12 nelson fontes bndes

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12 nelson fontes bndes

  1. 1. Apoio do BNDES à Infraestrutura <br />ALIDE-Asociación Latinoamericana de Instituciones Financieras para el Desarrollo <br />Paraguai<br />19 de Maio de 2011<br />
  2. 2. O que apoiamos<br />Projetos de Infraestrutura<br /><ul><li> Energia elétrica;
  3. 3. Telecomunicações;
  4. 4. Saneamento Ambiental;
  5. 5. Logística e transportes;
  6. 6. Gás e petróleo;
  7. 7. Fontes renováveis de energia
  8. 8. Aeroportos.</li></li></ul><li>Como apoiamos<br />Operações Diretas<br />Contratadas diretamente com o BNDES<br />Operações Indiretas<br />Instituições financeiras credenciadas pelo BNDES<br />EMPRESÁRIO<br />Informação e<br />Relacionameto<br />Instituição Financeira <br />Credenciada<br />EMPRESÁRIO<br />
  9. 9. Desembolsos por tipo de operação (%)<br />
  10. 10. 30 <br />dias<br />60 <br />dias<br />30 <br />dias<br />30 <br />dias<br />60 <br />dias<br />180<br />dias<br />Fluxo de tramitação de projetos<br />EMPRESA<br />EMPRESA<br />Apresentação do Projeto<br />Carta Consulta<br />PROJETO<br />Acompanhamento<br />Enquadra-mento<br />Análise do Projeto<br />Desembolso<br />Aprovação<br />Contratação<br />Prazo Médio<br />
  11. 11. Custo das Operações Diretas e Indiretas<br />Operações Diretas<br />Taxa de risco<br /> de crédito<br />Remuneração<br />Básica do<br /> BNDES<br />Custo<br />Financeiro<br />+<br />+<br />Remuneração <br />do Agente<br /> Financeiro<br />Taxa de<br /> Intermediação<br />Financeira<br />Operações Indiretas<br />+<br /><ul><li>Custo Financeiro:
  12. 12. TJLP,
  13. 13. IPCA + 7,496555% a.a.
  14. 14. Cesta de Moedas ou Dólar + 4,076258% a.a
  15. 15. Remuneração Básica do BNDES = 0,9% a.a. a 1,8% a.a.
  16. 16. Taxa de risco de crédito = 0,46% a 3,57% a.a.
  17. 17. Taxa de Intermediação Financeira = 0,5% a.a.
  18. 18. Remuneração do Agente Financeiro = negociada com o cliente</li></li></ul><li>Desembolso<br />
  19. 19. Evolução dos desembolsos<br />
  20. 20. Desembolsos por setor de atividade<br />
  21. 21. Área de Infraestrutura <br />
  22. 22. Carteira de Projetos Infraestrutura<br />Projetos em todos os níveis (de Contratados até Perspectiva)<br />Excluídos Projetos de Renda variável<br />
  23. 23. Desembolso Anual <br />Hidrelétricas<br />Térmicas<br />Energias Alternativas<br />Distribuidoras<br />Transmissoras<br />Ferrovias<br />Rodovias<br />Portos, Terminais e Armazéns<br />Navegação<br />Transporte Aéreo<br />R$ milhões<br />16.018<br />15.280<br />8.638<br />7.116<br />4.875<br />3.748<br />3.367<br />2.710<br />2008<br />2009<br />2010<br />2005<br />2003<br />2004<br />2006<br />2007<br />+ 111%<br />- 5%<br />Variação Anual<br />+ 80%<br />- 23%<br />- 10%<br />+ 21%<br />+ 85%<br />
  24. 24. Desembolso por setor – 2010<br />Navegação<br />R$ 228 milhões (1%)<br />Portos, Terminais e Armazéns<br />R$ 859 milhões (6%)<br />Hidrelétricas<br />R$ 6.219 milhões<br />41%<br />Rodovias<br />R$ 1.051 milhões (7%)<br />Ferrovias<br />R$ 1.174 milhões<br />8%<br />R$ 15.280 milhões<br />Tranmissão<br />R$ 1.319 milhões<br />9%<br />Térmicas<br />R$ 1.447 milhões<br />9%<br />Distribuidoras<br />R$ 1.407 milhões<br />9%<br />Energias Alternativas<br />R$ 1.575 milhões<br />10%<br />
  25. 25. Desembolso Anual por Número de Projetos<br />
  26. 26. Formas de Apoio<br />
  27. 27. Modalidades de Financiamento<br />Financiamento corporativo – garantias ligadas aos acionistas<br />Project Finance - Financiamento de um projeto específico e não de todos os negócios de uma empresa, segregando custos, receitas e riscos do projeto através de uma sociedade de propósito específico (SPE).<br />
  28. 28. Project Finance<br />O Project Financecomo novo paradigma no financiamento da infraestrutura:<br /><ul><li> Controle privado;
  29. 29. Participação pública;
  30. 30. Modicidade tarifária;
  31. 31. Cessão e a vinculação de recebíveis;
  32. 32. Incentivos à antecipação da entrada em operação antes do prazo previsto no contrato de concessão; e
  33. 33. Dimensões sócio-ambientais.</li></li></ul><li>Project Finance<br />O modelo básico do Project Finance tem por base:<br /><ul><li> Criação de uma sociedade de propósito específico (SPE); e
  34. 34. Constituição diferenciada de garantias durante a fase de implantação e operação.</li></li></ul><li>BNDES e Project Finance<br /><ul><li> Receitas futuras vinculadas ou cedidas aos financiadores;
  35. 35. Fluxo de caixa suficiente para saldar financiamento - ICSD maior ou igual a 1,3; </li></ul>- ICSD > 1,2 para TIR do projeto maior que 8% aa;<br /><ul><li> Capital próprio dos acionistas compatível com o risco do projeto (mínimo 20%)
  36. 36. Risco</li></ul> - Classificação de risco do projeto<br /> - Qualificação dos acionistas<br /> - Exame da qualidade dos recebíveis<br /> - Constituição de contrato EPC<br /><ul><li> Repartição de riscos: Participação de outros financiadores e agentes financeiros</li></li></ul><li>BNDES e Project Finance<br />
  37. 37. BNDES e a Debênture de Projeto<br /><ul><li>Possibilidade de agregar às fontes do projeto Debêntures com colocação pública;
  38. 38. A Debênture poderá ser emitida na SPE ou em uma empresa holding, controladora da SPE, sendo que neste último caso, os recursos provenientes da emissão devem ser aportados no projeto (SPE) na forma de capital.
  39. 39. Caso a empresa holding seja um grupo de capital fechado, o emissor das debêntures deve assumir o compromisso firme de realizar a abertura de seu capitall na Bovespa.</li></li></ul><li>Apoio do BNDES ao Setor Elétrico<br />
  40. 40. Energia Elétrica: Operações Aprovadas, 2003 a 2011 (Fevereiro)<br />Valores em R$ mil<br />
  41. 41. Apoio do BNDES ao Setor de Logística<br />
  42. 42. Logística: Operações Aprovadas, 2003 a 2011 (Fevereiro)<br />Valores em R$ mil<br />* Não inclui embarcações off-shore<br />
  43. 43. Infraestrutura na America Latina<br />
  44. 44. Apoio Externo<br />Inserção internacional de empresas brasileiras<br />Exportação de bens e serviços<br /><ul><li>Pré-embarque (financiamento à produção);
  45. 45. Pós-embarque (financiamento à comercialização - crédito ao fornecedor ou ao comprador).</li></li></ul><li>Desembolso de exportações<br />US$ billion<br />Converted to US dollar on the disbursement dates<br />
  46. 46. Financiamentos na América do Sul<br />VE: Metrô de Caracas e Los Teques<br />VE: Estaleiro Astialba<br />VE: Siderúrgica Nacional <br />PE: Bayovar, captação e abastecimento de água<br />PE: UHE La Chaglla<br />BO: Hacia El Norte<br />BO: Carretera Villa Tunari<br />AR: UHE Chihuido<br />AR: UHE Los Blancos<br />AR: Gasoduto Córdoba<br />AR: Las Palmas, abastecimento de água<br />AR: Gasoduto Cammesa III<br />Imagem: Google Maps<br />
  47. 47. Financiamentos na América Central<br />Cuba: Porto Mariel <br />RD: Aqueduto Noroeste <br />RD: UHE Las Placetas<br />GT: Sistema de transporte urbano <br />RD: Corredor Viário Duarte<br />RD: UHE Palomino<br />RD: Aqueduto Samaná <br />RD: UHE Pinalito<br />Imagem: Google Maps<br />
  48. 48. Perspectiva de Investimentos em Infraestrutura<br />
  49. 49. Perspectiva de Investimentos em Infraestrutura<br />Fonte: GT do Investimento<br />
  50. 50. Trem de alta velocidade<br /><ul><li> Implantação do TAV Rio de Janeiro/RJ – São Paulo/SP – Campinas/SP
  51. 51. 511 km – Participação da União: R$ 3,5 bilhões
  52. 52. Transporte rápido, confortável e seguro
  53. 53. Desenvolvimento industrial do setor de alta velocidade sobre trilhos
  54. 54. Estudos para implantação de rede de trens de alta velocidade
  55. 55. Rede nacional de trens de alta velocidade sobre trilhos, incorporando regiões de elevada densidade demográfica
  56. 56. Trechos:
  57. 57. Campinas/SP – Belo Horizonte/MG: 530 km
  58. 58. São Paulo/SP – Curitiba/PR: 410 km
  59. 59. Campinas/SP – Triângulo Mineiro: 540 km </li></li></ul><li>Centrais de Atendimento<br />
  60. 60. Nelson Fontes Siffert<br />(55 21) 2172-7848<br />siffert@bndes.gov.br<br />

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