SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 89
Localização geográfica (ATUAL)
Continente
Africano
Como na região existe
um deserto (Saara), o rio
Nilo ganhou uma
extrema importância
para os egípcios.
Imagens do rio Nilo
“O Egito é uma dádiva do Nilo.”
Heródoto
Com esta frase Heródoto, considerado o pai da
história, procura mostrar que se não existisse o
Rio Nilo, a grandiosa civilização egípcia talvez
não tivesse se desenvolvido.
Oásis é uma área isolada de vegetação
em um deserto, tipicamente vizinho a
uma nascente de água doce.
O Antigo Egito foi
uma civilização da Antiguida
de oriental localizada no
norte da África e ao longo
do rio Nilo.
Formação do Egito Antigo
8.000 a.C
Região habitada por grupos
seminômades.
5.000 a.C
Início do desenvolvimento da
agricultura ao longo do Rio Nilo,
fato que possibilitou uma vida
sedentária.
Formação do Egito Antigo
Com o passar do tempo esses grupos formaram
comunidades agrícolas independentes denominadas
NOMOS. Os chefes dessas comunidades disputavam
com frequência o domínio das áreas férteis.
Para melhor enfrentar
essas disputas, os
membros das
comunidades agrícolas
foram se unindo e
acabaram formando
dois reinos distintos:
Menés
Vou unificar o
reinos do ALTO e
do BAIXO EGITO.
A história do Egito Antigo
pode ser dividida em 3 fases:
- ANTIGO IMPÉRIO
Período intermediário
- MÉDIO IMPÉRIO
Período intermediário
- NOVO IMPÉRIO
Esse período foi
marcado pelo
desenvolvimento agrícola,
pela construção das
grandes pirâmides. No
Antigo Império foi
concluída a unificação do
Egito pelos sucessores de
Menés.
Os faraós conquistaram os
poderes religioso, militar e
administrativo. Entre eles
destacaram-se os faraós
Queóps, Quéfren e Miquerinos,
pois foram responsáveis pela
construção da Pirâmide de Gizé.
Pirâmide de Quéops
Pirâmide de Quéops.
Pirâmide de Quéops.
Esquema da
seção Sul-Norte
do interior da
Pirâmide de
Quéops.
Vídeo...
Pirâmide de Quéfren e a Esfinge.
Pirâmide de Quéfren.
Pirâmide de Quéfren
Esquema do interior da
Pirâmide de Quéfren.
Pirâmide de Miquerinos
Pirâmide de Miquerinos.
Pirâmide de Miquerinos
No final do ano 2.000 a.C. o faraó perdeu sua
autoridade pela ação dos seus auxiliares que
foram apoiados pela nobreza, fato que
possibilitou a invasão estrangeira de povos
asiáticos.
Nessa fase os faraós
reconquistaram o poder
e expulsam os
estrangeiros. Indivíduos
de camadas sociais
inferiores passaram a ser
aceitos no exército,
fortalecendo a
instituição.
Nesse período
o Egito atingiu
estabilidade
política,
crescimento
econômico e
florescimento
artístico,
impulsionando a
ampliação de
fronteiras.
Devido a crise internas o poder do faraó
enfraqueceu possibilitando o domínio de povos
estrangeiros, como os hicsos.
A expulsão dos hicsos marca o início de uma
nova fase de grande expansão militar. Os faraós
organizaram exércitos e invadiram territórios da
Ásia, dominando cidades como Jerusalém,
Damasco, Assur e Babilônia.
Tutmosis III, Amenófis IV (Akenaton),
Tutankamón, Ramsés II foram alguns dos mais
importantes faraós desse período da história
egípcia.
Tutmosis III
Amenófis IV
(Akenaton)
Akenaton e Nefertiti
Akenaton, como esfinge fazendo oferenda,
diante do Sol, símbolo de Atón.
Tutankamón
Tutankamón
Ramsés II
Por volta de 1167 a.C. o Império Egípcio foi
agitado por revoltas populares entrando num
período de decadência.
Depois do século XII a.C. o Egito foi
sucessivamente invadido por diferentes povos
entre eles destacaram-se os persas, assírios,
gregos e romanos.
Página 57
O possuía um poder absoluto
na sociedade e concentrava o poder
administrativo, militar e religioso.
Faraó
A transmissão de poder no Egito era hereditária.
A IV dinastia egípcia foi a segunda das quatro dinastias que
formaram o Antigo Império.
Quéops Quéfren Miquerinos
Seneferu Djedef-re Chepseskaf
O poderia ter muitas
esposas, mas em geral uma era
escolhida para ser a esposa
oficial, a rainha.
Era considerado um Deus vivo, filho do Sol
(Amon-Rá) e encarnação do Deus Falcão
(Hórus).
Para os egípcios, toda a
felicidade dependia do faraó
e seu poder era ilimitado.
Comandava os exércitos,
distribuía a justiça, organizava
as atividades econômicas
O faraó ostentava uma coroa e um
cetro, símbolos de sua autoridade. Para
os povos do Egito Antigo, o faraó era o
pai e a mãe dos seres humanos, um
governante com autoridade
sobrenatural para recrutar o
trabalho necessário à manutenção
do sistema de irrigação ao longo do
Nilo e as construções colossais.
Ankh, (pronuncia-se
"anrr" em árabe a junção
das consoantes k e h cria o
som de dois r em um
fonema a partir da
garganta como uma
expiração) era na escrita
hieroglífica egípcia o
símbolo da vida.
Conhecido também como
símbolo da vida eterna.
Os egípcios a usavam para
indicar a vida após a
morte. Hatshepsut
Além do poder e prestígio, o faraó possuía enorme riqueza.
Era considerado o dono de todas as terras do Egito. Por isso,
tinha o direito de receber impostos (pagos em produtos) das
aldeias.
Um grupo de funcionários auxiliava o faraó a comandar o
território egípcio.
Nobres
Os nobres auxiliavam o faraó a governar,
entre esse grupos destacavam-se:
- Vizir (auxiliar do rei);
- Sacerdotes;
- Escribas;
- Chefes militares;
- Funcionários do Estado.
O era o mais importante
funcionário do reino. Ele presidia
o tribunal da justiça, chefiava a
polícia e os assuntos externos , e
controlava a arrecadação de
impostos de todo império.
Hemienu: Vizir, Mestre de Obras e arquiteto da
Grande Pirâmide.
Os tinham
muito poder no Egito
Antigo, pois administravam
os templos e todos os
serviços religiosos.
Enriqueciam porque ficavam
com parte das oferendas
feitas pela população aos
deuses, além de serem
dispensados do pagamento
de impostos.
Os , no caso poderia ser um se
destacava porque eram um dos únicos que sabiam ler e escrever.
Eram encarregados da cobrança dos impostos, da organização das
leis e dos decretos e da fiscalização da atividade econômica em
geral (censo da população, dos animais e das colheitas).
Os detinham
e tinham destaque na sociedade, já os nunca
atingiam os postos de comando, pois estes eram
reservados aos nobres. Eles viviam dos produtos
recebidos como pagamento e dos saques – eram
mercenários – que podiam realizar durante as guerras
de conquista.
Artesãos e
comerciantes
Os
exerciam
atividades diversas.
Página 59
Os artesãos trabalhavam como pedreiros,
carpinteiros, desenhistas, escultores, pintores,
tecelões, ourives e entre outras atividades. Muitas de
suas atividades eram realizadas nas grandes obras
públicas (templos, túmulos, palácios e outras
construções).
Chamados no Egito de ,
constituíam a imensa maioria da
população.
Camponeses
Os trabalhavam nas propriedades do faraó
e dos sacerdotes e tinham o direito de conservar para si
apenas uma pequena parte dos produtos colhidos. Eram
também obrigados a trabalhar na construção de obras
públicas grandiosas, como abertura de estradas, limpeza
de canais, transportes de pedras necessárias às grandes
obras, como túmulos, templos e palácios.
Exemplares de ferramentas utilizadas no trabalho do
campo: enxadas para quebrar os torrões de terra e a
foice utilizada para a colheita dos cereais.
Os eram geralmente
estrangeiros e prisioneiros de guerra.
Escravos
Os trabalhavam,
principalmente, nas minas e
pedreiras do Estado, nas
terras reais e nos templos.
Muitas vezes faziam parte
do exército em época de
guerra e podiam ser
utilizados como escravos
domésticos
Os egípcios eram , ou seja,
acreditavam em vários deuses.
Os deuses, acreditavam
os egípcios, tinham vontades
e sentimentos semelhantes
a dos humanos. Os deuses
eram antropomórficos (quando
tinham formas humanas) e
zoomórficos (quando tinham
forma de animais).
segundo a mitologia as pessoas seriam recebidas por
Osíris no Reino dos Mortos.
Livro dos Mortos.
Para os egípcios quando uma pessoa morria a alma saia do corpo,
mas logo depois retornava. Para que a alma pudesse
“reencontrar” seu corpo deveria conservar a forma original, por
isso empregavam a .
Devido a forte crença na vida após a morte, os
faraós do Antigo Egito mandavam construir
pirâmides para lhes servirem de túmulo.
Dentro eram colocadas diversas armadilhas,
afim de evitar saqueadores.
Pirâmides de Gizé
Templo de Abu SimbelMastabas
As diferentes formar de “guardar” os mortos no Egito Antigo
Amon é o rei dos
deuses e como
força criadora de
vida, protetor do
faraó. Ísis
Osíris
Hórus
Amon é o rei
dos deuses e
como força
criadora de
vida, protetor
do faraó.
Sekhmeth é a
poderosa deusa com
cabeça de leoa é filha
de Ra, deusa da
vingança e das
doenças.
Hathor é a deusa do
amor, protetora da
mulher.
Anúbis é o deus
da mumificação,
protetor dos
mortos.
Hapy é o deus do
Nilo, provedor das
enchentes.
Taweret (ou Tueris), "A Grande", era
a deusa da fertilidade, protetora das
embarcações e das grávidas.
Bastet (palavra
grega para
"gato") é
uma divindade
solar e deusa da
fertilidade, além
de protetora das
mulheres
grávidas.
BES é o deus dos prazeres e das festas,
uma divindade boa, apesar de ter uma
aparência considerada feia que servia
para espantar os seres do mal.
Thot é o deus do
ensino, protetor
dos escribas
Maat é a deusa da
verdade, da justiça,
da retidão e da
ordem.
A
principal dos egípcios.
Os principais produtos
cultivados eram:
algodão, , ,
gergelim, legumes,
frutas e principalmente
.
Os egípcios além da prática agrícola:
- Criavam animais: bois, porcos, cavalos.
- Exportavam produtos, como: cereais, vinhos, óleos, papiro.
- Importavam produtos, como: pedras preciosas, marfim,
perfume, madeira.
A venda e compra de
produtos era feita através do
escambo (troca).
A escrita tinha um papel muito importante na
sociedade egípcia.
Os hieróglifos eram escritos tanto em
paredes de templos ou monumentos.
A escrita era usualmente feita no papiro.
Planta de papiro ("Cyperus papyrus").
Papel feito de papiro
Além de
escrever em
monumentos e
paredes, os
egípcios usavam
o , uma
“folha” feita a
partir de uma
planta.
A era feita com sinais ou caracteres
pictóricos, conhecidos como , que
representavam imagens de pássaros, insetos,
objetos e etc..
Os hieróglifos – que
surgiu por volta de
3.200 a.C. –
.
Em síntese, eram assim empregos esses sistemas:
- : Mais complexo, era utilizado em
rituais religiosos e em inscrições sagradas.
- : Era mais simples, utilizado pelos
escribas nos papiros.
- : O mais simplificado e de uso popular.
Esse sistema só passou a ser usado no Novo
Império.
2
1
3
A escrita não era só usada para fins religioso, como os
gregos achavam, mas também na administração do
Império, servindo principalmente para controlar a
quantidade de alimentos.
O que possibilitou a
foi a descoberta da
,
em . Dando
origem a uma nova
ciência:
.
Pedra de Roseta (Museu Britânico).
Neste texto, que deve ser lido da
esquerda para a direita, está escrito:
Palavras ditas por Osíris: grande rainha,
perante Osíris. Nefertari, amada de Mut.
Note o nome da rainha escrito dentro
de um cartucho
Parte I
https://www.youtube.com/watch?v=T8thxj8Isfk
Parte II
https://www.youtube.com/watch?v=0YfRokZG-
1Q

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Política e sociedade na Grécia Antiga
Política e sociedade na Grécia AntigaPolítica e sociedade na Grécia Antiga
Política e sociedade na Grécia Antiga
 
Antigas civilizações
Antigas civilizações Antigas civilizações
Antigas civilizações
 
Egito Antigo - 6º Ano (2018)
Egito Antigo - 6º Ano (2018)Egito Antigo - 6º Ano (2018)
Egito Antigo - 6º Ano (2018)
 
Roma Antiga
Roma AntigaRoma Antiga
Roma Antiga
 
Cultura grega
Cultura gregaCultura grega
Cultura grega
 
Egito Antigo
Egito AntigoEgito Antigo
Egito Antigo
 
A escrita egípcia
A escrita egípciaA escrita egípcia
A escrita egípcia
 
1° ano - Mesopotâmia
1° ano - Mesopotâmia1° ano - Mesopotâmia
1° ano - Mesopotâmia
 
6 ano - Esparta e Atenas
6 ano - Esparta e Atenas6 ano - Esparta e Atenas
6 ano - Esparta e Atenas
 
Paleolítico e Neolítico
Paleolítico e NeolíticoPaleolítico e Neolítico
Paleolítico e Neolítico
 
Grécia antiga
Grécia antigaGrécia antiga
Grécia antiga
 
O fim do Império Romano
O fim do Império RomanoO fim do Império Romano
O fim do Império Romano
 
Fenicios
FeniciosFenicios
Fenicios
 
Roma Antiga
Roma  Antiga Roma  Antiga
Roma Antiga
 
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º AnoOs Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
 
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma AntigaRevisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
Revisão 6º ano ASSUNTO : Roma Antiga
 
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
1° ano - E.M. - Primeiras civilizações
 
Antiga Grecia
Antiga GreciaAntiga Grecia
Antiga Grecia
 
Romanos monarquia e república
Romanos   monarquia e repúblicaRomanos   monarquia e república
Romanos monarquia e república
 
10 atenas no século v
10   atenas no século v10   atenas no século v
10 atenas no século v
 

Destaque

História da Astronomia - Pré História e Mesopotâmia - Parte 1 de 7
História da Astronomia - Pré História e Mesopotâmia - Parte 1 de 7 História da Astronomia - Pré História e Mesopotâmia - Parte 1 de 7
História da Astronomia - Pré História e Mesopotâmia - Parte 1 de 7 Instituto Iprodesc
 
Perfuração e completação
Perfuração e completaçãoPerfuração e completação
Perfuração e completaçãoSydney Dias
 
África Medieval - 7º Ano (2016)
África Medieval - 7º Ano (2016)África Medieval - 7º Ano (2016)
África Medieval - 7º Ano (2016)Nefer19
 
Introdução à bioquímica
Introdução à bioquímicaIntrodução à bioquímica
Introdução à bioquímicaMessias Miranda
 
Fundamentos Históricos e Epistemológicos da Psicologia
Fundamentos Históricos e Epistemológicos da PsicologiaFundamentos Históricos e Epistemológicos da Psicologia
Fundamentos Históricos e Epistemológicos da PsicologiaRoney Gusmão
 
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)Nefer19
 
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)Nefer19
 
Ficha 5 Astronomia Diurna 2014
Ficha 5 Astronomia Diurna 2014Ficha 5 Astronomia Diurna 2014
Ficha 5 Astronomia Diurna 2014Instituto Iprodesc
 
Movimentos migratórios no brasil
Movimentos migratórios no brasilMovimentos migratórios no brasil
Movimentos migratórios no brasilFernanda Lopes
 
A Unificação Da Itália E Da Alemanha
A  Unificação Da  Itália E Da  AlemanhaA  Unificação Da  Itália E Da  Alemanha
A Unificação Da Itália E Da AlemanhaClaudio Souza
 
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)Nefer19
 
água e biomoléculas
água e biomoléculaságua e biomoléculas
água e biomoléculasVictor Maciel
 
História da Astronomia - Galileu Galilei - Parte 5 de 7
História da Astronomia - Galileu Galilei - Parte 5 de 7História da Astronomia - Galileu Galilei - Parte 5 de 7
História da Astronomia - Galileu Galilei - Parte 5 de 7Instituto Iprodesc
 
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos CalilSistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos CalilMarcos Calil
 
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)Nefer19
 

Destaque (20)

Design Inteligente - portifolio
Design Inteligente - portifolioDesign Inteligente - portifolio
Design Inteligente - portifolio
 
História da Astronomia - Pré História e Mesopotâmia - Parte 1 de 7
História da Astronomia - Pré História e Mesopotâmia - Parte 1 de 7 História da Astronomia - Pré História e Mesopotâmia - Parte 1 de 7
História da Astronomia - Pré História e Mesopotâmia - Parte 1 de 7
 
Aminoácidos 1
Aminoácidos 1Aminoácidos 1
Aminoácidos 1
 
Planetas visíveis a olho nu
Planetas visíveis a olho nuPlanetas visíveis a olho nu
Planetas visíveis a olho nu
 
Perfuração e completação
Perfuração e completaçãoPerfuração e completação
Perfuração e completação
 
África Medieval - 7º Ano (2016)
África Medieval - 7º Ano (2016)África Medieval - 7º Ano (2016)
África Medieval - 7º Ano (2016)
 
Introdução à bioquímica
Introdução à bioquímicaIntrodução à bioquímica
Introdução à bioquímica
 
Fundamentos Históricos e Epistemológicos da Psicologia
Fundamentos Históricos e Epistemológicos da PsicologiaFundamentos Históricos e Epistemológicos da Psicologia
Fundamentos Históricos e Epistemológicos da Psicologia
 
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
A Reforma Prostestante - 7º Ano (2016)
 
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
 
Regimes Totalitários Fascismo e Nazismo
Regimes Totalitários Fascismo e NazismoRegimes Totalitários Fascismo e Nazismo
Regimes Totalitários Fascismo e Nazismo
 
Ficha 5 Astronomia Diurna 2014
Ficha 5 Astronomia Diurna 2014Ficha 5 Astronomia Diurna 2014
Ficha 5 Astronomia Diurna 2014
 
Movimentos migratórios no brasil
Movimentos migratórios no brasilMovimentos migratórios no brasil
Movimentos migratórios no brasil
 
A Unificação Da Itália E Da Alemanha
A  Unificação Da  Itália E Da  AlemanhaA  Unificação Da  Itália E Da  Alemanha
A Unificação Da Itália E Da Alemanha
 
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
A Reforma Protestante - 7º ANO (2017)
 
água e biomoléculas
água e biomoléculaságua e biomoléculas
água e biomoléculas
 
Bioquimica
BioquimicaBioquimica
Bioquimica
 
História da Astronomia - Galileu Galilei - Parte 5 de 7
História da Astronomia - Galileu Galilei - Parte 5 de 7História da Astronomia - Galileu Galilei - Parte 5 de 7
História da Astronomia - Galileu Galilei - Parte 5 de 7
 
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos CalilSistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
 
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
Mesopotâmia - 6º Ano (2017)
 

Semelhante a Egito Antigo - 6º Ano (2017) (20)

Egito Antigo (6º Ano - 2016)
Egito Antigo (6º Ano - 2016)Egito Antigo (6º Ano - 2016)
Egito Antigo (6º Ano - 2016)
 
Egito antigo
Egito antigoEgito antigo
Egito antigo
 
Egito antigo
Egito antigoEgito antigo
Egito antigo
 
Egito Antigo - alunos Politécnico
Egito Antigo - alunos PolitécnicoEgito Antigo - alunos Politécnico
Egito Antigo - alunos Politécnico
 
Antiguidade Oriental _ Egito
Antiguidade Oriental _ EgitoAntiguidade Oriental _ Egito
Antiguidade Oriental _ Egito
 
Egito 1
Egito 1Egito 1
Egito 1
 
Egito antigo mui bom
Egito antigo mui bomEgito antigo mui bom
Egito antigo mui bom
 
Egito
EgitoEgito
Egito
 
Egito
EgitoEgito
Egito
 
Egito Antigo 2345
Egito Antigo 2345Egito Antigo 2345
Egito Antigo 2345
 
Egito antigo
Egito antigoEgito antigo
Egito antigo
 
Egito
EgitoEgito
Egito
 
Egito antigo
Egito antigoEgito antigo
Egito antigo
 
egito-antigo.ppt
egito-antigo.pptegito-antigo.ppt
egito-antigo.ppt
 
Aula Egito Babil Heb
Aula Egito Babil HebAula Egito Babil Heb
Aula Egito Babil Heb
 
A civilizaçao egípcia
A civilizaçao egípciaA civilizaçao egípcia
A civilizaçao egípcia
 
Egito 6 ano
Egito 6 anoEgito 6 ano
Egito 6 ano
 
Egito 6 ano
Egito 6 anoEgito 6 ano
Egito 6 ano
 
Egito antigo
Egito antigoEgito antigo
Egito antigo
 
O egito antigo
O egito antigoO egito antigo
O egito antigo
 

Mais de Nefer19

As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)Nefer19
 
China Antiga - 6º Ano (2018)
China Antiga - 6º Ano (2018)China Antiga - 6º Ano (2018)
China Antiga - 6º Ano (2018)Nefer19
 
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)Nefer19
 
Os Persas - 6º Ano (2018)
Os Persas - 6º Ano (2018)Os Persas - 6º Ano (2018)
Os Persas - 6º Ano (2018)Nefer19
 
Os Fenícios - 6º Ano (2018)
Os Fenícios - 6º Ano (2018)Os Fenícios - 6º Ano (2018)
Os Fenícios - 6º Ano (2018)Nefer19
 
O Renascimento - 7º Ano (2018)
O Renascimento - 7º Ano (2018)O Renascimento - 7º Ano (2018)
O Renascimento - 7º Ano (2018)Nefer19
 
Tectonismo e Vulcanismo - 6º Ano (2018)
Tectonismo e Vulcanismo -  6º Ano (2018)Tectonismo e Vulcanismo -  6º Ano (2018)
Tectonismo e Vulcanismo - 6º Ano (2018)Nefer19
 
As Diferentes Regionalizações do Brasil - 7º Ano (2018)
As Diferentes Regionalizações do Brasil - 7º Ano (2018)As Diferentes Regionalizações do Brasil - 7º Ano (2018)
As Diferentes Regionalizações do Brasil - 7º Ano (2018)Nefer19
 
A Terra e suas Transformações - 6º Ano (2018)
A Terra e suas Transformações - 6º Ano (2018)A Terra e suas Transformações - 6º Ano (2018)
A Terra e suas Transformações - 6º Ano (2018)Nefer19
 
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)Nefer19
 
A Baixa Idade Média - 7º Ano (2018)
A Baixa Idade Média - 7º Ano (2018)A Baixa Idade Média - 7º Ano (2018)
A Baixa Idade Média - 7º Ano (2018)Nefer19
 
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2018)
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2018)O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2018)
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2018)Nefer19
 
O Processo de Industrialização do Brasil - 7º Ano (2018)
O Processo de Industrialização do Brasil - 7º Ano (2018)O Processo de Industrialização do Brasil - 7º Ano (2018)
O Processo de Industrialização do Brasil - 7º Ano (2018)Nefer19
 
Os Meios de Orientação - 6º Ano (2018)
Os Meios de Orientação - 6º Ano (2018)Os Meios de Orientação - 6º Ano (2018)
Os Meios de Orientação - 6º Ano (2018)Nefer19
 
Os Municípios e as Regiões Metropolitanas - 7º Ano (2018)
Os Municípios e as Regiões Metropolitanas - 7º Ano (2018)Os Municípios e as Regiões Metropolitanas - 7º Ano (2018)
Os Municípios e as Regiões Metropolitanas - 7º Ano (2018)Nefer19
 
A Formação do Território Brasileiro - 7º Ano (2018)
A Formação do Território Brasileiro - 7º Ano (2018)A Formação do Território Brasileiro - 7º Ano (2018)
A Formação do Território Brasileiro - 7º Ano (2018)Nefer19
 
África Medieval - 7º Ano (2018)
África Medieval - 7º Ano (2018)África Medieval - 7º Ano (2018)
África Medieval - 7º Ano (2018)Nefer19
 
O Sistema Solar - 6º ANO (2018)
O Sistema Solar - 6º ANO (2018)O Sistema Solar - 6º ANO (2018)
O Sistema Solar - 6º ANO (2018)Nefer19
 
O Brasil no Mundo - 7º Ano (2018)
O Brasil no Mundo - 7º Ano (2018)O Brasil no Mundo - 7º Ano (2018)
O Brasil no Mundo - 7º Ano (2018)Nefer19
 
Aspectos Populacionais do Brasil 3 - 7º Ano (2018)
Aspectos Populacionais do Brasil 3  - 7º Ano (2018)Aspectos Populacionais do Brasil 3  - 7º Ano (2018)
Aspectos Populacionais do Brasil 3 - 7º Ano (2018)Nefer19
 

Mais de Nefer19 (20)

As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
 
China Antiga - 6º Ano (2018)
China Antiga - 6º Ano (2018)China Antiga - 6º Ano (2018)
China Antiga - 6º Ano (2018)
 
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
Monarquias nacionais, Absolutismo e Mercantilismo - 7º Ano (2018)
 
Os Persas - 6º Ano (2018)
Os Persas - 6º Ano (2018)Os Persas - 6º Ano (2018)
Os Persas - 6º Ano (2018)
 
Os Fenícios - 6º Ano (2018)
Os Fenícios - 6º Ano (2018)Os Fenícios - 6º Ano (2018)
Os Fenícios - 6º Ano (2018)
 
O Renascimento - 7º Ano (2018)
O Renascimento - 7º Ano (2018)O Renascimento - 7º Ano (2018)
O Renascimento - 7º Ano (2018)
 
Tectonismo e Vulcanismo - 6º Ano (2018)
Tectonismo e Vulcanismo -  6º Ano (2018)Tectonismo e Vulcanismo -  6º Ano (2018)
Tectonismo e Vulcanismo - 6º Ano (2018)
 
As Diferentes Regionalizações do Brasil - 7º Ano (2018)
As Diferentes Regionalizações do Brasil - 7º Ano (2018)As Diferentes Regionalizações do Brasil - 7º Ano (2018)
As Diferentes Regionalizações do Brasil - 7º Ano (2018)
 
A Terra e suas Transformações - 6º Ano (2018)
A Terra e suas Transformações - 6º Ano (2018)A Terra e suas Transformações - 6º Ano (2018)
A Terra e suas Transformações - 6º Ano (2018)
 
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
Mesopotâmia - 6º Ano (2018)
 
A Baixa Idade Média - 7º Ano (2018)
A Baixa Idade Média - 7º Ano (2018)A Baixa Idade Média - 7º Ano (2018)
A Baixa Idade Média - 7º Ano (2018)
 
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2018)
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2018)O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2018)
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2018)
 
O Processo de Industrialização do Brasil - 7º Ano (2018)
O Processo de Industrialização do Brasil - 7º Ano (2018)O Processo de Industrialização do Brasil - 7º Ano (2018)
O Processo de Industrialização do Brasil - 7º Ano (2018)
 
Os Meios de Orientação - 6º Ano (2018)
Os Meios de Orientação - 6º Ano (2018)Os Meios de Orientação - 6º Ano (2018)
Os Meios de Orientação - 6º Ano (2018)
 
Os Municípios e as Regiões Metropolitanas - 7º Ano (2018)
Os Municípios e as Regiões Metropolitanas - 7º Ano (2018)Os Municípios e as Regiões Metropolitanas - 7º Ano (2018)
Os Municípios e as Regiões Metropolitanas - 7º Ano (2018)
 
A Formação do Território Brasileiro - 7º Ano (2018)
A Formação do Território Brasileiro - 7º Ano (2018)A Formação do Território Brasileiro - 7º Ano (2018)
A Formação do Território Brasileiro - 7º Ano (2018)
 
África Medieval - 7º Ano (2018)
África Medieval - 7º Ano (2018)África Medieval - 7º Ano (2018)
África Medieval - 7º Ano (2018)
 
O Sistema Solar - 6º ANO (2018)
O Sistema Solar - 6º ANO (2018)O Sistema Solar - 6º ANO (2018)
O Sistema Solar - 6º ANO (2018)
 
O Brasil no Mundo - 7º Ano (2018)
O Brasil no Mundo - 7º Ano (2018)O Brasil no Mundo - 7º Ano (2018)
O Brasil no Mundo - 7º Ano (2018)
 
Aspectos Populacionais do Brasil 3 - 7º Ano (2018)
Aspectos Populacionais do Brasil 3  - 7º Ano (2018)Aspectos Populacionais do Brasil 3  - 7º Ano (2018)
Aspectos Populacionais do Brasil 3 - 7º Ano (2018)
 

Último

Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdf
Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdfSistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdf
Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdfAntonio Barros
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoVALMIRARIBEIRO1
 
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxSismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxpatriciapedroso82
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...Manuais Formação
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
08-05 - Atividade de língua Portuguesa.pdf
08-05 - Atividade de língua Portuguesa.pdf08-05 - Atividade de língua Portuguesa.pdf
08-05 - Atividade de língua Portuguesa.pdfAntonio Barros
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfCarolineNunes80
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfcarloseduardogonalve36
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfmaria794949
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persafelipescherner
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasMonizeEvellin2
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoIlda Bicacro
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfMarcianaClaudioClaud
 
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaNós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaIlda Bicacro
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalcarlamgalves5
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Rosana Andrea Miranda
 

Último (20)

Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdf
Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdfSistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdf
Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdf
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
 
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptxSismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
Sismologia_7ºano_causas e consequencias.pptx
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
08-05 - Atividade de língua Portuguesa.pdf
08-05 - Atividade de língua Portuguesa.pdf08-05 - Atividade de língua Portuguesa.pdf
08-05 - Atividade de língua Portuguesa.pdf
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
 
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-criançasLivro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
Livro infantil: A onda da raiva. pdf-crianças
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
 
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaNós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdfEnunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
Enunciado_da_Avaliacao_1__Sistemas_de_Informacoes_Gerenciais_(IL60106).pdf
 
662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
 

Egito Antigo - 6º Ano (2017)

  • 1.
  • 3.
  • 4. Como na região existe um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios.
  • 6.
  • 7. “O Egito é uma dádiva do Nilo.” Heródoto Com esta frase Heródoto, considerado o pai da história, procura mostrar que se não existisse o Rio Nilo, a grandiosa civilização egípcia talvez não tivesse se desenvolvido.
  • 8. Oásis é uma área isolada de vegetação em um deserto, tipicamente vizinho a uma nascente de água doce.
  • 9. O Antigo Egito foi uma civilização da Antiguida de oriental localizada no norte da África e ao longo do rio Nilo.
  • 10. Formação do Egito Antigo 8.000 a.C Região habitada por grupos seminômades. 5.000 a.C Início do desenvolvimento da agricultura ao longo do Rio Nilo, fato que possibilitou uma vida sedentária.
  • 11. Formação do Egito Antigo Com o passar do tempo esses grupos formaram comunidades agrícolas independentes denominadas NOMOS. Os chefes dessas comunidades disputavam com frequência o domínio das áreas férteis.
  • 12. Para melhor enfrentar essas disputas, os membros das comunidades agrícolas foram se unindo e acabaram formando dois reinos distintos: Menés Vou unificar o reinos do ALTO e do BAIXO EGITO.
  • 13. A história do Egito Antigo pode ser dividida em 3 fases: - ANTIGO IMPÉRIO Período intermediário - MÉDIO IMPÉRIO Período intermediário - NOVO IMPÉRIO
  • 14. Esse período foi marcado pelo desenvolvimento agrícola, pela construção das grandes pirâmides. No Antigo Império foi concluída a unificação do Egito pelos sucessores de Menés.
  • 15. Os faraós conquistaram os poderes religioso, militar e administrativo. Entre eles destacaram-se os faraós Queóps, Quéfren e Miquerinos, pois foram responsáveis pela construção da Pirâmide de Gizé.
  • 19. Esquema da seção Sul-Norte do interior da Pirâmide de Quéops.
  • 21. Pirâmide de Quéfren e a Esfinge.
  • 24. Esquema do interior da Pirâmide de Quéfren.
  • 28.
  • 29. No final do ano 2.000 a.C. o faraó perdeu sua autoridade pela ação dos seus auxiliares que foram apoiados pela nobreza, fato que possibilitou a invasão estrangeira de povos asiáticos.
  • 30. Nessa fase os faraós reconquistaram o poder e expulsam os estrangeiros. Indivíduos de camadas sociais inferiores passaram a ser aceitos no exército, fortalecendo a instituição.
  • 31. Nesse período o Egito atingiu estabilidade política, crescimento econômico e florescimento artístico, impulsionando a ampliação de fronteiras.
  • 32. Devido a crise internas o poder do faraó enfraqueceu possibilitando o domínio de povos estrangeiros, como os hicsos.
  • 33. A expulsão dos hicsos marca o início de uma nova fase de grande expansão militar. Os faraós organizaram exércitos e invadiram territórios da Ásia, dominando cidades como Jerusalém, Damasco, Assur e Babilônia.
  • 34.
  • 35. Tutmosis III, Amenófis IV (Akenaton), Tutankamón, Ramsés II foram alguns dos mais importantes faraós desse período da história egípcia.
  • 38. Akenaton e Nefertiti Akenaton, como esfinge fazendo oferenda, diante do Sol, símbolo de Atón.
  • 42. Por volta de 1167 a.C. o Império Egípcio foi agitado por revoltas populares entrando num período de decadência.
  • 43. Depois do século XII a.C. o Egito foi sucessivamente invadido por diferentes povos entre eles destacaram-se os persas, assírios, gregos e romanos. Página 57
  • 44.
  • 45. O possuía um poder absoluto na sociedade e concentrava o poder administrativo, militar e religioso. Faraó
  • 46. A transmissão de poder no Egito era hereditária. A IV dinastia egípcia foi a segunda das quatro dinastias que formaram o Antigo Império. Quéops Quéfren Miquerinos Seneferu Djedef-re Chepseskaf O poderia ter muitas esposas, mas em geral uma era escolhida para ser a esposa oficial, a rainha.
  • 47. Era considerado um Deus vivo, filho do Sol (Amon-Rá) e encarnação do Deus Falcão (Hórus). Para os egípcios, toda a felicidade dependia do faraó e seu poder era ilimitado. Comandava os exércitos, distribuía a justiça, organizava as atividades econômicas
  • 48. O faraó ostentava uma coroa e um cetro, símbolos de sua autoridade. Para os povos do Egito Antigo, o faraó era o pai e a mãe dos seres humanos, um governante com autoridade sobrenatural para recrutar o trabalho necessário à manutenção do sistema de irrigação ao longo do Nilo e as construções colossais.
  • 49. Ankh, (pronuncia-se "anrr" em árabe a junção das consoantes k e h cria o som de dois r em um fonema a partir da garganta como uma expiração) era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte. Hatshepsut
  • 50. Além do poder e prestígio, o faraó possuía enorme riqueza. Era considerado o dono de todas as terras do Egito. Por isso, tinha o direito de receber impostos (pagos em produtos) das aldeias. Um grupo de funcionários auxiliava o faraó a comandar o território egípcio.
  • 51. Nobres Os nobres auxiliavam o faraó a governar, entre esse grupos destacavam-se: - Vizir (auxiliar do rei); - Sacerdotes; - Escribas; - Chefes militares; - Funcionários do Estado.
  • 52. O era o mais importante funcionário do reino. Ele presidia o tribunal da justiça, chefiava a polícia e os assuntos externos , e controlava a arrecadação de impostos de todo império. Hemienu: Vizir, Mestre de Obras e arquiteto da Grande Pirâmide.
  • 53. Os tinham muito poder no Egito Antigo, pois administravam os templos e todos os serviços religiosos. Enriqueciam porque ficavam com parte das oferendas feitas pela população aos deuses, além de serem dispensados do pagamento de impostos.
  • 54. Os , no caso poderia ser um se destacava porque eram um dos únicos que sabiam ler e escrever. Eram encarregados da cobrança dos impostos, da organização das leis e dos decretos e da fiscalização da atividade econômica em geral (censo da população, dos animais e das colheitas).
  • 55.
  • 56. Os detinham e tinham destaque na sociedade, já os nunca atingiam os postos de comando, pois estes eram reservados aos nobres. Eles viviam dos produtos recebidos como pagamento e dos saques – eram mercenários – que podiam realizar durante as guerras de conquista.
  • 58. Os artesãos trabalhavam como pedreiros, carpinteiros, desenhistas, escultores, pintores, tecelões, ourives e entre outras atividades. Muitas de suas atividades eram realizadas nas grandes obras públicas (templos, túmulos, palácios e outras construções).
  • 59. Chamados no Egito de , constituíam a imensa maioria da população. Camponeses
  • 60. Os trabalhavam nas propriedades do faraó e dos sacerdotes e tinham o direito de conservar para si apenas uma pequena parte dos produtos colhidos. Eram também obrigados a trabalhar na construção de obras públicas grandiosas, como abertura de estradas, limpeza de canais, transportes de pedras necessárias às grandes obras, como túmulos, templos e palácios.
  • 61. Exemplares de ferramentas utilizadas no trabalho do campo: enxadas para quebrar os torrões de terra e a foice utilizada para a colheita dos cereais.
  • 62. Os eram geralmente estrangeiros e prisioneiros de guerra. Escravos
  • 63. Os trabalhavam, principalmente, nas minas e pedreiras do Estado, nas terras reais e nos templos. Muitas vezes faziam parte do exército em época de guerra e podiam ser utilizados como escravos domésticos
  • 64. Os egípcios eram , ou seja, acreditavam em vários deuses. Os deuses, acreditavam os egípcios, tinham vontades e sentimentos semelhantes a dos humanos. Os deuses eram antropomórficos (quando tinham formas humanas) e zoomórficos (quando tinham forma de animais).
  • 65. segundo a mitologia as pessoas seriam recebidas por Osíris no Reino dos Mortos. Livro dos Mortos.
  • 66. Para os egípcios quando uma pessoa morria a alma saia do corpo, mas logo depois retornava. Para que a alma pudesse “reencontrar” seu corpo deveria conservar a forma original, por isso empregavam a .
  • 67.
  • 68. Devido a forte crença na vida após a morte, os faraós do Antigo Egito mandavam construir pirâmides para lhes servirem de túmulo. Dentro eram colocadas diversas armadilhas, afim de evitar saqueadores. Pirâmides de Gizé
  • 69. Templo de Abu SimbelMastabas As diferentes formar de “guardar” os mortos no Egito Antigo
  • 70. Amon é o rei dos deuses e como força criadora de vida, protetor do faraó. Ísis Osíris Hórus
  • 71. Amon é o rei dos deuses e como força criadora de vida, protetor do faraó. Sekhmeth é a poderosa deusa com cabeça de leoa é filha de Ra, deusa da vingança e das doenças.
  • 72. Hathor é a deusa do amor, protetora da mulher. Anúbis é o deus da mumificação, protetor dos mortos.
  • 73. Hapy é o deus do Nilo, provedor das enchentes.
  • 74. Taweret (ou Tueris), "A Grande", era a deusa da fertilidade, protetora das embarcações e das grávidas.
  • 75. Bastet (palavra grega para "gato") é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres grávidas. BES é o deus dos prazeres e das festas, uma divindade boa, apesar de ter uma aparência considerada feia que servia para espantar os seres do mal.
  • 76. Thot é o deus do ensino, protetor dos escribas Maat é a deusa da verdade, da justiça, da retidão e da ordem.
  • 77. A principal dos egípcios. Os principais produtos cultivados eram: algodão, , , gergelim, legumes, frutas e principalmente .
  • 78.
  • 79. Os egípcios além da prática agrícola: - Criavam animais: bois, porcos, cavalos. - Exportavam produtos, como: cereais, vinhos, óleos, papiro. - Importavam produtos, como: pedras preciosas, marfim, perfume, madeira. A venda e compra de produtos era feita através do escambo (troca).
  • 80.
  • 81. A escrita tinha um papel muito importante na sociedade egípcia.
  • 82. Os hieróglifos eram escritos tanto em paredes de templos ou monumentos. A escrita era usualmente feita no papiro. Planta de papiro ("Cyperus papyrus"). Papel feito de papiro
  • 83. Além de escrever em monumentos e paredes, os egípcios usavam o , uma “folha” feita a partir de uma planta.
  • 84. A era feita com sinais ou caracteres pictóricos, conhecidos como , que representavam imagens de pássaros, insetos, objetos e etc.. Os hieróglifos – que surgiu por volta de 3.200 a.C. – .
  • 85. Em síntese, eram assim empregos esses sistemas: - : Mais complexo, era utilizado em rituais religiosos e em inscrições sagradas. - : Era mais simples, utilizado pelos escribas nos papiros. - : O mais simplificado e de uso popular. Esse sistema só passou a ser usado no Novo Império. 2 1 3
  • 86. A escrita não era só usada para fins religioso, como os gregos achavam, mas também na administração do Império, servindo principalmente para controlar a quantidade de alimentos.
  • 87. O que possibilitou a foi a descoberta da , em . Dando origem a uma nova ciência: . Pedra de Roseta (Museu Britânico).
  • 88. Neste texto, que deve ser lido da esquerda para a direita, está escrito: Palavras ditas por Osíris: grande rainha, perante Osíris. Nefertari, amada de Mut. Note o nome da rainha escrito dentro de um cartucho

Notas do Editor

  1. Pirâmide de Quéops
  2. https://www.youtube.com/watch?v=4hd8EmKgCOE
  3. Fonte da imagem: http://janchieta.wordpress.com/2009/10/29/de-hemienu-a-houdin-construindo-uma-grande-piramide-%E2%80%93-introducao/