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:: Produção                                       6              SNIC >> Press Kit 2010
:: Consumo                                      7             SNIC >> Press Kit 2010
:: Produção   e consumo aparente regional                                                   8                          SNI...
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CARACTERÍSTICAS DA INDÚSTRIA CIMENTEIRA:: Características    do cimento• É uma commodity de baixa substitutibilidade. Pres...
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MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL:: Responsabilidade Social e AmbientalO setor desenvolve uma série de programas...
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  1. 1. 3 O Cimento no Brasil3 Processo produtivo4 Histórico5 Indústria6 Produção7 Consumo8 Produção e consumo aparente regional9 Vendas internas e exportação10 Características da Indústria Cimenteira10 Características do produto10 Investimentos iniciais/tecnologia10 O desafio da logística12 O Cimento no Custo da Construção13 Carga Tributária14 Evolução da renda real, massa salarial e consumo de cimento15 Panorama Internacional15 Grupos produtores de cimento17 O Brasil no contexto internacional18 Consumo per capita de cimento19 Exportação e importação no mundo19 Exportação e importação no Brasil20 Imposto de importação de cimento na América Latina21 Preços internacionais do cimento22 Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável22 Responsabilidade Social e Ambiental22 Coprocessamento23 Consumo de energéticos24 Emissão de gás carbônico25 SNIC 2 SNIC >> Press Kit 2010
  2. 2. O CIMENTO NO BRASIL:: Processo produtivoCimento é um produto importante, que está presente em todas as obras, das mais simples àsmais elaboradas. Sua produção é mais complexa do que pode parecer a princípio. 3 SNIC >> Press Kit 2010
  3. 3. :: HistóricoApós uma fase pioneira, iniciada no final do século XIX, o cimento começou a ser produzido noBrasil em escala industrial a partir de 1926. Na década de 70, a produção cresceu intensamente,com uma elevação do patamar de 9,8 milhões de toneladas por ano para 27,2 milhões detoneladas no início dos anos 80, período em que a recessão da economia nacional provocouqueda no consumo.Ao longo dos anos 90 houve uma retomada no crescimento do consumo, que provocou grandeaumento de produção. A produtividade desenvolvida na época da estagnação foi extremamenteeficaz para a obtenção dos resultados nessa fase. O ano de 1999 foi excepcional, alcançando40,2 milhões de toneladas de cimento devido, especialmente, ao advento do Plano Real.A partir de 2000, a produção sofreu queda resultante das sucessivas crises mundiais econseqüente instabilidade econômica. Desde 2004 o consumo se estabilizou, indicando o iníciode uma retomada.O consumo de cimento voltou ao patamar de 40 milhões de toneladas no ano de 2006, com oaquecimento da construção civil. No ano seguinte, o mercado atingiu o número de 45 milhões detoneladas de cimento consumidas no país. Em 2008, o consumo de cimento no Brasil bateurecorde, superando a marca de 51 milhões de toneladas. Em 2009, esse número se mantevepraticamente estável em relação ao ano anterior. 4 SNIC >> Press Kit 2010
  4. 4. :: IndústriaOperam atualmente no Brasil 70 fábricas, pertencentes a 12 grupos industriais nacionais eestrangeiros, com capacidade instalada da ordem de 67 milhões t/ano, o parque industrial estáplenamente capacitado para atender à demanda interna. 5 SNIC >> Press Kit 2010
  5. 5. :: Produção 6 SNIC >> Press Kit 2010
  6. 6. :: Consumo 7 SNIC >> Press Kit 2010
  7. 7. :: Produção e consumo aparente regional 8 SNIC >> Press Kit 2010
  8. 8. :: Vendas internas e exportaçãoEm relação à venda de cimento no Brasil em 2009, assim como nos anos anteriores, a maiorparte foi direcionada para os revendedores. 9 SNIC >> Press Kit 2010
  9. 9. CARACTERÍSTICAS DA INDÚSTRIA CIMENTEIRA:: Características do cimento• É uma commodity de baixa substitutibilidade. Presente em todo tipo de construção, da maissimples moradia até a mais complexa obra de infraestrutura, do início ao acabamento final.• É o componente básico do concreto, que é o material mais consumido no planeta depois daágua.• É um produto homogêneo, com variedade limitada de tipos e com especificações e processo defabricação semelhantes em todo o mundo.:: Investimentos iniciais / tecnologia• O tempo necessário para a implantação de um projeto, dos estudos preliminares até a “posta-em-marcha” de uma fábrica de cimento, é de 3 a 5 anos.• Atualmente, a escala mínima nas unidades industriais é de 1 milhão de toneladas / ano decapacidade instalada, com investimento de 200 a 300 milhões de dólares.• As despesas com combustíveis e energia elétrica representam mais de 50% na formação docusto direto de produção em uma fábrica de cimento.:: O desafio da logísticaAlgumas características específicas da produção do cimento tornam sua logística muitocomplexa:• É consumido o ano inteiro, sem interrupções.• É imprescindível em qualquer tipo de obra. E para não paralisá-la, tem que estar presente atempo em todas as regiões do país.• Dada a condição continental do país, para se atingir a todos os mercados, 2/3 do cimento édistribuído através da cadeia da revenda.• Ensacado ou a granel, ocupa muito espaço, considerando seu baixo valor. 10 SNIC >> Press Kit 2010
  10. 10. • Por ser perecível, requer uma estocagem em condições especiais, seja nas fábricas, nosdepósitos ou nas lojas, e por prazos limitados a poucos dias.• É sensível à logística, que é de fluxo contínuo e inclui todo o processo de produção,distribuição e consumo. Em caso de aumento de demanda, toda a cadeia relacionada precisa serimediatamente ampliada: maior produção, mais insumos, mais caminhões etc.• Por ser um produto de baixa relação preço/peso, o cimento é bastante onerado pelo frete, nadistribuição, sofrendo o impacto com os aumentos de combustíveis e outros derivados depetróleo.Por todos esses motivos, o peso da logística do cimento é maior do que em diversos outrossegmentos de bens de consumo.Outras características são determinantes para o escoamento da produção de cimento no Brasil:• O modal de transporte mais utilizado pela indústria é o rodoviário, com 94% do total decimento transportado. Em média, somente para retirá-lo das fábricas, circulam diariamente emtodo o Brasil mais de oito mil caminhões carregados de cimento.• O raio de distribuição do produto atinge em média 300 a 500 quilômetros nas regiões Sudeste eSul, podendo chegar a mais de mil quilômetros no Norte e Nordeste do país. Nestas regiões,existe a necessidade do uso do modal hidroviário.• O sistema ferroviário adquiriu mais qualidade com a privatização, mas ainda hoje, sãonecessários cinco dias para levar uma carga que seria transportada em um dia em uma rodovia.Além disso, há a disputa pelos meios de transporte com outros produtos. Os principaisconcorrentes no transporte do cimento são o aço, os minérios e os produtos agrícolas. Estesúltimos são sazonais, mas a concorrência é direta ao longo do ano. 11 SNIC >> Press Kit 2010
  11. 11. O CIMENTO NO CUSTO DA CONSTRUÇÃOO cimento tem uma grande importância na economia do país, mas uma baixa participação nocusto da construção civil: 12 SNIC >> Press Kit 2010
  12. 12. CARGA TRIBUTÁRIA *Os impostos diretos incidentes na comercialização do cimento - ICMS normal, ICMS porSubstituição Tributária, PIS, COFINS e CPMF - considerando as vendas para distintos tipos deconsumidores, com e sem substituição tributária, totalizam 29,7% do preço total do produto.:: Carga tributária totalNuma análise de cálculo da carga tributária total, incluindo os impostos, taxas e contribuiçõesfederais, estaduais e municipais destacados nos documentos de aquisições de insumos, consumose despesas gerais que fazem parte da estrutura de custo do cimento, a participação total dostributos no preço do produto pode chegar a 39%.Para quantificar o Imposto de Renda e a CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido), estimou-se, para efeito de cálculo, um lucro de 12% sobre as vendas líquidas.(*) Calculado pelo SNIC em nov/2003.(**)Segundo o Decreto nº 6.890 de 29 de junho de 2009 a alíquota do IPI do cimento fica reduzida a 0% até 30 dejunho de 2010. 13 SNIC >> Press Kit 2010
  13. 13. :: Relação renda real, massa salarial e consumo de cimentoO consumo de cimento tem boa correlação com a evolução da renda real e da massa salarialreal. Com a crise da construção civil nos primeiros anos da atual década, a demanda de cimentose retraiu e esteve dependente basicamente do comportamento da renda.Nos últimos anos o setor retomou o crescimento, sendo fatores determinantes para essaretomada:• O crescimento do emprego e da renda real;• A expansão das construções imobiliárias, incentivadas pelo marco imobiliário de 2004 (Lei nº 10.931) e Resolução nº 3.177, do Banco Central;• Capitalização das construtoras e incorporadoras;• Expansão do crédito imobiliário pelo governo e bancos privados;• Obras de infraestrutura (PAC). 14 SNIC >> Press Kit 2010
  14. 14. PANORAMA INTERNACIONALUma das características do mercado do cimento é a tendência ao consumo local, próximo dasfábricas. Isso se deve a fatores como o baixo valor do produto e ao seu caráter perecível. Umadas conseqüências é a pouca ocorrência de trocas internacionais. 15 SNIC >> Press Kit 2010
  15. 15. :: Grupos produtoresde cimentoEm todo o mundo, a indústria docimento, com sua característica emcapital altamente intensivo, é umoligopólio natural e tem poucosplayers. O Brasil, com 10 grupos, éum dos países onde existe maiorconcorrência. Entre os paísesamericanos, apenas os EUA supera oBrasil em número de empresas ci-menteiras, onde, ainda assim, 70% docimento é produzido por 10 grupos. 16 SNIC >> Press Kit 2010
  16. 16. :: O Brasil no Contexto InternacionalO Brasil lidera tanto a produção quanto o consumo na América Latina, responsável por cerca de1,6% do consumo mundial. Excluindo-se a China do total, a participação do Brasil alcança 3%. Opaís está entre os 10 maiores produtores e consumidores mundiais de cimento. 17 SNIC >> Press Kit 2010
  17. 17. :: Consumo per capita de cimentoApesar de o Brasil ser o quinto maior consumidor de cimento do mundo, o consumo per capita –272 kg/habitante, em 2008 – está muito abaixo do registrado em países desenvolvidos que, emtese, deveriam consumir menor quantidade do produto por terem sua infraestrutura jádesenvolvida. 18 SNIC >> Press Kit 2010
  18. 18. :: Exportação e importação no mundo:: Exportação e importação no BrasilNo ano de 2007, as exportações haviam crescido 19%, atingindo 1.243 mil toneladas erepresentando 2,7% da venda total de cimento. Em 2008, devido ao aquecimento no mercadobrasileiro, a produção foi totalmente direcionada para consumo interno. Com isso, asexportações caíram para 512 mil toneladas. Em 2009, esse número foi de 47 mil toneladas. 19 SNIC >> Press Kit 2010
  19. 19. :: Imposto de importação de cimento na América LatinaDesde janeiro de 2004, o imposto de importação (TEC – Tarifa Externa Comum) de cimento eclínquer adotado pelo Brasil e demais países do Mercosul às importações oriundas de países forado Bloco econômico é de 4%. Essa alíquota é a menor dentre todos os países da América Latina.Em 22 de fevereiro de 2006, através da Resolução nº 4, da Câmara Brasileira de ComércioExterior, o governo brasileiro reduziu a zero (0%) a alíquota do imposto para os cimentosimportados, oriundos de qualquer parte do mundo. 20 SNIC >> Press Kit 2010
  20. 20. :: Preços internacionais do cimentoO Brasil tem um dos menores preços de todo o continente americano. 21 SNIC >> Press Kit 2010
  21. 21. MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL:: Responsabilidade Social e AmbientalO setor desenvolve uma série de programas para atender às demandas ambientais de suasfábricas e de seu entorno, entre eles:• implantação de sistemas de gestão ambiental• instalação de tecnologias de controle e redução dos impactos ambientais• preservação e recuperação dos recursos naturais nas áreas onde as fábricas estão localizadas e adjacências• projetos de educação ambiental:: CoprocessamentoCoprocessamento é a queima de resíduos industriais e de passivos ambientais em fornos usadospara fazer cimento. Das 48 fábricas integradas (com fornos) instaladas no Brasil, 36 estãolicenciadas para coprocessar resíduos. Essas fábricas representam mais de 80% da produçãonacional de clínquer.O Brasil gera cerca de 2,7 milhões de toneladas de resíduos de diversos segmentos da indústria(siderúrgica, petroquímica, automobilística, de alumínio, tintas, embalagens, papel epneumáticos) por ano, das quais co-processa, anualmente, cerca de 950 mil toneladas.Em 2009, foram eliminados em fornos de cimento cerca de 180 mil toneladas de pneus velhos, oque corresponde a 36 milhões de unidades.Mas, ao comparar esses números com o de outros países, percebe-se que ainda há o que sefazer: enquanto o índice de substituição de combustível por resíduos chega a 42% na Alemanha ea 47% na Suíça, esse percentual no Brasil é de aproximadamente 15%.O coprocessamento oferece diversas vantagens:• eliminação definitiva, de forma ambientalmente correta e segura, de resíduos perigosos e passivos ambientais;• preservação de recursos energéticos não-renováveis pela substituição do combustível convencional e pela incorporação na massa do produto, em substituição a parte de matérias primas que compõem a fabricação do cimento, sem alteração de suas características e atendendo às normas internacionais de qualidade; 22 SNIC >> Press Kit 2010
  22. 22. • contribuição à saúde pública, por exemplo, no combate aos focos de dengue (com a destruição de pneus velhos).A queima de resíduos em fornos de cimento é amplamente explorada nos Estados Unidos, naEuropa e no Japão, e em expansão na América Latina. A Noruega, por exemplo, usa o co-processamento como método oficial de destruição de resíduos perigosos do país. Osetor cimenteiro no Brasil possui uma capacidade crescente de queima que pode chegar a até2,5 milhões de toneladas de resíduos eliminados anualmente.:: Consumo de EnergéticosOs níveis médios de consumo específico de energia térmica e elétrica na indústria do cimentobrasileira encontram-se, respectivamente, em aproximadamente 825 kcal por kg de clínquer e107 kWh por tonelada de cimento, conforme último levantamento oficial, realizado em 2003.Esses valores encontram-se abaixo daqueles apresentados pelos EUA e principais produtores daUnião Européia, demonstrando a eficiência energética da indústria nacional. 23 SNIC >> Press Kit 2010
  23. 23. :: Emissão de Gás CarbônicoO controle das emissões de CO2, um dos principais gases causadores do efeito estufa, representaum dos maiores desafios do setor na área de meio ambiente. A indústria do cimento contribuicom aproximadamente 5% das emissões antrópicas de gás carbônico do mundo.Os esforços da indústria nacional têm resultado em progressos significativos, mediante a adoçãode processos de produção mais eficientes e com menor consumo de energéticos.Ao mesmo tempo, a utilização de adições misturadas ao clínquer, como a escória de alto forno,também contribuiu para a redução das emissões de CO2 por tonelada de cimento, uma vez queeste poluente se forma durante a produção do clínquer.Com isso, o Brasil atingiu atualmente um dos menores níveis de emissão de CO2 por tonelada decimento, quando comparado aos principais países produtores de cimento. 24 SNIC >> Press Kit 2010
  24. 24. SNICO Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) foi fundado em 1953 com o objetivo derepresentar as empresas produtoras de cimento do Brasil, além de promover estudos,estatísticas e relatórios de interesse do setor.Ao longo dos seus mais de 50 anos de existência, o SNIC tem apresentado soluções paraproblemas individuais e coletivos das associadas, negociado questões institucionais comentidades governamentais e orientado o posicionamento da indústria em meio às constantesalterações políticas, econômicas e sociais que o país atravessa.Presidente: Sergio MaçãesVice-presidente: Renato José GiustiVice-presidente Executivo: José Otavio Carneiro de CarvalhoRua da Assembléia, 10 - grupo 4001Centro / Rio de Janeiro – RJTelefone: (21) 3553-1266Fax: (21) 2531-1526www.snic.org.brsnic@snic.org.brPara obter informações técnicas sobre o setor, favor entrar em contato com a AssociaçãoBrasileira de Cimento Portland – ABCP (www.abcp.org.br) no telefone (11) 3760-5300. Adriana Alves adriana.alves@fsb.com.br tel.: (21) 3206.5076 cel.: (21) 9624 9149 25 SNIC >> Press Kit 2010

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