Rota da UE

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Apresentaçao dos trabalhos realizados pelos alunos sobre poetas e poemas dos países da UE.

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Rota da UE

  1. 1. ALEMANHA<br />POEMA-«Livro do amor»<br />Johann W. von Goethe<br />Escola Secundária de Porto de Mós Prof.:Natércia Arqueiro<br />Aluna:Adriana 8E<br />
  2. 2. Alemanha<br />Hino nacional da Alemanha<br />União, Direito e Liberdadepara a Pátria-mãe Alemanha!Por isso vamos todos batalharfraternamente com coração e mão!União, Direito e Liberdadesão a base da felicidade.Floresça sob o brilho dessa felicidade,Floresça Pátria-Mãe Alemanha!<br />
  3. 3. Johann Wolfgang von Goethe<br /><ul><li>Nasceu em Frankfurt amMain, a 28 de Agosto de 1749.
  4. 4. Faleceu em Weimar, 22 de Março de 1832.
  5. 5. Foi um escritor alemão, pensador que também se interessou pelo campo da ciência.
  6. 6. Foi uma das mais importantes figuras da literatura alemã e do Romantismo europeu, nos finais do século XVIII e inícios do século XIX.
  7. 7. Juntamente com FriedrichSchiller foi um dos líderes do movimento literário romântico alemão SturmundDrang.</li></li></ul><li>Livro do amor<br />O mais singular livro dos livros É o Livro do Amor; Li-o com toda a atenção: Poucas folhas de alegrias, De dores cadernos inteiros. Apartamento faz uma secção. Reencontro! um breve capítulo, Fragmentário. Volumes de mágoas Alongados de comentários, Infinitos, sem medida. Ó Nisami! — mas no fim Achaste o justo caminho; O insolúvel, quem o resolve? Os amantes que tornam a encontrar-se.<br />Tradução de Paulo Quintela<br />Johann Wolfgang von Goethe, in &quot;DivãOcidental-Oriental&quot;<br />
  8. 8. Bibliografia<br />www.google.com<br />www.wikipédia.com<br />http://www.citador.pt/poemas.php?op=10&refid=200810060209<br />
  9. 9. Escola Secundária de Porto de Mós<br />Áustria<br />GeorgTrakl<br />«No Outono» <br />José <br />8ºE <br />
  10. 10. GeorgTrakl<br />GeorgTrakl nasceu a 3 de Fevereiro de 1887 em Salzburgo, cidade no noroeste da Áustria. <br />Sabe-se que desde a adolescência o poeta consumia ópio e cocaína. Suicidou-se a 3 de Novembro de 1914, em Cracóvia. Trakl tinha apenas 27 anos.<br />
  11. 11. NO OUTONO<br />Junto à cerca, os girassóis e seu brilho,<br />Doentes sentados ao sol, sem alento.<br />No campo, as mulheres cantam no trabalho,<br />Ouvem-se ao longe os sinos do convento.<br />Os pássaros contam lendas de encantar,<br />Ouvem-se ao longe os sinos do convento.<br />Há um violino no pátio a gemer.<br />E já o vinho escuro vão recolhendo.<br />Todos parecem felizes, libertos,<br />E já o vinho escuro vão recolhendo.<br />Os jazigos dos mortos estão abertos,<br />Pintados pelo sol que vai entrando.<br />Tradução: João Barrento<br />
  12. 12. Capital :Viena<br />Língua oficial: Alemão<br />Área   - Total 83.858 km²<br />População   - Estimativa de 2007 8.200.691 hab.<br /> ÁustriaBIBLIOGRAFIA:http://www.culturapara.art.br/opoema/georgtrakl/georgtrakl.htm<br />
  13. 13. Poema da Bélgica<br />Maurice Carême<br /> « O Pássaro »<br />Elaborado por : Alice 8ºD<br />
  14. 14. Bélgica<br />Capital: Bruxelas<br /> População:10.379.067 habitantes<br /> Localização: Europa Ocidental<br /> Área: 30.528 km²<br /> Países fronteiriços: Holanda, França, Luxemburgo e Ale- manha<br /> Moeda: euro<br /> Dia nacional: 21 de Julho (ascensão do rei Leopoldo ao trono)<br />
  15. 15. Imagens de Bélgica<br />
  16. 16. Maurice Carême<br /><ul><li>Nasceu a 12 de Maio de 1899, em Wavre, na Bélgica.
  17. 17. Tinha dois irmãos e duas irmãs.
  18. 18. Escreveu os seus primeiros poemas, em 1914.
  19. 19. Em 1937, o poeta mudou-se para Anderlecht onde passou o resto da sua vida.
  20. 20. Foi um aluno brilhante, tendo-se dedicado ao Ensino que deixou, em 1943, para se dedicar inteiramente à literatura.
  21. 21. Faleceu em Anderlecht, em 12 de Janeiro de 1978.
  22. 22. Em 1975, foi criada a Fundação Maurice Carême, em Bruxelas e em 1980, o Museu Maurice Carême abriu as suas portas.</li></li></ul><li>Poema “O Pássaro”<br />Quando ele apanhou o pássarocortou-lhe as asas.O pássaro voou mais alto.Quando voltou a apanhar o pássarocortou-lhe as patas.O pássaro deslizou como uma barca.Furioso, cortou-lhe o bico.O pássaro cantou com o seu coração,como canta uma harpa.Então cortou-lhe o pescoço.E de cada gota de sangueSaiu um pássaro mais brilhante.Nada continua a ser mais caro, ao Poeta, que a liberdade.<br />Tradução de António Ramos Rosa<br />
  23. 23. Bibliografia<br />www.google.pt<br />www.triplov.com/2bienal_poesia/maria_do_sameiro/palavra_aprisionada.htm<br />
  24. 24. Escola SECUNDÁRIA/3 DE Porto de Mós <br />Língua Portuguesa<br />Bulgária<br />Peyo Yávorov<br />Feliz é…<br />Manuel<br />8ºC<br />
  25. 25. Bulgária<br />
  26. 26.
  27. 27. Peyo Yávorov<br /><ul><li> Foi um poeta búlgaro simbolista. Ele foi considerado como sendo um dos melhores talentos poéticos da Bulgária.
  28. 28. A maioria dos seus poemas são românticos, e dedicou-os a duas mulheres da sua vida - Mina Todorova e Lora Karavelova. Mina morreu de tuberculose.
  29. 29. Mais tarde conheceu Lora, mas em 1912 Lora disparou sobre si própria e Yavorov tentou cometer o suicídio, ficando cego.
  30. 30. Suícidou-se no Outono de 1914, quando tinha 36 anos de idade.</li></li></ul><li>Feliz é…<br />Feliz, feliz é quempode<br />virartranquilamente a cabeça<br />e contemplar o caminhopercorrido,<br />um caminhomesquinho, feliz é, ó Deus!<br />Feliz, feliz é quempode<br />dobrarhabilmente a coluna vertebral<br />a quem um raiometálicoilumina as trevasdavida,<br />um raiometálico, feliz é, ó Deus!<br />Porém, bem-aventurado é aquelequepode<br />nãoencontrarnuncaosfelizes<br />e escutar a língua, a nauseabunda<br />língua dos homens! Perdoa-me, ó Deus!<br />Tradução de – DimíterÁnguelov<br /> in Rosa do Mundo<br />
  31. 31. BIBLIOGRAFIA:<br />in Rosa do Mundo – 2001 Poemaspara o Futuro, Ed. Assírio&Alvim<br />www.granosalis.net/2007/01/bulgaria-peyo-yavorov/<br />
  32. 32. Escola Secundária de Porto de MósCHIPRE - DionysiosSolomósHino à Liberdade<br />&quot;Poesia são pensamentos que respiram, e palavras que queimam.&quot; (Thomas Gray)<br />Patrícia 8ºano, turma:E<br />
  33. 33. Chipre<br />
  34. 34. Informações sobre o país: <br />Nome nativo: Κύπρος e KýprosNome em inglês: CyprusCapital: Nicósia Regime: República Idioma: Grego, Turco, Inglês -&gt;é uma ilha situada no mar Egeu oriental ao sul da Turquia.<br />
  35. 35. Imagens de Chipre…<br />
  36. 36. A vida de DyonísiosSolomós<br />Dionysios,(nascido em 1798).<br /> O seu pai casou-o um dia antes de morrer, e reconheceu-o como filho, nessa altura. <br />
  37. 37. O poeta passou a infância em Zakynthos até 1808, sob a supervisão do seu tutor, na abadia Santo Rossi.<br />
  38. 38. Poema…Hino de Chipre<br />Hino à Liberdade<br />Reconheço-te pelo gume <br />Do teu temível gládio;<br />Reconheço-te por esse rápido olhar<br />Com que fitas o horizonte.<br />Saída das ossadas <br />Sagradas dos Helenos,<br />E pujante da tua antiga bravura,<br />Saúdo-te, saúdo-te, Oh Liberdade. <br />
  39. 39. Bibliografia… <br />http://www.zanteappartamenti.gr/images/solomos.jpg <br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Hino_nacional_do_Chipre<br /> <br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Chipre#Hino_nacional <br />http://en.wikipedia.org/wiki/Dionysios_Solomos<br />
  40. 40. Dinamarca<br />IngerChristensen<br />1935-2009<br />« SE ESTOU… »<br />Elaborado pela turma:<br /> 8ºE<br />
  41. 41. Imagens da Dinamarca<br />
  42. 42. <ul><li>A Dinamarca apenas tem um parque nacional, mas ele é enorme, na Gronelândia.
  43. 43. O Parque Nacional North East Greenland, gerido pelo Ministério do Ambiente e da Natureza da Gronelân-dia, é o maior parque do mundo, com 972 000 km2 (375 000 milhas quadradas).
  44. 44. Localizado no norte da ilha, alberga espécies selvagens típicas do Ártico, como ursos polares, renas e morsas.</li></ul>Parque Natural da Dinamarca<br />
  45. 45. Imagens do Parque Natural da Dinamarca<br />
  46. 46. Animais existentes no parque <br />Morsas da Dinamarca<br />Renas da Dinamarca<br />Ursos Polares da Dinamarca<br />
  47. 47. SE ESTOU…<br />Se estou<br />Sozinha na neve<br />É óbvio<br />Que sou um relógio<br /> <br />De outro modo como poderia<br />A eternidade deslizar<br />Tradução de José Alberto Oliveira<br />inRosa do Mundo- 2001 Poemas para o Futuro, Editora Assírio&Alvim<br /> <br />
  48. 48. Escola Secundária de Porto de Mós<br />Língua Portuguesa<br />2008/2009<br />ESLOVÁQUIA<br />JanKostra<br />«Dava a última camisa por um poema»<br />Professora: Natércia Arqueiro <br />Elaborado por: Adriana 8º C<br />
  49. 49. Eslováquia <br />
  50. 50. JanKostra<br /> (1910 - 1925)<br />
  51. 51. Dava a última camisa por um poema<br />  Dava a última camisa por um poema.<br /> Domingo ao fim da tarde só restam cinzas.Todos. Tudo inteiramente consumido. Tudo, o quê?Segunda, sobrava alguma palavra intacta na lareira?Terçatão comprida como um anoquarta, outra vez a esperançaNão, sem poema não se pode viver!Quinta a memória entra em pânicoA pouca claridade que restava anoiteceutambém na sexta as vagonetas com o meu minérioperdem-se no túnelSábado:trabalho em vão!Domingo tudo recomeça e voltava a dara última camisa por um poema<br />Tradução de Ernesto Sampaio<br />InRosa do Mundo- 2001 Poemas para o futuro<br />
  52. 52. Bibliografia<br />InRosa do Mundo- 2001 Poemas para o futuro, Editora Assírio&Alvim<br />http://antologia.blogs.sapo.pt/98531.html<br />www.google.pt/imagens <br />
  53. 53. Escola Secundária de Porto de Mós<br /> ESLOVÉNIA<br /> Ivan Minatti<br /> «SILÊNCIO»<br />Cátia 8ºC<br />
  54. 54. Republika Slovenija<br />República da Eslovénia<br />
  55. 55. Hino nacional - Zdravjica<br />Capital – Liubliana<br />Área total - 20.273 km²<br />População - 20082.023.358<br />Densidade - 99,6 hab./km² <br />Moeda – Euro € <br />
  56. 56. SILÊNCIO<br />Silêncio<br />de salgueiro<br />sobre um braço de água parada,<br />silêncio<br />de nuvens imóveis,<br />silêncio<br />de caminhos intransitivos.<br /> <br />Solidão<br />de relvas de Outono,<br />solidão<br />de pássaros sobre o pântano,<br />solidão<br />de datas insaciáveis.<br /> <br />Dor<br />de sol ensanguentado,<br />dor<br />de luz na penumbra,<br />dor<br />do não-vivido.<br />Poema<br />Tradução de AleksandarJonanovic<br />inRosa do Mundo- 2001 Poemas para o Futuro, Editora Assírio&Alvim<br />
  57. 57. Sites e livros:<br />WWW.WIKIPEDIA.COM<br />WWW.GOOGLE.PT<br />LIVRO - Rosa do Mundo- 2001 Poemas para o Futuro, Editora Assírio&Alvim<br />
  58. 58. Escola Secundária de Porto de Mós<br />Língua portuguesa<br />ESPANHA<br />Rafael alberti<br />«Se equivocou a pomba»<br />Elaborado por: Fábio 8ºE<br />
  59. 59. Espanha<br />
  60. 60. Curiosidades<br />Na Espanha, os filmes são todos dobrados, e ver os filmes com legendas é uma excepção. Os filmes são vistos dobrados não só na TV, mas também no cinema e na TV por cabo.<br />A famosa paella é a paella valenciana é um prato típico e comum.<br /> Na maioria das regiões de Espanha é costume levar a aliança de casamento no dedo anular da mão direita e não da mão esquerda como em Portugal.<br />
  61. 61. Curiosidades<br />O &quot;Día de Reyes&quot; (Reis Magos, 06 de Janeiro, Feriado Nacional Espanhol) ainda é mais importante que o Natal para as crianças espanholas. Há desfiles pelas cidades com os Reis Magos, vistos por milhares de crianças que esperam ansiosas, pelos seus presentes (ou carvão, para os que se comportaram mal). <br />As crianças esperam que os Reis Magos levem os presentes a casa e então deixam pratos com comida para os reis e água para os camelos, para que possam descansar um pouco depois da longa viagem.<br />O sobrenome paterno (primer apellido) vem antes do materno (segundo apellido), no nome das pessoas. Por exemplo: Cármen García Fernández. García seria o sobrenome paterno e Fernández  o sobrenome materno. Ou seja, o nome de uma pessoa quase sempre possui três partes: nombre + primer apellido + segundo apellido. <br />
  62. 62. Rafael alberti<br />Rafael Alberti (Nasceu em El Puerto de Santa María, em Cádis, na Espanha, a 16 de Dezembro de 1902 –Morreu a 28 de Outubro de 1999). <br />Foi um poeta espanhol, membro da chamada Geração de 27. Foi vencedor, em 1925, do prémio Nacional de Literatura Espanhola com seu primeiro livro, Marinero en la Tierra.<br />
  63. 63. SE Equivocou a pomba<br />Equivocou-se a pomba.<br />Equivocava-se.<br />Por ir ao norte, foi ao sul.<br />Acreditou que o trigo era água.<br />Se equivocava.<br />Acreditou que o mar era o céu;<br />que a noite, a manhã.<br />Se equivocava.<br />Que as estrelas, orvalho;<br />que o calor; a nevada.<br />Se equivocava.<br />Que tua saia era tua blusa;<br />que teu coração, sua casa.<br />Se equivocava.<br />( Ela dormiu na beira<br />tu, no topo de um ramo).<br />(Tradução de Maria Teresa Almeida Pina)<br />
  64. 64. BiBLIografia<br />www.google.pt<br />pt.wikipedia.org<br />http://blogs.utopia.org.br/poesialatina/category/rafael-alberti/<br />
  65. 65. EstóniaJ.W. Jannsen«Minha Pátria, Meu orgulho e alegria»<br />
  66. 66. Algumas imagens<br />
  67. 67. <ul><li> O hino nacional da Estónia tem uma origem comum com o do seu vizinho do norte, a Finlândia.
  68. 68. A melodia de ambos os hinos é idêntica e foi escrita por FrederickPacius, de origem Alemã.
  69. 69. A letra é da autoria de uma figura proeminente do movimento nacionalista Estónio da viragem do século 19, J.W. Jannsen.</li></li></ul><li>O hino nacional da Estónia<br />Minha Pátria, Meu orgulho e alegria<br />Minha terra nativa, minha alegria e deslumbre Tão bela és tu, tão brilhante! Pois em lugar algum do mundo, Lugar igual poderá ser encontrado, Tão bem amado, com sentimento profundo, Meu querido país natal! <br />O meu pequeno berço embalou em solo teu, Cujas bênçãos em cada luta me guiaram. Com o meu último suspiro o meu obrigado a ti, Pois verdadeiro à morte eu serei sempre, Oh digno, mais amado e bom, Meu querido, país meu! <br />Que Deus no Céu te defenda, Minha própria e amada terra! Seja Ele a tua guarda, seja Ele o teu escudo, Para sempre te abençoe, te guarde E proteja em todos os feitos teus, Minha própria, minha querida terra! <br />Tradução de Rodrigo Magalhães<br />
  70. 70. Bibliografia<br />www.google.pthttp://www.embest.pt/por/estonia/estado http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/estonia/hino-nacional-da-estonia.php www.wikipedia.org<br />
  71. 71. FinLÂndia<br />JohanLudvigRuneberg<br />HINO NACIONAL - «Nossa Terra »<br />Trabalho realizado por :Marco 8º D<br />
  72. 72. Finlândia<br />
  73. 73. JohanLudvig Runeberg<br />Johan Ludvig Runeberg (n. 5 de Feve-<br />reiro de 1804 em Jakobstad , † 6 de Maio de 1877) foi um poeta finlandês de língua sueca.<br />A sua obra épica é considerada a mais grandiosa, excluindo os poemas épicos Kalevala. <br />O seu primeiro poema &quot;Nossa Terra&quot; (&quot;Vårt land&quot; em sueco, &quot;Maamme&quot; em finlandês), tornou-se o hino nacional da Finlândia.<br /> O dia 5 de Fevereiro, dia de seu aniversário, é, desde a decada de 20, o dia nacional de hastear a bandeira.<br />
  74. 74. Poema: Nossa Terra<br />Nossa terra, Finlândia, terra de nossos antepassados, <br />Ecoe longe, ó verbo de ouro!<br /> Não há vale ou colina que chegue aos céus<br /> nem lago que chegue à costa lavada pelas ondas <br />que seja mais adorado que nossa terra do Norte, <br />amada terra de antepassados.<br /> Um dia tua flor vai amadurecer,<br />para então desabrochar. <br />E tua esperança e teu gáudio<br /> nosso amor levará às distâncias. <br />E um dia, terra-mãe, tua canção<br />será ainda mais enaltecida.<br />
  75. 75. Bibliografia<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Hino_nacional_da_Finl%C3%A2ndia<br />
  76. 76. Escola Secundária de Porto de Mós<br />Língua Portuguesa <br />Charles Baudelaire<br />“O Vampiro”<br />França<br />Trabalho elaborado por:<br />Carlos 8ºD <br />
  77. 77. França<br />França<br />
  78. 78. Charles Baudelaire<br />Charles Pierre Baudelaire nasceu em Paris a 9 de Abril de 1821 e faleceu em Paris a 31 de Agosto de 1867.<br /> Foi um poeta e teórico da arte e considerado um dos precursores do Simbolismo.<br />A sua obra teórica também influenciou pro-fundamente as artes plásticas do século XIX<br />
  79. 79. “O Vampiro”(tradução de JamilAlmansurHaddad)<br />Tu que, como uma punhalada,<br />Entraste em meu coração triste;<br />Tu que, forte como manada<br />De demónios, louca surgiste,<br />Para no espírito humilhado<br />Encontrar o leito e o ascendente;<br />- Infame a que eu estou atado<br />Tal como o forçado à corrente,<br />Como ao baralho o jogador,<br />Como à garrafa o borrachão,<br />Como os vermes a podridão,<br />- Maldita sejas, como for!<br />Implorei ao punhal veloz<br />Que me concedesse a alforria,<br />Disse após ao veneno atroz<br />Que me amparasse a covardia.<br />Ah! pobre! o veneno e o punhal<br />Disseram-me de ar zombeteiro:<br />“Ninguém te livrará afinal<br />De teu maldito cativeiro.<br />Ah! imbecil – de teu retiro<br />Se te livrássemos um dia,<br />Teu beijo ressuscitaria<br />O cadáver de teu vampiro!”<br />
  80. 80. Fontes de informação: <br />http://6eme.wordpress.com/2007/10/11/o-vampiro-charles-baudelaire/<br />http://images.google.pt/images?sourceid=navclient&hl=pt-BR&rlz=1T4TSEA_pt-BRPT314PT315&q=charles+baudelaire&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wi<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Baudelaire<br />
  81. 81. GréciaOdysséasElýtis«Insónia »<br />Mariana 8ºC<br />
  82. 82. Grécia<br />Localização: Península da Peloponeso<br />Habitantes: 11 milhões <br />Capital: Atenas<br />
  83. 83. OdysséasElýtis<br /><ul><li>Nascido a 2 Novembro de 1911 na ilha de Creta.
  84. 84. Estudou Direito na Universidade de Atenas, mas não se formou.
  85. 85. Seu principal trabalho, escrito durante quatorze anos e publicado em 1959, é AxionEsti .
  86. 86. Faleceu a 18 Março de 1996.</li></li></ul><li>Abro a minha boca e o mar se regozija<br />E leva as minhas palavras a suas escuras grutas<br />E às suas focas pequenas as murmura<br />Nas noites em que choram os tormentos do homem.<br />Abro as minhas veias e enrubram-se os meus sonhos<br />Transformam-se em arcos para os bairros dos meninos<br />E em lençóis para as raparigas que velam<br />Para ouvir às ocultas os prodígios do amor.<br />Aturde-me a madressilva e desço ao meu jardim<br />E enterro os cadáveres dos meus mortos secretos<br />E às estrelas traídas que eram suas<br />Corto o cordão dourado pra caírem no abismo<br />O ferro enferruja e eu castigo o seu século<br />Eu que já experimentei a dor de mil pontas<br />Com violetas e narcisos a nova<br />Faca vou preparar que convém aos Heróis.<br />Desnudo o meu peito e os ventos se desatam<br />E vão varrer as ruínas e as almas destruídas<br />Das espessas nuvens limpam a terra<br />Pra que surjam à luz os Prados encantados.<br />InsóniaTradução de Manuel de Resende<br />
  87. 87. Bibliografia<br />www.google.com<br />www.wikipédia.com<br />http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2005/10/abro-minha-boca-e-o-mar-se-regozija-e.html <br />bibliotecariodebabel.com/.../livro-de-joao-fazenda-e-pedro-brito-editado-em-franca/ -<br />
  88. 88. A Magia da Poesia<br />Holanda<br />JudithHerzberg- «Coragem»<br />
  89. 89. Holanda<br />A Holanda é considerada o país das surpresas, das tulipas, das bicicletas, dos moinhos de ventos, da tolerância e da beleza. <br />As suas principais atracções concentram-se nas maravilhosas paisagens floridas, nos seus inúmeros diques, na sua arquitectura típica, que mistura diferentes estilos e épocas, e no seu povo alegre e elegante.<br />A sede governamental da Holanda é Haia. O porto de Roterdão é um belo atractivo turístico e sua capital, Amesterdão, é deslumbrante e inesquecível.<br />Amesterdão é considerada a Veneza do Norte da Europa por ter 160 canais cobertos por 1281 pontes. As fachadas dos prédios tipicamente holandeses do século XVII podem ser contempladas da margem destes canais que percorrem a cidade ou reflectidas na água. <br />
  90. 90. Conhecer a Holanda<br />
  91. 91. Judith Herzberg<br /> - Nasceu em Amesterdão em 1934. <br /> - Começou a publicar poesia no início dos anos 40. <br /> - É também autora de ensaios, argumentos cinematográficos, peças de teatro e várias traduções.<br /> - Recebeu vários prémios e tem peças traduzidas em alemão, inglês, português, francês e italiano. <br /> - Disse uma vez: “Evito afirmações moralistas nas minhas peças. Tento que o público possa experimentar a mesma confusão que eu, quando observo a realidade.<br />
  92. 92. A noite deixou-me outra vez transtornada<br /> Lentamente a manhã enche-se<br /> De palavras que eu sei de certeza<br /> Que significam alguma coisa, mas o quê?<br /> Que ontem significavam alguma coisa.<br /> <br /> Andar é balançar sobre os pés, <br /> Vejo na rua os seres de sangue quente<br /> Que tiveram também a inexplicável coragem<br /> De se levantarem,<br /> Em vez de ficarem deitados. <br /> <br /> Nunca ninguém tem a certeza de nada,<br /> De ser amado, de ser abandonado<br /> Tudo é possível e tudo é permitido<br /> Tudo sucede em alternância.<br /> <br />Agora lembro-me o que queria dizer: <br /> Enquanto isso não trouxer infelicidade<br /> É uma sensação agradável. Mas no fundo<br /> Somos doces como Turkish Delight <br /> Numa lata cheia de pregos.<br />“Coragem”<br />
  93. 93. Bibliografia <br />www.google.pt<br />http://cesarkiraly.opsblog.org/2008/08/20/judith_herzberg/<br />http://blog.arteviagens.com.br/up/a/ar/blog.arteviagens.com.br/img/HOLANDA___AMSTERD___HOUSES.jpg<br />
  94. 94. ELABORADO POR: JÉSSICA 8ºE<br />
  95. 95. HUNGRIA<br />SandorPetofi<br />Poesia<br />«O Bosque Pássaros tem …»<br />Mariana 8ºC<br />
  96. 96. Hungria<br />
  97. 97. SandorPetofi<br /><ul><li> Iniciou sua carreira literária muito jovem, criando uma poesia revolucionária pelos temas .
  98. 98. Os temas centrais da sua poesia eram o amor e a liberdade.
  99. 99. Morreu em 1849 na Batalha de Segesvár (agora Sighisoara, na Roménia), uma das batalhas da guerra pela independência húngara de 1848 e é reconhecido entre os húngaros como um herói nacional .</li></li></ul><li>Obras<br />Versek, 1844<br />A helység kalapácsa, 1844 <br />Cipruslombok Etelke sírjára, 1845<br />János vitéz, 1845 (poema narrativo)<br />Versek II, 1845<br />Úti jegyzetek, 1845<br />A hóhér kötele, 1846 (romance)<br />Felhők, 1846<br />Versei, 1846<br />Tigris és hiéna, 1847 (novela)<br />Összes költeményei, 1847<br />Bolond Istók, 1847 (poema narrativo)<br />Nemzeti dal (Hino ), 1848<br />Az apostol, 1848<br />
  100. 100. O Bosque Pássaros tem ……<br />O bosque pássaros tem ,<br /> e o jardim flores tem,<br /> e o céu estrelas tem ,<br /> e o rapaz amado tem.<br /> Abre-te, flor, canta, pássaro, <br /> e tu, estrela, cintila ,<br /> e a moça abre- se, canta, brilha ...<br /> Bosque, jardim, céu, rapaz, são felizes. <br />Ai, a flor o viço perde,<br /> estrela cai, pássaro voa ,<br /> mas a moça, essa, fica, <br /> e o rapaz é o mais feliz .<br />InPetofiSandor – Vinte Poemas – Ernesto Rodrigues.<br />
  101. 101. Bibliografia<br />.Wikipédia o poder do conhecimento<br />. Livro - InPetofiSandor – Vinte Poemas – Ernesto Rodrigues.<br />. Imagens do google<br />
  102. 102. Escola Secundária de Porto de Mós<br />O Poeta/Poema<br />Irlanda<br />Poeta: Samuel Beckett<br />Poema:«Instante»<br />Aluna: Mariana 8ºE <br />Disciplina: Português<br />Professora: Natércia Arqueiro<br />
  103. 103. Irlanda<br /> Cultura e curiosidades<br /> Os irlandeses amam a tradição!<br />Comem “colcannon” (uma mistura de couves e puré de batata) no Halloween e vestem qualquer coisa verde no dia de S. Patrício. <br />Sabia que…?<br />
  104. 104. <ul><li>Mas o mais internacionalmente famoso é a música tradicional e a dança irlandesa. </li></ul>A música tradicional pode ser ouvida por todo o país, desde os bares do centro das cidades até aos festivais rurais. <br />bodhrán<br />O “bodhrán”, espécie de pandeireta, é um dos instrumentos mais importantes da música irlandesa, junto com a rabeca e o assobio. <br />assobio<br />rabeca<br />
  105. 105. <ul><li>Os Irlandeses são um povo que gosta de rir. </li></ul>Contar piadas e criticar ironicamente a sociedade faz parte da vida do dia a dia na Irlanda. <br />&quot;Os verdadeiros amigos apunhalam-te pela frente&quot; OscarWilde, escritor  <br />&quot;O meu pai teve uma profunda influência em mim. Ele era um lunático&quot; SpikeMilligan, comediante  <br />&quot;Formei um novo grupo chamado Alcoólicos Unânimes. Se não lhe apetecer uma bebida, telefone a um dos membros, que virá persuadi-lo&quot; RichardHarris, actor  <br />&quot;Se chovesse sopa, os irlandeses iam para a rua com garfos&quot; BrendanBehan, escritor  <br /> Os Irlandeses são excelentes nas piadas curtas, e de comediantes a dramaturgos todos escreveram algumas:  <br />&quot;Sendo irlandês, tenho um permanente sentido de tragédia, o que me sustém durante os períodos de alegria&quot; W B Yeats, poeta<br />&quot;Não faças aos outros como os outros fariam a ti, o gosto deles pode não ser o mesmo&quot; George BernardShaw, dramaturgo<br />
  106. 106. <ul><li>A história irlandesa é rica em mitos e lendas!</li></ul>Desde os contos românticos sobre guerreiros à vida de antigos Santos até à sabedoria das Fadas, e os Mitos Celtas são o coração da Cultura Irlandesa. <br /><ul><li>Alguns dos Contos mais famosos são:
  107. 107. Crianças de Lir, que foram transformadas em cisnes pela madrasta;</li></ul>O Departamento de Folclore Irlandês da Universidade de Dublin tem registos de mais de 100.000 contos, mitos e lendas, a maior colecção do seu género no Mundo.<br /><ul><li>Um dos grandes heróis celtas, FinnMcCool, ganhou sabedoria quando era jovem, ao provar o “salmão da sabedoria”, e que em adulto venceu os Gigantes;</li></li></ul><li>Poeta<br />
  108. 108. Samuel Beckett<br />Samuel BarclayBeckett nasceu a 13 de Abril de 1906 e faleceu a 22 de Dezembro de 1989, em Paris. <br />Foi um escritor, um dramaturgo e um poeta irlandês. Beckett foi premiado com o prémio Nobel de Literatura em 1969.<br />
  109. 109. Poema<br />
  110. 110. Instante<br />Que faria eu sem este mundo sem rosto sem questões<br />Quando o ser só dura um instante onde cada instante<br />Se deita sobre o vazio dentro do esquecimento de ter sido<br />Sem esta onda onde por fim<br />Corpo e sombra juntos se dissipam<br />Que faria eu sem este silêncio abismo de murmúrios<br />Arquejando furiosos em direcção ao socorro em direcção ao amor<br />Sem este céu que se eleva<br />Sobre o pó dos seus lastros<br />Que faria eu, eu faria como ontem como hoje<br />Olhando para a minha janela vendo se não serei o único<br />A errar e a mudar distante de toda a vida<br />Preso num espaço marionete<br />Sem voz entre as vozes<br />Que se fecham comigo.<br />
  111. 111. Bibliografia<br /> http://www.discoverireland.com/pt/about-ireland/culture/<br />Sabia que…?<br />O Departamento de Folclore Irlandês da Universidade de Dublin tem registos de mais de 100.000 contos, mitos e lendas, a maior colecção do seu género no Mundo.<br /> http://texto-al.blogspot.com/2009/02/instante-um-poema-de-samuel-beckett.html<br />http://images.google.pt/images?hl=ptPT&um=1&sa=1&q=samuel+beckett&aq=8&o=samuel<br />
  112. 112. Escola Sec./3 Porto de Mós<br />Português<br />Poetas/Poemas da União Europeia- ITÁLIA<br />Francesco Petrarca<br />«Soneto 1»<br />Trabalho elaborado por:<br />Nuno<br />8ºC <br />
  113. 113. Itália<br />Capital: Roma<br />Cidade mais populosa: Roma<br />População: 58.863.156 hab.<br />Moeda: Euro<br />Clima: Mediterrâneo, Alpino e Continental<br />Localização: Itália localiza-se no sul do continente europeu, ocupando quase toda a Península Itálica, mais as ilhas da Sardenha e da Sicília. <br />
  114. 114. Francesco Petrarca<br />Biografia:<br />Francesco Petrarca nasceu em Arezzo (Itália) no dia 20 de Julho de 1304 e faleceu no dia 19 de Julho de 1374. <br />Foi um importante intelectual, poeta e humanista italiano, famoso, principalmente, devido ao seu Romanceiro. <br />É considerado o inventor do soneto, tipo de poema composto de 14 versos. <br />Pesquisador e filólogo, divulgador e escritor, é tido como o &quot;pai do Humanismo&quot;. Mas esse grande latinista deve sua fama principalmente aos seus poemas, redigidos em língua italiana.<br />
  115. 115. Bibliografia/Obras:<br />Petrarca é conhecido pela sua poesia italiana: principalmente o Canzoniere e o Trionfi (&quot;Triunfos&quot;). <br />Entre eles estão: Secretum (&quot;Meu Livro Secreto&quot;), um diálogo imaginário, intensamente pessoal e cheio de culpa com Augustine of Hippo; <br />De Viris Illustribus (&quot;Sobre os Homens Famosos&quot;), uma série de biografias morais; Rerum Memorandarum Libri, um tratado incompleto sobre as virtudes cardeais; <br />De Otio Religiosorum (&quot;Sobre o Lazer Religioso&quot;) e De Vita Solitaria (&quot;Sobre a Vida Solitária&quot;), que elogia a vida contemplativa; <br />De Remediis Utriusque Fortunae (&quot;Remédios para os trancos e barrancos&quot;), um livro de auto-ajuda que permaneceu popular por muitos anos; <br />Itinerarium (&quot;O Guia de Petrarca para a Terra Santa&quot;), um ancestral distante dos guia de viagem; um número de críticas violentas contra seus oponentes tais como médicos, escolásticos e os franceses; <br />O Carmen Bucolicum, uma colecção de doze poemas pastorais; e o épico incompleto África. Petrarca também publicou muitos volumes de suas cartas, incluindo algumas para alguns já mortos como Cícero e Virgílio. Infelizmente, muitos dos seus escritos em Latim são difíceis de serem encontrados hoje. É difícil identificar datas precisas para seus escritos porque ele os revisou constantemente durante sua vida.<br />
  116. 116. Poema de Francesco Petrarca:<br />Soneto 1<br />Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,Nos meus juvenis e suspirosos dias, Com que eu nutria outrora o coração Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;<br />Se conheceis do amor a reflexãoEntre fugidias esperanças e o pranto em vão,Piedade espero achar, mais que perdão,Para as dores das minhas fantasias. Agora vejo bem que longamenteEm mim falou-se, e ria muita gente, E de mim mesmo, às vezes, me envergonho. E amargo fruto que colhi sonhando,Já sei – me arrependendo e envergonhando -Que a sedução da vida é breve sonho<br />
  117. 117. Bibliografia<br />Para a realização deste trabalho pesquisei no:<br />1. Motor de busca Google (imagens):<br /><ul><li>bandeira da união europeia
  118. 118. bandeira de Itália
  119. 119. Francesco Petrarca</li></ul>2. No sitewww.wikipédia.org:<br /><ul><li>Itália
  120. 120. Francesco Petrarca
  121. 121. http://www.estacio.br/rededeletras/numero8/parlaquetefabene/petrarca_sonetos.asp</li></li></ul><li>Letónia<br />Mat´Marija<br />Trabalho realizado por:<br />Filipe 8º E<br />
  122. 122. Letónia<br />
  123. 123. POEMA<br />Não recordo do testamento nem sequer a horanão fui iniciada na divina torah.Deste-me apenas verão e inverno,céu , rios e montes.Não me ensinaste as orações que secundam as regras e as leis meu coração é um passarinho e cantadiante de ícones que ninguém pintou.O orvalho, a alba e a estrada as pedras, o homem e o animal.Recebe, ó justo e severo a única palavra minha : creio!Tradução de josétolentinomendonçainrosa do mundo- 2001 poemas para o futuro<br />
  124. 124. Bibliografia<br />www.google.comwww.wikipedia.ptinRosa do Mundo- 2001 poemas para o futuro<br />
  125. 125. Hino da Lituânia<br />Vincas Kudirka<br />
  126. 126. Lituânia<br /> Área: 65,318 km ² <br />População: 3.611.000 (estimativa 2001) Densidade: 55 hab / Km ²Forma de governo: Democracia parlamentar Capital: Vilnius (579.000 habitantes). Países vizinhos: Letónia, Rússia , a Polónia e a Bielorrússia <br />Principais rios: Nemunas 937 km (no total, Neris 468 km Principais lagos: KaunoMariosClima: Temperado Língua: Lituano, Russo Letão (oficial), lituano, russo Religião: Luterana, Católica Luterana, Católica Romana <br />
  127. 127. Biografia de Vincas Kudirka<br />Filho de camponeses, depois de concluir os estudos elementares mudou-se para Varsóvia para aceder à universidade, em 1881.<br />A princípio seguiu os cursos de História e Filosofia, mas depois, em 1882, passou para Medicina. Durante os estudos universitários, Kudirka viveu um período tormentoso: foi preso com acusações de subversão por ter copiado uma tradução de O Capital, foi expulso da universidade e readmitido depois. <br />Licenciou-se em 1889. Depois da licenciatura, trabalhou como médico rural em Šakiaie Naumiestis.<br />Kudirka começou a escrever poemas em 1888. Ao mesmo tempo, passou a ser mais activo no movimento nacionalista lituano. <br />Juntamente com outros estudantes lituanos em Varsóvia, fundou a sociedade oculta Lietuva (&quot;Lituânia&quot;). No ano seguinte, a sociedade começou a publicar o jornal clandestino Varpas (&quot;a campanha&quot;), do qual Kudirka foi director e jornalista durante dez anos. O número 6 de Varpas, de Setembro de 1898, publicou o texto de TautiškaGiesmė, que passaria a ser o hino nacional lituano em 1918, com música composta pelo mesmo Kudirka.<br />Kudirka deu um grande impulso à cultura lituana. Escreveu um manual de escrita e um artigo sobre os princípios da versificação, além de publicar uma colecção de canções populares lituanas. Foi um estimado escritor satírico.<br />Morreu de tuberculose em 1899, com pouco mais de quarenta anos<br />
  128. 128. Hino<br />Lituânia, terra de heróis,Tu, nossa pátria que é arte,dos feitos gloriosos de todas as épocastoma de teus filhos o coração.<br />Teus filhos sempre seguirãoa seus heróicos paisem dedicação a seu paíse com boa vontade a outros.<br />O sol de nossas queridas costasbrilha sobre nós eternamente;Deus, os direitos e a verdademantêm nosso caminho iluminado.<br />Possa o amor de nossa terraFazer-nos fortes de coração e de mão.Possa nossa terra sempreestar pacífica e unida.<br />
  129. 129. Bibliografia<br />http://translate.google.pt/translate?hl=pt-PT&sl=it&u=http://it.wikipedia.org/wiki/Lituania_minore&ei=e2EySsL0DqaRjAfu78GFCg&sa=X&oi=translate&resnum=9&ct=result&prev=/search%3Fq%3Dbibliografia%2Bde%2BVincas%2BKudirka%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26start%3D10<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Vincas_Kudirka<br />
  130. 130. Luxemburgo<br />AniseKoltz<br />«Abre-se o Céu»<br />Poetas da União Europeia<br />Trabalho Elaborado por:<br />Ricardo 8º D<br />
  131. 131. Luxemburgo<br />
  132. 132. Anise Koltz<br />Biografia<br /><ul><li> Anise Koltz nasceu no dia 12 de Junho de 1928 no Luxemburgo.
  133. 133. Fundadora e organizadora das Jornadas Literárias de Mondorf, publicou cerca de duas dezenas de livros desde Marchen, seu livro de estreia em 1957.
  134. 134. É membro da Academia Mallarmé, do Pen-Club da Bélgica e do Instituto Grand-Ducal de Artes e Letras.
  135. 135. Galardoada com vários prémios literários, entre os quais se destaca o Grand prix de littérature hors de France (1994) </li></li></ul><li>Poema<br />Abre-se o céusobre mimcomo outro paísAs vacas magrassaídas de um sonho de faraóainda se multiplicampor seteEntre uma fuga e outratenho fomeAo comereu firo o mundo<br />
  136. 136. Bibliografia<br />http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2007/10/abre-se-o-céu-sobre-mim-como-outro-pas.html<br />
  137. 137. MALTA<br />Dum KarmPsaila – 1871-1961<br />«SONHO ABORTADO»<br />
  138. 138. «SONHO ABORTADO»<br />Pergunto-me apreensivo,<br />Tão triste e só, já perdido:<br />Por que deixei à deriva<br />O barco da nossa vida?<br />Tomo sempre o rumo torto,<br />Confesso me envergonhado,<br />E não atinjo um bom porto<br />Seja qual for o lado.<br />A juventude é fogosa,<br />Não teme qualquer corrida<br />E, sonhando ser ditosa<br />Leva sonhos à partida<br />Se o sonho não tem raiz,<br />Torna-se lenha queimada<br />E, na rescaldo infeliz,<br />Traz decepções à chegada.<br />
  139. 139. PolóniaJanKochanowski«A Tília» Polónia<br />Realizado no âmbito da disciplina de Português<br />Elaborado por:<br />Miguel 8ºE<br />
  140. 140. Imagens da Polónia<br />
  141. 141.
  142. 142. Biografia<br />JanKochanowski (Sycyna, 1530 - Lublin, 22 de Agosto de 1584) foi um poetarenascentista polaco que esta-beleceu padrões poéticos que se tor-nariam parte integrante da literatura de língua polaca. <br /> Ele é geralmente considerado o maior poeta polaco do período anterior ao século XIX.<br />
  143. 143. Poema<br />A Tília <br /> Peregrino, senta debaixo da ramagem, Descansa; eu prometo – sequer o sol selvagem Aqui pode avançar. Porém os raios justos Deverão as sombras aquietar nos arbustos. Aqui sempre sopram brisas frescas do campo, Rouxinóis e negras aves cantam seu canto. Abelhas obreiras recolhem mel das flores Perfumadas para brindar as mesas nobres. E a todos os homens meu murmúrio sereno Cobre facilmente de adocicado sono. Maçãs não carrego, mas sou árvore farta Das Hespérides no jardim, meu amo exorta.<br />JanKochanowski. Trad. AleksandarJovanovicIn Rosa do Mundo – 2001 Poemas para o Futuro<br />
  144. 144. Bibliografia<br /><ul><li>www.google.pt
  145. 145. clo-carpediem.blogspot.com
  146. 146. pt.wikipedia.org
  147. 147. Rosa do Mundo – 2001 Poemas para o Futuro </li></li></ul><li>Portugal<br />Florbela Espanca<br />Elaborado por: 8ºE <br />
  148. 148. Florbela Espanca<br />Flor d&apos;Alma da Conceição Espanca, nasceu em Vila Viçosa, a 8 de Dezembro de 1894, sendo baptizada, com o nome de Flor Bela Lobo, a 20 de Junho do ano seguinte, como filha de Antónia da Conceição Lobo e de pai incógnito. <br /> É em Vila Viçosa que se desenrola a sua infância. Em Outubro de 1899, Florbela começa a frequentar o ensino pré-primário, passando a assinar Flor d&apos;Alma da Conceição Espanca (algumas vezes, opta por Flor, e outras, por Bela). <br />Em 1908, Antónia Lobo, a mãe de Florbela morre vítima de neurose, após o que a família se desloca para Évora, para Florbela prosseguir os seus estudos no Liceu André Gouveia, com o chamado Curso Geral do Liceu.<br /> Entretanto, em 1911, começa a namorar com Alberto Moutinho, mas acaba por se afastar deste, em virtude de uma nova paixão por José Marques, futuro director da Torre do Tombo. <br /> Após romper com este, no ano seguinte, Florbela reata o namoro com Alberto Moutinho e, a 8 de Dezembro, uma vez emancipada, casa com ele, pelo civil, aos 19 anos. <br />Em 1914 numa festa do colégio, Florbela recita, pela primeira vez, versos seus em público. É no ano seguinte que Florbela inicia o seu caderno «Trocando Olhares», que completa ao longo de cerca de um ano e meio. Em 1916, a revista «Modas e Bordados» publica o soneto «Crisântemos».<br />
  149. 149. Portugal<br />Portugal, oficialmente República Portuguesa, é um país localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte. <br /> Possui uma área total de 92.391 km², e é a nação mais ocidental do continente europeu. <br /> Durante os séculos XV e XVI, Portugal foi uma potência mundial económica, social e cultural, constituindo-se o primeiro e o mais duradouro império colonial de amplitude global.<br /> É membro das Nações Unidas e da União Europeia (na altura da sua adesão em 1986, CEE), e membro - fundador da NATO, da OCDE, da Zona Euro (da União Europeia) e da CPLP. <br /> Participa em diversas missões de manutenção de paz das Nações Unidas. Portugal é também um Estado-Membro do Espaço Schengen.<br />
  150. 150. Poema: Eu<br />Eu sou a que no mundo anda perdida,Eu sou a que na vida não tem norte,Sou a irmã do Sonho, e desta sorteSou a crucificada... a dolorida...Sombra de névoa ténue e esvaecida,E que o destino, amargo, triste e forte,Impele brutalmente para a morte!Alma de luto sempre incompreendida!Sou aquela que passa e ninguém vê...Sou a que chamam triste sem o ser...Sou a que chora sem saber porquê...Sou talvez a visão que Alguém sonhou,Alguém que veio ao mundo pra me verE que nunca na vida me encontrou! <br />
  151. 151. Bibliografia<br />Poema: http://marciaapinheiro.tripod.com/eu.htm<br />País: http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal<br />Biografia:http://www.jgaraujo.com.br/forum/viewtopic.php?t=9&sid=1778e32239fb3cb2cf77cc86be39a735<br />
  152. 152. Poema<br />(de um país da U.E.) <br />Reino Unido<br />William Shakespeare<br />Soneto nº8<br /> Elaborado por: Eugeniu 8ºC<br />
  153. 153. Reino Unido<br />Capital: Londres Língua oficial: inglês <br /> Entrada na EU: 1 de Janeiro de 1973 <br />Área: Total 244.820 km (79º)  - Água (%) 1,34<br />População: Estimativa de 2007 - 60.975.000 hab. <br />Censo 2001- Densidade 246hab./km <br />Cód. ISSO: GBR Cód. Internet: ukCód. Telef:+44<br />
  154. 154. William Shakespeare<br /><ul><li>William Shakespeare (Stratford-upon-Avon, 23 de Abril de 1564 - 23 de Abril de 1616) foi um dramaturgo e poeta inglês.
  155. 155. Podemos ler deste escritor: 38 peças teatrais; 154 sonetos; dois poemas de narrativa longa; várias outras poesias.
  156. 156. Entre as peças de Shakespeare mais famosas e aclamadas pela crítica estão Romeu e Julieta, Rei Lear, Macbeth, Sonho de uma Noite de Verão, A Megera Domada, Hamlet, Júlio César, Otelo, A Tempestade, Noite de Reis, O Mercador de Veneza e Ricardo III.</li></li></ul><li>Soneto nº8<br />És música e a música ouves triste?Doçura atrai doçura e alegria:Porque amas o que a teu prazer resiste,Ou tens prazer só na melancolia?<br />Se a concórdia dos sons bem afinados,Por casados, ofende o teu ouvido,São-te branda censura, em ti calcados,Porque de ti deviam ter nascido.<br />Vê que uma corda a outra casa bemE ambas se fazem mútuo ordenamento,Como marido e filho e feliz mãe<br />Que, todos num, cantam de encantamento:É canção sem palavras, vária e emUníssono:”só não serás ninguém”.<br />
  157. 157. Sites de onde foram tiradas as informações<br /><ul><li>www.google.pt
  158. 158. www.wikipedia.com</li></li></ul><li>Escola Secundária de Porto de MósREPÚBLICA CHECA<br />VladimirHolan<br />1905-1980<br />“A Louca”<br />
  159. 159. República checa<br />
  160. 160. A Louca<br />Até deus tem um ofício, nós é que não sabemos qual,diz a louca.É preciso colocar um pedaço de Dezembro sobre este onde não nevou, diz a louca.Sim, eu estou a perder a vista, mas não me venham falar de letras grandes e pequenas,eu vejo bem, tenho uma voz grossa,diz a louca.Não penses que me ponho a rir apenas porque tenho uns belos dentes… Trata-se de uma visão vocal,diz a louca.Os cabelos sobre as costas da noite e a ira de uma concha desvendarão a fineza das circunvoluções cerebrais da noz,diz a louca.<br />
  161. 161. Olha, todo este espaço preenchido pela ausência lúbrica de um ladrão de cemitérios! Eu forço o destino docemente,diz a louca.Agora é que descobri que aquela minha amiga me traiu apesar de calçar de vez em quando os meus chapéus,diz a louca.A camisa d forças não passa de um vestido de noiva para o registo e outro para a igreja,diz a louca.Porque é que me puseram estes óculos escuros? Sem eles vejo muito bemos impulsos cósmicos do cubismo!Eu sou instruída!, diz a louca…E teria dito por certo muito mais se me tivessem dado uma pedra para me sentarem vez de um momento de atenção,diz esta louca…<br /> <br />Tradução do francês por José Fanha. Revisto por Jorge Listopad<br />http://queridasbibliotecas.blogspot.com/2008_10_01_archive.html<br />Recolha do poema de Oleksandr 8ºC<br />
  162. 162. Escola Secundária de Porto de Mós<br />Poema da União Europeia…<br />Roménia<br />MihaiEminescu<br />Tão delicada …<br />Realizado por :<br />Daniela 8ºD <br />
  163. 163. Roménia<br />Ano de adesão à União Europeia: 2007<br />Sistema político: República<br />Capital: Bucareste<br />Superfície total: 237 500 km²<br />População: 21,5 milhões de habitantes<br />Moeda: leu <br />
  164. 164. Mihai Eminescu<br />Nome : Mihail Eminescu<br />Nascimento : Botoşani, 15 de Janeiro de 1850<br />Falecimento :Bucareste, 15 de Junho de 1889<br />Ocupação : Poeta Nacional da Roménia e da República da Moldávia<br />
  165. 165. Tão delicada …<br />Tão delicada, és semelhanteÀ alva flor da cerejeira.E como um anjo entre os mortaisSurges da minha vida à beira.<br />Nem bem tu tocas o tapete,A seda soa ao teu pisarE da cabeça até os pésPairas num sonho, a flutuar.<br />Das dobras longas do vestido,Como do mármore, ressais,Presa a minh’alma aos olhos teusCheios de lágrimas e ais.<br />Ó sonho meu feliz de amor,Noiva suave, de outras lendas,Não me sorrias! Se sorriresTua doçura me desvendas.Podes, no encanto da tua noite,Deixar-me os olhos sempre baçosE com o murmúrio de tua bocaNo frio enredo dos teus braços.<br />Súbito, passa um pensamentoNo véu do teu ardente olhar:É a renúncia penumbrosa,Sombra de doce suspirar.Te vais e eu bem compreendiNão mais deter o passo teu;Perdida, sempre, para mim,Noiva imortal no peito meu!Pois ter-te visto é culpa minha,Da qual jamais terei perdão;Expiarei sonho de luzA mão direita erguendo, em vão.Ressurgirás como uma auraDa eterna virgem, de Maria,Em tua fronte uma coroa...Aonde tu vais? Voltas um dia?<br />Tradução : Luciano Maia<br /> <br />
  166. 166. Bibliografia<br /><ul><li>http://europa.eu/abc/european_countries/others/moldova/index_pt.htm
  167. 167. http://wapedia.mobi/pt/Mihai_Eminescu
  168. 168. http://www.revista.agulha.nom.br/eminescu1.html#tao</li></li></ul><li>Escola s/3 de Porto de Mós<br />Disciplina: Língua Portuguesa <br />Prof: Natércia Arqueiro<br />João 8ºE <br />Suécia Maria Wine«A mulher submerge-se no banho»<br />
  169. 169. Suécia<br />
  170. 170. Biografia de Maria Wine<br /> Nasceu em Copenhaga, a 8<br /> de Julho de 1912, e morreu <br />no dia 22 de Junho de 2003. <br />Maria Wine foi uma conhe-<br />cida poetisa sueca.<br />Na verdade chamava-se Karla Lundkvist ,mas era conhecida como Maria Wine . Toda a sua infância foi passada num orfanato.<br />Ela tinha várias colecções de poemas e romances publicados, entre eles &quot;vinden ur m? Rkret&quot; (1943), &quot;Feberf? Tter&quot; (1947) e &quot;Minnena vaknar&quot; (Despertar memórias) de 1994, sobre a sua vida com o famoso autor / poeta Artur LUNDKVIST, quem casou em 1936. <br />
  171. 171. Poema de Maria Wine<br />A mulher submerge-se no banho<br />com a mesma doce espera<br />com que se aproxima do leito do amante<br />e se deixa fundir lentamente<br />na água tépida suave<br />Água de carícia envolvente<br />que eleva os seios<br />e os balanceia<br />pontas que despertam as suas bocas vermelhas<br />mãos que se abrem como estrelas do mar<br />e navegam pensativas de um lado para o outro<br />e roçam de vez em quando as curvas do corpo<br />A cabeça é um nenúfar que se move<br />sobre a superfície da água<br />e na esperança dos olhos<br />crescem sonhos luminosos<br />que nenhum amante<br />poderá jamais cumprir.<br />

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