Logística Reversa

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Apresentação de trabalho sobre Logística Reversa para a disciplina Logística Empresarial da Universidade de Brasília (UnB).

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Logística Reversa

  1. 1. LOGÍSTICA REVERSA Grupo: Alexandre, Lucas, Natália, Rafael, Sulayne.
  2. 2. LOGÍSTICA DIRETA E LOGÍSTICA REVERSA Inicialmente a logística empresarial focava apenas no fluxo direto, da matéria-prima até o consumidor final
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 Fonte: GUARNIERI, 2005. 
 
 
 
 
 
 

  3. 3. LOGÍSTICA REVERSA Primeiros estudos a respeito da logística reversa surgiram nos anos 70 e 80, com foco nas ações de reciclagem
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 Surgiu diante de… • Crescente preocupação ecológica do consumidor • Novas legislações ambientais • Preocupação com a imagem corporativa • Competitividade
  4. 4. LOGÍSTICA REVERSA • Objetiva tornar possível o retorno dos bens ou seus materiais constituintes ao ciclo produtivo • Agrega valor econômico, ecológico e legal
  5. 5. LOGÍSTICA REVERSA • PEV - Ponto de Entrega Voluntária

  6. 6. PRODUTOS DE PÓS-VENDA E PÓS-CONSUMO PÓS-VENDA PÓS-CONSUMO • Sem uso ou pouco uso • Final da vida útil • Produtos devolvidos por erros comerciais, garantias, etc. • Constituído por bens inservíveis ao proprietário original • Procura agregar valor a um produto devolvido • Procura economizar (ex.: reaproveitamento de materiais) • Destinação final ou reaproveitamento • Reaproveitamento
  7. 7. CANAIS REVERSOS DE REVALORIZAÇÃO • Desmanche
 Desmontagem do produto, separando partes reaproveitáveis daquelas sem possibilidade de revalorização.
  8. 8. CANAIS REVERSOS DE REVALORIZAÇÃO • Desmanche • Reciclagem
 Os materiais dos produtos descartados são extraídos industrialmente, transformando-se em matéria-primas que serão reincorporadas na fabricação de novos produtos.
  9. 9. CANAIS REVERSOS DE REVALORIZAÇÃO • Desmanche • Reciclagem • Disposição final
 Último local de destino para o qual são enviados produtos sem condições de revalorização. Ex.: incineração, aterros sanitários.
  10. 10. RECALL OU AVISO DE RISCO • Solicitação de devolução de um lote ou de uma linha inteira de produtos feita pelo próprio fabricante • Cobre problemas no material ou produto, posicionamento incorreto de peças e falhas no serviço Por que fazer recall? • Garantir a boa imagem da empresa • Evitar prejuízos futuros • Obrigação legal
  11. 11. RECALL OU AVISO DE RISCO • Previsto no Código de Defesa do Consumidor (LF 8.078/90, art. 10 e parágrafos) Art. 10 - O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança. §1º - (…) deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários.
  12. 12. RECALL - EXEMPLOS • CALOI: 
 Bicicleta Cecizinha
  13. 13. POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS • Criada pela Lei nº12.305/2010 e regulamentada pelo Dec. nº7.404/2010 • O Dec. 7.404/10 criou o Comitê Interministerial (CI), composto por 12 Ministérios e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, e responsável por coordenar a elaboração e a implementação do PNRS.
  14. 14. POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS • Propõe a prática de hábitos de consumo sustentável • Conjunto de instrumentos que propiciam o aumento da reciclagem e reutilização dos resíduos sólidos e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos • Responsabilidade compartilhada (fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, cidadãos, etc.) • Impõe a criação de Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos pelos particulares
  15. 15. POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS • Art. 13 - Conceitua Logística Reversa • Art. 15 - Instrumentos pelos quais os sistemas de logística reversa serão implementados e operacionalizados • Art. 33 da Lei 12.305/10 e Capítulo III do Dec. 7.404/10 Delimitam quais as empresas obrigadas a estruturar e implementar políticas de logística reversa
  16. 16. ESTUDO DE CASO McDonald’s: Projeto Biodiesel • Início 8 de junho de 2010 • Parceria entre McDonald’s, Martins-Brower e outras 9 empresas (SP-Bio) • Objetivo: reutilizar os 3 milhões de litros de óleo utilizado nas fritadeiras, transformando-os no biodiesel responsável pelas entregas de produtos nas lojas.
  17. 17. ESTUDO DE CASO Resultados: • Em operação em 20 restaurantes de São Paulo, da amostra de 580 localizados no Brasil • Frota atualmente composta por quatro veículos b20 e um b100
  18. 18. ESTUDO DE CASO Como os clientes pensavam que a rede McDonald’s fazia o descarte do óleo utilizado? ! Fonte: DALEF, M. et al. 2011.
  19. 19. CONCLUSÃO • Curto prazo: implementação dispendiosa e complicada; foco nas competências essenciais. • Longo prazo: mudança indispensável, os custos do não-reaproveitamento, diluídos no tempo, tornam-se bem maiores do que o investimento demandaria.
  20. 20. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • Conselho de Logística Reversa do Brasil. Disponível em: <http:// www.clrb.com.br> • BRASIL. Lei 12.305/10, Política Nacional de Resíduos Sólidos. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm> • GUARNIERI, P. et al. A logística reversa de pós-venda e pós-consumo agregando valor econômico, legal e ecológico às empresas. In: ADM 2005, Congresso de Administração, Ponta Grossa: UEPG, 2005. • LEITE, P. R. Logística Reversa: nova área da logística empresarial. Revista Tecnológica, ed. Publicare, São Paulo: maio de 2002. • DALEF, M. et al. Logística Reversa: estudo de caso na organização McDonald’s. In: VI Workshop de Pós-Graduação e Pesquisa do Centro Paula Souza, São Paulo, 2011.

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