Apresentação ecc

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Estudo Caso Clinico

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Apresentação ecc

  1. 1. ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRACURSO DE LICENCIATURA EM ENFERMAGEM6º SemestreESTUDO DE CASO CLÍNICOESTUDO DE CASO CLÍNICOCoimbra, Abril 2013Nuno José Lopes Martins - 21001214Ensino Clínico de Cuidados Primários/Diferenciadosárea de Enfermagem Médico-Cirúrgica e de Reabilitação (EMCR)Serviço de Cardiologia do CHUC-HG
  2. 2. - Modelo Conceptual de Virgínia Henderson;- Processo de Enfermagem;- Classificação Internacional para a Práctica da Enfermagem. Abordagens utilizadas:- Pesquisa bibliográfica;- Entrevista;- Colheita de dados;- Utilização de escalas;- Índices de avaliação;- Observação;- Palpação. Metodologias utilizadas:
  3. 3. IDENTIFICAÇÃO DA PESSOA EM ESTUDONome:Nome: A.N.S.A.N.S.Sexo:Sexo: MasculinoData de Nascimento:Data de Nascimento: 31/08/1927Idade:Idade: 85 anosEstado Civil:Estado Civil: ViúvoFilhos:Filhos: 2 filhosResidência:Residência: Figueiró-dos-VinhosNatural do Concelho:Natural do Concelho: Figueiró-dos-VinhosNacionalidade:Nacionalidade: PortuguesaHabilitações:Habilitações: 4ª ClasseProfissão:Profissão: ReformadoReligião:Religião: Católico – não praticante
  4. 4. IDENTIFICAÇÃO DA PESSOA EM ESTUDOAntecedentes Pessoais:Antecedentes Pessoais: -- Insuficiência Cardíaca (IC) Severa,- Fibrilação Auricular (FA) permanente- Anemia,- Hiperuricemia,- Hipertensão Arterial (HTA),- Patologia Osteoarticular (artroses)- Úlceras VaricosasAntecedentes Familiares:Antecedentes Familiares: - HTA- Edemas Mis- Varizes- Patologia OsteoarticularData internamento:Data internamento: 04-04-2013Motivo Internamento:Motivo Internamento: -- Insuficiência Cardíaca (IC)(cansaço fácil e dispneia)Data Alta:Data Alta: 15-04-2013
  5. 5. GENOGRAMA
  6. 6. ECOMAPA
  7. 7. Diagnósticos de EnfermagemDia: 04-04-2013 até ALTADia: 04-04-2013 até ALTA– Dependente em grau moderado:- Autocuidado de Higiene- Autocuidado Alimentar-se- Autocuidado Uso de Sanitário- Posicionar-se- Deambular- Conhecimento não demonstrado:- Técnicas de Conservação de Energia- Edema Membros Inferiores bilateral- Ferida Perna Bilateral (Úlceras Varicosas)- Risco de Queda – Alto Risco (Escala de Morse com 95 pontos)
  8. 8. Atitudes TerapêuticasDia: 04-04-2013 até ALTADia: 04-04-2013 até ALTAMonitorização de sinais vitaisVigilância do PulsoMonitorização da Saturação de OxigénioVigilância da Eliminação IntestinalMonitorização da Eliminação IntestinalMonitorização da Eliminação UrináriaVigilância de Eliminação UrináriaRepouso no LeitoCateterismo Periférico: Obturado no membro superior esquerdo
  9. 9. PLANO DE CUIDADOSDIAGNOSTICO INTERVENÇÕES AVALIAÇÃOalimentar-se dependente, em grau moderado - Assistir a pessoa a alimentar-se (necessita de ajuda a cortar osalimentos);- Supervisar o doente no alimentar-se;- Gerir ambiente (colocar o tabuleiro e posicionar para aalimentação)- Vigiar Alimentação;- Monitorizar Alimentação.10/04/2013 – Turno ManhãIngeriu a totalidade das refeições com apetite.11/04/2013 – Turno TardeIngeriu a totalidade das refeições com apetite.12/04/2013 – Turno ManhãIngeriu a totalidade das refeições com apetite.auto cuidado: higiene dependente, em graumoderado- Assistir no autocuidado: higiene (necessita de ajuda para lavar aspernas e pés);- Supervisar o auto cuidado: higiene;- Providenciar equipamento adaptativo para o auto cuidado: higiene(toalha, gel de banho);- Gerir ambiente físico (promover a privacidade, preparar WC).10/04/2013 – Turno ManhãO doente consegue iniciar os cuidados de higiene, mas não osconsegue completar. Não consegue lavar as pernas e pés.12/04/2013 – Turno ManhãDoente extremamente cansado, lavou a cara, braços e peito, masconsegui lavar o resto do corpo. Assistido no restante autocuidado.auto cuidado: uso do sanitário dependente,em grau moderado- Assistir no autocuidado: uso do sanitário (necessita que lheprovidenciem o urinol);- Supervisar o auto cuidado: uso do sanitário;- Providenciar o urinol (controlo da diurese);- Gerir ambiente físico (promover a privacidade).10/04/2013 – Turno ManhãNecessário providenciar o urinol.11/04/2013 – Turno TardeNecessário providenciar o urinol.12/04/2013 – Turno ManhãNecessário providenciar o urinol.posicionar-se dependente, em grau moderado - Assistir a pessoa no posicionamento;- Supervisar a pessoa no posicionamento;- Vigiar o posicionamento;- Orientar para o uso do trapézio.10/04/2013 – Turno ManhãDoente só alterna por dois posicionamentos, sentado e decúbitodorsal. Assistido nos posicionamentos.11/04/2013 – Turno TardeDoente só alterna por dois posicionamentos, sentado e decúbitodorsal. Assistido nos posicionamentos.12/04/2013 – Turno ManhãDoente só alterna por dois posicionamentos, sentado e decúbitodorsal. Assistido nos posicionamentos.
  10. 10. PLANO DE CUIDADOS(continuação)Edema Membros Inferiores bilateral - Posicionar parte do corpo com edema;- Vigiar edema;- Massajar partes do corpo (creme hidratante).10/04/2013 – Turno ManhãO doente alterou posicionamentos na cama entredecúbito dorsal e posição de sentado na cama. Sinal deGodet presente.11/04/2013 – Turno TardeO doente alterou posicionamentos na cama entredecúbito dorsal e posição de sentado na cama. Sinal deGodet presente 12/04/2013 – Turno ManhãO doente alterou posicionamentos na cama entredecúbito dorsal e posição de sentado na cama. Sinal deGodet presente. Verifica-se uma ligeira melhoria dosedemas.Ferida Perna Bilateral (ÚlcerasVaricosas)- Vigiar ferida (sinais de infeção);- Executar tratamento à ferida (limpeza com SF+ hidrogel+penso oclusivo)- Vigiar penso da ferida.10/04/2013 – Turno ManhãRealizado tratamento à ferida, limpeza com soro fisiológico0,9% + hidrogel e encerrada com penso oclusivo. Feridacom sinais inflamatórios, loca com fibrina e exsudadoseroso.12/04/2013 – Turno ManhãRealizado tratamento à ferida, limpeza com soro fisiológico0,9% + hidrogel e encerrada com penso oclusivo. Feridacom sinais inflamatórios, loca com fibrina e exsudadoseroso.Deambular dependente, em graumoderado- Assistir a pessoa ao deambular;- Vigiar o deambular (uso de equipamento adaptativo nodomicilio – bengala);- Orientar para o uso de equipamento adaptativo paradeambular10/04/2013 – Turno ManhãDoente assistido na deambulação na enfermaria. Fez uso doda sua bengala.11/04/2013 – Turno TardeDoente assistido na deambulação na enfermaria.12/04/2013 – Turno ManhãDoente assistido na deambulação na enfermaria.
  11. 11. PLANO DE CUIDADOS(continuação)Intolerância à actividade, presente emgrau moderado (a pessoa necessita deperíodos de repouso intercalados comas actividades diárias)- Planear a actividade física;- Planear repouso.10/04/2013 – Turno ManhãRepouso no leito alternado com idas ao WC11/04/2013 – Turno TardeRepouso no leito alternado com idas ao WC12/04/2013 – Turno ManhãRepouso no leito alternado com idas ao WCConhecimento não demonstrado sobretécnicas de conservação de energia- Ensinar sobre estratégias de conservação de energia. 10/04/2013 – Turno ManhãRealizados ensinos e treino sobre técnicas de conservaçãode energia.12/04/2013 – Turno ManhãVerificada adquisição de conhecimentos sobre técnicas deconservação de energia.Status do diagnóstico alterado. Conhecimentodemonstrado. Dado TermoRisco de Queda – Alto Risco(Score na Escala de Morse de 95pontos)- Supervisar as atividades da pessoa;- Supervisar o posicionamento;- Promover medidas de segurança: queda (manter a camao mais junto ao chão possível);- Monitorizar risco de queda através da Escala de Morse.10/04/2013 – Turno ManhãSupervisionado a deambulação e cama mantida o maisperto possível do chão.11/04/2013 – Turno TardeCama mantida o mais perto possível do chão. Promovida adeambulação com supervisão.12/04/2013 – Turno ManhãCama mantida o mais perto possível do chão. Promovida adeambulação com supervisão.
  12. 12. Há a salientar que durante o internamento o Sr. M.F.G. passou a serindependente nos autocuidados de Higiene e de Vestuário.Apresenta excesso de peso, mas não foi preciso fazer nenhuma alteração notipo de dieta do domicílio, porque já realiza uma dieta variada e equilibrada.Reforçado o incentivo à dieta equilibrada, para diminuir o valor do IMC.Durante o internamento o Sr. M.F.G foi incentivado à diminuição doconsumo de bebidas alcoólicas no domicilio, assim como a adesão aoexercício físico, que para além de aliviar o stress acumulado e ajudar nocontrolo da ansiedade, também vai ajudar a eliminar o excesso de pesoque apresenta.ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE DADOS
  13. 13. Estudo de caso permitiu-me implementar e aperfeiçoar o processo deenfermagem, desde a colheita de dados, ao exame físico, à avaliação dasnecessidades, ao diagnóstico de enfermagem, ao planeamento do de cuidadose por fim à avaliação das intervenções de enfermagem.A realização deste trabalho permitiu-me desenvolver capacidades cognitivas,reflectir sobre a prestação de cuidados e ainda adquirir conhecimentoscientíficos com vista ao aperfeiçoamento de competências técnicas einterpessoais.CONCLUSÃO
  14. 14. BIBLIOGRAFIAASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ENFERMEIROS – Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem(Versão beta 2). 2ª ed. Lisboa, 2003. ISBN 972-981149-5-3CORREIA, Elaine; MARTINS, G. – Genograma: Um instrumento de saúde mental. Revista das Faculdades SantaCruz. [Em linha] Vol.7, nº2 (2009). [Consult. 1 Abril 2013]. Disponível emWWW:<URL:http://www.santacruz.br/v4/download/revistaacademica/13/cap3.pdf>DIRECÇÃO-GERAL DE SAÚDE – Escala de Braden – Versão Adulto e Pediátrica. Lisboa. 2011. [Em linha].[Consult. 5 Abril 2013]. Disponível em WWW:<URL:http://www.dgs.pt/upload/membro.id/ficheiros/i015800.pdf>ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA – Guia de elaboração de trabalhos escritos. [Em linha]Serviços – Biblioteca. [Consult. 28 Março 2013]. Disponível em WWW: <URL:http://www.esenfc.pt/esenfc/site/index.php?target=showContent&id=237&menu=109>ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA – Guia Orientador do Ensino Clínico – CuidadosPrimários/Diferenciados. Coimbra. 2013. [Em linha]. [Consult. 28 Março 2013]. Disponível em WWW:<URL:http://www.esenfc.pt/esenfc/site/index.php>ESTRELA M. T., ESTRELA A. - Técnicas de educação: a técnica dos incidentes críticos no ensino. Lisboa:Editorial Estampa, 1994. p. 15.GRONDIN, Louise et al. – Planificação dos cuidados de enfermagem. Instituto Piaget, Lisboa. (1992). ISBN 972-9295-18-2.
  15. 15. BIBLIOGRAFIAHORTA, Wanda de A. – Processo de Enfermagem. 16ª ed. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária LTDA,2005. ISBN: 85-12-12190-4INFARMED – Prontuário Terapêutico-10. Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, IP/Ministério da Saúde, 2011. ISBN 978-989-8369-07-9LUCKMANN; SORENSEN – Enfermagem Fundamental: Abordagem Psicofisiológica. 3.ª ed. Lisboa: Lusodidacta,1998, VOL 1. P. 140-215. ISBN: 972-96610-6-5.NUNES, Lucília; AMARAL, Manuela; GONÇALVES, Rogério – Código Deontológico do Enfermeiro: dosComentários à análise de casos. Lisboa: Ordem dos Enfermeiros, 2005. 456p. ISBN 972-99646-0-2PEREIRA, O. et al. – Índice Nacional Terapêutico. Lisboa: Tupam Editores, 2011. Nº118. ISBN: 978-972-8782-46-7PHANEUF, M. – Comunicação, entrevista, relação de ajuda e validação. Loures: Lusociência, 2005. p. 10-330.ISBN: 972-8383-84-3.PHANEUF, Margot – Planificação de Cuidados: um sistema integrado e personalizado. Coimbra: Quarteto Editora.2001. 428 p. ISBN 972-8535-78-3.PONTE, João Pedro da – Estudos de caso em educação matemática [em linha]. Quadrante, 3 (1), p. 3-18, 1994,actual. 2006. [Consult.07 Abril 2013]. Disponível em WWW: <URL: http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/jponte/docs-pt%5C94-Ponte(Quadrante-Estudo%20caso).pdfPOTTER, P.; Perry, A. – Fundamentos de Enfermagem – conceitos e procedimentos. 5ª edição. Loures:Lusociência, 2006. 1106 p. ISBN 972-8930-24-0.
  16. 16. Obrigado pela atenção!

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