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Apresentação - Festivais de Musica - um estudo sob a ótica o turismo

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Apresentação da Dissertação de Mestrado sob o título: Festivais de Música: um estudo sob a ótica do turismo, realizada no dia 11/12/2013 para fins de obtenção da aprovação da Dissertação.

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Apresentação - Festivais de Musica - um estudo sob a ótica o turismo

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  4. 4. &trutura da 'flpreoeiúação - Historicidade dos Festivais de Música - Deñnição de Conceitos - Análise de dados - Conclusão _- -- ° . -. 15W 'C3 ' t' ' "j '__ l. Fonte: SWU 2010
  5. 5. 'Vrrbhnui dr puquim 'Até que ponto o¡ festivais. entendidos como encontros que permitem a ruptura do cotidiana. podem se revelar como um¡ experiencia turística? "
  6. 6. 'flumenlo do número de feoüvaio no 'Braoil SWU _ 7,' m1( Planeta Terra _W t* : m SWU . Êta, Í Lollapalooza Li 7 ' l 2011 I 2013 I 2012 I SWU SWU Planeta Terra Planeta Terra Rock in Rio Lollapalooza Rock in Rio Monster of Rock
  7. 7. (à . . - a - ~ x . . ~ * I I ' “ l j) a ç J o ç l C SWU K ! ÀÉÉQ/ _v : g z Planeta Terra SWU r E61; g Í Ç Lollapalooza | 2011 | SWU SWU Planeta Terra Planeta Terra Rock in Rio Lollapalooza Rock in Rio Monster of Rock
  8. 8. 09.97,_ -j, 7/9-- . a1/ / ox / ›;4 C. Ç P j "N/ )/ )/olJ Capacidade de receber e organizar mega eventos Diversidade do País Congrega em um espaço a diversidade
  9. 9. 'Oo feotívaizi de maoica aparecem oomafaloo marcanleo do ana "2011 foi um ano de ouro para a música no Brasil! " Retrospectiva 2011 -Jornal da Globo
  10. 10. (Problema de peoquizia "Até que ponto os festivais, entendidos como encontros que permitem a ruptura do cotidiano, podem se revelar como uma experiência turística? "
  11. 11. 'Objctiunx Espccifiaoa m b l U Investigar a evolução dos festivais ao « n¡ longo do tempo; à J v' Discutir a evolução dos festivais de música ao longo dos anos; Investigar a motivação e as experiencias ' relatadas pelos entrevistados participantes nos festivais de música; Discutir em que medida as experlénclas proporcionadas pelos festivais de música se relcvam como experiências turísticas. , 'Objeliuo geral Analisar os festivais de música enquanto encontros que pennitem a mptura do cotidiano proporcionando uma experiência do turismo
  12. 12. 5": Paozi : Tílffãl: I:»faitIiiaiítiâvicJ , tflfrjrtif-. ,z t-fíiláifivaãi' íii, f'; ií'í. i'líe“cí' (gisztísnwrl, t: _r. ¡; 1 l. Íi: :2:I. r' cx: : fçaçiirtti~rxziíiça $231 ; ;!_rti<; _i1 . :i _: :it'r: itç› ; ajntzciiii ; xsçltrfrixif@sem a¡ _FL. .|Ç¡Ê1l«. _I. i”'. =;_l: das EÉ. Í_Fí= §.I. ÍrJCJ íirãitiltiÍiii @Lim ttL. iirfE: -:: :r: rti«: ›
  13. 13. PaeziJ Cr ibievziiririsx gsigx-"ríiii; ríífiài Illllekíílghli ? i whiluiíl- -1li›: .ií: -Liii'r. I1-. =.is kuiigir ii- tampo: : _ÚiJ-: illffir 7.! T-¡VHUIQÍII ill-l: bHmVãÍ-is* ! Ita mlisfir. . : ir kuiigir din: :mw: iIV¡T-l-_'1TLfr= .li“ : i 'lilllnVêlgñ-. Ir -~ ai: : àzggxurranrfhs vahihi-: hr *pré-um é-mirt-vilifni-; k-w , nrairíiirflpniiiíuki 'non ? usavam ii? 'i'| lÍI~7flT. *=. i. Íiidrllliir : lili gil! ? mçitliaihi : e: QIÇYIIf-IiÊiIVÍP-. F 'girou¡gir-: fiqimiqhi: 'giáicia izuiñiir-. fk. di; mirar: : : f: ! alt-vamu : amu Í-MfgIQFF-IIFÍEP» iuifpriiíirrzw.
  14. 14. guzstgfwauua -I - Contemporaneidade da temática = -: › Falta de registros e estudos sobre os festivais de música -I -Relação entre os festivais e o turismo 1 › Interesse pessoal da pesquisadora
  15. 15. 71/: ebodoloadia frücnjuu pÉJquiJ [RPM dg 'Pggqui Ml “ P59” Bib É* swlorumrun . "°°'°”°° @É Pesqu' f swu 2010 swu 2011 m, 'sa D°'""'°nra¡ ' ? Vista . . 1 : › “Tffíiwmraua Rock in Rio 201 mb ' 'Aiéloclo « ilipolflico 'Declulivo "Se os festivais de música proporcionam uma experiência do turismo , então a motivação para a participação de festivais de música está relacionada com a experiência vivida nele”
  16. 16. A iliiáiçfiáflçri” ~ Íirliici “reiihnmr Í! ? c1leI. l.eiei_t'I; cI: r' : :¡ : ¡.I! :i; iÍ CTEI _çiffãlEi§I. i'ãÍͧi. i.Iíl. i_'i1 guiar. ) , zsgrsafrííê-Éirgxçífizi 2ic› it: !., irfis1¡: ai<: › : J . ifi_l<zii. '.ií! f.. ;l, zj§fis> _'§. l7.. l_'r'1=. J. v7.1 _': Íít= ,;I. Ír“ saia zítetwiirziia; iíirs . i¡_i! '.infit: :r. .1 à? ) l. 'r; t=. i§If-. J : :ui 21 ~a~a_c; i_-. .,z jnieiliai”
  17. 17. T ipoa de “Peoquioa - fxploraiária SWU 2010 SWU 2011 Rock in Rio 2011
  18. 18. Pesquisa Bibliográfica 'É Pesquisa Documental Entrevista Semi-Estruturada
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  20. 20. “l-llutarimr¡ acta cio: : “etica ou: a/ ded , L '“_ (z Monterey International Pop Festival- 1967 Woodstock Music 8: Art Fair - 1969 The Isle of Wight - 1968 - 1970 Glastonbury - 1970 Águas Claras - 1975 Monsters Of Rock - 1980 Rock in Rio - 1985 Lollapalooza - 1991 Castlemorton - 1992 Tribal Gathering- 1993 Skol Beats - 2000 Universo Paralelo - 2000 Planeta Terra - 2007 SWU - Começa com Você - 2010 ; neuem l Estados Unidos Estados Unidos Inglaterra Inglaterra Brasil (Iacanga/ SP) Inglaterra Brasil (Rio de Janeiro) Estados Unidos Inglaterra Inglaterra Brasil (São Paulo e Curitiba) Brasil (Pratigi/ BA) Brasil (São Paulo) Brasil (São Paulo) [i0 @de t¡ nr¡ volvo 7i/3L'" Primeiro Festival de música internacional Movimento social e cultural Primeiro festival europeu, realizado em uma ilha O maior festival do mundo Realizado du rante a ditadura militar Programação de Hard Rock e Heavy Metal Maior festival brasileiro Festival itinerante, diversidade Aconteceu de forma ilegal Primeiro festival de música eletrônica Primeiro fstivai de música eletrônica no Brasil Acontece na semana do ano novo Evento brasileiro Movimento em prol da sustentabilidade
  21. 21. n É T** par" n y 'l 6 «J geo. ) ' _ . * . V. r , ' no? Vdc 1./ a Jada/ JJ o 'ã j Rderese ao mm que conduz um: pan: a um comportamento volxadn para um »mm Sendo que a mollvagàe e constituida por uma sévie a¡ Museums, srnlímentns e desejos que conduzem a passa¡ a em comportamento (MARTINS, :nos: (OOPER a M. zum: os fenlvtl¡ ae múska combinam : uma e lazer em um único espaço. prumomm uma vivência que vu¡ além da tutldíana. wuuem um númnm exvrtsslvn a participanus, pmmavzm um¡ : :lavado e uma experllnth por mu¡ da hmeraçle. (FLÉCHET, zon; Diminua n um nina rn lmbmnn mrhl. .. m Ivuxna u mu. a. nono! um. : e mumn. .. tratam, mu. .. una-s mam¡ ae ! civilidade e se nau u. .mwmg lmnutllunl¡ (um, um. mw. :ma: »mm 2mm O Íum-IwhnnumnnImA-: hkmnlxaânrndulondr mcuxu-I m. .. Madonna. u «e u Wma» (mu: mu». .. .m . . mm. .. : um: ;mms nuam n. minimum . a. !nun : um ¡- nm uma. " s». rn «um n mis-u mu». mu¡ . u, . c. m. m. .. . mw n mu. .. m. wvurmrúnhrnkdmmuibmauvurmuvervnmz¡ mas (uu. ..- um, LAVIAIIIL m1. »um mon. mmxm. Liv w ALLEN em al. 201114391114997; “à Dm¡ a¡ turma¡ a. m : numa: a num-xa¡ ç : Duna-h um. .. a. m.. u., .mm. o. u-r humannmmn n». um m. .. a . u m. mu. g : ameaça eme-unem: uma» . »Melim van. vnxatuv que e¡ Vrsnvalx a. m. .., . . Iummn mam. . un¡ npeninú¡ . ..m a. mma. .s. zur-wanna nm. . nnnluvmau' nniwián, "mas. mma ruvluu a. ;atuam-u . . m. .m 4.. n. uma pm. , umas, mm; vomsm uma; um mo. mais. :um u, - . mm. ,wma ; n “KHE 1K MAXIMIANO. 19m). uma. .. . m hahah¡ 4. muto »uma um wmmm. . . ..nm n. um. . Iwnpinnmm num. . u. mu: : men-m, anna-MW, u. ..” ¡umwvu um. wir» r m m. .. mount! !! m _Human ma¡ . . naum . mm. ma. n: nhwwv we um ¡n! rum w um: msn: o. mm a. m ! um : uma a. .. u um». . maul¡ amam: : um. m1, unnr. um. uma. m): »mm moer
  22. 22. Ç Pao/ i 4 ii* íiummxe» : a 11th» czunw : m: : íaimnranv duêfiãll. uniu guarda-Liv di: Íhlfigílv ! Liv T-kfphlgit* . iif-. iilllhll a cuuiiilrall. a, ihliilílíliil. sumiu rahiçfíiçkr aucfhfk: di: 'uudpliir-. lli-lkiiit-' T-“ ii? :ÍÍÍHÊF-. l di: 'Iiiñiriihigfílf-kl inkqrçztllillhfiç; L: L=| n|l. 241W. . Llalttfl, LHICILI. VAKÍIEÍÊVVÍÍF ; ECICXCM
  23. 23. (L1 ítír-ssííivztri: : ii? Í* kr. -íT-lfr' f-IJÍIJ tllfrll Emfirva §L71'E? .=. _l[__IFl_ gif! l_¡, ¡,l'íW; I_¡ÍI_I &mu; vfivFr-irrrf: =.l : iu: xml : rlãifnfrl Lil: : rzl-iífiáirzltrtnl, Lx-ittà-itiint¡ @meu tnufnfurr-¡fnw = ›:«; jrc1jrf-›d~7flvn: › »ii jgnrjrifrrílçramtam_ fgm: uf¡_¡~: 'I: I_¡§ri nutrir: : «'í: à-Jkr4íc1'r%= .t¡: _f__: í¡r› 7-* Ç Pao/ i
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  26. 26. “ i'. l'f'7i~1i'llli #-1 ou. íiaáñwncr di: ¡uti-t-flr: : 'p1r= ›.$1!1;-I¡If-= !I'm (Íf-i-Íiiiiihlitilf-itiiiil* -› w lkiliiftilv : :ir-A aarvfiggs: r. - êui! l'lpt= .llilçliii! li a1;xa›: :ií¡~: :u: . sem» fignilp iuupraihtgiain : Ihmaiitiçíiet htxat. ;¡i: ~=. i¡t1piur“it-i _iiaiiÍ-rrta amar-r. Ef an¡ : imÍnu-r: u: *TTEPMPL ai: 'gm-ia axrzqrrrar* 'mz rfr-; hi-Lira gui: s- ; gnrrñiçflpnmka'limiar raíi-; i-. .l an» uiuarmir em: -ilirr-. .nit-. i um iraaüivml ou¡ Ima» vlivranw di» iillliífililc* ai; ;tara unir. .- i'| .|, I1¡l| .I"-”= .= dia» nau rzoifulhmo» : -~ vtivzancfh» cLliíavanrfktqh. (HHHIL ; .!ÇI~: "j , an», ;Eçlcrg suzflíug, ;ElÇFl vxlI; L:$: ¡~“I'r. gzcicicl,
  27. 27. 'urçulvui ! lli: iv'ln'1;ia_u¡r : n _himlitçifu 'I'= .|¡¡í(9› 93 : illlíidiilv czums» u; :ramvnm: ,dia mílaiçni , irautlpríla- a azmianrmr ai: um Migrar ; um gui: - a azqgxaíranrfh¡ Oltílllhl. angunmkm surra 'um íiummçl. azitiitam qr: honra: di; 'anamaria : a dia üllillhl. Manila; :uíhipiítzi-iioi; 7-' ziitã' manu» numas; :: muitu-r 'grain @iaiariininiqiu img, ¡i-w. fatima. : di: iilÍi-'iivtzi u: ligmrm : Flu ãiíhiíipk› 3mm gil! ? a azçpxaífaiufiz¡ uçzami _= i¡ií1r: -¡i-. n¡fn› am : Inri-im u; :: Lim 9' lugar . dia vnvtançfh: '3l! l-_*i-1|. l'I rahiçñr» @hraim aim¡ : n ; um : íumgáier- 7-" mu¡ : u aripxamncri-. .i VAVIQHFÍHÉE¡ Glilñll, 141010175: CiAFÍ7VA1L 10H19": itliclâ. ;hmuh
  28. 28. &perm . Uma das formas de se entender a experiência é observá-la pelo viés da vivência, o contato do ser humano com o meio, algo que só ele pode sentir e perceber, algo extremamente particular e subjetivo. Vale ressaltar que os festivais de música e o turismo possibilitam uma experiência através da combinação dos elementos citados anteriormente: motivação, interação social, ruptura do cotidiano e o lugar em que ela ocorre (PEZZl; SANTOS, 2010; PANOSSO NETTO; GAETA, 2010; SOARES, 2009).
  29. 29. 'feolivuiadeMúnicaeoTurianw ›. ... ... ... ... ... ... .m.4._. ... ..n. -.. ... ... ..«. ..mu. .., .. ... __. ... m mu. ... ..›. ... ... ... ... .m. m. .. uma". .. . ... .,. ... ».. ... ... ... ... ... ... ... ... ._. ... .._. .,. ... ... ... .amanq. ... _.n. .«. ... m. . ~. ... ,.. .i. ... ... ... ..n__›. . . . ..a . m, ... . 1._ ¡oia-u- . m. .. p. ... ... _.. ... . . .m. ... ... ... ... _.. «.. _.. u.. .n. ._m. ... n: !ur-mignon uma um. .. . a. m. ..” m. .. . . . y . .. nl¡ an. .. u. .. . aum. .. .. . . a. . nuw'mnp-Airim-(inulxhkairnnmnurt-hu-IH¡
  30. 30. . ) r . __ __ (FW [a D J I J' A primeira participação em o r J ' t y r 1 I festivais de música acontece na própria cidade, na maioria dos à 3 O e d Ã' casos acompanhados pelos amigos, mas também com _ ç grande presença de familiares. 20 a Entretanto, após conhecer o ambiente e o tipo de evento é que se extrapola as barreiras ' I g? fisicas e o participante saí da sua cidade de origem em busca de outros festivais maiores. gênero Cidade de 18 Masculino à 'FHM õcúüfwl e mu] 14 F _ _ 23 -Brasília emmmo 17 - até 3 salários ~ 3 ' R¡° de ¡a“°¡'° m¡n¡mos , Demais Localidades 9 - de 3 a 6 salários
  31. 31. 099211 ; n,r'i. ¡_¡. i;ii: +=. i ; rzifrificflfçrziggíia ; im iíçi-riífivzifi: : : Lia , ijilílêfifiil : iczcníiikarzçr , Ylrhj _pirõnjpfrfizi rfrciziâir-i, ,meu nmfiçnfmi : :ice ríãiêíflãl 'iiÉÍC¡. ¡Íl. lf? êl. i.I. Êi2iÇiCP" ; It-lise : ufnufigicnir um: : 'ÀEIÍIÍIJÍHÊJÍIÍIJ rmjru ; ijrr-. .Iiáiá a I_rr-›-_1t-ifn_ig__: =. di: ííiãi_i_l_l_1lif. _l_'r'f-i~fi, íâei_iírzeràíre-. ifn_iit«çi. :,195: ~tz«tifrema~: za_r »» : I_¡, ¡,IÊIÍI; J_'r, iKa à* ÍÍÍEPÍ* *Í. iÍ-' Í-“¡Í-I. i_i,7('í tl : iu 9* . a àlikrifPf-_IÍEIFIÃM : u iraifrfvaifr-, KL irritar; a '; i=. lfr"'ÊÉifÍÍ'; Pe= .IÍr, iÍríT-“ : :mi hihi ; ilha ffâhií-Lita »fita çrfigiçififnei ; i'm : Iugrm ii: v. I uínrr L: :ir-ia ííirlzifkr , unir-r [Ff-kg
  32. 32. "eu-Mn Motivação A motivação para participar de festivais de música é ampla e diversificada envolvendo: a música, o espetáculo criado e a interação social. A motivação se dá, também, pelo desejo de ver ao vivo e pela diversidade, energia e emoção que o evento proporciona. Sendo que a motivação surge a partir das expectativas de cada um dos entrevistados. As participações em festivais proporcionam uma experiência diferenciada, tendo como elementos o público do festival, a emoção vivida, a diversidade do evento e a estrutura criada. A música possui um papel importante no processo da experiência vivenciada nos festivais e consequentemente na ruptura do cotidiano. A Interação social se revelou como um elemento da motivação e o público um elemento da experiência vivenciada em festivaos. identificou -se que a preferência quanto a ir acompanhado ou sozinha foi similar ressaltando o compartilhamento com pessoas que possuem os mesmos gostos mas também a possibilidade de interação com outras pessoas. Consolidou-se que a interação entre os participantes é uma elemento relevante na experiência vivenciada , nos_festivais. , Os espaços criados para abrigarem o festival possuem extrema relevância no processo de vivência da experiência, impactando diretamente nela. O fato de este espaço ser "artificial" e criado para este ñm não reflete negativamente na experiência vivenciada nos festivais.
  33. 33. ?Motivação A motivação para participar de festivais de música é ampla e diversificada envolvendo: a música, o espetáculo criado e a interação social. A motivação se dá, também, pelo desejo de ver ao vivo e pela diversidade, energia e emoção que o evento proporciona. Sendo que a motivação surge a partir das expectativas de cada um dos entrevistados. A Interação social se revelou como um elemento da motivação e o público um elemento da Os espaços criados para abrigarem o festival possuem extrema _relevância no processo s participações em festivais ›r - orcionam uma ® , ____J__I experiência vivenciada em ' - ri e n ' . - ' -
  34. 34. emoção que o evento proporciona. Sendo que a motivação surge a partir das expectativas de cada um dos entrevistados. As participações em festivais proporcionam uma experiência diferenciada, tendo como elementos o público do festival, a emoção vivida, a diversidade do evento e a estrutura criada. A música possui um papel importante no processo da experiência vivenciada nos festivais e consequentemente na ruptura do cotidiano. âhâlãl: “t A interação social se revelou como um elemento da motivação e o público um elemento da experiência vivenciada em festivaos. identificou -se que a preferência quanto a ir acompanhado ou sozinha foi similar ressaltando o compartilhamento com pessoas que possuem os mesmos gostos mas também a possibilidade de interação com outras pessoas. Consolidou-se que a interação entre os participantes é uma elemento relevante na experiência vivenciada nos festivais. Os espaços criados para abrigarem o festival possuem extrema relevância no processo de vivência da experiência, impactando diretamente nela. O fato de este espaço ser "artificial" e criado para este fim não reflete negativamente na experiência vivenciada nos festivais.
  35. 35. FQLíJJaU; :i2 i' Ã' 125'. e o 'Llritn Para os entrevistados o turismo está relacionado com algo novo e com uma vivência. Pouco mais da metade consideraram participar de festivais de música como turismo, entretanto há o entendimento da relação do festival com a cidade que o abriga e a ocorrência do turismo durante o festival. A principal diferença em uma viagem para participar de um festival ou a turismo é a expectativa gerada para a viagem e a forma de utilização do tempo no local visitado Uma ferramenta de divulgação e de incentivo ao turismo e também uma forma de despertar o interesse nos turistas. Nenhum deles entende que “ver pela TV” é o suficiente, ao contrário incentiva a visitar os locais desconhecidos. Os entrevistados consideram positiva a transmissão dos festivais pela televisão, apontaram como uma forma de divulgação do evento, mas que não substitui a participação nos festivais. No turismo, meios de comunicação foram apontados pelos entrevistados como uma forma de despertar o interesse e fazer propaganda de lugares e potenciais desconhecidos. Nos festivais sua transmissão pela televisão não substitui a presença no evento, assim como também não influencia a decisão de ir ou não, ressaltando que "a experiência não se vive pela TV", mas pode influênciar na decisão de ir ao evento na próxima edição.
  36. 36. Para os entrevistados o turismo está relacionado com algo novo e com uma vivência. Pouco mais da metade consideraram participar de festivais de música como turismo, entretanto há o entendimento da relação do festival com a cidade que o abriga e a ocorrência do turismo durante o festival. A principal diferença em uma viagem para participar de um festival ou a turismo é a expectativa gerada para a viagem e a forma de utilização do tempo no local visitado Uma ferramenta de divulgação e de incentivo ao turismo e também uma forma de despertar o interesse nos turistas. Nenhum deles entende que “ver pela TV” é o suficiente, ao contrário incentiva a visitar os locais desconhecidos. QQZI Os entrevistados consideram positiva a transmissão dos festivais pela televisão, apontaram como uma forma de divulgação do evento, mas que não substitui a participação nos festivais.
  37. 37. da relação do festival com a cidade que o abriga e a ocorrência do turismo durante o festival. A principal diferença em uma viagem para participar de um festival ou a turismo é a expectativa gerada para a viagem e a forma de utilização do tempo no local visitado Uma ferramenta de divulgação e de incentivo ao turismo e também uma forma de despertar o interesse nos turistas. Nenhum deles entende que "ver pela TV” é o suficiente, ao contrário incentiva a visitar os locais desconhecidos. Os entrevistados consideram positiva a transmissão dos festivais pela televisão, apontaram como uma forma de divulgação do evento, mas que não substitui a participação nos festivais. No turismo, meios de comunicação foram apontados pelos entrevistados como uma forma de despertar o interesse e fazer propaganda de lugares e potenciais desconhecidos. Nos festivais sua transmissão pela televisão não substitui a presença no evento, assim como também não influencia a decisão de ir ou não, ressaltando que "a experiência não se vive pela TV", mas pode influênciar na decisão de ir ao evento na próxima edição. ? PQQZI
  38. 38. n _ rn __ i SÚiI-'JJLC-ÚBL
  39. 39. O2FC¡; J.¡“çÊCl de OQLÓLLLL-Íl @ ? a l © Até que ponto os festivais de música, entendidos como encontros que permitem a ruptura do cotidiano, podem se revelar como uma experiência do turismo? "entendidos como encontros que permitem a ruptura do cotidiano" Q? Interação Social Q? Ruptura do cotidiano até que ponto os festivais de música podem se revelar como uma experiência do turismo? QI Turismo posibilita inúmeras experiências e vivências Qjos festivais de música se configuram como uma delas Os festivais de música contribuem para a diversidade de experiências proporcionadas pelo turismo, se configurando como mais uma experiência possível no âmbito turismo.
  40. 40. r* _ _ D“/ / _ 1 f- A's1v . _ . . I 9'? zA' ? x A f I "Se os festivais de música proporcionam uma experiência do turismo, então a motivação para a participação de festivais de música está relacionada com a experiência vivida nele. " Q2705 festivais de música proporcionam uma experiência do turismo Q? Motivação relacionada com experiência, somente se há uma experiência P-: uemai 4 v I X
  41. 41. ,) . M. . -. V (_ . _ _y . /'¡poy›j tola: k Análise dos festivais de música e o turismo a partir de outras categorias de análise; i à* - r Abordagem dos festivais de música enquanto eventos sustentáveis e responsáveis; É Analisar os festivais de música sob a percepção de um público que não o residente em Brasília; É Estudos sobre as comunidades virtuais que giram em torno dos festivais envolvendo sua interação, organização, compartilhamento, dentre outros; D D Realização de um estudo comparativo entre os festivais de música realizados no Brasil com eventos realizados em outros países.
  42. 42. dia* gfíiçgiiii" iii? .ek flêfgüiiik", ilsíiiyt fill; o riu; .fig/ ii i/ ;mm-r tia* 4 . A 'Yiz t. '_: i_. ~*íiit" 'íiltffiiui. :miau: ;IJ-'ii' li , VFlIEITÕ-i! * a' einjiê' ? lili th! ! a' q¡ ilíí a t i f A s f . u . › k. I _ V b s¡ ' -x ' : t › l n_ _ ¡¡ v " 1:" s 'v' . - . « n i , *- , . a, s_ _ fz* ç a ›. _i ¡gi 3.a ^_ , 1 __ 7 *i i2 y ç i _, ç~ , t i ~. À A i V' _ , -. _ a '. A as , ' . » , '_ , _. l ' - ¡ 1 _ . . 'ê *n J - V¡ 1 n x' * ', .» 0 K . › Art ' õ I < ; ç 1._ ç f . ç s i . s '. _'7 ç x u' * , J l * r _v , . _U u_ _ ' a ” . ç 1 _ q a N; K - i' h ' ¡ y çs : N ¡ ç _o . _ » w# t a 'Q a , _ , j * - ›-, _M 7 ~ ~ y e , <~ ~_ . l¡ 1 _ , x . - , r_ _ _ a s, , - '. . . _ - . . v -. .__ ' '. . -^ ' ”' ' X" 1"_ ~ 'H- - - Fonte. Lollapalooza/ SP,2011 , , , 1 -. _ ' - m_ É» n ~. - v. _ p_ . , -~ ~e , ._ "R _ _x _ _' , '' '-3 " s", .. _ . -" 't' ' . = nuevçw *- , , -4 › . ç x ~. a - _. 4 “ - ~ . - «e . * «_ , i'- '. '. '_ , ¡ . w . * . _' . x __: x I _: ¡, . . . _' --_ .
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