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INTRODUÇÃO“A tradução é uma prática histórica elinguística e participa de uma concepçãohistórica de linguagem” (FURLAN, 20...
TRADUÇÃO NA ANTIGUIDADE• Definição Ciceroniana:  Tradução “ut interpres” versus “ut orator”• O foco sobre a fonte ou sobre...
CAMINHOS “MODERNOS” DA TRADUÇÃO• A Tradução inter-sígnica/ inter-semiótica/  Estruturalismo - (SOUZA, 1998)          Conhe...
TRADUÇÃO COMO PROCESSO (SOUZA, 1998)
TRADUÇÃO COMO PROCESSO (SOUZA, 1998)
• A Tradução como competência:  (AUBERT, 1993)   Domínio do código e referente fonte                   +   Domínio do códi...
TRADUÇÃO COMO “PALIMPSESTO”“A nosso ver, tanto a posição estruturalistapura como a posição desconstrutivistaextremada são ...
Alunos do 2º Semestre de Latim, em exercício detradução, utilizando os mesmos materiais didáticose dicionários realizam tr...
1. Não quero tomar Telesina como esposa: Por quê?É uma devassa. Mas Telesina dá aos meninos. Quero!2. Não quero desposar T...
A CORPORALIDADE COMO RESPOSTAAs dimensões da experiência sãosignificadas através da percepçãocorpórea do indivíduo, a qual...
Enquanto os esquemas expressam uma organização daexperiência individual, os frames refletem uma ordenaçãoda experiência so...
O processo de compreensão
OBSERVAÇÃO1. Não quero tomar Telesina como esposa: Por quê?É uma devassa. Mas Telesina dá aos meninos. Quero!2. Não quero ...
CONCLUSÕES PRELIMINARES• Diferenças no uso das construções na  tradução evidenciam diferenças  quanto à simulação;• difere...
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  1. 1. CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTESDEPARTAMENTO DE LETRAS A TRADUÇÃO SOB UMA NOVA TRADIÇÃO: uma perspectiva cognitivista aos Estudos da Tradução Prof. Ms. Nelson Ferreira de Sousa Junior professor.nelson@gmail.com
  2. 2. INTRODUÇÃO“A tradução é uma prática histórica elinguística e participa de uma concepçãohistórica de linguagem” (FURLAN, 2010).
  3. 3. TRADUÇÃO NA ANTIGUIDADE• Definição Ciceroniana: Tradução “ut interpres” versus “ut orator”• O foco sobre a fonte ou sobre o alvo (FURLAN, 2010)
  4. 4. CAMINHOS “MODERNOS” DA TRADUÇÃO• A Tradução inter-sígnica/ inter-semiótica/ Estruturalismo - (SOUZA, 1998) Conhecimento da Forma + Conhecimento da Substância
  5. 5. TRADUÇÃO COMO PROCESSO (SOUZA, 1998)
  6. 6. TRADUÇÃO COMO PROCESSO (SOUZA, 1998)
  7. 7. • A Tradução como competência: (AUBERT, 1993) Domínio do código e referente fonte + Domínio do código e referente alvo Comp. Linguística = Compt. Referencial
  8. 8. TRADUÇÃO COMO “PALIMPSESTO”“A nosso ver, tanto a posição estruturalistapura como a posição desconstrutivistaextremada são insuficientes para dar contado problema do sentido, da leitura e da suareescrita que é a tradução. A primeira éinsuficiente por não considerar o sujeito, e asegunda é insuficiente por só considerar osujeito da leitura”. (LARANJEIRA, 1996).
  9. 9. Alunos do 2º Semestre de Latim, em exercício detradução, utilizando os mesmos materiais didáticose dicionários realizam traduções distintas.RUÍDOS NA TRADUÇÃO?Por que pessoas com “competências” e“processos” semelhantes para a traduçãovariam em produção?
  10. 10. 1. Não quero tomar Telesina como esposa: Por quê?É uma devassa. Mas Telesina dá aos meninos. Quero!2. Não quero desposar Telesina: Por quê?Adúltera é. Mas Telesina dá para as crianças.Então eu quero.3. Não quero Telesina como esposa: Por quê?Adúltera é. Mas dá para as crianças. Quero!4. Eu não quero casar com Telesina. Por quê?Ela é adúltera. Mas Telesina dá para os meninos.Eu quero! (Marcial,Liber II, 49)
  11. 11. A CORPORALIDADE COMO RESPOSTAAs dimensões da experiência sãosignificadas através da percepçãocorpórea do indivíduo, a qual seestabelece por meio de uma estruturaconceptual formada ainda na infância.Essa estrutura surge a partir darecorrência das experiências numadeterminada base corporal, se estabili-zando em esquemas imagéticos/ sensó-reo-motores. (ver FELDMAN, 2006) Representação icônica de alguns esquemas sensório-motores (adaptada de BERGEN, CHANG, 2003)
  12. 12. Enquanto os esquemas expressam uma organização daexperiência individual, os frames refletem uma ordenaçãoda experiência social.
  13. 13. O processo de compreensão
  14. 14. OBSERVAÇÃO1. Não quero tomar Telesina como esposa: Por quê?É uma devassa. Mas Telesina dá aos meninos. Quero!2. Não quero desposar Telesina: Por quê?Adúltera é. Mas Telesina dá para as crianças.Então eu quero.3. Não quero Telesina como esposa: Por quê?Adúltera é. Mas dá para as crianças. Quero!4. Eu não quero casar com Telesina. Por quê?Ela é adúltera. Mas Telesina dá para os meninos.Eu quero!
  15. 15. CONCLUSÕES PRELIMINARES• Diferenças no uso das construções na tradução evidenciam diferenças quanto à simulação;• diferenças na tradução evidenciam o foco quanto à simulação;• a tradução seria uma narração resultante da compreensão.

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