A influência da conduta dos funcionários da escola

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A influência da conduta dos funcionários da escola

  1. 1. Ana Cristina Martins Rossi Eduardo Rumberfish Lucilene Cavalcante Vieira LinsMonica Tereza Ciarma Domingues Ramos Roberta de Carlo Smith Sandra Maria Fodra Vailda da Silva Quaresma Fernandes Tutora- Silvia Carla Conceição
  2. 2. INTRODUÇÃOESTE TRABALHO VISA APRESENTAR ESTUDO RELATIVO ÀINFLUÊNCIA DA CONDUTA DOS FUNCIONÁRIOS DAESCOLA SOBRE O COMPORTAMENTO DOSALUNOS, TANTO POSITIVAMENTE QUANTONEGATIVAMENTE. A CRIANÇA RECEBE INFLUÊNCIAS DO MEIO FAMILIAR ESOCIAL QUE INTERFEREM NO SEU DESENVOLVIMENTOE COMPORTAMENTO. ACREDITA-SE QUE AS VIVÊNCIASDO AMBIENTE ESCOLAR SEJA REFLEXO DO QUE OCORREFORA DOS MUROS DA ESCOLA.
  3. 3. JUSTIFICATIVAO AMBIENTE ESCOLAR É UM ESPAÇO RICO PARA QUETODOS OS ENVOLVIDOS CONSTRUAM SEUS PRINCÍPIOS EVALORES.CONSIDERANDO-SE QUE TAIS VALORES SÃO ELABORADOSDE ACORDO COM A RELAÇÃO DO HOMEM COM OMUNDO, E QUE ESTES PODEM SER APRIMORADOS NOAMBIENTE ESCOLAR POR MEIO DAS AÇÕES DE SEUSCOMPONENTES, TORNA-SE NECESSÁRIA UMA REFLEXÃOE ANÁLISE DA CONDUTA DOS ENVOLVIDOS NO CONTEXTOESCOLAR.
  4. 4. METODOLOGIA COM A FINALIDADE DE MELHOR CONHECER A REALIDADE E AS VARIÁVEIS DO PROBLEMA DESTA PESQUISA, REALIZAMOS UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA, COM ALUNOS DAS ATUAIS 6º E 7º ANOS, DO ENSINO FUNDAMENTAL II. UTILIZAMOS UM QUESTIONÁRIO CONTENDO PERGUNTAS QUE FAVORECERAM A ABORDAGEM QUALITATIVA DESSA PESQUISA. A FUNDAMENTAÇÃO, BASEADA EM PESQUISA DE REVISÃO BIBLIOGRÁFICA, COM BASE EM AUTORES DA ÁREA DE EDUCAÇÃO E PSICOLOGIA, NORTEOU A ANÁLISE DOS DADOS OBTIDOS. AS PERGUNTAS FORAM FEITAS AOS ALUNOS DA ESCOLA, QUE PUDERAM FALAR SOBRE PROFESSORES, GESTORES E DEMAIS FUNCIONÁRIOS, OU CITAR EXEMPLOS DE OUTROS, DESDE QUE REFLETISSEM AÇÕES, CONDUTAS OU COMPORTAMENTOS QUE JULGAM TER ALGUMA INFLUÊNCIA POSITIVA OU NEGATIVA SOBRE O PRÓPRIO COMPORTAMENTO OU DOS COLEGAS.
  5. 5. O JUÍZO MORAL DA CRIANÇA A CRIANÇA NASCE NUM ESTADO DE ANOMIA, SENDONECESSÁRIO EVOLUIR PARA A FASE DE HETERONOMIA E,POR FIM, CHEGAR À AUTONOMIA.SEGUNDO PIAGET, A CRIANÇA PASSA DA FASE DE ANOMIAPARA HETERONOMIA ATRAVÉS DA RELAÇÃO DE COAÇÃO EDEPOIS POR RELAÇÃO DE RESPEITO.PARA RESPEITAR, É PRECISO HAVER UM MÍNIMO DEAFETIVIDADE PARA COM OUTRA PESSOA. NO CASO DAESCOLA, ELA PRECISA GOSTAR DAS PESSOAS, EDESENVOLVER VÍNCULOS QUE A FAÇAM QUERER RESPEITÁ-LAS. PARA TANTO, CONDIÇÕES DE RESPEITO MÚTUO SETORNAM FUNDAMENTAIS TANTO NA FAMÍLIA QUANTO NAESCOLA.
  6. 6. CONCLUSÃONOSSO ESTUDO MOSTROU QUE OS ALUNOSPESQUISADOS GOSTAM DE INTERAGIR COM PESSOASCALMAS E ATENCIOSAS, O QUE CONTRAPÕEM AOMODO COMO VÊEM OS FUNCIONÁRIOS, 53% DOSALUNOS CONSIDERAM O TRATAMENTO RÍGIDO EFRIO. ELES VALORIZAM AS TROCAS AFETIVAS NOAMBIENTE ESCOLAR, QUESITO FUNDAMENTAL PARAA CONSTRUÇÃO DE VALORES MORAIS (ARAÚJO, 2003).PORTANTO, CONCLUÍMOS QUE OS EDUCADORESCONTRIBUEM NA FORMAÇÃO DE VALORES QUEPODEM PAUTAR A CONDUTA E COMPORTAMENTODOS ALUNOS.
  7. 7. CONCLUSÃO NO COTIDIANO ESCOLAR, NOTA-SE QUE O ALUNO TEM PERCEPÇÃO QUANTO AO COMPROMISSO DOS FUNCIONÁRIOS, POR ISSO NÃO BASTA INFORMAR SOBRE AS REGRAS EXISTENTES, MAS DEMONSTRAR QUE AS REGRAS EXISTEM PARA SEREM CUMPRIDAS, INCLUSIVE POR ELES PRÓPRIOS. O ALUNO PRECISA COMPREENDER A RAZÃO E IMPORTÂNCIA DE SE RESPEITAR O DIREITO DOS OUTROS, SENDO O EXEMPLO A FORÇA MOTRIZ DESSE PROCESSO.
  8. 8. CONCLUSÃO AS RELAÇÕES HARMONIOSAS E AFETIVAS NO CONTEXTO ESCOLAR AJUDAM NO APRENDIZADO EMOCIONAL E RESOLUÇÃO DE CONFLITOS DOS ALUNOS, PREPARANDO-OS PARA SUA INSERÇÃO SOCIAL DE FORMA MAIS HUMANIZADA E EQUILIBRADA.
  9. 9. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS Araújo, U.F. (2002) “As assembleias escolares e o processo de democratização de uma escola pública de ensino fundamental.” Trabalho apresentado no XI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino, Goiânia, Maio. ________. (2011) USP/UNIVESP. Vídeo-aula nº 11 - ”Educação e Valores” do Curso Ética, valores e Cidadania na Escola”. Módulo 1 – Educação e construção de valores. ________. (2001) “O Ambiente Escolar Cooperativo e a Construção do Juízo Moral Infantil: Sete Anos De Estudo Longitudinal.” Artigo publicado na Revista Online Biblioteca Prof. Joel Martins, Campinas. ________. (2001) “O Ambiente Escolar Cooperativo e a Construção do Juízo Moral Infantil: sete anos de estudo longitudinal.” Artigo. Rev. Online Bibl. Prof. Joel Martins, Campinas, SP, v.2,n.2, p. 1-12, fevereiro. ________. (2009) “O juízo moral da criança”. Videoaula proferida para o Curso de Valores, Ética e Saúde na Escola. ARIÈS, P. (1981) “História social da criança e da família”. 2ª ed. Traduzido por Dora Flaksman. Rio de Janeiro: Guanabara. ARISTÓTELES. 1973) “Ética a Nicômaco”. Trad. de Leonel Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W. D. Rosá. Col. Os pensadores. São Paulo: Editora Abril Cultural. BARDIN, L. (2002) “Análise de conteúdo”. Trad. Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70.
  10. 10. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, art. 227, p. 130- 131. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ constituicao/constitui%C3%A7ao.htm. Acesso em 10.11.2011. ECA - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – ECA (2000) - Lei Federal nº 8.069, Imprensa Oficial, CONDECA. LÜCK, H. (2010). Concepções e processos democráticos de gestão educacional. 6. Ed. – Petrópolis, RJ: Vozes. Série: Cadernos de Gestão. MENEZES, L.C. de. (2000). “Projeto Pedagógico - Rever o quê, mudar por quê”. Artigo da Revista Acesso: revista de educação e informática n. 14. São Paulo: FDE, dez.embro, p. 29-34. PIAGET, J. (1994) “O juízo moral na criança.” São Paulo: Sumus. PUIG, J. M. (1998) “A construção da personalidade moral”. São Paulo: Ática. Série Fundamentos.. _____, J.M. (1998) “A construção da personalidade moral”. São Paulo: Ática. WALLON, H. “As origens do caráter na criança”. Os prelúdios do sentimento de personalidade. Tradução de Pedro da Silva Dantas. São Paulo: Difusão Européia do Livro.

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