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Insuficiência cardíaca congestiva da câmara esquerda

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Insuficiência cardíaca congestiva da câmara esquerda

  1. 1. Insuficiência Cardíaca Congestiva da câmara esquerda É o conjunto de sinais e sintomas decorrentes do mal funcionamento do coração, quando não está sendo capaz de bombear o sangue em direção aos tecidos e suprir a necessidade de oxigênio e nutrientes do organismo. Definição
  2. 2. A causa mais comum da insuficiência cardíaca congestiva é o coração que não consegue bombear sangue suficiente. Onde pode ser também caracterizada clinicamente por dispneia, fadiga, edema e redução da sobrevida. Um grande aneurisma cardíaco (abaulamento da parede do coração provocado pela perda da musculatura da parede do ventrículo esquerdo do coração em consequência de um infarto), também pode reduzir a capacidade de bombeamento do coração. ETIOLOGIA
  3. 3. Em alguns casos, a insuficiência cardíaca congestiva pode ser consequência da falha do coração de relaxar corretamente. Esse tipo de problema, chamado de disfunção diastólica, é mais comum em paciente idoso e em pessoas com hipertensão. Etiopatogênia A Principal causa da ICC é a aterosclerose das artérias coronárias, pois são elas que dão suprimento sanguíneo ao coração. A doença coronariana é encontrada em mais de 60% dos pacientes com ICC. Doenças inflamatórias e degenerativas do miocárdio resultam na diminuição da capacidade do miocárdio de se contrair.
  4. 4. A ICCE atinge os pulmões, causando dispneia, congestão pulmonar, edema comprometendo a troca gasosa e o cérebro, causando diminuição de oxigênio (hipóxia). O paciente torna-se agitado e nervoso e podendo progredir para o coma. Nos rins, causa uma redução na perfusão renal e retenção de sal e água. ICC E
  5. 5. O primeiro sintoma da insuficiência cardíaca congestiva pode ser simplesmente o cansaço. Com avanço da doença, pode haver dificuldades para respirar. E eventualmente um “encurtamento” da respiração durante o repouso. Em pacientes menos ativos, os líquidos podem acumular na metade inferior do corpo, eventualmente causando edema da parte mais baixa das costas. QUADRO CLÍNICO
  6. 6. Embora a insuficiência cardíaca congestiva normalmente afeta ambos os lados do coração, em alguns pacientes pode afetar só a parte esquerda ou direita. Os sintomas variam de acordo com o lado afetado. Por exemplo, quando a insuficiência cardíaca afetar principalmente o lado esquerdo do coração, os sintomas mais prováveis irão envolver dificuldades para respirar.
  7. 7. Geralmente, a insuficiência cardíaca congestiva pode ser diagnosticada com base nos sintomas; É comum que seja feita uma radiografia do tórax, para determinar quanto o coração inchou devido à sobrecarga e ver se o líquido se acumulou nos pulmões. Um eletrocardiograma (registro dos impulsos elétricos gerados no coração) pode revelar lesões de um infarto anterior, assim como irregularidades no ritmo cardíaco. DIAGNÓSTICO
  8. 8. Raio X de tórax num paciente normal.
  9. 9. Raio X de tórax num paciente com ICC. Linhas Kerley B- indicam edema pulmonar.
  10. 10. Consiste basicamente no repouso para diminuir o esforço cardíaco; Também faz parte do tratamento: Diuréticos: Reduzem o volume sanguíneo e a congestão circulatória; • Praticar exercícios leves; • Evitar álcool e fumo; TRATAMENTO CLÍNICO
  11. 11. Medicamentos que aumentem a contratilidade cardíaca e promovam vasodilatação para aumentar o débito cardíaco; Bloqueadores beta-adrenérgicos para otimizar a resposta miocárdica; Meias elásticas para prevenir trombose e estase venosa. E Outros pacientes podem necessitar de uma intervenção cirúrgica. Após a recuperação o uso de alguns medicamentos deve ser continuado.
  12. 12. A Fisioterapia pode dar uma contribuição relevante na minimização do desconforto respiratório do paciente com ICC, visando a melhoria da ventilação e prevenção das alterações decorrentes do imobilismo. Promovendo a melhora da qualidade de vida, objetivos, como: Diminuir os problemas associados com o repouso prolongado no leito. Atrofia muscular, hipotensão postural e deterioração circulatória geral. TRATAMENTO FISIOTERÁPICO

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