Portugues esquematizado pedro lenza

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Portugues esquematizado pedro lenza

  1. 1. DADOS DE COPYRIGHT Sobre a obra: A presente obra é disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com o objetivo de disponibilizar conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos acadêmicos, bem como o simples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura. É expressamente proibida e totalmente repudíavel a venda, aluguel, ou quaisquer uso comercial do presente conteúdo Sobre nós: O Le Livros e seus parceiros disponibilizam conteúdo de dominio publico e propriedade intelectual de forma totalmente gratuita, por acreditar que o conhecimento e a educação devem ser acessíveis e livres a toda e qualquer pessoa. Você pode encontrar mais obras em nosso site: LeLivros.Net ou em qualquer um dos sites parceiros apresentados neste link. Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento,e não lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade enfim evoluira a um novo nível.
  2. 2. Rua Henrique Schaumann, 270, Cerqueira César — São Paulo — SP CEP 05413-909 PABX: (11) 3613 3000 SACJUR: 0800 055 7688 De 2ª a 6ª, das 8:30 às 19:30 saraivajur@editorasaraiva.com.br Acesse: www.saraivajur.com.br FILIAIS AMAZONAS/RONDÔNIA/RORAIMA/ACRE Rua Costa Azevedo, 56 – Centro Fone: (92) 3633-4227 – Fax: (92) 3633-4782 – Manaus BAHIA/SERGIPE Rua Agripino Dórea, 23 – Brotas Fone: (71) 3381-5854 / 3381-5895 Fax: (71) 3381-0959 – Salvador BAURU (SÃO PAULO) Rua Monsenhor Claro, 2-55/2-57 – Centro Fone: (14) 3234-5643 – Fax: (14) 3234-7401 – Bauru CEARÁ/PIAUÍ/MARANHÃO Av. Filomeno Gomes, 670 – Jacarecanga Fone: (85) 3238-2323 / 3238-1384 Fax: (85) 3238-1331 – Fortaleza DISTRITO FEDERAL SIA/SUL Trecho 2 Lote 850 – Setor de Indústria e Abastecimento Fone: (61) 3344-2920 / 3344-2951 Fax: (61) 3344-1709 – Brasília GOIÁS/TOCANTINS Av. Independência, 5330 – Setor Aeroporto
  3. 3. Fone: (62) 3225-2882 / 3212-2806 Fax: (62) 3224-3016 – Goiânia MATO GROSSO DO SUL/MATO GROSSO Rua 14 de Julho, 3148 – Centro Fone: (67) 3382-3682 – Fax: (67) 3382-0112 – Campo Grande MINAS GERAIS Rua Além Paraíba, 449 – Lagoinha Fone: (31) 3429-8300 – Fax: (31) 3429-8310 – Belo Horizonte PARÁ/AMAPÁ Travessa Apinagés, 186 – Batista Campos Fone: (91) 3222-9034 / 3224-9038 Fax: (91) 3241-0499 – Belém PARANÁ/SANTA CATARINA Rua Conselheiro Laurindo, 2895 – Prado Velho Fone/Fax: (41) 3332-4894 – Curitiba PERNAMBUCO/PARAÍBA/R. G. DO NORTE/ALAGOAS Rua Corredor do Bispo, 185 – Boa Vista Fone: (81) 3421-4246 – Fax: (81) 3421-4510 – Recife RIBEIRÃO PRETO (SÃO PAULO) Av. Francisco Junqueira, 1255 – Centro Fone: (16) 3610-5843 – Fax: (16) 3610-8284 – Ribeirão Preto RIO DE JANEIRO/ESPÍRITO SANTO Rua Visconde de Santa Isabel, 113 a 119 – Vila Isabel Fone: (21) 2577-9494 – Fax: (21) 2577-8867 / 2577-9565 – Rio de Janeiro RIO GRANDE DO SUL Av. A. J. Renner, 231 – Farrapos Fone/Fax: (51) 3371-4001 / 3371-1467 / 3371-1567 – Porto Alegre SÃO PAULO
  4. 4. Av. Antártica, 92 – Barra Funda Fone: PABX (11) 3616-3666 – São Paulo
  5. 5. ISBN 978-85-02-16044-6 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Martino, Agnaldo Português esquematizado : gramática, interpretação de texto, redação oficial, redação discursiva / Agnaldo Martino. – São Paulo : Saraiva, 2012. Bibliografia. 1. Direito - Linguagem 2. Português - Concursos I. Título. Índices para catálogo sistemático: 1. Português : Concursos na área jurídica : Linguagem jurídica : Direito 340.113.1:806.90(79) Diretor editorial Luiz Roberto Curia
  6. 6. Gerente de produção editorial Ligia Alves Editor Jônatas Junqueira de Mello Assistente editorial Sirlene Miranda de Sales Produtora editorial Clarissa Boraschi Maria Arte, diagramação e revisão Know-how Editorial Serviços editoriais Elaine Cristina da Silva e Vinicius Asevedo Vieira Capa Aero Comunicação Produção gráfica Marli Rampim Data de fechamento da edição: 27-12-2011 Dúvidas? Acesse www.saraivajur.com.br Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora Saraiva. A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na Lei n. 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.
  7. 7. Dedico este livro aos meus caros alunos — que, com suas indagações, me ajudaram a aprimorar conhecimentos para tentar oferecer sempre o melhor de mim.
  8. 8. AGRADECIMENTO Sou grato à Atanagildetina, ao Childerico, à Radegondes, à Pascoalina, ao Asdrúbal, à Âni — personagens que me acompanham há muito tempo em minha jornada pelo magistério, e me ajudam a deixar nos meus “aluninhos” um pouco do amor que sinto pela Língua Portuguesa.
  9. 9. METODOLOGIA ESQUEMATIZADO Durante o ano de 1999, pensando, naquele primeiro momento, nos alunos que prestariam o exame da OAB, resolvemos criar um estudo que tivesse linguagem “fácil” e, ao mesmo tempo, conteúdo suficiente para provas e concursos. Depois de muita dedicação, “batizamos” o trabalho de Direito constitucional esquematizado, na medida em que, em nosso sentir, surgia uma verdadeira e pioneira metodologia, idealizada com base em nossa experiência dos vários anos de magistério, buscando sempre otimizar a preparação dos alunos, bem como atender às suas necessidades. A metodologia estava materializada nos seguintes “pilares”: ■ esquematizado: verdadeiro método de ensino, em que a parte teórica é apresentada de forma direta, em parágrafos curtos e em vários itens e subitens. Por sua estrutura revolucionária, rapidamente ganhou a preferência nacional, tornando-se indispensável “arma” para os “concursos da vida”; ■ superatualizado: em relação às carreiras jurídicas, com base na jurisprudência do STF e Tribunais Superiores, o texto encontra-se em consonância com as principais decisões e as grandes tendências da atualidade e, de modo geral, a obra estrutura-se na linha dos concursos públicos de todo o País; ■ linguagem clara: a exposição fácil e direta traz a sensação de que o autor está “conversando” com o leitor; ■ palavras-chave (keywords): a utilização do azul possibilita uma leitura panorâmica da página, facilitando a recordação e a fixação do assunto. Normalmente, o destaque recai sobre o termo que o leitor grifaria com o seu marca-texto; ■ formato: leitura mais dinâmica e estimulante; ■ recursos gráficos: auxiliam o estudo e a memorização dos principais temas; ■ provas e concursos: ao final de cada capítulo, o assunto é ilustrado com a apresentação de questões de provas e concursos ou por nós elaboradas,
  10. 10. facilitando a percepção das matérias mais cobradas, bem como a fixação do assunto e a checagem do aprendizado. Inicialmente publicado pela LTr, à época, em termos de metodologia, inovou o mercado editorial. A partir da 12ª edição, passou a ser produzido pela Editora Saraiva, quando, então, se tornou líder de vendas. Realmente, depois de tantos anos de aprimoramento, com a nova “cara” dada pela Editora Saraiva, não só em relação à moderna diagramação mas também em razão do uso da cor azul, o trabalho passou a atingir tanto os candidatos ao Exame de Ordem quanto todos aqueles que enfrentam os concursos em geral, sejam das áreas jurídica ou não jurídicas, de nível superior ou mesmo os de nível médio, assim como os alunos de graduação e demais profissionais. Aliás, parece que Ada Pelegrini Grinover anteviu, naquele tempo, essa evolução do Esquematizado. Em suas palavras, ditas em 1999, “escrita numa linguagem clara e direta, a obra destina-se, declaradamente, aos candidatos às provas de concursos públicos e aos alunos de graduação, e, por isso mesmo, após cada capítulo, o autor insere questões para aplicação da parte teórica. Mas será útil também aos operadores do direito mais experientes, como fonte de consulta rápida e imediata, por oferecer grande número de informações buscadas em diversos autores, apontando as posições predominantes na doutrina, sem eximir- se de criticar algumas delas e de trazer sua própria contribuição. Da leitura amena surge um livro ‘fácil’, sem ser reducionista, mas que revela, ao contrário, um grande poder de síntese, difícil de encontrar mesmo em obras de autores mais maduros, sobretudo no campo do direito”. Atendendo ao apelo de vários “concurseiros” do Brasil, resolvemos, com o apoio incondicional da Editora Saraiva, convidar professores e autores das principais matérias dos concursos públicos, tanto da área jurídica como da não jurídica, lançando, assim, a Coleção Esquematizado. Para nossa felicidade, tivemos a colaboração de Roberto Caparroz, que nos ajudou na coordenação das obras voltadas às matérias não jurídicas. Metodologia pioneira, vitoriosa, consagrada, testada e aprovada. Professores com larga experiência na área dos concursos públicos. Estrutura, apoio, profissionalismo e know-how da Editora Saraiva: sem dúvida, ingredientes suficientes para o sucesso da empreitada, especialmente na busca de novos elementos e ferramentas para ajudar os nossos ilustres concurseiros! Para a Língua Portuguesa, tivemos a honra de contar com o precioso trabalho de Agnaldo Martino, que soube, com maestria, aplicar a metodologia “esquematizado” à sua vasta e reconhecida experiência profissional. Agnaldo é licenciado em Letras (português, inglês e literatura), mestre e doutorando em língua portuguesa pela PUC-SP e festejado professor de gramática, interpretação de texto, redação oficial e redação discursiva, tendo começado a lecionar em 1987. Trata-se de professor completo, ovacionado por seus alunos e com muita experiência em cursos regulares (fundamental e médio), pré-vestibulares e
  11. 11. preparatórios para concursos públicos. Agnaldo já foi professor da Rede Pública Estadual de São Paulo, do Colégio Benjamin Constant e da Escola Morumbi, bem como em curso preparatório para concursos e vestibulares dos cursos: Prima, Complexo Jurídico Damásio de Jesus, Marcato, Central de Concursos, Meta, Formação, Qualidade, Uni-Equipe, Solução, entre outros. Atualmente leciona na Universidade Anhanguera/Rede LFG via satélite, para várias cidades do país. Assim, não temos dúvida de que o presente trabalho contribuirá para “encurtar” o caminho do meu ilustre e “guerreiro” concurseiro na busca do seu “sonho dourado”! Sucesso a todos! Esperamos que a Coleção Esquematizado cumpra o seu papel. Novamente, em constante parceria, estamos juntos e aguardamos qualquer crítica ou sugestão. Pedro Lenza E-mail: pedrolenza@terra.com.br Twitter: @pedrolenza
  12. 12. APRESENTAÇÃO Todos os anos, milhões de pessoas, com os mais variados perfis e histórias de vida, resolvem ingressar no mundo dos concursos públicos. Trata-se de um movimento contínuo, crescente, inesgotável e tipicamente brasileiro. Portanto, se a ideia já passou pela sua cabeça, saiba que você não está sozinho. A constatação serve, a um só tempo, tanto como estímulo para os estudos quanto para que possamos compreender o calibre do desafio que aguarda os candidatos. Q uais os motivos para esse fenômeno, que só faz crescer? A resposta mais simples e direta reside no fato de que o Estado, para a nossa realidade, é um excelente empregador. Se compararmos a remuneração da iniciativa privada com a de carreiras públicas equivalentes, em termos de exigências e atividades, na maioria dos casos, o valor percebido pelos servidores será igual ou superior. Some-se a isso a estabilidade, o regime diferenciado de previdência e a possibilidade de ascensão funcional e teremos a perfeita equação para a verdadeira legião de “concurseiros” que existe no Brasil. Como vencer o desafio dos concursos, se a concorrência é tão grande? Ao contrário do que muita gente imagina, a dificuldade certamente não é quantitativa, pois o número de concorrentes, na prática, pouco importa. Todos os grandes concursos oferecem vagas suficientes, capazes de premiar os candidatos que conseguirem obter médias elevadas. O fator determinante para o sucesso é de natureza qualitativa e exige o domínio de duas metodologias: saber estudar e resolver questões. Há muitos anos digo aos alunos que o segredo dos concursos não é simplesmente estudar mais (muito embora os vencedores estudem bastante), mas, principalmente, estudar melhor. E o que significa isso? Estudar melhor implica escolher uma fonte de referência segura, completa e atualizada para cada matéria, absorvê-la ao máximo e, depois, verificar o aprendizado por meio de questões. Costumo ponderar que, se um candidato ler dois autores sobre o mesmo tema, provavelmente “elevará ao quadrado” suas dúvidas, pois não saberá como enfrentar, nas provas, as divergências de pensamento que, apesar de comuns e salutares no meio acadêmico, devem ser evitadas a todo custo nos concursos.
  13. 13. Essa é uma das propostas da presente Coleção Esquematizado. Quando o amigo Pedro Lenza me convidou para ajudá-lo na coordenação das obras voltadas para as matérias não jurídicas, imediatamente vislumbrei a possibilidade de oferecer aos alunos das mais diversas carreiras a mesma metodologia, testada e aprovada no consagrado Direito Constitucional Esquematizado. Sabemos que a grande dificuldade dos concursos de ampla concorrência, abertos a candidatos de qualquer formação, reside na quantidade e variedade de matérias, de tal sorte que não seria exagero afirmar que ninguém conhece, a priori, todos os temas que serão exigidos, ao contrário das carreiras jurídicas, nas quais os alunos efetivamente travaram conhecimento com as disciplinas durante a faculdade. Ninguém faz “faculdade para concursos”, até porque, na prática, ela não existe. Os candidatos provêm de áreas diferentes e acumularam conhecimento em temas que normalmente não são objeto de questões. É comum o relato de candidatos iniciantes que tiveram pior desempenho justamente nas matérias que conheciam a partir da experiência profissional. O s concursos não jurídicos exigem preparação específica, na qual os candidatos normalmente “iniciam do zero” seus estudos. A metodologia empregada na Coleção Esquematizado permite que o leitor, de qualquer nível, tenha acesso à mais completa e atualizada teoria, exposta em linguagem clara, acessível e voltada para concursos, acrescida de questões especialmente selecionadas e comentadas em detalhes. O projeto, apesar de audacioso, se sustenta pela qualidade dos autores, todos com larga experiência na preparação de candidatos para as diferentes provas e bancas examinadoras. As matérias são abordadas de forma teórico-prática, com farta utilização de exemplos e gráficos, que influem positivamente na fixação dos conteúdos. A abordagem dos temas busca esgotar os assuntos, sem, no entanto, se perder em digressões ou posições isoladas, com o objetivo de oferecer ao candidato uma solução integrada, naquilo que os norte-americanos chamam de one stop shop. Com a estrutura e o suporte proporcionados pela Editora Saraiva, acreditamos que as obras serão extremamente úteis, inclusive para os alunos dos cursos de graduação. Lembre-se de que o sucesso no mundo dos concursos não decorre do “se”, mas, sim, do “quando”. Boa sorte e felicidade a todos! Roberto Caparroz E-mail: roberto@caparroz.com
  14. 14. NOTA DO AUTOR Ao escrever este livro, foi minha intenção dar ao estudante de Língua Portuguesa um volume completo, com tudo de que necessita para realizar uma prova de concurso público ou vestibular, porém de estilo simples e direto. Seguindo os parâmetros da Coleção Esquematizado, o texto se apresenta de forma clara e objetiva, com destaque para aquilo que o leitor deve guardar na memória para um ótimo desempenho nas provas. A obra discorre sobre os quatro grandes temas presentes nos concursos de vários níveis e nos vestibulares: Gramática, Interpretação de Texto, Redação Oficial e Redação Discursiva. Dessa maneira, ao estudar por este livro, o candidato tem diante de si todo o arsenal para treinar a Língua Portuguesa. É também um instrumento auxiliar para os que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio — ENEM, pois trabalha com os aspectos linguísticos imprescindíveis para um bom desempenho no quesito “Linguagem, Códigos e suas Tecnologias”. A Redação Discursiva, além das informações técnicas a respeito do processo de produção do texto, discorre sobre as suas qualidades (e os defeitos que se devem evitar!), e traz ainda uma técnica prática que permite, com treino e dedicação, atingir um excelente resultado. A divisão da obra foi pensada para facilitar a pesquisa e a leitura. Basta que se verifique o programa de Português da prova para a qual deseja preparar-se e, em seguida, que se localize esses assuntos no livro. Assim, você tem uma obra que contempla o conteúdo de concursos e vestibulares, com o benefício de estudar aquilo que lhe é necessário para aquela prova específica. Como todo livro da Coleção Esquematizado, este também apresenta as ideias principais destacadas, esquemas gráficos e quadros com curiosidades, tudo para tornar o aprendizado mais ágil e agradável. Além disso, traz também muitos exercícios, para fixar todo o conteúdo. Muito do aprendizado dos fatos da língua vem da prática — e não apenas da leitura da teoria —, por isso este volume privilegia as questões. Ao final de cada unidade, há exercícios com respostas comentadas para a fixação dos conceitos, tanto gramaticais quanto da interpretação de texto ou redação oficial. Há também uma unidade dedicada especificamente a questões, com grupos de dez
  15. 15. questões cada um, com os assuntos mais cobrados em provas, assim, paulatinamente, o leitor poderá testar seus conhecimentos, para continuar ampliando o seu nível de conhecimento linguístico. Essas questões foram retiradas de provas das mais conceituadas bancas examinadoras de todo o país, tais como Cesgranrio, Cespe-UnB, Cetro, Consulplan, ESAF, FCC, FGV, FUNRIO, NCE-UFRJ, Vunesp, entre outras. Algumas questões foram publicadas exatamente como apareceram nas provas, outras foram adaptadas, atualizadas, recicladas ou alteradas para a publicação neste livro. Como toda obra que trata de linguagem, essa também não se esgota aqui. Sempre haverá o que acrescentar ou mudar e, com isso, aprimorar-se. Bom estudo! Agnaldo Martino E-mail: agnaldomartino@uol.com.br
  16. 16. SUMÁRIO 1. FONOLOGIA 1.1. Fonema 1.2. FONEMAS VOCÁLICOS 1.2.1. Vogais 1.2.2. Semivogais 1.3. Fonemas Consonantais 1.4. Encontros Vocálicos 1.4.1. Ditongo 1.4.1.1. Crescente 1.4.1.2. Decrescente 1.4.1.3. Oral 1.4.1.4. Nasal 1.4.2. Tritongo 1.4.2.1. Oral 1.4.2.2. Nasal 1.4.3. Hiato 1.5. Encontros Consonantais 1.5.1. Encontros consonantais perfeitos 1.5.2. Encontros consonantais imperfeitos 1.6. Dígrafo 1.7. Sílaba 1.8. Tonicidade 1.9. Formas Variantes 1.10. Divisão Silábica 1.10.1. Separam-se 1.10.2. Não se separam 1.10.3. Outras dicas
  17. 17. 1.11. Questões 2. ORTOGRAFIA 2.1. Dificuldades Ortográficas 2.1.1. Uso do “S” 2.1.2. Uso do “Z” 2.1.3. Uso do “H” 2.1.4. Uso do “X” 2.1.5. Uso do “CH” 2.1.6. Uso do “SS” 2.1.7. Uso do “Ç” 2.1.8. Uso do “G” 2.1.9. Uso do “J” 2.1.10. Uso do “I” 2.1.11. Uso do “E” 2.1.12. Uso do “SC” 2.2. Formas Variantes 2.3. Palavras que não admitem forma variante 2.4. Emprego do hífen 2.4.1. Hífen com prefixos e pseudoprefixos 2.4.2. Hífen com sufixos 2.4.3. Hífen em locuções 2.5. Acentuação Gráfica 2.5.1. Regras gerais 2.5.1.1. Monossílabas tônicas 2.5.1.2. Oxítonas 2.5.1.3. Paroxítonas 2.5.1.4. Proparoxítonas 2.5.2. Regras especiais 2.5.2.1. Ditongos abertos 2.5.2.2. I e U tônicos 2.5.2.3. Acento diferencial nos verbos ter e vir 2.5.2.4. Outros acentos diferenciais 2.5.3. Formas variantes de som aberto ou fechado 2.6. Uso do PORQUÊ 2.6.1. Por que / por quê 2.6.1.1. Preposição + pronome interrogativo 2.6.1.2. Preposição + pronome relativo 2.6.2. Porque 2.6.3. Porquê
  18. 18. 2.7. Questões 3. MORFOLOGIA 3.1. Estrutura e Formação de Palavras 3.1.1. Estrutura das palavras 3.1.1.1. Radical (ou morfema lexical) 3.1.1.2. Desinência (ou morfema flexional) 3.1.1.3. Vogal temática 3.1.1.4. Tema 3.1.1.5. Afixos 3.1.1.6. Vogal e consoante de ligação 3.1.2. Formação das palavras 3.1.2.1. Derivação 3.1.2.1.1. Prefixal (ou prefixação) 3.1.2.1.2. Sufixal (ou sufixação) 3.1.2.1.3. Prefixal-sufixal (ou prefixação-sufixação) 3.1.2.1.4. Parassintética (ou parassíntese) 3.1.2.1.5. Regressiva 3.1.2.1.6. Imprópria 3.1.2.2. Composição 3.1.2.2.1. Justaposição 3.1.2.2.2. Aglutinação 3.1.2.3. Hibridismo 3.1.2.4. Onomatopeia 3.1.2.5. Abreviação 3.1.2.6. Sigla 3.1.3. Radicais e prefixos gregos e latinos 3.1.3.1. Radicais gregos 3.1.3.2. Radicais latinos 3.1.3.3. Prefixos gregos 3.1.3.4. Prefixos latinos 3.2. Classes de Palavras 3.3. Classes nominais variáveis 3.3.1. Substantivo 3.3.1.1. Classificação dos substantivos 3.3.1.1.1. Próprio ou comum 3.3.1.1.2. Simples ou composto 3.3.1.1.3. Concreto ou abstrato 3.3.1.1.4. Primitivo ou derivado 3.3.1.1.5. Coletivo 3.3.1.2. Flexão de gênero 3.3.1.2.1. Biformes 3.3.1.2.2. Uniformes 3.3.1.2.2.1. Epicenos
  19. 19. 3.3.1.2.2.2. Sobrecomuns 3.3.1.2.2.3. Comuns de dois gêneros 3.3.1.2.3. Formação do feminino 3.3.1.2.4. Particularidades do gênero 3.3.1.3. Flexão de número 3.3.1.3.1. Formação do plural dos substantivos simples 3.3.1.3.2. Plural dos diminutivos 3.3.1.3.3. Particularidades do número dos substantivos simples 3.3.1.3.4. Formação do plural dos substantivos compostos 3.3.1.3.5. Particularidades do número dos substantivos compostos 3.3.1.4. Flexão de grau 3.3.1.4.1. Normal 3.3.1.4.2. Aumentativo 3.3.1.4.3. Diminutivo 3.3.2. Adjetivo 3.3.2.1. Classificação dos adjetivos 3.3.2.1.1. Uniforme 3.3.2.1.2. Biforme 3.3.2.1.3. Simples 3.3.2.1.4. Composto 3.3.2.2. Adjetivo pátrio 3.3.2.3. Locução adjetiva 3.3.2.4. Flexão de gênero 3.3.2.4.1. Adjetivos simples 3.3.2.4.2. Adjetivos compostos 3.3.2.5. Flexão de número 3.3.2.5.1. Adjetivos simples 3.3.2.5.2. Adjetivos compostos 3.3.2.6. Flexão de grau 3.3.2.6.1. Grau comparativo 3.3.2.6.1.1. De igualdade 3.3.2.6.1.2. De superioridade 3.3.2.6.1.3. De inferioridade 3.3.2.6.2. Grau superlativo 3.3.2.6.2.1. Relativo 3.3.2.6.2.2. Absoluto 3.3.3. Artigo 3.3.3.1. Artigos definidos (o, a, os, as) 3.3.3.2. Artigos indefinidos (um, uma, uns, umas) 3.3.3.3. Particularidades do artigo 3.3.4. Numeral 3.3.4.1. Flexão dos numerais 3.3.4.2. Emprego dos numerais 3.3.4.3. Leitura dos numerais 3.3.5. Pronome
  20. 20. 3.3.5.1. Pronomes pessoais 3.3.5.1.1. Caso reto 3.3.5.1.2. Caso oblíquo 3.3.5.1.3. Pronomes de tratamento 3.3.5.1.3.1. Emprego dos pronomes de tratamento 3.3.5.2. Pronomes demonstrativos 3.3.5.3. Pronomes relativos 3.3.5.4. Pronomes interrogativos 3.3.5.5. Pronomes indefinidos 3.3.5.6. Pronomes possessivos 3.4. Classe verbal 3.4.1. Classificação dos verbos 3.4.1.1. Regulares 3.4.1.2. Irregulares 3.4.1.3. Anômalos 3.4.1.4. Defectivos 3.4.1.5. Abundantes 3.4.1.6. Auxiliares 3.4.1.6.1. Locução verbal 3.4.1.7. Unipessoais 3.4.1.8. Pronominais 3.4.2. Flexão dos verbos 3.4.2.1. Pessoa 3.4.2.2. Número 3.4.2.3. Modo 3.4.2.3.1. Indicativo 3.4.2.3.2. Subjuntivo 3.4.2.3.3. Imperativo 3.4.2.4. Tempo 3.4.2.4.1. Pretérito 3.4.2.4.2. Presente 3.4.2.4.3. Futuro 3.4.2.5. Voz 3.4.2.5.1. Voz ativa 3.4.2.5.2. Voz passiva 3.4.2.5.2.1. Analítica 3.4.2.5.2.2. Sintética 3.4.2.5.3. Voz reflexiva 3.4.3. Formação dos tempos verbais 3.4.3.1. Derivação 3.4.3.1.1. Derivados da 1a pessoa do singular do presente do indicativo 3.4.3.1.1.1. Presente do subjuntivo 3.4.3.1.1.2. Imperativo negativo 3.4.3.1.1.3. Imperativo afirmativo 3.4.3.1.2. Derivados da 3a pessoa do plural do pretérito do indicativo
  21. 21. 3.4.3.1.2.1. Pretérito mais-que-perfeito do indicativo 3.4.3.1.2.2. Futuro do subjuntivo 3.4.3.1.2.3. Pretérito imperfeito do subjuntivo 3.4.3.1.3. Derivados do infinitivo impessoal 3.4.3.1.3.1. Futuro do presente do indicativo 3.4.3.1.3.2. Futuro do pretérito do indicativo 3.4.3.1.3.3. Pretérito imperfeito do indicativo 3.4.3.1.3.4. Infinitivo pessoal 3.4.3.1.3.5. Gerúndio 3.4.3.1.3.6. Particípio 3.4.3.2. Tempos compostos 3.4.3.2.1. Formados a partir do presente (indicativo / subjuntivo) 3.4.3.2.2. Formados a partir do pretérito imperfeito (indicativo / subjuntivo) 3.4.3.2.3. Formado a partir do futuro do presente do indicativo 3.4.3.2.4. Formado a partir do futuro do pretérito do indicativo 3.4.3.2.5. Formado a partir do futuro do subjuntivo 3.4.4. Formas nominais 3.4.4.1. Infinitivo 3.4.4.2. Particípio 3.4.4.3. Gerúndio 3.4.5. Emprego dos tempos verbais 3.4.5.1. Presente 3.4.5.2. Pretérito perfeito 3.4.5.3. Pretérito imperfeito 3.4.5.4. Pretérito mais-que-perfeito 3.4.5.5. Futuro do presente 3.4.5.6. Futuro do pretérito 3.4.5.7. Infinitivo pessoal 3.4.5.8. Infinitivo impessoal 3.4.6. Verbos da primeira conjugação que merecem destaque 3.4.7. Verbos da segunda conjugação que merecem destaque 3.4.8. Verbos da terceira conjugação que merecem destaque 3.4.9. Verbos defectivos que merecem destaque 3.5. Classes nominais invariáveis 3.5.1. Advérbio 3.5.1.2. Locuções adverbiais 3.5.1.3. Advérbios interrogativos 3.5.1.4. Grau do advérbio 3.5.1.4.1. Grau comparativo 3.5.1.4.2. Grau superlativo 3.5.2. Preposição 3.5.2.1. Classificação da preposição 3.5.2.1.1. Essenciais
  22. 22. 3.5.2.1.2. Acidentais 3.5.2.2. Locução prepositiva 3.5.2.3. Combinação, contração e crase 3.5.2.3.1. Combinação 3.5.2.3.2. Contração 3.5.2.3.3. Crase 3.5.3. Conjunção 3.5.3.1. Conjunções coordenativas 3.5.3.1.1. Aditivas 3.5.3.1.2. Adversativas 3.5.3.1.3. Alternativas 3.5.3.1.4. Conclusivas 3.5.3.1.5. Explicativas 3.5.3.2. Conjunções subordinativas 3.5.3.2.1. Integrantes 3.5.3.2.2. Adverbiais 3.5.3.2.2.1. Causais 3.5.3.2.2.2. Comparativas 3.5.3.2.2.3. Concessivas 3.5.3.2.2.4. Condicionais 3.5.3.2.2.5. Conformativas 3.5.3.2.2.6. Consecutivas 3.5.3.2.2.7. Finais 3.5.3.2.2.8. Proporcionais 3.5.3.2.2.9. Temporais 3.5.4. Interjeição 3.5.4.1. Locuções interjetivas 3.6. Questões 4. SINTAXE 4.1. Frase, Oração e Período 4.1.1. Frase 4.1.2. Oração 4.1.3. Período 4.2. Sintaxe da Oração 4.2.1. Termos essenciais da oração 4.2.1.1. Sujeito 4.2.1.1.1. Sujeito determinado 4.2.1.1.2. Sujeito indeterminado 4.2.1.1.3. Sujeito oracional 4.2.1.2. Oração sem sujeito 4.2.1.3. Predicado 4.2.1.3.1. Verbo de ligação 4.2.1.3.2. Verbo nocional
  23. 23. 4.2.1.3.2.1. Verbo intransitivo 4.2.1.3.2.2. Verbo transitivo 4.2.1.3.3. Predicativos 4.2.1.3.3.1. Predicativo do sujeito 4.2.1.3.3.2. Predicativo do objeto 4.2.1.3.4. Classificação do predicado 4.2.1.3.4.1. Predicado nominal 4.2.1.3.4.2. Predicado verbal 4.2.1.3.4.3. Predicado verbo-nominal 4.2.2. Termos integrantes da oração 4.2.2.1. Objeto direto 4.2.2.1.1. Objeto direto preposicionado 4.2.2.1.2. Objeto direto pleonástico 4.2.2.1.3. Objeto direto interno 4.2.2.2. Objeto indireto 4.2.2.2.1. Objeto indireto pleonástico 4.2.2.3. Complemento nominal 4.2.2.4. Agente da passiva 4.2.3. Termos acessórios da oração 4.2.3.1. Adjunto adnominal 4.2.3.2. Adjunto adverbial 4.2.3.3. Aposto 4.2.4. Vocativo 4.3. Sintaxe do Período 4.3.1. Período composto por coordenação 4.3.1.1. Orações coordenadas assindéticas 4.3.1.2. Orações coordenadas sindéticas 4.3.1.2.1. Oração coordenada sindética aditiva 4.3.1.2.2. Oração coordenada sindética adversativa 4.3.1.2.3. Oração coordenada sindética alternativa 4.3.1.2.4. Oração coordenada sindética conclusiva 4.3.1.2.5. Oração coordenada sindética explicativa 4.3.2. Período composto por subordinação 4.3.2.1. Oração principal 4.3.2.2. Oração subordinada 4.3.2.2.1. Oração subordinada substantiva 4.3.2.2.1.1. Oração subordinada substantiva subjetiva 4.3.2.2.1.2. Oração subordinada substantiva objetiva direta 4.3.2.2.1.3. Oração subordinada substantiva objetiva indireta 4.3.2.2.1.4. Oração subordinada substantiva completiva nominal 4.3.2.2.1.5. Oração subordinada substantiva predicativa 4.3.2.2.1.6. Oração subordinada substantiva apositiva 4.3.2.2.2. Oração subordinada adjetiva 4.3.2.2.2.1. Oração subordinada adjetiva explicativa
  24. 24. 4.3.2.2.2.2. Oração subordinada adjetiva restritiva 4.3.2.2.3. Oração subordinada adverbial 4.3.2.2.3.1. Oração subordinada adverbial causal 4.3.2.2.3.2. Oração subordinada adverbial comparativa 4.3.2.2.3.3. Oração subordinada adverbial concessiva 4.3.2.2.3.4. Oração subordinada adverbial condicional 4.3.2.2.3.5. Oração subordinada adverbial conformativa 4.3.2.2.3.6. Oração subordinada adverbial consecutiva 4.3.2.2.3.7. Oração subordinada adverbial final 4.3.2.2.3.8. Oração subordinada adverbial proporcional 4.3.2.2.3.9. Oração subordinada adverbial temporal 4.3.2.3. Orações reduzidas 4.3.2.3.1. Oração reduzida de infinitivo 4.3.2.3.2. Oração reduzida de gerúndio 4.3.2.3.3. Oração reduzida de particípio 4.4. Regência 4.4.1. Regência nominal 4.4.2. Regência verbal 4.4.3. Particularidades da regência 4.4.3.1. Um único complemento para dois ou mais verbos 4.4.3.2. Regência com pronome interrogativo 4.4.3.3. Regência com pronome relativo 4.4.3.4. Regência com pronome pessoal do caso oblíquo átono 4.4.3.5. Verbos que pedem dois complementos 4.4.4. Sujeito e regência 4.5. Crase 4.5.1. Crase com pronome demonstrativo 4.5.2. Crase com artigo 4.6. Concordância 4.6.1. Concordância nominal 4.6.1.1. Particularidades da concordância do adjetivo 4.6.1.1.1. Dois ou mais substantivos determinados por um adjetivo 4.6.1.1.2. Um substantivo determinado por dois ou mais adjetivos 4.6.1.1.3. Substantivo usado como adjetivo 4.6.1.1.4. Adjetivos compostos 4.6.1.2. Casos especiais de concordância nominal 4.6.1.2.1. Muito, bastante, meio, todo, mesmo 4.6.1.2.2. Anexo, só, junto, incluso, excluso, próprio, quite, obrigado 4.6.1.2.3. O mais/menos (adjetivo) possível 4.6.1.2.4. Menos, alerta, pseudo 4.6.1.2.5. Silepse de gênero 4.6.1.2.6. Tal qual 4.6.1.2.7. Um e outro / nem um nem outro + substantivo
  25. 25. 4.6.1.2.8. Um e outro / nem um nem outro + substantivo + adjetivo 4.6.1.2.9. Particípio + substantivo 4.6.1.2.10. Verbo ser + predicativo do sujeito 4.6.1.2.11. Plural de modéstia: nós + verbo + adjetivo 4.6.2. Concordância verbal 4.6.2.1. Concordância do sujeito simples 4.6.2.1.1. Particularidades da concordância do sujeito simples 4.6.2.1.2. Silepse de pessoa 4.6.2.1.3. Silepse de número 4.6.2.2. Concordância do sujeito composto 4.6.2.2.1. Particularidades da concordância do sujeito composto 4.6.2.3. Concordância do sujeito indeterminado 4.6.2.4. Concordância da oração sem sujeito 4.6.2.5. Casos especiais de concordância verbal 4.6.2.6. Concordância do verbo ser 4.6.2.6.1. Verbo ser impessoal 4.7. Colocação Pronominal 4.7.1. Próclise 4.7.2. Mesóclise 4.7.3. Ênclise 4.7.4. Caso especial 4.7.5. Com locuções verbais 4.8. Questões 5. PONTUAÇÃO 5.1. Vírgula 5.2. Ponto-e-vírgula 5.3. Dois-pontos 5.4. Ponto-final 5.5. Ponto de interrogação 5.6. Ponto de exclamação 5.7. Reticências 5.8. Parênteses 5.9. Travessão 5.10. Aspas 5.11. Questões 6. SEMÂNTICA 6.1. Sinônimo 6.2. Antônimo 6.3. Homônimos
  26. 26. 6.4. Parônimos 6.5. Polissemia 6.6. Denotação e Conotação 6.7. Questões 7. ESTILÍSTICA 7.1. Figuras de Linguagem ou Estilo 7.1.1. Figuras de som 7.1.1.1. Aliteração 7.1.1.2. Onomatopeia 7.1.2. Figuras de construção ou de sintaxe 7.1.2.1. Anacoluto 7.1.2.2. Anáfora 7.1.2.3. Apóstrofe 7.1.2.4. Assíndeto 7.1.2.5. Elipse 7.1.2.6. Hipérbato 7.1.2.7. Pleonasmo 7.1.2.8. Polissíndeto 7.1.2.9. Silepse 7.1.2.9.1. Silepse de pessoa 7.1.2.9.2. Silepse de gênero 7.1.2.9.3. Silepse de número 7.1.2.10. Zeugma 7.1.3. Figuras de pensamento 7.1.3.1. Antítese 7.1.3.2. Antonomásia 7.1.3.3. Catacrese 7.1.3.4. Comparação 7.1.3.5. Gradação 7.1.3.6. Eufemismo 7.1.3.7. Hipérbole 7.1.3.8. Ironia 7.1.3.9. Metáfora 7.1.3.10. Metonímia 7.1.3.10.1. O autor pela obra 7.1.3.10.2. O continente pelo conteúdo 7.1.3.10.3. A causa pelo efeito, e vice-versa 7.1.3.10.4. O lugar pelo produto feito no lugar 7.1.3.10.5. A parte pelo todo 7.1.3.10.6. A matéria pelo objeto 7.1.3.10.7. A marca pelo produto 7.1.3.10.8. O concreto pelo abstrato e vice-versa 7.1.3.10.9. O indivíduo pela espécie
  27. 27. 7.1.3.10.10. O instrumento pela ideia que ele representa 7.1.3.11. Prosopopeia 7.1.3.12. Sinestesia 7.2. Vícios de Linguagem 7.2.1. Barbarismo 7.2.2. Solecismo 7.2.3. Ambiguidade ou anfibologia 7.2.4. Cacófato 7.2.5. Pleonasmo vicioso 7.2.6. Neologismo 7.2.7. Eco 7.2.8. Arcaísmo 7.3. Questões 8. INTERPRETAÇÃO DE TEXTO 8.1. Noção de texto 8.1.1. Texto literário e texto não literário 8.1.2. Níveis de linguagem 8.1.3. Funções da linguagem 8.1.3.1. Função referencial (ou denotativa) 8.1.3.2. Função emotiva (ou expressiva) 8.1.3.3. Função conativa (ou apelativa) 8.1.3.4. Função metalinguística 8.1.3.5. Função fática 8.1.3.6. Função poética 8.2. Tipologia textual 8.2.1. Descrição 8.2.2. Narração 8.2.2.1. Foco narrativo 8.2.2.2. Tipos de discurso 8.2.3. Dissertação 8.3. Compreensão e Interpretação 8.3.1. Interpretação subjetiva 8.3.2. Interpretação objetiva 8.3.2.1. Vocabulário 8.3.2.1.1. Palavras-chave 8.3.2.1.2. Ideias-chave 8.3.2.2. Gramática 8.3.2.3. Raciocínio lógico verbal 8.4. Coesão e Coerência 8.4.1. Coesão
  28. 28. 8.4.1.1. Coesão referencial 8.4.1.1.1. Substituição 8.4.1.1.2. Reiteração 8.4.1.2. Coesão recorrencial 8.4.1.2.1. Recorrência de termos 8.4.1.2.2. Paralelismo 8.4.1.2.3. Paráfrase 8.4.1.2.4. Recursos fonológicos, segmentais ou suprassegmentais 8.4.1.3. Coesão sequencial stricto sensu 8.4.1.3.1. Sequenciação temporal 8.4.1.3.2. Sequenciação por conexão 8.4.2. Coerência 8.4.2.1. Coerência semântica 8.4.2.2. Coerência sintática 8.4.2.3. Coerência estilística 8.4.2.4. Coerência pragmática 8.4.2.5. Itens produtores de coerência 8.4.2.5.1. Inferências 8.4.2.5.2. Fatores pragmáticos 8.4.2.5.3. Situacionalidade 8.4.2.5.4. Intencionalidade e aceitabilidade 8.4.2.5.5. Informatividade 8.4.2.5.6. Focalização 8.4.2.5.7. Intertextualidade 8.4.2.5.8. Relevância 8.5. Paráfrase, Resumo e Síntese 8.5.1. Paráfrase 8.5.2. Resumo 8.5.3. Síntese 8.6. Inferência 8.7. Questões 9. REDAÇÃO OFICIAL 9.1. Correspondência 9.2. Correspondência Oficial 9.3. Características da Redação Oficial 9.3.1. Impessoalidade 9.3.2. Correção gramatical 9.3.3. Formalidade e padronização 9.3.3.1. Pronomes de tratamento 9.3.3.1.1. Emprego dos pronomes de tratamento 9.3.3.1.1.1. Vossa Excelência 9.3.3.1.1.2. Vossa Senhoria
  29. 29. 9.3.3.1.1.3. Vossa Magnificência 9.3.3.1.1.4. Vossa Santidade 9.3.3.1.1.5. Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima 9.3.3.1.1.6. Vossa Excelência Reverendíssima 9.3.3.1.1.7. Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima 9.3.3.1.1.8. Vossa Reverência 9.3.4. Concisão e clareza 9.4. Manual de redação da Presidência da República 9.5. Instrução Normativa 4/92 9.6. O Padrão Ofício 9.6.1. Partes do documento no padrão ofício 9.6.2. Tipo do documento 9.6.3. Local e data 9.6.4. Destinatário 9.6.5. Assunto 9.6.6. Texto 9.6.7. Fecho 9.6.8. Identificação do signatário 9.7. Forma de diagramação 9.8. Comunicações oficiais 9.8.1. Apostila 9.8.2. Ata 9.8.3. Aviso 9.8.4. Certidão 9.8.5. Circular 9.8.6. Contrato 9.8.7. Convênio 9.8.8. Correio eletrônico 9.8.9. Declaração 9.8.10. Decreto 9.8.10.1. Decretos regulamentares 9.8.10.2. Decretos individuais ou coletivos 9.8.11. Edital 9.8.12. Exposição de motivos 9.8.13. Fax 9.8.14. Informação 9.8.15. Instrução e instrução normativa 9.8.16. Memorando
  30. 30. 9.8.17. Mensagem 9.8.18. Ofício 9.8.19. Ordem de serviço 9.8.20. Parecer 9.8.21. Requerimento 9.8.22. Portaria 9.8.23. Relatório 9.8.24. Resolução 9.8.25. Telegrama 9.9. Questões 10. REDAÇÃO DISCURSIVA 10.1. Qualidades Fundamentais do Texto 10.2. Tipologia Textual 10.3. Figuras e Temas 10.4. Dissertação Objetiva 10.4.1. Argumentação 10.4.1.1. Argumento baseado na estrutura da realidade 10.4.1.2. Argumento baseado no consenso 10.4.1.3. Argumento baseado em fatos 10.4.1.4. Argumento lógico 10.4.2. Defeitos da argumentação 10.4.2.1. Tautologia 10.4.2.2. Noção semiformalizada 10.4.2.3. Noção confusa 10.4.2.4. Generalização 10.4.2.5. Erro pelo exemplo ou ilustração 10.4.2.6. Erro pela conclusão 10.4.3. Discurso dissertativo de caráter científico 10.5. Progressão Discursiva 10.6. Dicas para se Escrever Bem 10.7. Técnica de Redação 10.8. Temas de Atualidades 10.9. Temas Técnicos 10.10. Estudo de Casos 11. PROVAS SIMULADAS Prova Simulada 1 Prova Simulada 2 Prova Simulada 3
  31. 31. Prova Simulada 4 Prova Simulada 5 Prova Simulada 6 Prova Simulada 7 Prova Simulada 8 Prova Simulada 9 Prova Simulada 10 Prova Simulada 11 Prova Simulada 12 Prova Simulada 13 Prova Simulada 14 Prova Simulada 15 Prova Simulada 16 Prova Simulada 17 Prova Simulada 18 Prova Simulada 19 Prova Simulada 20 Prova Simulada 21 Prova Simulada 22 Prova Simulada 23 Prova Simulada 24 Prova Simulada 25 Prova Simulada 26 Prova Simulada 27 Prova Simulada 28 Prova Simulada 29 Prova Simulada 30 Prova Simulada 31 Prova Simulada 32 Prova Simulada 33 Prova Simulada 34 Prova Simulada 35 REFERÊNCIAS
  32. 32. 1. FONOLOGIA 1.1. Fonema 1.2. FONEMAS VOCÁLICOS 1.2.1. Vogais 1.2.2. Semivogais 1.3. Fonemas Consonantais 1.4. Encontros Vocálicos 1.4.1. Ditongo 1.4.1.1. Crescente 1.4.1.2. Decrescente 1.4.1.3. Oral 1.4.1.4. Nasal 1.4.2. Tritongo 1.4.2.1. Oral 1.4.2.2. Nasal 1.4.3. Hiato 1.5. Encontros Consonantais 1.5.1. Encontros consonantais perfeitos 1.5.2. Encontros consonantais imperfeitos 1.6. Dígrafo 1.7. Sílaba 1.8. Tonicidade 1.9. Formas Variantes 1.10. Divisão Silábica 1.10.1. Separam-se 1.10.2. Não se separam 1.10.3. Outras dicas
  33. 33. 1.11. Questões A fonética e a fonologia estudam o aspecto físico-fisiológico, isto é, o aspecto fônico. A fonética se ocupa do aspecto acústico e fisiológico dos sons reais e concretos dos atos linguísticos: sua produção, articulação e variedades. Já para a fonologia, a unidade básica não é o som, mas o fonema, visto como unidade acústica que desempenha função linguística distintiva de unidades linguísticas superiores dotadas de significado. Evanildo Bechara
  34. 34. Fonologia é a parte da gramática que trata dos sons produzidos pelo ser humano para comunicação, em relação a determinada língua. Curiosidade: O estudo dos sons, de forma geral — sem levar em conta a região geográfica ou cultura a que se aplica —, recebe o nome de FONÉTICA. ■ 1.1. FONEMA O s fonemas são os elementos sonoros mais simples da língua, capazes de estabelecer distinção entre duas palavras. Como em: sua e tua. Note que a distinção entre uma e outra palavra são os fonemas /se/ e /te/. Curiosidade: Graficamente expressamos os fonemas entre barras: /me/; /ce/; /ve/. Não podemos confundir letras com fonemas, pois letra é a representação gráfica de um som. M — letra eme > som /me/.
  35. 35. J — letra jota > som /le/. H — letra agá > não existe som para essa letra. Nem sempre ao número de letras corresponde o mesmo número de fonemas. Veja: CALHA TÁXI 5 letras: c, a, l, h, a. 4 letras: t, a, x, i. 4 fonemas: /ke/, /a/, /lhe/, /a/. 5 fonemas: /te/, /a/, /ke/, /se/, /i/. Os fonemas se dividem em dois grupos: ■ Fonemas vocálicos: representam as vogais. ■ Fonemas consonantais: representam as consoantes. ■ 1.2. FONEMAS VOCÁLICOS Chamamos fonemas vocálicos os sons resultantes da emissão de ar que passa livremente pela cavidade bucal. São eles: A, E, I, O, U. Eles se dividem em dois grupos: ■ 1.2.1. Vogais São a base da sílaba em Língua Portuguesa. Há apenas uma vogal em cada sílaba: sa-pa-to; ca-fé; u-si-na. ■ 1.2.2. Semivogais São fracas em relação à vogal. As letras I e U, quando acompanham outra vogal numa mesma sílaba, são as semivogais. As letras E e O também serão semivogais quando forem átonas, acompanhando outra vogal. Veja: cá-rie /i/ é semivogal /e/ é vogal tou-ro
  36. 36. /o/ é vogal /u/ é semivogal mãe /a/ é vogal /e/ é semivogal pão /a/ é vogal /o/ é semivogal ■ 1.3. FONEMAS CONSONANTAIS Chamamos de fonemas consonantais os ruídos ocasionados pela obstrução da passagem de ar pelo aparelho fonador (língua, dentes, lábios etc.). São: B, C, D, F, G, H, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z. ■ 1.4. ENCONTROS VOCÁLICOS É a união de dois ou mais fonemas vocálicos em uma única silaba. São eles: o ditongo, o tritongo e o hiato. ■ 1.4.1. Ditongo Ocorre quando juntamos dois sons vocálicos numa única sílaba: ca-iu; viu; tou-ro; den-tais. Os ditongos são classificados de acordo com a sua formação e a sua pronúncia. De acordo com a formação, o ditongo pode ser: ■ 1.4.1.1. Crescente Começa com semivogal e termina com vogal: cárie, história, tênue. ■ 1.4.1.2. Decrescente Começa com vogal e termina com semivogal: touro, dentais, peixe. De acordo com a pronúncia, pode ser: ■ 1.4.1.3. Oral Quando o som sai completamente pela boca: tênue, dentais. ■ 1.4.1.4. Nasal Quando o som sai pelo nariz: pão, mãe, também, cantaram. Curiosidade: AM e EM, em final de palavras, representam ditongos decrescentes nasais. Perceba que os sons que ouvimos são: /tã-bei/ e /cã-ta- rau/. ■ 1.4.2. Tritongo Ocorre quando juntamos três sons vocálicos numa única sílaba: iguais; quão.
  37. 37. O tritongo se classifica, quanto à pronúncia, como: ■ 1.4.2.1. Oral Quando o som sai apenas pela boca: iguais. ■ 1.4.2.2. Nasal Quando o som sai pela nariz: quão. ■ 1.4.3. Hiato Ocorre quando colocamos, simultaneamente, em uma palavra duas vogais, que pertencem a sílabas diferentes: sa-í-da; co-o-pe-rar; ga-ú-cho. ■ 1.5. ENCONTROS CONSONANTAIS É o encontro de sons consonantais simultâneos dentro da palavra. Eles podem ser classificados de acordo com o modo como se apresentam. ■ 1.5.1. Encontros consonantais perfeitos Sons consonantais que pertencem à mesma sílaba: pro-ble-ma; psi-co-lo-gi- a; pe-dra. ■ 1.5.2. Encontros consonantais imperfeitos Sons consonantais que pertencem a sílabas diferentes: dig-no; per-fei-to; ar-tis-ta. Curiosidade: Repare que nos encontros consonantais, apesar de as consoantes aparecerem lado a lado, cada uma conserva o seu som próprio, característico. pro-ble-ma = /pe/ + /re/ + /o/ + /be/ + /le/ + /e/ + /me/ + /a/ af-ta = /a/ + /fe/ + /te/ + /a/ ■ 1.6. DÍGRAFO Ocorre quando duas letras representam um único som: CH — chá SC — descer OM — tombo LH — telha SÇ — desço UM — tumba
  38. 38. NH — ninho XC — exceto AN — anta GU — foguete XS — exsudar EN — entortar QU — quilo AM — tampa IN — interno RR — carro EM — tempo ON — onda SS — assado IM — tímpano UN — untar Curiosidade: Os grupos GU e QU, quando trazem o U pronunciado, não representam dígrafos, pois nesse caso G e Q têm um som e U tem outro: aguentar; sagui; tranquilo; aquoso. ■ 1.7. SÍLABA É a junção de fonemas numa única emissão de ar. Cada vez que se expele o som do pulmão passando pelo aparelho fonador (boca ou boca e nariz), temos uma sílaba. A base da sílaba em Língua Portuguesa é sempre uma vogal, portanto, não existe sílaba sem vogal. De acordo com o número de sílabas, as palavras serão classificadas como: ■ Monossílaba — uma única sílaba: chá, pé, me, lhe.
  39. 39. ■ Dissílaba — duas sílabas: café, sofá, onça, digno. ■ Trissílaba — três sílabas: copinho, socorro, agora, adrede. ■ Polissílaba — quatro ou mais sílabas: limonada, chocolatezinho, Atanagildetina, desoxirribonucleido. ■ 1.8. TONICIDADE As sílabas de uma palavra podem ser fortes ou fracas. As sílabas fortes são chamadas de TÔNICA, e as sílabas fracas são chamadas de ÁTONAS. paralelepípedo: pi é sílaba tônica, as outras são átonas. sapato: pa é a sílaba tônica, as outras são átonas. Curiosidade: Em cada palavra há apenas uma sílaba forte; todas as outras serão fracas. As palavras monossílabas, por possuírem apenas uma sílaba, devem ser chamadas de tônicas ou átonas. ■ Monossílaba tônica — possui sentido próprio quando está só: chá, pá, mês. ■ Monossílaba átona — não possui sentido próprio quando está só: com, em, lhe. Palavras com duas ou mais sílabas são classificadas de acordo com a posição que a sílaba tônica ocupa dentro da palavra. ■ Oxítona — é a palavra cuja última sílaba é forte: café, maracujá, ananás. ■ Paroxítona — é a palavra cuja penúltima sílaba é forte: sapato, educado, revólver. ■ Proparoxítona — é a palavra cuja antepenúltima sílaba é forte: lâmpada, metafísica, pássaro. ■ 1.9. FORMAS VARIANTES Algumas palavras podem ter pronúncia variável. Veja: acróbata ou acrobata hieróglifo ou hieroglifo ájax ou ajax homília ou
  40. 40. homilia alópata ou alopata Madagáscar ou Madagascar ambrósia ou ambrosia necrópsia ou necropsia autópsia ou autopsia nefelíbata ou nefelibata Bálcãs ou Balcãs Oceânia ou Oceania biópsia ou biopsia ortoépia ou ortoepia biótipo ou biotipo projétil ou projetil boêmia ou boemia réptil ou reptil
  41. 41. crisântemo ou crisantemo sóror ou soror Dário ou Dario tríplex ou triplex dúplex ou duplex xérox ou xerox Gândavo ou Gandavo zângão ou zangão geodésia ou geodesia Palavras em que a letra U do grupo QU pode ou não ser pronunciada: antiquíssimo; equidade; equivalente; equivaler; liquidação; liquidar; liquidificador; líquido; retorquir. Curiosidade: Ortoépia é a parte da gramática que trata da correta pronúncia das palavras. Quando cometemos um engano de pronúncia, surge a prosódia. rubrica — sílaba tônica = bri. O erro prosódico comum é pronunciar a sílaba ru como forte. ínterim — sílaba tônica = ín. O erro prosódico comum é pronunciar a sílaba rim como forte. S ã o oxítonas: cateter; Cister; harém; Gibraltar; masseter; mister (necessário); Nobel; novel; recém; sutil; ureter. Sã o paroxítonas: acórdão; alcácer; algaravia; âmbar; acerdiago; avaro; aziago; azimute; barbaria; batavo; boêmia; cânon; caracteres; cartomancia; cenobita; ciclope; clímax; decano; edito (lei); efebo; epifania; erudito;
  42. 42. exegese; filantropo; flébil; ibero; impio (cruel); ímpio (sem fé); índex; látex; libido; maquinaria; misantropo; necropsia; nenúfar; omicro; opimo; pudico; Quéops; quiromancia; recorde; têxtil; tétum; tulipa. Sã o proparoxítonas: acônito; aeródromo; aerólito; ágape; álacre; álcool; alcíone; alcoólatra; álibi; alvíssaras; âmago; amálgama; anátema; andrógino; anódino; antífona; ápode; aríete; arquétipo; autóctone; ávido; azáfama; barbárie; bávaro; bímano; écloga; édito (ordem judicial); êmbolo; ímprobo; ínterim; leucócito; monólito; protótipo; revérbero; úmbrico; zênite. Palavras com /é/ — som aberto: badejo; blefe; cedro; cervo; besta (arma); incesto; medievo; obsoleto. Palavras com /ê/ — som fechado: adrede; besta (animal de carga); cerda; destro; escaravelho; extra; fechar (e suas flexões: fecho, fechas, fecha, feche, feches etc.); magneto; quibebe; reses. Palavras com /ó/ — som aberto: amorfo; canoro; coldre; dolo; inodoro; molho (feixe); sinagoga; tropo. Palavras com /ô/ — som fechado: alcova; alforje; algoz; boda; bodas; choldra; desporto; foro (jurisdição); transbordo. ■ 1.10. DIVISÃO SILÁBICA A divisão da palavra em sílabas é feita pela soletração. Basta pronunciar com calma a palavra para sabermos quantas sílabas ela contém. Há algumas regras que facilitam a separação de sílabas: ■ 1.10.1. Separam-se a) hiato: sa-í-da, ba-la-ús-tre; b) encontro consonantal imperfeito: dig-no, ca-rac-te-rís-ti-ca; c) dígrafos RR, SS, SC, SÇ, XC, XS: car-ro, as-sa-do, des-cer, des-ço, ex-ce- ção, ex-su-dar. ■ 1.10.2. Não se separam a) ditongo: cá-rie, á-gua; b) tritongo: i-guais, quão; c) encontro consonantal perfeito: pro-va, clas-se; d) dígrafos CH, LH, NH, GU, QU, AM, EM, IM, OM, UM, AN, EN, IN, ON, UN: cha-lei-ra, te-lha, vi-nho, guer-ra, que-ro, âm-bar, Em-bu, im-pa-la, om- bro, um-bi-go, can-to, ven-to, tin-ta, ton-to, tun-dra. ■ 1.10.3. Outras dicas a) Qualquer consoante solta dentro da palavra, que não forme sílaba com vogal posterior, pertencerá sempre à sílaba anterior: tungs-tê-nio; e-clip-se; e- gíp-cio; felds-pa-to. b) prefixo + vogal — formam sílaba normalmente: tran-sa-tlân-ti-co; su-ben- ten-der. c) prefixo + consoante — isola-se o prefixo e depois separam-se as sílabas
  43. 43. restantes: sub-li-nhar; ab-rup-to; trans-por-te. ■ 1.11. QUESTÕES 1. (UFRJ) Nesta relação, as sílabas tônicas estão destacadas. Uma delas, porém, está destacada incorretamente. Assinale-a. a) inteRIM. b) puDIco. c) ruBRIca. d) graTUIto. e) inauDIto. Resposta: “a”. A sílaba tônica é ÍN-, ínterim. 2. (FAU-Santos) Nas palavras enquanto, queimar, folhas, hábil e grossa, constatamos qual sequência de letras e fonemas? a) 8-7, 7-6, 6-5, 5-4, 6-5. b) 7-6, 6-6, 5-5, 5-5, 5-5. c) 8-5, 7-5, 6-4, 5-4, 5-4. d) 8-6, 7-6, 6-5, 5-4, 6-5. e) 8-5, 7-6, 6-5, 5-5, 5-5. Resposta: “d”. Enquanto = 8 letras e 6 fonemas; queimar = 7 letras e 6 fonemas; folhas = 6 letras e 5 fonemas; hábil = 5 letras e 4 fonemas; grossa = 6 letras e 5 fonemas. 3. (Escola Naval-RJ) Nas palavras anjinho, carrocinhas, nossa e recolhendo, podemos detectar oralmente a seguinte quantidade de fonemas, respectivamente: a) três, quatro, dois, quatro. b) cinco, nove, quatro, oito. c) seis, dez, cinco, nove. d) três, seis, dois, cinco. e) sete, onze, cinco, dez. Resposta: “b”. Anjinho = 5 fonemas; carrocinhas = 9 fonemas; nossa = 4 fonemas; recolhendo = 8 fonemas. 4. (UFSC) Assinale a alternativa em que a palavra não tem suas sílabas corretamente separadas. a) in-te-lec-ção. b) cons-ci-ên-cia. c) oc-ci-pi-tal. d) psi-co-lo-gia. e) ca-a-tin-ga. Resposta: “d”. A separação correta é psi-co-lo-gi-a.
  44. 44. 5. (PUC-MG) Assinale o vocábulo que contém cinco letras e quatro fonemas. a) estou. b) adeus. c) livro. d) volto. e) daqui. Resposta: “e”. Daqui = 4 fonemas; todas as outras têm cinco fonemas cada uma. 6. (ITA-SP) A sequência de palavras cujas sílabas estão separadas corretamente é: a) a-dje-ti-va-ção, im-per-do-á-veis, bo-ia-dei-ro. b) in-ter-ve-io, tec-no-lo-gi-a, sub-li-nhar. c) in-tu-i-to, co-ro-i-nha, pers-pec-ti-va. d) co-ro-lá-rio, subs-tan-ti-vo, bis-a-vó. e) flui-do, at-mos-fe-ra, in-ter-vei-o. Resposta: “e”. Corrigindo as erradas: a) ad-je-ti-va-ção, boi-a-dei-ro; b) in-ter- vei-o, c) in-tui-to; d) bi-sa-vó. 7. (UFRJ) As sílabas das palavras psicossocial e traído estão corretamente separadas em: a) psi-cos-so-ci-al, tra-í-do. b) psi-cos-so-cial, tra-í-do. c) psi-co-sso-ci-al, traí-do. d) psi-co-sso-ci-al, tra-í-do. e) psico-sso-ci-al, traí-do. Resposta: “a”: psi-cos-so-cial, tra-í-do. 8. (FGV) Assinale a melhor resposta. Em papagaio temos: a) um ditongo. b) um trissílabo. c) um proparoxítono. d) um tritongo. e) um dígrafo. Resposta: “a”. Pa-pa-gai-o apresenta um ditongo (gai). 9. (UFPI) Têm a mesma classificação, quanto ao acento tônico, as palavras: a) alivia, vizinho, insônia, chão. b) risquei, fósforo, tijolo, porque. c) zombaria, devagarinho, companhia. d) fôlego, estrela, tamborete. Resposta: “c”. Veja a sílaba tônica de cada uma delas: zom-ba-RI-a, de-va-ga-
  45. 45. RI-nho, com-pa-NHI-a. São todas paroxítonas. 10. (UEPG-PR) Assinale a sequência em que todas as palavras estão partidas corretamente. a) trans-a-tlân-ti-co, fi-el, sub-ro-gar. b) bis-a-vô, du-e-lo, fo-ga-réu. c) sub-lin-gual, bis-ne-to, de-ses-pe-rar. d) des-li-gar, sub-ju-gar, sub-es-cre-ver. e) cis-an-di-no, es-pé-cie, a-teu. Resposta: “c”. Corrigindo as erradas: a) tran-sa-tlân-tico; b) bi-sa-vô; d) su- bes-cre-ver; e) ci-san-di-no. 11. (FGV) Assinale a alternativa em que a sílaba tônica está corretamente destacada. a) mis-TER, de-CA-no, a-VA-ro, cir-CUI-to. b) RU-bri-ca, a-zi-A-go, I-be-ro, MIS-ter. c) NO-bel, LÁ-tex, I-be-ro, fi-lan-TRO-po. d) ru-BRI-ca, lá-TEX, A-va-ro, DE-ca-no. e) DE-ca-no, Ê-xo-do, ru-BRI-ca, u-re-TER. Resposta: “a”. Mister é oxítona; decano, avaro e circuito são paroxítonas. 12. (ITA-SP) Dadas as palavras: 1) TUN-GSTÊ-NIO, 2) BIS-A-VÔ e 3) DU- E-LO, constatamos que a separação de sílabas está correta: a) apenas na palavra 1. b) apenas na palavra 2. c) apenas na palavra 3. d) em todas as palavras. e) em nenhuma delas. Resposta: “c”. Apenas du-e-lo está com a separação correta. Corrigindo as outras: tungs-tê-nio; bi-sa-vô.
  46. 46. 2. ORTOGRAFIA 2.1. Dificuldades Ortográficas 2.1.1. Uso do “S” 2.1.2. Uso do “Z” 2.1.3. Uso do “H” 2.1.4. Uso do “X” 2.1.5. Uso do “CH” 2.1.6. Uso do “SS” 2.1.7. Uso do “Ç” 2.1.8. Uso do “G” 2.1.9. Uso do “J” 2.1.10. Uso do “I” 2.1.11. Uso do “E” 2.1.12. Uso do “SC” 2.2. Formas Variantes 2.3. Palavras que não admitem forma variante 2.4. Emprego do hífen 2.4.1. Hífen com prefixos e pseudoprefixos 2.4.2. Hífen com sufixos 2.4.3. Hífen em locuções 2.5. Acentuação Gráfica 2.5.1. Regras gerais 2.5.1.1. Monossílabas tônicas 2.5.1.2. Oxítonas 2.5.1.3. Paroxítonas 2.5.1.4. Proparoxítonas 2.5.2. Regras especiais 2.5.2.1. Ditongos abertos 2.5.2.2. I e U tônicos
  47. 47. 2.5.2.3. Acento diferencial nos verbos ter e vir 2.5.2.4. Outros acentos diferenciais 2.5.3. Formas variantes de som aberto ou fechado 2.6. Uso do PORQUÊ 2.6.1. Por que / por quê 2.6.1.1. Preposição + pronome interrogativo 2.6.1.2. Preposição + pronome relativo 2.6.2. Porque 2.6.3. Porquê 2.7. Questões Ortografia Datação: 1540 cf. João de Barros. Grammatica da Lingua Portuguesa. Olyssipone. Lodouicum Rotorigiu Typographum. [Publicação póstuma, tendo o autor falecido em 1540] substantivo feminino conjunto de regras estabelecidas pela gramática normativa que ensina a grafia correta das palavras, o uso de sinais gráficos que destacam vogais tônicas, abertas ou fechadas, processos fonológicos como a crase, os sinais de pontuação esclarecedores de funções sintáticas da língua e motivados por tais funções etc. Dicionário Houaiss
  48. 48. A grafia de uma palavra pode ter caráter fonético, que leva em conta a pronúncia; ou etimológico, que leva em conta a sua origem. Hoje, no Brasil, utilizam-se os dois processos juntamente: o fonético ou de pronúncia e o etimológico ou histórico. Curiosidade: O sistema fonético (ou sônico) consiste na exata e fiel figuração dos sons, escrevendo as palavras tal qual se pronunciam, excluindo da representação gráfica qualquer letra que não tenha valor prosódico e acrescentando outras para que se represente a exata pronúncia: escrito, Cristo, pronto, omem, oje, ressonar, pressentir, filarmônico, inalar. O sistema etimológico representa as palavras de acordo com a grafia de origem, reproduzindo todas as letras do étimo, embora não sejam pronunciadas: phthisica, sancto, mactar, auctor, poncto, catechismo, exgotto, practicar. 1 Nossa ortografia é orientada pelo Formulário Ortográfico, aprovado pela Academia de Letras, na sessão de 12 de agosto de 1943, simplificado pela Lei n. 5.765, de 18 de dezembro de 1971, e atualizado pelo Decreto 6.583, de 29 de setembro de 2008. Ortografia vem do grego “orthós” = direito + “gráphein” = escrever. Os sons da fala são representados por sinais gráficos chamados letras, e além delas usamos outros sinais, chamados auxiliares.
  49. 49. São eles: a) Hífen (-) — usado para ligar elementos de palavras compostas, para ligar pronomes enclíticos aos verbos e para indicar a translineação textual (divisão silábica em final de linha): super-homem, ajudou-me, questiona-mento. b) Til (~) — usado para marcar a nasalização de um som vocálico: irmã. c) Cedilha (ç) — coloca-se sob o c, antes das vogais a, o e u: açaí, castiço, açúcar. d) Apóstrofo (’) — marca a supressão de um som: copo d’água, minh’alma. e) Acentos gráficos: ■ agudo (´) — representa um som aberto: sofá. ■ circunflexo (^) — representa um som fechado: você. ■ grave (`) — representa a fusão de vogais idênticas (crase): àquele. Curiosidade: Esses sinais são também chamados de notações léxicas. Algumas regras existem para escrever esta ou aquela palavra, porém os problemas gráficos só se resolvem com leitura. Se você é um leitor eficiente, escreverá bem, pois terá a lembrança daquilo que leu. Vejamos a seguir algumas dificuldades ortográficas. ■ 2.1. DIFICULDADES ORTOGRÁFICAS ■ 2.1.1. Uso do “S” a) depois de ditongos: coisa, faisão, mausoléu, maisena, lousa. b) em nomes próprios com som de / z /: Neusa, Brasil, Sousa, Teresa. c) no sufixo -oso (cheio de): cheiroso, manhoso, dengoso, gasosa. d) nos derivados do verbo querer: quis, quisesse. e) nos derivados do verbo pôr: pus, pusesse. f) no sufixo -ense, formador de adjetivo: canadense, paranaense, palmeirense. g) no sufixo -isa, indicando profissão ou ocupação feminina: papisa, profetisa, poetisa. h) nos sufixos -ês/-esa, indicando origem, nacionalidade ou posição social: calabrês, milanês, português, norueguês, japonês, marquês, camponês, calabresa, milanesa, portuguesa, norueguesa, japonesa, marquesa, camponesa. i) nas palavras derivadas de outras que possuam S no radical: casa = casinha, casebre, casarão, casario; atrás = atrasado, atraso; paralisia = paralisante, paralisar, paralisação; análise = analisar, analisado. j) nos derivados de verbos que tragam o encontro consonantal -nd: pretende = pretensão; suspender = suspensão; expandir = expansão. ■ 2.1.2. Uso do “Z” a) nas palavras derivadas de primitiva com Z: cruz = cruzamento, juiz = ajuizar, deslize = deslizar.
  50. 50. b) no sufixo -ez/-eza, formadores de substantivos abstratos, a partir de adjetivos: altivo = altivez; mesquinho = mesquinhez; macio = maciez; belo = beleza; magro = magreza. c) no sufixo -izar formador de verbos: hospital = hospitalizar; canal = canalizar; social = socializar; útil = utilizar; catequese = catequizar. Curiosidade: Quando usamos apenas -r ou -ar para formar um verbo, aproveitamos o que já existe na palavra primitiva: pesquisa = pesquisar, análise = analisar, deslize = deslizar. d) nos verbos terminados em -uzir, e seus derivados: conduzir, conduziu, conduzo; deduzir, deduzo, deduzi; produzir, produzo, produziste. e) no sufixo -zinho, formador de diminutivo: cãozinho, pezinho, paizinho, mãezinha, pobrezinha. Curiosidade: Se acrescentarmos apenas -inho, aproveitamos a letra da palavra primitiva: casinha, vasinho, piresinho, lapisinho, juizinho, raizinha. ■ 2.1.3. Uso do “H” a) o H inicial deve ser usado quando a etimologia o justifique: hábil, harpa, hiato, hóspede, húmus, herbívoro, hélice. Curiosidade: Escreve-se com H o topônimo BAHIA, quando se aplica ao Estado. b) o H deve ser eliminado do interior das palavras, se elas formarem um composto ou derivado sem hífen: desabitado, desidratar, desonra, inábil, inumano, reaver. Curiosidade: Nos compostos ou derivados com hífen, o H permanece: anti- higiênico, pré-histórico, super-homem. c) no final de interjeições: ah! oh! ih! ■ 2.1.4. Uso do “X” a) normalmente após dit