UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
CURSO DE ...
1. INTRODUÇÃO
Doze homens compõem o júri responsável por dar a sentença de um jovem rapaz
acusado de matar o pai. Como era...
2. ANÁLISE SOBRE A ÓTICA DO PROCESSO DECISÓRIO
2.1. PRINCIPAIS GATILHOS
a) A demonstração da manipulação do canivete pelo ...
2.3. OS PRESSUPOSTOS DOS ENVOLVIDOS ANTES E DEPOIS DA TOMADA DE DECISAO
JURADO DECISÃO PRESSUPOSTOS ANTES PRESSUPOSTOS DEPOIS
JURADOJURADO 44
- VOTAR CULPADO
- PARAR DE DISCUTIR SOBRE O
PORQUÊ D...
JURADO DECISÃO PRESSUPOSTOS ANTES PRESSUPOSTOS DEPOIS
JURADOJURADO 88
- VOTAR INOCENTE SOBRE A
CULPABILIDADE DO RÉU,
PARA ...
JURADO DECISÃO PRESSUPOSTOS ANTES PRESSUPOSTOS DEPOIS
JURADOJURADO 1111
- MUDAR DE OPINIÃO
- Se o garoto fosse realmente c...
2.4. AS HABILIDADES DOS ENVOLVIDOS NA TOMADA DE DECISAO
2.4. AS HABILIDADES DOS ENVOLVIDOS NA TOMADA DE DECISAO
JURADO HABILIDADE
JURADOJURADO 11
- CONDUÇÃO DE GRUPO: QUANDO ESTI...
JURADO HABILIDADE
JURADOJURADO 44
- MEDIAÇÃO: QUANDO AGE COMO INTERMEDIÁRIO EM SITUAÇÕES DE CONFLITO E DE CHOQUES DE INTER...
JURADO HABILIDADE
JURADOJURADO 77
- CONSTRUÇÃO TEÓRICA: ELABORA HIPÓTESES SOBRE O FATO E CONSTRÓI TEORIAS NO FORMATO "SE.....
JURADO HABILIDADE
JURADOJURADO 1010
- AUTONOMIA E AUTENTICIDADE: SE EXPRESSA COM PLENA ASSUNÇÃO DE SEUS PRESSUPOSTOS E COM...
JURADO HABILIDADE
JURADOJURADO 1010
- AUTONOMIA E AUTENTICIDADE: SE EXPRESSA COM PLENA ASSUNÇÃO DE SEUS PRESSUPOSTOS E COM...
3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
Fonte: http://www.siamar.com.br/pastavideos/dozehomens.htm
Fonte: http://www.geocities.com/c...
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Análise do filme 12 homens e uma sentença sobre a ótica do processo decisório

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DISCIPLINA: PROCESSO DECISÓRIO TURMA MANHÃ ANÁLISE DO FILME 12 HOMENS E UMA SENTENÇA SOBRE A ÓTICA DO PROCESSO DECISÓRIO ALUNO(A)s:César Augusto do Nascimento Delmas Daniel de Andrade Penaforte Guilherme Gonçalves Carvalho Hector Paulo de Lima Oliveira
  2. 2. 1. INTRODUÇÃO Doze homens compõem o júri responsável por dar a sentença de um jovem rapaz acusado de matar o pai. Como eram muitas e fortes as evidências contra o acusado, para a promotoria, este seria um caso cujo resultado deve ser definido rapidamente. Quando chega o momento de decidir o destino do rapaz, as diversas personalidades dos jurados começam a se manifestar. Todos os detalhes são cuidadosamente revisados. Um único jurado entre os doze se recusa a declarar o réu culpado e, assim, faz do veredicto uma discussão, tentando mostrar aos outros onze que as tais evidências poderiam não ser tão irrefutáveis quanto pareceram de início. Enquanto o jurado 8 tenta convencer os demais jurados, o filme vai revelando a característica de cada um – o estilo e a história de vida, as atividades, as motivações e a influência no grupo – mostrando o que os levou a tentar considerar o garoto como culpado e a desnudar os seus próprios (pre)conceitos. Ao mudar o seu voto, cada um terá evidentemente que rever conceitos e vai querer que sua decisão seja respeitada. Nesse processo, é inevitável que as características da personalidade de cada um comecem a aflorar, surgindo então os conflitos e as emoções que exercem influência no comportamento das pessoas, bem como as variáveis que normalmente permeiam as relações dentro de um grupo altamente diferenciado. O filme mostra a fragilidade estrutural e a complexidade de um grupo constituído de pessoas comuns. Mostra também os fatores críticos envolvidos no processo decisório, evidenciando como as pessoas trazem para o grupo e para a tomada de decisão seus padrões, condicionamentos e história de vida; evidencia as diferenças individuais que levam as pessoas a, na análise de um mesmo fato, visualizarem ângulos e verdades diferentes; e analisa a capacidade e características do processo de negociação.
  3. 3. 2. ANÁLISE SOBRE A ÓTICA DO PROCESSO DECISÓRIO 2.1. PRINCIPAIS GATILHOS a) A demonstração da manipulação do canivete pelo jurado 5; b) A encenação do jurado 8 sobre a possibilidade de a testemunha ter ouvido a briga entre o réu e o seu pai e da janela ver o réu saindo; c) A discussão sobre o fato de o advogado não estar motivado com o caso; d) A discussão sobre a força de expressão do ato de falar que vai matar alguém; e) A investigação do jurado 8 levando o jurado 4 a refletir sobre a possibilidade de o réu poder não lembrar o nome do filme por estar sob tensão emocional; f) O diálogo sobre a possibilidade da faca encontrada não pertencer ao réu; g) A análise sobre a possibilidade de as testemunhas estarem enganadas; h) A tese de que a testemunha pode ter se convencido de testemunhar o fato pela necessidade de ser reconhecida; i) A discussão sobre o testemunho do psiquiatra; 2.2. PROBLEMA CENTRAL 12 homens são convocados para formar o júri de um caso de assassinato, onde um jovem é acusado de apunhalar fatalmente o próprio pai. O problema central está em tomar uma decisão de determinar se o réu é culpado ou inocente respeitando a jurisdição americana indica que só deve-se votar pela culpa do réu caso não haja nenhuma dúvida de sua acusação. Nesse sentido a idéia de responsabilidade – não se desligar antes de a equipe ter tomado uma decisão que todos os seus membros possam apoiar, não importando o quanto seja penoso o processo de chegar até lá – e o principio de "uma pessoa, um voto", onde a opinião de cada membro da equipe tem o mesmo peso na tomada de decisão se mostram presentes.
  4. 4. 2.3. OS PRESSUPOSTOS DOS ENVOLVIDOS ANTES E DEPOIS DA TOMADA DE DECISAO
  5. 5. JURADO DECISÃO PRESSUPOSTOS ANTES PRESSUPOSTOS DEPOIS JURADOJURADO 44 - VOTAR CULPADO - PARAR DE DISCUTIR SOBRE O PORQUÊ DO RÉU MATARIA. - MUDAR DE OPINIÃO QUANTO A PRESENÇA DO RÉU NO CINEMA - As histórias do garoto são esfarrapadas. - Se você faz uma coisa e momentos depois não lembra então você não fez. - Cortiços são viveiros de criminosos. - Discussão sobre o porquê é irrelevante. - No estado de pânico que o réu se encontrava no momento do crime ele pode não ter ouvido o grito da vizinha chamando a policia. - O réu não lembrava do nome do filme porque não esteve no cinema. - O réu pode não lembrar o nome do filme por estar sob tensão emocional. JURADOJURADO 55 - VOTAR CULPADO JURADOJURADO 66 - VOTAR CULPADO - O caso é óbvio. - Se não tem um motivo, não existe um caso. A pessoa precisa de um motivo para matar alguém JURADOJURADO 77 - VOTAR CULPADO - Não há o que conversar. Se a maioria concorda, é verdade. - O histórico de ação do réu o condena.
  6. 6. JURADO DECISÃO PRESSUPOSTOS ANTES PRESSUPOSTOS DEPOIS JURADOJURADO 88 - VOTAR INOCENTE SOBRE A CULPABILIDADE DO RÉU, PARA QUE A DECISÃO NÃO FOSSE TOMADA PRECIPITADAMENTE. - ARTICULAR IDÉIAS E INFORMAÇÕES, FACILITANDO A COMPREENSÃO DOS FATOS POR TODOS. - Incerteza da culpa - É dever do júri conversar e analisar o caso. - “Não acho que dois tapas na cara (o garoto) o levariam a matar”. - “Para mim a violência é um motivo fraco, o garoto já apanhou tanto que a violência já é normal para ele”. - As pessoas (testemunhas) podem se enganar. - “O advogado do garoto não trabalhou direito, ele deixou muitos detalhes escaparem”. - O advogado não acreditava no caso. “Ele teria que acreditar muito no cliente para fazer um bom trabalho”. - A discussão sobre pressupostos é essencial. - O velho ouviu a briga do garoto com o pai mais cedo, e horas depois, na cama, ouviu um corpo cair no chão e a mulher gritar do outro lado da rua. Portanto ele presumiu que foi o garoto. JURADOJURADO 99 - MUDAR DE OPINIÃO - O cara é culpado. - A testemunha pode ter se convencido de testemunhar o fato pela necessidade de ser reconhecida. - Provavelmente o cara é culpado. - É dever do júri conversar e analisar o caso. JURADOJURADO 1010 - VOTAR CULPADO - Se a pessoa convive num ambiente de pobreza não da pra confiar nesse tipo de gente. São mentirosos de nascença. - Pelo testemunho do psiquiatra o réu matou.
  7. 7. JURADO DECISÃO PRESSUPOSTOS ANTES PRESSUPOSTOS DEPOIS JURADOJURADO 1111 - MUDAR DE OPINIÃO - Se o garoto fosse realmente culpado ele não teria voltado após o crime para pegar a faca. - Dizer que alguém é capaz de matar não significa dizer que o faça. Opinião sobre o testemunho do psiquiatra JURADOJURADO 1212
  8. 8. 2.4. AS HABILIDADES DOS ENVOLVIDOS NA TOMADA DE DECISAO
  9. 9. 2.4. AS HABILIDADES DOS ENVOLVIDOS NA TOMADA DE DECISAO JURADO HABILIDADE JURADOJURADO 11 - CONDUÇÃO DE GRUPO: QUANDO ESTIMULA O TRABALHO CONJUNTO NEGOCIANDO PAPÉIS E DISTRIBUINDO TAREFAS. POR EXEMPLO, QUANDO PEDE QUE OS JURADOS RESPEITEM A ORDEM DE FALA. JURADOJURADO 22 JURADOJURADO 33 - AUTONOMIA E AUTENTICIDADE: EM TODAS AS SUAS AÇÕES ORIENTA-SE POR PADRÕES INTERNOS DE EXCELÊNCIA. ENFRENTA SITUAÇÕES COM PLENA ASSUNÇÃO DE SEUS PRESSUPOSTOS E COM GRANDE FRANQUEZA. - AUTO-CONSCIÊNCIA: DEMONSTRA UM POUCO DE HUMILDADE NO MOMENTO EM QUE RECONHECE SEU ERRO DE JULGAR O JURADO 5 ERRONEAMENTE.
  10. 10. JURADO HABILIDADE JURADOJURADO 44 - MEDIAÇÃO: QUANDO AGE COMO INTERMEDIÁRIO EM SITUAÇÕES DE CONFLITO E DE CHOQUES DE INTERESSE, ESTIMULANDO AS PARTES DE MODO NÃO IMPOSITIVO. - ORGANIZAÇÃO: IDENTIFICAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DOS FATOS, BUSCANDO REDUZIR INCERTEZAS ATRAVÉS DO REGISTRO DAS INFORMAÇÕES. POR EXEMPLO, QUANDO FALA SOBRE O RELATO DA FACA QUE FOI COMPRADA PELO GAROTO E A FACA UTILIZADA PARA MATAR O PAI DO MESMO. - PENSAMENTO SISTÊMICO: ANALISA AS RELAÇÕES ENTRE AS PARTES DE UM PROBLEMA OU SITUAÇÃO, RELACIONANDO OS FATOS PARA DAR SENTIDO A SUA OPINIÃO. POR EXEMPLO, QUANDO REÚNE DIVERSAS VARIÁVEIS PARA CONCLUIR QUE A FACA UTILIZADA PARA O CRIME FOI A MESMA COMPRADA PELO GAROTO. - PERSUASÃO: USA ARGUMENTOS LÓGICOS, APELA PARA A RAZÃO, USA DADOS E EXEMPLOS CONCRETOS PARA TENTAR CONVENCER OS OUTROS JURADOS. - CONSTRUÇÃO TEÓRICA: CONSTRÓI TEORIAS NO FORMATO SE..ENTÃO QUE EXPLIQUEM OS FATOS. POR EXEMPLO, QUANDO ELE EVIDENCIA QUE O GRITO QUE O RÉU ESCUTOU APÓS O ATO DO CRIME PODE NÃO TER SIDO ASSOCIADO COM O DO CRIME. - AUTOCONSCIÊNCIA: AO RECEBER O FEEDBACK DOS OUTROS SOBRE SUA FALHA, REAGE COM O MÍNIMO DE DEFENSIVIDADE ACEITANDO O SEU ERRO. POR EXEMPLO, QUANDO O JURADO 4 APÓS SER QUESTIONADO PELO JURADO 8 SOBRE O NOME DO FILME E DOS ATORES QUE TINHA VISTO A DOIS DIAS ATRÁS ELE NÃO SOUBE RESPONDER, MESMO NÃO ESTANDO SOB TENSÃO EMOCIONAL. JURADOJURADO 55 - PERÍCIA TÉCNICA: RESPONDE AS PERGUNTAS COM SEGURANÇA E ADICIONA CONHECIMENTO EXTRA SOBRE A MANIPULAÇÃO DO CANIVETE. - RECONHECIMENTO DE PADRÕES: QUANDO IDENTIFICA E RECONHECE PADRÕES DE COMPORTAMENTO A PARTIR DE UM CONJUNTO DE INFORMAÇÕES. POR EXEMPLO, QUANDO RECONHECE QUE PARA MANIPULAR O CANIVETE NECESSITARIA TER ALGUMAS HABILIDADES. - PERSUASÃO: UTILIZA DE SEU CONHECIMENTO TÉCNICO PARA INFLUENCIAR AS PESSOAS. JURADOJURADO 66 - PREOCUPAÇÃO COM OUTROS: ESTIMULA UM TIPO DE CONDUTA CONSIDERANDO AS LIMITAÇÕES DOS OUTROS PARA FACILITAR O TRABALHO. POR EXEMPLO, QUANDO PEDE AO JURADO 10 QUE SEJA MAIS GENTIL COM O JURADO 9 POR ESTE SER IDOSO.
  11. 11. JURADO HABILIDADE JURADOJURADO 77 - CONSTRUÇÃO TEÓRICA: ELABORA HIPÓTESES SOBRE O FATO E CONSTRÓI TEORIAS NO FORMATO "SE... ENTÃO" QUE EXPLIQUEM O COMPORTAMENTO DO RÉU. JURADOJURADO 88 - COMUNICAÇÃO ORAL - AUTONOMIA - CONDUÇÃO DE GRUPO - PERSUASÃO - RACIOCÍNIO ANALÍTICO - ASSERTIVIDADE - COMPROMETIMENTO - EMPATIA - DESENVOLVIMENTO DO OUTRO - PENSAMENTO SISTÊMICO - CONSTRUÇÃO TEÓRICA - PERÍCIA TÉCNICA JURADOJURADO 99 - EMPATIA: ESCUTA COM INTERESSE OS ARGUMENTOS DOS JURADOS, EM ESPECIAL O JURADO 8, CONSIDERANDO PONTOS DE VISTA DIFERENTES. - RECONHECIMENTO DE PADRÕES: IDENTIFICA E RECONHECE PADRÕES A PARTIR DE UM CONJUNTO DE INFORMAÇÕES. POR EXEMPLO, QUANDO ELE ASSUME QUE A TESTEMUNHA POSSA TER ACREDITADO QUE TESTEMUNHOU O FATO PELAS SUAS CONDIÇÕES DE ISOLAMENTO E NECESSIDADE DE RECONHECIMENTO.
  12. 12. JURADO HABILIDADE JURADOJURADO 1010 - AUTONOMIA E AUTENTICIDADE: SE EXPRESSA COM PLENA ASSUNÇÃO DE SEUS PRESSUPOSTOS E COM FRANQUEZA. POR EXEMPLO, QUANDO ELE FALA DA SITUAÇÃO DE QUEM CONVIVE NUMA SITUAÇÃO COMO DO RÉU É MENTIROSO. - RECONHECIMENTO DE PADRÕES: IDENTIFICAÇÃO DE PADRÕES DE COMPORTAMENTO A PARTIR DE UM CONJUNTO VARIADO DE INFORMAÇÕES. POR EXEMPLO, QUANDO IDENTIFICA O PADRÃO DE SER MENTIROSO PARA PESSOAS QUE CONVIVEM EM COMUNIDADES POBRES. - ORGANIZAÇÃO: IDENTIFICAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DOS FATOS, BUSCANDO REDUZIR INCERTEZAS ATRAVÉS DO REGISTRO DAS INFORMAÇÕES. POR EXEMPLO, QUANDO EXPLICA SEU ENTENDIMENTO DO QUE A MULHER EM FRENTE AO APARTAMENTO FALOU. JURADOJURADO 1111 - FLEXIBILIDADE: CONSIDERA OUTROS PONTOS DE VISTA NA SITUAÇÃO, ALÉM DOS PRÓPRIOS. - AUTOCONSCIÊNCIA: AJUDA OS OUTROS A PENSAREM O QUE ESTÃO FAZENDO E PORQUE ESTÃO FAZENDO. POR EXEMPLO, QUANDO SUGERE QUE O JURADO 7 NÃO MUDE DE OPINIÃO SIMPLESMENTE PORQUE ESTÁ CANSADO E SIM PORQUE ESTÁ CONVICTO DE SUA OPINIÃO. JURADOJURADO 1212 - CONDUÇÃO DE GRUPO: QUANDO LEVA AS PESSOAS A TRABALHAR COLABORATIVAMENTE PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS, ESTIMULANDO O TRABALHO CONJUNTO NEGOCIANDO PAPÉIS E DISTRIBUINDO TAREFAS. POR EXEMPLO, QUANDO SUGERE QUE CADA JURADO EXPONHA SUA OPINIÃO SOBRE O CASO.
  13. 13. JURADO HABILIDADE JURADOJURADO 1010 - AUTONOMIA E AUTENTICIDADE: SE EXPRESSA COM PLENA ASSUNÇÃO DE SEUS PRESSUPOSTOS E COM FRANQUEZA. POR EXEMPLO, QUANDO ELE FALA DA SITUAÇÃO DE QUEM CONVIVE NUMA SITUAÇÃO COMO DO RÉU É MENTIROSO. - RECONHECIMENTO DE PADRÕES: IDENTIFICAÇÃO DE PADRÕES DE COMPORTAMENTO A PARTIR DE UM CONJUNTO VARIADO DE INFORMAÇÕES. POR EXEMPLO, QUANDO IDENTIFICA O PADRÃO DE SER MENTIROSO PARA PESSOAS QUE CONVIVEM EM COMUNIDADES POBRES. - ORGANIZAÇÃO: IDENTIFICAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DOS FATOS, BUSCANDO REDUZIR INCERTEZAS ATRAVÉS DO REGISTRO DAS INFORMAÇÕES. POR EXEMPLO, QUANDO EXPLICA SEU ENTENDIMENTO DO QUE A MULHER EM FRENTE AO APARTAMENTO FALOU. JURADOJURADO 1111 - FLEXIBILIDADE: CONSIDERA OUTROS PONTOS DE VISTA NA SITUAÇÃO, ALÉM DOS PRÓPRIOS. - AUTOCONSCIÊNCIA: AJUDA OS OUTROS A PENSAREM O QUE ESTÃO FAZENDO E PORQUE ESTÃO FAZENDO. POR EXEMPLO, QUANDO SUGERE QUE O JURADO 7 NÃO MUDE DE OPINIÃO SIMPLESMENTE PORQUE ESTÁ CANSADO E SIM PORQUE ESTÁ CONVICTO DE SUA OPINIÃO. JURADOJURADO 1212 - CONDUÇÃO DE GRUPO: QUANDO LEVA AS PESSOAS A TRABALHAR COLABORATIVAMENTE PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS, ESTIMULANDO O TRABALHO CONJUNTO NEGOCIANDO PAPÉIS E DISTRIBUINDO TAREFAS. POR EXEMPLO, QUANDO SUGERE QUE CADA JURADO EXPONHA SUA OPINIÃO SOBRE O CASO.
  14. 14. 3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Fonte: http://www.siamar.com.br/pastavideos/dozehomens.htm Fonte: http://www.geocities.com/ctbacineclube/filmes/12homens.htm Fonte: http://www.ilhabrasil.net/dicas.php?id=55 HAMMOND, J. Como Tomar Decisões Inteligentes. In: Decisões Inteligentes. Editora Campus: 2004. Cap. 1, p.17-29.

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