Exhibidor Issue 13_Interview

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Exhibidor Issue 13_Interview

  1. 1. WWW.EXIBIDOR.COM.BRANO IV – Nº 13, ABRIL/2014 Qual o próximo passo para o cinema digital no Brasil? MERCADO Estreias às quintas prometem bons frutos COPA DO MUNDO Como os cinemas vão se comportar se exibirem ou não os jogos ENTREVISTA Quanta DGT e GDC comentam os últimos detalhes do VPF no Brasil PUBLICIDADE
  2. 2. 11 EXIBIDOR, ABRIL-2014 SUMÁRIO Notícias/12 Giro pelo mercado Portal Exibidor/16 Destaques do portal exibidor.com.br (MENFQđjBN/18 O poder dos atores para o consumidor final Claquete.com/20 Novidades do cinema Entrevista/24 Integradores falam dos acordos de VPF no Brasil Segurança/30 Parceria entre exibidores e seguradoras resultam boas vinhetas Copa do Mundo/34 Agentes do mercado contam como será o comportamento dos cinemas com ou sem a exibição dos jogos Artigo Legislação/40 O paradoxo da Cota de Tela Artigo Mercado/52 Tecnologia e público devem estar mais próximos no cinema Marketing/53 Além da programação, a sala de cinema pode oferecer inúmeras opções Mercado/58 Exibidores e distribuidores comentam a mudança do calendário de estreias para quinta /QNjRRēN/63 Comooscursospreparamosalunosparalidar com o mercado de exibição? Artigo Panorama/68 Especulações sobre a digitalização total dos complexos Agenda/70 Próximos lançamentos Trajetória/74 Odeon, patrimônio histórico do Rio Artigo Especial Leitor/76 A Revista Exibidor comentada por um exibidor -ERCADO CINEMATOGRĐlCO SE PREPARA PARA O FUTURO APŁS O TĠRMINO DA DIGITALIZAĜĒO NO "RASIL /44
  3. 3. 24 EXIBIDOR, ABRIL-2014 A corrida pela digitalização não para. Alguns exi- bidores já deram o start no processo por conta e risco com investimentos próprios e os demais, aos poucos, dão sinais de como vão proceder no Roll- -out. Os integradores começam a fechar os acordos e já pre- veem prazos para o início das instalações. Assim, tudo parece caminhar naturalmente, embora o atraso iminente do Brasil é algo ímpar na corrida mundial pela digitalização. Num cenário de praticamente “prever o futuro”, a Revista Exibidor escolheu como seu tema de capa: O próximo passo POR: NATALÍ ALENCAR ©Divulgação©Divulgação Quanta DGT / AAM e GDC comentam o andamento dos acordos ENTREVISTA DOBRADINHA ESPECIAL O VPF NA VOZ DOS INTEGRADORES da Digitalização (leia na pg. 44), mas enquanto não se chega exatamente nesse ponto, é preciso saber como andam os acor- dos atualmente. Nada melhor que os próprios integradores de VPF para responder. Por isso, a Exibidor preparou uma entrevista especial no formato “Dobradinha” com os executivos da Quanta DGT/AAM (Luiz Fernando Morau – diretor comercial) e GDC (Nick Conti – vice presidente). Além disso, você confere o que diz o BNDES sobre o assunto. LUIZ FERNANDO MORAU (QUANTA DGT/AAM)NICK CONTI (GDC)
  4. 4. 25 EXIBIDOR, ABRIL-2014 Revista Exibidor – Como estão as negociações de VPF no Brasil em relação à sua empresa? Luiz Fernando Morau (Quanta DGT/AAM) - Já conquista- mos 932 salas e pretendemos atingir 1.000 até o final de abril. Nick Conti (GDC) - As negociações estão indo muito bem com os exibidores e distribuidores. Nós somos a única em- presa do Mercado a assinar o VPF com todos os seis dis- tribuidores de Hollywood e em negociação contínua com os principais distribuidores brasileiros. Os exibidores que fechamos têm tanta confiança em nós que estão entusiasma- dos em nos ajudar a convencer os distribuidores brasileiros a assinar o acordo com a GDC. Exibidor - Quais exibidores brasileiros fecharam? Morau (Quanta DGT/AAM) - Até o momento, já fechamos com Kinoplex, Cinematográfica Araújo, Centerplex, PlayArte, GNC, Cinesystem, Cineart e Arcoíris. Conti (GDC) - Fechamos com os seguintes exibidores: UCI, Espaço Itaú de Cinemas, Circuito Cinearte, Circuito Espaço, Moviecom, Cineflix, Orient Cinemas, Cine Roxy, Cine 3 Ferry Boat’s Plaza e Cinema Star Laura Alvin. Em alguns casos, esta- mos trabalhando nos detalhes finais dos contratos, mas os acor- dos já estão praticamente fechados. Exibidor - Destes, algum já está recebendo o VPF? Quais? Como está funcionando? Morau (Quanta DGT/AAM) - Nenhuma sala foi ativada ain- da. A maioria dos equipamentos encontra-se em trânsito e/ou em fabricação. Conti (GDC) - Todos os exibidores estão em processo de fe- char os pedidos, importar e/ou instalar os equipamentos, o que, infelizmente, leva um pouco de tempo. Exibidor - Em quanto tempo isso se dará? Morau (Quanta DGT/AAM) - A expectativa é que o primeiro lote entre em operação até meados de maio. Conti (GDC) - Esperamos que as instalações comecem em abril e começaremos a coletar o VPF dos distribuidores imedia- tamente depois disso. 2 %1'(6 HVWLPD TXH R SURFHVVR GH ĺQDQFLDPHQWR GD GLJLWDOL]DÄÀR GDV VDODV M¾ HVWHMD DSURYDGR TXDQGR YRFÇ HVWLYHU OHQGR HVWD HQWUHYLV- WD $ $1,1( SURPRYHX XP WUDEDOKR LQVWLWXFLRQDO SHUDQWH D 5HFHLWD )HGHUDO SDUD JDUDQWLU TXH R 5HJLPH (VSHFLDO GH 7ULEXWDÄÀR SDUD R 'HVHQYROYLPHQWR GD $WLYLGDGH GH ([LELÄÀR LQHPDWRJU¾ĺFD 5HFLQH
  5. 5. VHMD SURFHVVDGR GHQWUR GR SUD]R 2V H[LELGRUHV SUHFLVDP LQIRUPDU GDGRV 13- FDSDFLGDGH GDV VD- ODV WDPDQKR GDV WHODV
  6. 6. DR LQWHJUDGRU SDUD LQLFLDU GH IDWR R SURFHVVR GR 5HFLQH QD $1,1( 6HJXQGR R %1'(6 D %DUFR FRQĺUPRX TXH RV HTXLSDPHQWRV HVWÀR HP IDVH ĺQDO GH SURGXÄÀR H VHUÀR HQYLDGRV DSÐV R DWR GHFODUDWÐULR GD UHFHLWD $ 6HFUHWDULD (VWDGXDO GH XOWXUD GR 5LR HP EUHYH UHFHEHU¾ D GRFXPHQWDÄÀR GRV LQWHJUDGRUHV SDUD R SURFHVVR GH LVHQÄÀR GH ,06 2V FOLHQWHV WHUÀR FRQIRUPH SUHYLVWR GHVGH R LQÊFLR GD RSHUDÄÀR DFHV- VR DRV HPSUÆVWLPRSRQWH GLVSRQLELOL]DGRV SHORV IRUQHFHGRUHV DWÆ R GHVHPEDUDÄR GRV HTXLSDPHQWRV H OLEHUDÄÀR GRV UHFXUVRV GR %1'(6 $ HTXLSH GD 4XDQWD '*7 UHFHEHX 0DUFHOR 0LJOLRVL SDUD DWXDU QD ¾UHD GH JHVWÀR GH QRYRV QHJÐFLRV 2 GLUHWRU FRPHUFLDO GD HPSUHVD /XL] )HUQDQGR 0RUDX FRQĺUPRX D VXD SDUWLFLSDÄÀR QR SURFHVVR GH GLJL- WDOL]DÄÀR DWÆ R q5ROO RXWr q$WÆ R PRPHQWR R %1'(6 UHFHEHX DSHQDV XPD FDUWD FRQVXOWD GD 4XDQWD '*7 YLVDQGR R DSRLR DR WRWDO GH VDODV QR ¿PELWR GH XPD ×QLFD RSHUDÄÀR GH ĺQDQFLDPHQWR 2 SURFHVVR GH DQ¾OLVH HVW¾ FRU- UHQGR HP SDUDOHOR DRV ×OWLPRV DMXVWHV GD HVWUXWXUDÄÀR MXUÊGLFD HQWUH DV SDUWHV HQYROYLGDVr H[SOLFRX )HUQDQGD )DUDK JHUHQWH GR GHSDUWD- PHQWR GH XOWXUD (QWUHWHQLPHQWR H 7XULVPR GR %1'(6 $OJXQV H[LELGRUHV UHFODPDUDP GD GLĺFXOGDGH HP FRQWDWDU R %1'(6 H REWHU UHWRUQR )HUQDQGD UHVSRQGHX TXH DWÆ R PRPHQWR DWHQGHX WRGRV RV TXH QRV SURFXUDUDP SHVVRDOPHQWH RX YLD HPDLO FLQHPD# EQGHVJRYEU
  7. 7. 3RUÆP SDUD DFHVVDU ½ OLQKD GH GLJLWDOL]DÄÀR RV H[LEL- GRUHV SUHFLVDP FRQWDWDU R DJHQWH LQWHJUDGRU TXH VHU¾ R WRPDGRU GH FUÆGLWR SHUDQWH R %1'(6 q$OÆP GDV FDPSDQKDV SXEOLFLW¾ULDV UHDOL]DGDV SHOR %1'(6 D $1- ,1( HQYLRX FRUUHVSRQGÇQFLD LQIRUPDWLYD VREUH D OLQKD GH ĺQDQFLD- PHQWR SDUD D VXD EDVH FDGDVWUDO GH H[LELGRUHV 2 %1'(6 WDPEÆP FRQWRX FRP D DMXGD GH GLVWULEXLGRUDV H ÐUJÀRV GH FODVVH QD GLYXOJD- ÄÀR 5HDOPHQWH SDUD TXH D LQIRUPDÄÀR FKHJXH DR FRQKHFLPHQWR GH WRGRV RV H[LELGRUHV SULQFLSDOPHQWH RV SHTXHQRV Æ PXLWR LPSRUWDQ- WH R HVIRUÄR GH GLYXOJDÄÀR H TXDOTXHU DMXGD QHVVH VHQWLGR Æ EHP- YLQGDr FRPSOHPHQWRX E O QUE DIZ O BNDES?
  8. 8. 26 EXIBIDOR, ABRIL-2014 Exibidor - Quais as vantagens para quem assinou o acor- do com a sua empresa? Morau (Quanta DGT/AAM) - O melhor pacote de benefí- cios, o que inclui: financiamento ANCINE/BNDES; maior prazo de depreciação dos projetores digitais já existentes; flexibilidade de pagamento/recebimento do VPF; maior e melhor infraestrutura da Integradora; nenhuma exigência de garantia financeira ao exibidor além da assinatura do contrato; total liberdade de escolha dos fornecedores de equipamentos e o melhor TMS no cenário mundial. Conti (GDC) - Prezamos pela simplicidade, transparência e autonomia. Explico a seguir. Simplicidade: Nós estamos com operações totalmente concentradas no Brasil e vendemos nosso programa diretamente aos exibidores, então eles sabem exatamente para quem ligar se surgir algum problema. Não há diversas empresas entre exibidores que recebem os VPFs e distribuidores que pagam os VPFs. Transparência: A GDC tem total transparência ao oferecer o programa de VPF – promover nossa marca no mercado por meio dos exibidores que já fizeram o processo de conversão. Com isso, calculamos os custos totais e o VPF estimado aos clientes e eles sabem exatamente o que estão recebendo e não haverá surpresas no futuro.Do lado do distribuidor,oferecemos o mesmo acordo que foi oferecido aos estúdios de Hollywood. Autonomia: Não estamos tentando controlar as operações dos exibidores e nem intrometer no fluxo das bilheterias. Nós temos trabalhado as regras com os distribuidores que infor- mam quando o VPF é pago ou não. Finalmente, não ditamos de quem o exibidor deve comprar os equipamentos e quem deve fornecer o serviço de manutenção. Revendedores como a Kelonik, CE+S, Santa Clara, Centauro, etc. são muito impor- tantes neste processo e tem relacionamento de longa data com os exibidores, baseado numa relação profunda de confiança. E não é nosso objetivo interromper essa relação. Flexibilidade: Por meio das parcerias com os fabricantes de pro- jetores e financiadores privados, damos assistência aos exibidores em conseguir várias opções de financiamento privado, pois uma companhia é diferente da outra e ter apenas uma escolha não é uma opção. Assim, pagamos os VPFs mensalmente num período mensal fixo para melhor atender as obrigações financeiras dos exi- bidores.Além disso,nossa taxa administrativa do programa é uma porcentagem dos VPFs pagos e não uma taxa fixa. Se o exibidor não receber o pagamento,nós também não recebemos. Exibidor - Quais as desvantagens do seu concorrente? Morau (Quanta DGT/AAM) - Imposição de utilização de um único fabricante de servidores; obrigatoriedade de subs- tituição dos servidores existentes por servidores da marca imposta; menor prazo de depreciação dos projetores já insta- lados; impossibilidade de utilização da linha ANCINE/BN- DES e falta de infraestrutura no Brasil. Conti (GDC) - Não gostaria de comentar as desvantagens do meu concorrente porque pessoalmente sei o quanto é difícil construir um programa como este. Aplaudo os meus concorren- tes nos esforços em arranjar financiamento público para esta con- versão e acredito que eles, ANCINE e BNDES, estão fazendo um ótimo serviço para o mercado. Ultimamente temos todos o mesmo objetivo em converter o mercado para o digital e temos o prazer de oferecer métodos diferentes para se chegar lá. Exibidor - Vocês estão utilizando recurso do BNDES e como está funcionando? Morau (Quanta DGT/AAM) - Praticamente todos os exi- bidores optaram pelo recurso ANCINE/BNDES.O processo foi lento para que pudesse ser adequado e organizado, mas adquiriu desempenho e começa a fluir. Conti(GDC)-A GDC não está utilizando diretamente a linha de crédito do BNDES para a digitalização, pois, para nós, seria muito difícil nos adequarmos aos requerimentos e também nos diferenciarmos no mercado de forma a oferecer aos exibidores uma escolha. Entretanto, somos mais do que felizes em ser um provedor de VPF para qualquer empresa independente,que pre- tende obter financiamento do BNDES direto. Exibidor - Passado as negociações, o fechamento e o recebimento do VPF, como será o relacionamento com os exibidores? Morau (Quanta DGT/AAM) - Começará a segunda fase, na qual serviços e produtos adicionais serão incorporados e oferecidos. Nós acreditamos que nessa fase estaremos so- ENTREVISTA DOBRADINHA ESPECIAL
  9. 9. 27 EXIBIDOR, ABRIL-2014 zinhos no desenvolvimento e atendimentos aos exibidores, o que é nosso alvo desde o início. Na chegada de mais um Show de Inverno, olhamos para trás e percebemos quan- tas e quantas horas de trabalho, retrabalho e mais trabalho foram dedicadas até este momento. O corpo a corpo com os estúdios, exibidores, distribuidores, provedores de ser- viços, ANCINE, BNDES, fornecedores estratégicos e de- mais atores anônimos do processo foi algo desgastante, mas extremamente gratificante. Observamos alguns mitos que ficaram pelo caminho, outros que surgiram, mas, no final das contas, o que valerá é a sala de cinema com o TMS ati- vado, monitorando e remunerando o famoso VPF. A carga burocrática vencida foi monstruosa e nos deixou sequelas, pois não estávamos preparados (creio que ninguém estava) para enfrentar um adversário tão duro e traiçoeiro. Chegou a hora de comemorar? Não, pois o trabalho que vale está apenas começando e espero que, em dezembro de 2019, lembremos de hoje com carinho e reconhecimento. Conti (GDC) - Depois que os contratos de VPF forem as- sinados e os equipamentos instalados, nós teremos contato constante com os exibidores.Todos os tipos de negócios não funcionam da mesma maneira. Todos esses diferentes cená- rios irão, inevitavelmente, levantar questões entre o exibidor e o distribuidor, assim como o quanto vão receber/pagar em VPFs. Desde que começamos isso, há seis anos, é um prazer dividir nosso conhecimento e oferecer transparência aos nos- sos parceiros. O programa do VPF não é um negócio único com data limite para terminar; os exibidores estão confiando em nós pelos próximos anos e espero que eu e o operacional da GDC no Brasil nos tornemos “grandes amigos” dos nos- sos clientes. Depois que o período de pagamento do VPF terminar, a GDC continuará no Brasil para dar suporte aos clientes e oferecer novos e excitantes produtos para o mer- cado, assim como o recente Sistema da qualidade de gestão QMS-1000. Sempre estaremos no mercado exibidor não só porque é nossa obrigação, mas porque amamos isso. $WHAHCNQ
  10. 10. 2DQĐ PTD @KFTĠL U@H kB@Q CD ENQ@ Morau (Quanta DGT/AAM) - Sim, acreditamos. Ainda existem exibidores que continuam com dúvidas e crêem que esta ação não é para eles, o que será uma pena, pois indepen- dentemente de serem geradores de VPF ou não, a linha FSA/ ANCINE/BNDES, por si só, já é um imenso benefício. A linha tem o objetivo de atender a qualquer porte de exibidor, seja ele de uma única sala ou de centenas,e foi desenhada para ter a maior abrangência possível. O exibidor só ficará fora do VPF se for por opção própria. Conti (GDC) - Todo exibidor é elegível a assinar o programa de VPF da GDC,então,esperamos que ninguém fique de fora. Fernanda Farah (BNDES) - O exibidor que ficar sem aces- so ao VPF será aquele que não buscou informações ou de- cidiu por conta própria não fazê-lo. O Programa foi criado com o objetivo de propiciar acesso a todos os exibidores do território nacional. “PARA QUE A INFORMAÇÃO CHEGUE AO CONHECIMENTO DE TODOS OS EXIBIDORES, PRINCIPALMENTE OS PEQUENOS, É MUITO IMPORTANTE O ESFORÇO DE DIVULGAÇÃO” (FERNANDA FARAH - BNDES) ©Divulgação

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