14. apresentação cras lomba acolhida

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14. apresentação cras lomba acolhida

  1. 1. CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL AMPLIADO LOMBA DO PINHEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE ACOLHIDA COLETIVA Porto Alegre 2013 FUNDAÇÃO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA
  2. 2. ACOLHIDA COLETIVA • ESPAÇO INICIAL DE CONTATO DA FAMILIA; • ENFOQUE INFORMATIVO • ESCLARECE SOBRE OS SERVIÇOS • ACESSO A DIREITOS • PROPORCIONA PROCESSOS DE REFLEXÃO COM OS USUARIOS SOBRE CARATER COLETIVO;
  3. 3. “ACOLHIDA COLETIVA” TERRITÓRIO LOMBA DO PINHEIRO
  4. 4. RELEVÂNCIA A Acolhida Coletiva é o espaço onde ocorre o primeiro contato dos usuários com a Política de Assistência Social no CRAS e SAFs. Tendo em vista o contexto vulnerável onde as famílias referenciadas estão inseridas, busca-se oportunizar um compartilhamento de problemáticas de forma que os usuários percebam que suas fragilidades não são questões pessoais, particulares, mas estão relacionadas com um contexto social. Acolher em grupo e possibilitar que os participantes dialoguem entre si, também é favorecer que as potencialidades das comunidades apareçam e permitir que o usuário se veja como capaz de protagonizar ações construtivas no meio em que vive. Isto é visível quando alguém socializa alguma informação ou fortalece “outros” com palavras ou atitudes. Também percebe-se aí uma possibilidade de mudança na relação de poder técnico-usuário, uma reversão no modelo comunicacional vigente nos Equipamentos. APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA”
  5. 5. APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA” OBJETIVO GERAL: Iniciar um trabalho de fortalecimento de famílias e comunidade a partir do encontro entre usuários e, destes com o técnico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Permitir um primeiro contato das famílias com a Política de Assistência Social; • Possibilitar o encontro entre as multiplicidades culturais do território; • Favorecer uma leitura ampliada das demandas da região e dos usuários que buscam espontaneamente o CRAS e SAF's.
  6. 6. APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA” METODOLOGIA • Apresentação inicial do técnico e, em seguida, do próprio CRAS e da Política de Assistência; • Informações a respeito do funcionamento do CRAS, orientações em relação ao CADÚNICO, serviços, programas, projetos e benefícios de proteção social básica; • Participação ativa dos usuários: “...Sobre isto que foi colocado, alguém tem algo a dizer ou alguma sugestão?” Ou seja, o trabalho é feito a partir do pressuposto de que todos sabem alguma coisa e ninguém sabe tudo e que a arte da conversa tem muito valor na construção da cidadania.
  7. 7. APRESENTAÇÃO DA AÇÃO ACOLHIDA COLETIVA METODOLOGIA • Conversar fazendo desaparecer as divergências, buscando fazer emergir sentidos a partir do conjunto de saberes presentes. Cada acolhida é única, singular, porque depende muito mais dos participantes do que de uma técnica metodológica. • Quem não se sente confortável para falar sobre sua questão no grupo, tem a opção de escuta individual, em período posterior ao da acolhida coletiva. • O profissional estabelece um diálogo com o usuário visando à identificação dos anseios daquele indivíduo/família frente suas necessidades e vulnerabilidades. Com o objetivo de reconhecer as demandas implícitas e explícitas. A construção desse vínculo é fundamental para a continuidade do atendimento socioassistencial e isso só será possível a partir de uma escuta “verdadeira”, com afeto, aproximação e empatia.
  8. 8. IMPACTO SOCIAL Proporciona o início de um trabalho de empoderamento dos sujeitos sobre si e sobre seus contextos sócio-históricos. Oportuniza que os trabalhadores da Assistência mapeiem as demandas dos territórios familiares e comunitários e planejem suas intervenções. A partir da Acolhida Coletiva o trabalho de acompanhamento irá se desenvolver e proporcionar que esta escuta inicial se transforme em um trabalho que continuará acolhendo essas famílias durante determinado período, variável de acordo com as demandas mapeadas. Tais considerações conferem na fala dos usuários o sentido de protagonismo social, pois quando convocados a avaliar a ação, destacam- se as seguintes: APRESENTAÇÃO DA AÇÃO “ACOLHIDA COLETIVA” “É muito bom assim, porque eu vi que não sou só eu que tenho problemas.” “Não podemos ter vergonha, porque se a gente não fala não consegue ser ajudado.”
  9. 9. REFERÊNCIAS TEIXEIRA, Ricardo Rodrigues. O acolhimento num serviço de saúde entendido como uma rede de conversações. PINHEIRO, Roseni; Ruben Mattos Kenneth R. Camargo Jr. (org.). Construção da Integralidade: Cotidiano, saberes e práticas em saúde. UERJ-IMS-Abrasco, Rio de Janeiro: 2003, 228p. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social. Orientações Técnicas sobre o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família – PAIF: Trabalho Social com Famílias – Volume 2. Brasília, 2012.

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