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PONTE DONA MARIA
I N F E L I Z M E N T E , D E P O I S D A C O N S T R U Ç Ã O D A N O VA P O N T E
F E R R OV I Á R I A D E S . J O Ã O ( 1 9 9 1 ) , A V E L H A P O N T E D. M A R I A P I A
F O I A BA N D O N A DA E E N T R E GU E AO E S QU E C I M E NT O P E LA
AUTARQUIA             DO     PORTO         L I D E R A DA     POR      RUI   R I O.    OS
P O R T U G U E S E S I G N O R A M O S E U PAT R I M Ó N I O H I S T Ó R I C O E , N O
D OM ÍN IO DA A RQU IT E TUR A , C O M E XCE Ç Ã O DA OB R A D E J OS É -
AU GU S T O F RA N Ç A , N Ã O T E M O S UM V ER DA D E I RO H I S T O R I A D O R
E      ESTETA          DA     ARQUITETURA,               SOBRETUDO          DA      BELA
A R Q U I T E T U R A D A “ C I D A D E I N V I C T A” .
 Felizmente, os historiadores estrangeiros mais célebres ajudam a resgatar o
património arquitetónico português. Nikolaus Pevsner imortalizou a Ponte D.
Maria Pia e o seu famoso arco de ferro, colocando-a ao lado das maiores obras
mundiais da arquitetura em ferro - a arte dos engenheiros - que suplantou a
Art Nouveau: a Torre Eiffel (1889), o Viaduto Garabit (Eiffel, 1880-84), a
Estátua da Liberdade (1884-86), a Ponte de Brooklyn ou a Ponte Firth of
Forth. Aliás, nas suas obras de história da arquitetura, a Ponte D. Maria Pia é a
única ponte portuguesa mencionada e com direito a imagem.
 Até mesmo a Ponte D. Luís I, outra bela obra da arquitetura em ferro do
Porto, foi esquecida por este historiador da arquitetura. Pevsner atribui o
projeto da Ponte D. Maria Pia a Gustave Eiffel, mas ela foi projetada pelo
engenheiro Théophile Seyrig, e construída em tempo recorde entre 5 de
Janeiro de 1876 e 4 de novembro de 1887 pela empresa Eiffel Constructions
Métalliques.
MUSEU SOARES DOS
      REIS
O M U S E U N A C I O N A L S O A R E S D O S R E I S , E S T Á I N S TA L A D O
N O PA L Á C I O D O S C A R R A N C A S , N O P O R T O . O C H A M A D O
MUSEU PORTUENSE FOI CRIADO, EM 1833, POR D. PEDRO
I V E I N S TA L A D O N O E D I F Í C I O D O C O N V E N T O D E S A N T O
A N T Ó N I O D A C I D A D E A T UA L E D I F Í C I O D A B I B L I O T E C A
P Ú B L I C A M U N I C I PA L D O P O R T O , E M S A N T O I L D E F O N S O .
EM 1911 O MUSEU GANHA NOME DE SOARES DOS REIS EM
H O M E N A G E M A O E S C U L T O R D O P O R T O . G R A N D E PA R T E D O
E S P Ó L I O D O E S C U L T O R FA Z PA R T E DA C O L E Ç Ã O D O
M U S E U, S E N D O TA L V E Z A O B R A M A I S E M B L E M Á T I C A A
BELA ESCULTURA EM MÁRMORE DE NOME O DESTERRADO.
 Em 1940, o estado compra à misericórdia o Palácio dos Carrancas
para o qual muito contribuiu o empenho do seu diretor, Vasco Valente.
Depois das obras de adaptação do novo edifício, da autoria do
engenheiro Fernandes Sá, o museu foi inaugurado em 1942.



 À época, as alterações mais notáveis consistiram na transformação
das oficinas da antiga fábrica em galeria com iluminação zenital,
destinada à pintura. Assim como, a criação de outra galeria, desta feita
de escultura, para alojar a obra de Soares dos Reis. Durante a década de
1940, o Museu é enriquecido com as coleções do Museu Municipal.
 De museu clássico, de Belas-Artes, passa a museu misto,
incorporando as chamadas artes decorativas que assentam bem a
um Porto industrial. Sob a direção do escultor Salvador Barata Feyo,
na década de 50, o Museu adquire obras de Pintura e Escultura a
jovens artistas. Em 1992, na sequência da criação do Instituto
Português de Museus, o Museu Nacional Soares dos Reis inicia um
projeto de remodelação e expansão, da autoria do arquiteto
Fernando Távora concluído em 2001.
TRABALHO REALIZADO POR:
     DANIEL COSTA
     PEDRO COSTA
     TOMÁS COSTA
    NUNO MARQUES
      TURMA – 5ºA
TORRE DOS CLÉRIGOS

Esta torre foi construída entre 1754 e 1763 na cidade do Porto.
Esta torre foi mandada construir por D. Jerónimo de Távora Noronha Leme e
Sarneche em nome da Irmandade dos Clérigos pobres.
O projeto da torre foi feito por Nicolau Nasoni.

  Pesquisa efetuada por:
  Luís Filipe Silva Pacheco nº15 5ºB

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  • 2. I N F E L I Z M E N T E , D E P O I S D A C O N S T R U Ç Ã O D A N O VA P O N T E F E R R OV I Á R I A D E S . J O Ã O ( 1 9 9 1 ) , A V E L H A P O N T E D. M A R I A P I A F O I A BA N D O N A DA E E N T R E GU E AO E S QU E C I M E NT O P E LA AUTARQUIA DO PORTO L I D E R A DA POR RUI R I O. OS P O R T U G U E S E S I G N O R A M O S E U PAT R I M Ó N I O H I S T Ó R I C O E , N O D OM ÍN IO DA A RQU IT E TUR A , C O M E XCE Ç Ã O DA OB R A D E J OS É - AU GU S T O F RA N Ç A , N Ã O T E M O S UM V ER DA D E I RO H I S T O R I A D O R E ESTETA DA ARQUITETURA, SOBRETUDO DA BELA A R Q U I T E T U R A D A “ C I D A D E I N V I C T A” .
  • 3.  Felizmente, os historiadores estrangeiros mais célebres ajudam a resgatar o património arquitetónico português. Nikolaus Pevsner imortalizou a Ponte D. Maria Pia e o seu famoso arco de ferro, colocando-a ao lado das maiores obras mundiais da arquitetura em ferro - a arte dos engenheiros - que suplantou a Art Nouveau: a Torre Eiffel (1889), o Viaduto Garabit (Eiffel, 1880-84), a Estátua da Liberdade (1884-86), a Ponte de Brooklyn ou a Ponte Firth of Forth. Aliás, nas suas obras de história da arquitetura, a Ponte D. Maria Pia é a única ponte portuguesa mencionada e com direito a imagem.  Até mesmo a Ponte D. Luís I, outra bela obra da arquitetura em ferro do Porto, foi esquecida por este historiador da arquitetura. Pevsner atribui o projeto da Ponte D. Maria Pia a Gustave Eiffel, mas ela foi projetada pelo engenheiro Théophile Seyrig, e construída em tempo recorde entre 5 de Janeiro de 1876 e 4 de novembro de 1887 pela empresa Eiffel Constructions Métalliques.
  • 5. O M U S E U N A C I O N A L S O A R E S D O S R E I S , E S T Á I N S TA L A D O N O PA L Á C I O D O S C A R R A N C A S , N O P O R T O . O C H A M A D O MUSEU PORTUENSE FOI CRIADO, EM 1833, POR D. PEDRO I V E I N S TA L A D O N O E D I F Í C I O D O C O N V E N T O D E S A N T O A N T Ó N I O D A C I D A D E A T UA L E D I F Í C I O D A B I B L I O T E C A P Ú B L I C A M U N I C I PA L D O P O R T O , E M S A N T O I L D E F O N S O . EM 1911 O MUSEU GANHA NOME DE SOARES DOS REIS EM H O M E N A G E M A O E S C U L T O R D O P O R T O . G R A N D E PA R T E D O E S P Ó L I O D O E S C U L T O R FA Z PA R T E DA C O L E Ç Ã O D O M U S E U, S E N D O TA L V E Z A O B R A M A I S E M B L E M Á T I C A A BELA ESCULTURA EM MÁRMORE DE NOME O DESTERRADO.
  • 6.  Em 1940, o estado compra à misericórdia o Palácio dos Carrancas para o qual muito contribuiu o empenho do seu diretor, Vasco Valente. Depois das obras de adaptação do novo edifício, da autoria do engenheiro Fernandes Sá, o museu foi inaugurado em 1942.  À época, as alterações mais notáveis consistiram na transformação das oficinas da antiga fábrica em galeria com iluminação zenital, destinada à pintura. Assim como, a criação de outra galeria, desta feita de escultura, para alojar a obra de Soares dos Reis. Durante a década de 1940, o Museu é enriquecido com as coleções do Museu Municipal.
  • 7.  De museu clássico, de Belas-Artes, passa a museu misto, incorporando as chamadas artes decorativas que assentam bem a um Porto industrial. Sob a direção do escultor Salvador Barata Feyo, na década de 50, o Museu adquire obras de Pintura e Escultura a jovens artistas. Em 1992, na sequência da criação do Instituto Português de Museus, o Museu Nacional Soares dos Reis inicia um projeto de remodelação e expansão, da autoria do arquiteto Fernando Távora concluído em 2001.
  • 8. TRABALHO REALIZADO POR: DANIEL COSTA PEDRO COSTA TOMÁS COSTA NUNO MARQUES TURMA – 5ºA
  • 9. TORRE DOS CLÉRIGOS Esta torre foi construída entre 1754 e 1763 na cidade do Porto. Esta torre foi mandada construir por D. Jerónimo de Távora Noronha Leme e Sarneche em nome da Irmandade dos Clérigos pobres. O projeto da torre foi feito por Nicolau Nasoni. Pesquisa efetuada por: Luís Filipe Silva Pacheco nº15 5ºB