEXÃO “Um leigo pensaria que, para criar, é preciso aguardar a inspiração. É um erro. Não que eu queira negar a importância da inspiração. Pelo contrário, considero-a uma força motriz, que encontramos em toda a atividade humana e que, portanto, não é apenas um monopólio dos artistas. Essa força, porém, só desabrocha quando algum esforço a põe em movimento.” Ígor Stravinsky (1882-1971, compositor russo).
  20. 20. REFERÊNCIAS DE PESQUISA ARNHEIM, R. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Cengage Learning, 1991. DONDIS, D. A. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 2000. FISHER, Ernest. A Necessidade da Arte. Rio de Janeiro: LTC. 9ª ed. (2014). GOMES FILHO, J. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras, 2012. GUIMARÃES, L. A cor como informação. São Paulo: Annablume, 2000. MUNARI, B. Design e comunicação visual. São Paulo: Martins Fontes, 2001. OSTROWER, F. Universos da arte. Rio de Janeiro: Campus, 2004. VAZ. A. Fundamentos da linguagem visual. Curitiba: Intersaberes, 2016. WONG, W. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

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