Eja

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Políticas públicas para a EJA
Perfil dos alunos
Programa Brasil Alfabetizado
Educação de Jovens e Adultos
Benefícios
Reflexão da situação da EJA
Paulo Freire

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Eja

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS CURSO DE PEDAGOGIA – V SEMESTRE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DISCENTES: ELIVALDO XAVIER FERNANDO PEIXOTO LÉIA NASCIMENTO LUCIANE GALVÃO NAÍLA LIMA SAYONARA FELIX
  2. 3. A preocupação maior se deu no campo da compreensão da garantia do direito à educação, especificamente para os jovens e adultos que, ao longo dos anos, foram impedidos de exercer esse direito. Portanto, partiu-se do pressuposto de que a ampliação dos direitos, assim como o direito à educação, fez parte de um movimento que extrapolou os limites do território nacional compondo parte dos direitos típicos dos regimes democráticos.
  3. 4. <ul><li>Os jovens a adultos desse modalidade formam um grupo com características que lhe conferem relativa homogeneidade. </li></ul><ul><li>É um grupo formado por pessoas pouco escolarizadas com baixa qualificação profissional; freqüentemente exercem atividades de trabalho informal e, muitas vezes com baixa remuneração, quase sempre de famílias humildes, não raras vezes as pertencentes a comunidades com baixo índice de desenvolvimento humano (IDH), e que não tiveram a oportunidade de freqüentar a escola regular na infância e/ou adolescência. </li></ul>
  4. 5. O Brasil possui cerca de 33 milhões de analfabetos funcionais – pessoas a partir de 15 anos, com menos de quatro anos de escolarização. O enfrentamento dessa dívida social é inerente a construção de uma nação com inclusão e justiça. Com esse objetivo, o MEC estabeleceu a alfabetização como política prioritária e integrada à educação de jovens e adultos, com o propósito de garantir a continuidade do aprendizado. Essa política realizada por dois programas complementares, sendo eles:
  5. 6. Programa Brasil Alfabetizado Criado pelo governo federal em 2003, o Brasil Alfabetizado tem oportunizado a escolarização de milhões de jovens e adultos – a partir de 15 anos - que não tiveram acesso a escola na idade adequada. Em 2004 para melhorar o aprendizado o MEC aumentou o período dos cursos de seis para oito meses e sala tendo que ter no máximo 25 alunos.
  6. 7. A alfabetização foi integrada a educação de jovens e adultos, com o propósito de garantir continuidade dos estudos. Nessa direção o MEC vem desenvolvendo o programa Fazendo Escola para apoiar e ampliar o atendimento de jovens e adultos nos estudos de ensino fundamental. Em 2003 beneficiou 1,5 milhões de alunos em 2.015 estado e em 2004 foram beneficiados 1,9 milhão de alunos em 2.322 estados.
  7. 8. Por meio do programa, além a ampliação de vagas, os estados e municípios oferecem formação continuada para professores da educação de jovens e adultos, visando a melhoria de qualidade de ensino.
  8. 9. 1 – A carga horária de professores da EJA em sua grande maioria é complementar; profissionais que não conseguirão fechá-la no ensino regular ou tem outro cargo (Estadual/Municipal) na educação, são lotados na EJA com esta finalidade. Está na hora de debater a dedicação exclusiva na educação.
  9. 10. 2 – A falta de profissionais com perfil para trabalhar na EJA é outro problema. Ser professor na EJA não é para qualquer profissional, tem que ter o perfil adequado, pois a metodologia tem que ser diferenciada bem como a forma de relação professor/aluno. 3– Na formação continuada tem que se procurar enfocar: metodologia, avaliação e relação professor/aluno de forma sistêmica, sendo o mais objetivo possível.
  10. 11. 4 – O tempo de aula hoje é de três horas e meia, em seis meses. Estudar o conteúdo de um ano em seis meses é um contra senso. 5 – A diferença de faixa etária é outro problema: jovens e adultos possuem comportamentos diferentes.
  11. 12. Paulo Freire no seu método de alfabetização visando à libertação dá um significado especial a esta relação professor/aluno: “Para ser um ato de conhecimento o processo de alfabetização de adultos demanda, entre educadores e educandos, uma relação de autêntico diálogo”. Nesta perspectiva, portanto, os alfabetizadores assumem, desde o começo da ação, o papel de sujeitos criadores.
  12. 13. Aprender a ler e escrever já não é, pois, memorizar sílabas, palavras ou frases, mas refletir criticamente sobre o próprio processo de ler e escrever e sobre o profundo significado da linguagem.

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