9. apresentação cras leste i

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9. apresentação cras leste i

  1. 1. ENCONTRO DE PRÁTICAS PSB INTEGRAÇÃO DAS EQUIPES TÉCNICAS COM OS SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS - SCFV CRAS Leste I Coordenação - Janine Mallmann
  2. 2. INTEGRAÇÃO  Equipes Técnicas: CRAS, SAFs, CREAS/Ação Rua  Coordenadores dos SCFV
  3. 3. OBJETIVO  Garantir vagas nos SCFV às crianças das famílias atendidas pelas equipes técnicas da região.  Promover um suporte técnico aos SCFV.  Qualificar o acompanhamento das famílias atendidas.
  4. 4. METODOLOGIA  Conforme divisão do atendimento da PSB (CRAS e SAFs) no território, identificamos as equipes técnicas de referência para cada SCFV.  Pactuamos na região que todo ingresso no SCFV seria por avaliação técnica. (CRAS, SAFs, CREAS /Ação Rua)  Trabalhamos com o Conselho Tutelar este fluxo.
  5. 5. METODOLOGIA  Reunião de Dirigentes (mensal) : trabalhamos com os Dirigentes das entidades conveniadas a nova forma de ingresso , enfatizando a adequação do atendimento à Política de Assistência Social – SUAS, garantindo o acesso aos serviços das situações de maior vulnerabilidade e promovendo uma qualificação do acompanhamento destas situações pelo trabalho em rede.
  6. 6. METODOLOGIA  Regionalização (mensal): espaço de orientação das diretrizes, discussão e articulação. Possibilidade das equipes se conhecerem, e momentos em grupos de discussão de casos.
  7. 7. REGIONALIZAÇÃO - PACTOS  Ingresso no SCFV por avaliação técnica.  Técnico responsável pela avaliação deve se fazer presente na entrevista de ingresso da criança junto com a família e o Coordenador do SCFV – momento que equivale como etapa do acompanhamento da família, e oportunidade para ambos os serviços de conhecer melhor a dinâmica familiar; bem como pactuar questões do SCFV com a família visando construir estratégias para o Plano de Acompanhamento Familiar.
  8. 8. REGIONALIZAÇÃO - PACTOS  Entrega do Formulário de Encaminhamento, do técnico ao Coordenador do SCFV com os dados que motivaram o ingresso. A criança fica então referenciada a uma equipe técnica.  Conforme as necessidades ou demandas de cada serviço combina-se discussão de casos, visitas domiciliares ou atendimentos em conjunto com as famílias.
  9. 9. REGIONALIZAÇÃO - PACTOS  Participação dos técnicos da PSB referência dos SCFV por território em reunião de pais, para trabalhar questões que emergem pelo SCFV e que são demandas da região; bem como divulgar informações do atendimento técnico e Cadastro Único.
  10. 10. METODOLOGIA  Monitoramento (mensal, nas entidades): levantamento das crianças com 0% frequência, solicitando nome da mãe e equipe técnica de referência. Com este dados discutimos alguns casos na visita de monitoramento, retomando diretrizes e discutindo fluxos; e enviamos mails aos técnicos envolvidos. Desta forma, se motiva uma articulação da rede.  No CRAS, esta discussão acontece na reunião de monitoramento da equipe com a supervisão.
  11. 11. DIFICULDADES  Esta integração precisa ser monitorada e exige processo de capacitação constante.  A dificuldade, apesar do benefício do trabalho em rede, de compartilhar e dividir informações.  O preenchimento das vagas por avaliação técnica é um processo mais demorado, e as entidades sofrem fiscalização do CTAC – Coordenação Técnica e Administrativa Convênios quanto ao atendimento das metas.  As crianças que já estão no SCFV e não são referenciadas.  Os educadores dos SCFVs necessitam de capacitação constante para o atendimento das situações de vulnerabilidade social.
  12. 12. DESAFIOS  Inserir o Pró-Jovem neste fluxo. O programa já recebe encaminhamentos, mas também recebe jovens diretamente.  O ingresso do idoso se dá por avaliação técnica, porém precisamos qualificar a integração com as equipes técnicas.  A alta complexidade está se inserindo neste fluxo, e hoje mais presente nos espaços de articulação.

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