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IntroduçãoComo crescer em intensidade e maturidade na atuaçãode responsabilidade social corporativa (RSC) em umambiente de...
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Benefícios para as EmpresasPorter e Kramer (2002) tratam do caráter estratégico daresponsabilidade social corporativa.Prat...
Parcerias entre EmpresasGeorg Kell (2012), Diretor Executivo do Global Compact dasNações Unidas: os esforços colaborativos...
Dilemas e MegaforçasÁreas temáticas da Visão 2050 do CEBDS:•      Valores e Comportamento,•      Desenvolvimento Humano,• ...
Valores e ComportamentoKotler (2010): estamos testemunhando o surgimento do Marketing3.0, ou a era voltada para os valores...
Desenvolvimento HumanoDeclaração do Milênio da ONUCrescimento populacional. Ásia e da África acumulurão 77% dapopulação mu...
EconomiaIntenção declarada do consumidor para priorizar questõesambientais na decisão de compra (pesquisa CNI-IBOPE, 2012)...
Biodiversidade e FlorestasValor não mensurável das florestas, como conservação do soloe da água, estabilização da superfíc...
Materiais e resíduosMais de 40% de todo o lixo gerado não é destinadocorretamente sendo despejado em aterros controlados o...
Considerações FinaisModelo de boas práticas de comunicação em responsabilidadesocial•estágio inicial de explicação de que ...
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Acoes colaborativas entre empresas em Responsabilidade Social Corporativa

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Como crescer em intensidade e maturidade na atuação de responsabilidade social corporativa (RSC) em um ambiente de negócios de alta competitividade? Uma das respostas é minimizar custos e maximizar resultados através de ações colaborativas entre empresas. O objetivo deste artigo é conceituar com uma abordagem bibliográfica recente a responsabilidade social inserida no negócio, caracterizar os benefícios das ações colaborativas entre empresas e posicionar o cenário de alguns dos principais dilemas mundiais e do Brasil como indicação ou inspiração para gerar oportunidades de atuação das empresas.
Link do artigo completo: http://www.unitaupgrad.com.br/cd/trabalhos/MCH0343.pdf
Autor: Ricardo Mutuzoc. Orientador: Profa. Dra. Marilsa de Sá Rodrigues Tadeucci

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Acoes colaborativas entre empresas em Responsabilidade Social Corporativa

  1. 1. XIII MPG - MOSTRA DE PÓS-GRADUAÇÃO da UNIVERSIDADE DE TAUBATÉAções Colaborativas entre Empresas em Responsabilidade Social Corporativa (Autor) – UNITAU - Ricardo Mutuzoc mutuzoc@uol.com.br(Orientador) – UNITAU - Prof. Dra. Marilsa de Sá Rodrigues Tadeucci marilsatadeucci@hotmail.com Taubaté 16 de Outubro de 2012 1
  2. 2. IntroduçãoComo crescer em intensidade e maturidade na atuaçãode responsabilidade social corporativa (RSC) em umambiente de negócios de alta competitividade?Uma das respostas é minimizar custos e maximizarresultados através de ações colaborativas entre empresas.Objetivo: conceituar com uma abordagem bibliográfica recente aresponsabilidade social inserida no negócio, caracterizar osbenefícios das ações colaborativas entre empresas e posicionar ocenário de alguns dos principais dilemas mundiais e do Brasilcomo indicação ou inspiração para gerar oportunidades de atuaçãodas empresas. 2
  3. 3. Conceito de RSCA forma de gestão que se define pela relação ética etransparente da empresa com todos os públicos com os quaisela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais queimpulsionem o desenvolvimento sustentável da sociedade,preservando recursos ambientais e culturais para as geraçõesfuturas, respeitando a diversidade e promovendo a redução dasdesigualdades sociais (ETHOS, 2012).O comprometimento contínuo do negócio para contribuircom o desenvolvimento econômico ao mesmo tempo em quemelhora a qualidade de vida da força de trabalho e de suas famíliasassim como da comunidade e da sociedade de forma geral(WBCSD, 2000)•Lucro•Pessoas•Planeta 3
  4. 4. Benefícios para as EmpresasPorter e Kramer (2002) tratam do caráter estratégico daresponsabilidade social corporativa.Prates Rodrigues coloca a necessidade de abordarconjuntamente a eficácia pública e a eficácia privada de açãosocial da empresa.Kotler (2010): Marketing 3.0Vantagem competitiva aos clientes.De baixo para cima – fornecedores.De cima para baixo – clientes. 4
  5. 5. Parcerias entre EmpresasGeorg Kell (2012), Diretor Executivo do Global Compact dasNações Unidas: os esforços colaborativos de responsabilidadesocial corporativa permitem a redução de custos e o aumento doimpacto para a sociedade.Porter e Kramer (2006): o investimento social coletivo com umgrupo de participantes pode melhorar o contexto para todos osatores.Utting (2005): grandes empresas se mostram capazes deorganizar uma rede de relacionamentos e de mobilizar outrosagentes através da responsabilidade social corporativa.Exemplo: Rio Cidade Sustentável – CEBDS. 5
  6. 6. Dilemas e MegaforçasÁreas temáticas da Visão 2050 do CEBDS:• Valores e Comportamento,• Desenvolvimento Humano,• Economia,• Biodiversidade e Florestas,• Agricultura e Pecuária,• Energia e Eletricidade,• Edificações e Ambiente Construído,• Mobilidade,• Materiais e Resíduos.Megaforças globais de sustentabilidade (KPMG, 2012):• Mudança climática,• Energia e Combustível,• Escassez de recursos materiais,• Escassez de água,• Urbanização,• Economia,• Segurança alimentar,• Declínio de ecossistemas,• Desmatamento. 6
  7. 7. Valores e ComportamentoKotler (2010): estamos testemunhando o surgimento do Marketing3.0, ou a era voltada para os valores.Juergen H. Daum: apenas 20% do valor das empresas é captadopelo sistema contábil e grande parte do valor de mercado dasorganizações de negócio se baseia na marca e na reputação, em vezde nos chamados ativos concretos.Pesquisa CP2 e MMA “O que o Brasileiro pensa do Meio Ambientee do Consumo Sustentável” (Junho/2012)Pesquisa CNI-IBOPE “Retratos da Sociedade Brasileira: MeioAmbiente” (Maio/2012 )•A mudança climática e sua interferência nos valores dosconsumidores e clientes B2B•Maior participação da marca e da reputação no valor total dasorganizações•Aumento da consciência do consumidor brasileiro 7
  8. 8. Desenvolvimento HumanoDeclaração do Milênio da ONUCrescimento populacional. Ásia e da África acumulurão 77% dapopulação mundial em 2032.•Mobilização internacional crescente no estabelecimento decritérios e metas, como por exemplo os Objetivos do Milênio(ONU, 2000) e o foco da Rio+20 com economia verde no contextodo desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza(2012).•Alto crescimento populacional global, principalmente nospaíses em desenvolvimento (KPMG 2012).Segundo Porter e Kramer (2006) as empresas devem seconcentrar em questões que tenham alguma interseçãocom sua área de atuação. 8
  9. 9. EconomiaIntenção declarada do consumidor para priorizar questõesambientais na decisão de compra (pesquisa CNI-IBOPE, 2012)e na economia da comunidade (pesquisa CP2 feita para o MMA,2012).Alto crescimento da classe média (KPMG 2012), com impactono consumo de bens e recursos naturais. A classe C no Brasil, ou anova classe média, cresceu de 62 milhões de pessoas em 2005para 101 milhões em 2010, segundo Data Popular e Samyra Crespo(2012).Princípios do EquadorSustentabilidade Ponta a Ponta 9
  10. 10. Biodiversidade e FlorestasValor não mensurável das florestas, como conservação do soloe da água, estabilização da superfície contra avalanches e aindaredução nas emissões de gases de efeito estufa.O Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta, tendo maisde 20% do número total de espécies e sendo o maior entre os 17países megadiversos do mundo.• Redução das florestas e da biodiversidade em consequênciado maior consumo e das mudanças climáticas.• Maior conhecimento por parte das empresas da dependência dosnegócios em relação à Biodiversidade.• Maior preocupação e envolvimento da população brasileiracom o tema.FSC – Forest Stewardship Council 10
  11. 11. Materiais e resíduosMais de 40% de todo o lixo gerado não é destinadocorretamente sendo despejado em aterros controlados oulixões.52% dos entrevistados declararam que não fazem separação dolixo da residência para reciclagem, e 41% praticam sempre odescarte inadequado de pilhas e baterias no lixo.Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)Escassez de materiais. Em 2030 cerca de 83 bilhões detoneladas de minerais, metais e biomassa serão extraídos da Terra,55% mais que em 2010.Minerais de zonas de Conflito no Congo 11
  12. 12. Considerações FinaisModelo de boas práticas de comunicação em responsabilidadesocial•estágio inicial de explicação de que o produto ou serviço foigerado com responsabilidade,•estágio intermediário, onde são demonstrados os diferenciaisde sustentabilidade que o cliente pode desfrutar•divulgação do envolvimento da empresa com o cenário e com asoportunidades de influenciar positivamente a agenda dosdilemas de responsabilidade social que afetam seus negócios eseus stakeholders. Ricardo Mutuzoc UNITAU mutuzoc@uol.com.br 12

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