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Notas do Editor

  1. Compromisso envolve coração, entrega. Se Deus não for o nosso maior tesouro, não conseguiremos abrir mão de algum prazer transitório para nos dedicarmos a Ele. Isto porque onde estiver o nosso tesouro aí estará o nosso coração (Mateus 6.21).
  2. RENUNCIA – JESUS ABRIU MÃO DO CÉU QUEBRAR LAÇOS CULTURA (FORMA DE VIVER) – COMIA COM PECADORES SACRIFICIO - CRUZ HUMILDADE FÉ - NÃO FAZER AS COISAS DA NOSSA MANEIRA – OBEDIENTE MORTE DE CRUZ - CONFIAR
  3. RENUNCIA – JESUS ABRIU MÃO DO CÉU QUEBRAR LAÇOS CULTURA (FORMA DE VIVER) – COMIA COM PECADORES SACRIFICIO - CRUZ FÉ - NÃO FAZER AS COISAS DA NOSSA MANEIRA – OBEDIENTE MORTE DE CRUZ - CONFIAR
  4. EFESIOS 6:18 Eu gostaria que tu percebesses que Abraão simboliza a bênção de Deus na nossa vida. Por quê? Porque aquilo que o Senhor disse que faria com Abraão é estendido a sua descendência. Eu e tu estamos incluídos nesta promessa. Agora, Deus fez tudo isso a Abraão para que ele fosse uma bênção: “Sê tu uma bênção!”. Agora fazemos parte dessa benção e veja que quando Abraão e Ló se separaram, A bênção de Abraão é para as famílias descendentes de Abraão, nas quais toda a Igreja de Jesus, em toda a face da terra, está envolvida, pela fé, por meio de Jesus Cristo. Quando as bênçãos de Deus se manifestaram na vida de Abraão, naturalmente que todas as áreas da sua vida foram afetadas. Como havia uma promessa de bênção para Abraão, quando surgiu uma incompatibilidade com o seu sobrinho, ele se separou sem se importar se iria para a direita ou para a esquerda. Abraão sabia que para onde fosse, a bênção de Deus estaria com ele. Abraão sabia que tinha a bênção de Deus sobre a sua vida, sobre os seus bens, sobre todos os destinos da sua vida. Este tipo de convicção é o mesmo que a Igreja precisa ter. Crê! Onde tu estiveres, aonde tu fores, a bênção de Deus estará contigo! Quando tu sabes que a bênção de Deus é tua herança, que ela te pertence por direito, tu não lutas, não entras em contendas, não te preocupas, não perdes tempo com discussões se é da “lei” ou se não é. Tu tomas posse! Chamas à existência! Crê nisto! 7.1 MELQUISEDEQUE. Melquisedeque, contemporâneo de Abraão, foi rei de Salém e sacerdote de Deus (Gn 14.18). Abraão lhe pagou dízimos e foi por ele abençoado (vv. 2-7). Aqui, a Bíblia o tem como uma prefiguração de Jesus Cristo, que é tanto sacerdote como rei (v. 3). O sacerdócio de Cristo é "segundo a ordem de Melquisedeque" (6.20), o que significa que Cristo é anterior a Abraão, a Levi e aos sacerdotes levíticos e maior que todos eles. DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”. (1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30 nota). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota). No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. (1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses. (2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). (3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos Na vida de um cristão e no seu relacionamento com Deus, o jejum e a oração são duas práticas essenciais. Orar é conversar com Deus. É impossível ter intimidade com uma pessoa se não passamos tempo falando com ela. Com Deus é igual: se não separamos tempo todos os dias para falar com Deus, o nosso relacionamento com Ele vai esfriar. Jejuar significa deixar de comer e/ou beber durante um determinado período de tempo enquanto se busca a presença de Deus. O jejum não muda Deus (porque Deus é imutável, sempre bom, fiel, justo e amoroso), mas muda quem jejua. O jejum é um mandamento? Enquanto a oração é obrigatória, o jejum é opcional para um cristão. Para receber a salvação, qualquer pessoa tem que orar, ou seja, falar com Deus, reconhecendo o seu pecado e recebendo o sacrifício de Jesus na cruz. Não é preciso jejuar para ser salvo. No entanto, vemos na Bíblia que o jejum está associado a uma unção especial do poder de Deus na vida de quem jejua. Algumas pessoas não podem jejuar por motivos médicos, mas quem pode, deve reservar um tempo de jejum para buscar a face de Deus. JEJUM SEM ORAÇÃO É REGIME
  5. EFESIOS 6:18 Eu gostaria que tu percebesses que Abraão simboliza a bênção de Deus na nossa vida. Por quê? Porque aquilo que o Senhor disse que faria com Abraão é estendido a sua descendência. Eu e tu estamos incluídos nesta promessa. Agora, Deus fez tudo isso a Abraão para que ele fosse uma bênção: “Sê tu uma bênção!”. Agora fazemos parte dessa benção e veja que quando Abraão e Ló se separaram, A bênção de Abraão é para as famílias descendentes de Abraão, nas quais toda a Igreja de Jesus, em toda a face da terra, está envolvida, pela fé, por meio de Jesus Cristo. Quando as bênçãos de Deus se manifestaram na vida de Abraão, naturalmente que todas as áreas da sua vida foram afetadas. Como havia uma promessa de bênção para Abraão, quando surgiu uma incompatibilidade com o seu sobrinho, ele se separou sem se importar se iria para a direita ou para a esquerda. Abraão sabia que para onde fosse, a bênção de Deus estaria com ele. Abraão sabia que tinha a bênção de Deus sobre a sua vida, sobre os seus bens, sobre todos os destinos da sua vida. Este tipo de convicção é o mesmo que a Igreja precisa ter. Crê! Onde tu estiveres, aonde tu fores, a bênção de Deus estará contigo! Quando tu sabes que a bênção de Deus é tua herança, que ela te pertence por direito, tu não lutas, não entras em contendas, não te preocupas, não perdes tempo com discussões se é da “lei” ou se não é. Tu tomas posse! Chamas à existência! Crê nisto! 7.1 MELQUISEDEQUE. Melquisedeque, contemporâneo de Abraão, foi rei de Salém e sacerdote de Deus (Gn 14.18). Abraão lhe pagou dízimos e foi por ele abençoado (vv. 2-7). Aqui, a Bíblia o tem como uma prefiguração de Jesus Cristo, que é tanto sacerdote como rei (v. 3). O sacerdócio de Cristo é "segundo a ordem de Melquisedeque" (6.20), o que significa que Cristo é anterior a Abraão, a Levi e aos sacerdotes levíticos e maior que todos eles. DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”. (1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30 nota). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota). No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. (1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses. (2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). (3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos Na vida de um cristão e no seu relacionamento com Deus, o jejum e a oração são duas práticas essenciais. Orar é conversar com Deus. É impossível ter intimidade com uma pessoa se não passamos tempo falando com ela. Com Deus é igual: se não separamos tempo todos os dias para falar com Deus, o nosso relacionamento com Ele vai esfriar. Jejuar significa deixar de comer e/ou beber durante um determinado período de tempo enquanto se busca a presença de Deus. O jejum não muda Deus (porque Deus é imutável, sempre bom, fiel, justo e amoroso), mas muda quem jejua. O jejum é um mandamento? Enquanto a oração é obrigatória, o jejum é opcional para um cristão. Para receber a salvação, qualquer pessoa tem que orar, ou seja, falar com Deus, reconhecendo o seu pecado e recebendo o sacrifício de Jesus na cruz. Não é preciso jejuar para ser salvo. No entanto, vemos na Bíblia que o jejum está associado a uma unção especial do poder de Deus na vida de quem jejua. Algumas pessoas não podem jejuar por motivos médicos, mas quem pode, deve reservar um tempo de jejum para buscar a face de Deus. JEJUM SEM ORAÇÃO É REGIME
  6. EFESIOS 6:18 Eu gostaria que tu percebesses que Abraão simboliza a bênção de Deus na nossa vida. Por quê? Porque aquilo que o Senhor disse que faria com Abraão é estendido a sua descendência. Eu e tu estamos incluídos nesta promessa. Agora, Deus fez tudo isso a Abraão para que ele fosse uma bênção: “Sê tu uma bênção!”. Agora fazemos parte dessa benção e veja que quando Abraão e Ló se separaram, A bênção de Abraão é para as famílias descendentes de Abraão, nas quais toda a Igreja de Jesus, em toda a face da terra, está envolvida, pela fé, por meio de Jesus Cristo. Quando as bênçãos de Deus se manifestaram na vida de Abraão, naturalmente que todas as áreas da sua vida foram afetadas. Como havia uma promessa de bênção para Abraão, quando surgiu uma incompatibilidade com o seu sobrinho, ele se separou sem se importar se iria para a direita ou para a esquerda. Abraão sabia que para onde fosse, a bênção de Deus estaria com ele. Abraão sabia que tinha a bênção de Deus sobre a sua vida, sobre os seus bens, sobre todos os destinos da sua vida. Este tipo de convicção é o mesmo que a Igreja precisa ter. Crê! Onde tu estiveres, aonde tu fores, a bênção de Deus estará contigo! Quando tu sabes que a bênção de Deus é tua herança, que ela te pertence por direito, tu não lutas, não entras em contendas, não te preocupas, não perdes tempo com discussões se é da “lei” ou se não é. Tu tomas posse! Chamas à existência! Crê nisto! 7.1 MELQUISEDEQUE. Melquisedeque, contemporâneo de Abraão, foi rei de Salém e sacerdote de Deus (Gn 14.18). Abraão lhe pagou dízimos e foi por ele abençoado (vv. 2-7). Aqui, a Bíblia o tem como uma prefiguração de Jesus Cristo, que é tanto sacerdote como rei (v. 3). O sacerdócio de Cristo é "segundo a ordem de Melquisedeque" (6.20), o que significa que Cristo é anterior a Abraão, a Levi e aos sacerdotes levíticos e maior que todos eles. DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”. (1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30 nota). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota). No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. (1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses. (2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). (3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos Na vida de um cristão e no seu relacionamento com Deus, o jejum e a oração são duas práticas essenciais. Orar é conversar com Deus. É impossível ter intimidade com uma pessoa se não passamos tempo falando com ela. Com Deus é igual: se não separamos tempo todos os dias para falar com Deus, o nosso relacionamento com Ele vai esfriar. Jejuar significa deixar de comer e/ou beber durante um determinado período de tempo enquanto se busca a presença de Deus. O jejum não muda Deus (porque Deus é imutável, sempre bom, fiel, justo e amoroso), mas muda quem jejua. O jejum é um mandamento? Enquanto a oração é obrigatória, o jejum é opcional para um cristão. Para receber a salvação, qualquer pessoa tem que orar, ou seja, falar com Deus, reconhecendo o seu pecado e recebendo o sacrifício de Jesus na cruz. Não é preciso jejuar para ser salvo. No entanto, vemos na Bíblia que o jejum está associado a uma unção especial do poder de Deus na vida de quem jejua. Algumas pessoas não podem jejuar por motivos médicos, mas quem pode, deve reservar um tempo de jejum para buscar a face de Deus. JEJUM SEM ORAÇÃO É REGIME
  7. EFESIOS 6:18 Eu gostaria que tu percebesses que Abraão simboliza a bênção de Deus na nossa vida. Por quê? Porque aquilo que o Senhor disse que faria com Abraão é estendido a sua descendência. Eu e tu estamos incluídos nesta promessa. Agora, Deus fez tudo isso a Abraão para que ele fosse uma bênção: “Sê tu uma bênção!”. Agora fazemos parte dessa benção e veja que quando Abraão e Ló se separaram, A bênção de Abraão é para as famílias descendentes de Abraão, nas quais toda a Igreja de Jesus, em toda a face da terra, está envolvida, pela fé, por meio de Jesus Cristo. Quando as bênçãos de Deus se manifestaram na vida de Abraão, naturalmente que todas as áreas da sua vida foram afetadas. Como havia uma promessa de bênção para Abraão, quando surgiu uma incompatibilidade com o seu sobrinho, ele se separou sem se importar se iria para a direita ou para a esquerda. Abraão sabia que para onde fosse, a bênção de Deus estaria com ele. Abraão sabia que tinha a bênção de Deus sobre a sua vida, sobre os seus bens, sobre todos os destinos da sua vida. Este tipo de convicção é o mesmo que a Igreja precisa ter. Crê! Onde tu estiveres, aonde tu fores, a bênção de Deus estará contigo! Quando tu sabes que a bênção de Deus é tua herança, que ela te pertence por direito, tu não lutas, não entras em contendas, não te preocupas, não perdes tempo com discussões se é da “lei” ou se não é. Tu tomas posse! Chamas à existência! Crê nisto! 7.1 MELQUISEDEQUE. Melquisedeque, contemporâneo de Abraão, foi rei de Salém e sacerdote de Deus (Gn 14.18). Abraão lhe pagou dízimos e foi por ele abençoado (vv. 2-7). Aqui, a Bíblia o tem como uma prefiguração de Jesus Cristo, que é tanto sacerdote como rei (v. 3). O sacerdócio de Cristo é "segundo a ordem de Melquisedeque" (6.20), o que significa que Cristo é anterior a Abraão, a Levi e aos sacerdotes levíticos e maior que todos eles. DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”. (1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30 nota). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota). No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. (1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses. (2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). (3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos Na vida de um cristão e no seu relacionamento com Deus, o jejum e a oração são duas práticas essenciais. Orar é conversar com Deus. É impossível ter intimidade com uma pessoa se não passamos tempo falando com ela. Com Deus é igual: se não separamos tempo todos os dias para falar com Deus, o nosso relacionamento com Ele vai esfriar. Jejuar significa deixar de comer e/ou beber durante um determinado período de tempo enquanto se busca a presença de Deus. O jejum não muda Deus (porque Deus é imutável, sempre bom, fiel, justo e amoroso), mas muda quem jejua. O jejum é um mandamento? Enquanto a oração é obrigatória, o jejum é opcional para um cristão. Para receber a salvação, qualquer pessoa tem que orar, ou seja, falar com Deus, reconhecendo o seu pecado e recebendo o sacrifício de Jesus na cruz. Não é preciso jejuar para ser salvo. No entanto, vemos na Bíblia que o jejum está associado a uma unção especial do poder de Deus na vida de quem jejua. Algumas pessoas não podem jejuar por motivos médicos, mas quem pode, deve reservar um tempo de jejum para buscar a face de Deus. JEJUM SEM ORAÇÃO É REGIME
  8. EFESIOS 6:18 Eu gostaria que tu percebesses que Abraão simboliza a bênção de Deus na nossa vida. Por quê? Porque aquilo que o Senhor disse que faria com Abraão é estendido a sua descendência. Eu e tu estamos incluídos nesta promessa. Agora, Deus fez tudo isso a Abraão para que ele fosse uma bênção: “Sê tu uma bênção!”. Agora fazemos parte dessa benção e veja que quando Abraão e Ló se separaram, A bênção de Abraão é para as famílias descendentes de Abraão, nas quais toda a Igreja de Jesus, em toda a face da terra, está envolvida, pela fé, por meio de Jesus Cristo. Quando as bênçãos de Deus se manifestaram na vida de Abraão, naturalmente que todas as áreas da sua vida foram afetadas. Como havia uma promessa de bênção para Abraão, quando surgiu uma incompatibilidade com o seu sobrinho, ele se separou sem se importar se iria para a direita ou para a esquerda. Abraão sabia que para onde fosse, a bênção de Deus estaria com ele. Abraão sabia que tinha a bênção de Deus sobre a sua vida, sobre os seus bens, sobre todos os destinos da sua vida. Este tipo de convicção é o mesmo que a Igreja precisa ter. Crê! Onde tu estiveres, aonde tu fores, a bênção de Deus estará contigo! Quando tu sabes que a bênção de Deus é tua herança, que ela te pertence por direito, tu não lutas, não entras em contendas, não te preocupas, não perdes tempo com discussões se é da “lei” ou se não é. Tu tomas posse! Chamas à existência! Crê nisto! 7.1 MELQUISEDEQUE. Melquisedeque, contemporâneo de Abraão, foi rei de Salém e sacerdote de Deus (Gn 14.18). Abraão lhe pagou dízimos e foi por ele abençoado (vv. 2-7). Aqui, a Bíblia o tem como uma prefiguração de Jesus Cristo, que é tanto sacerdote como rei (v. 3). O sacerdócio de Cristo é "segundo a ordem de Melquisedeque" (6.20), o que significa que Cristo é anterior a Abraão, a Levi e aos sacerdotes levíticos e maior que todos eles. DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”. (1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30 nota). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota). No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. (1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses. (2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). (3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos Na vida de um cristão e no seu relacionamento com Deus, o jejum e a oração são duas práticas essenciais. Orar é conversar com Deus. É impossível ter intimidade com uma pessoa se não passamos tempo falando com ela. Com Deus é igual: se não separamos tempo todos os dias para falar com Deus, o nosso relacionamento com Ele vai esfriar. Jejuar significa deixar de comer e/ou beber durante um determinado período de tempo enquanto se busca a presença de Deus. O jejum não muda Deus (porque Deus é imutável, sempre bom, fiel, justo e amoroso), mas muda quem jejua. O jejum é um mandamento? Enquanto a oração é obrigatória, o jejum é opcional para um cristão. Para receber a salvação, qualquer pessoa tem que orar, ou seja, falar com Deus, reconhecendo o seu pecado e recebendo o sacrifício de Jesus na cruz. Não é preciso jejuar para ser salvo. No entanto, vemos na Bíblia que o jejum está associado a uma unção especial do poder de Deus na vida de quem jejua. Algumas pessoas não podem jejuar por motivos médicos, mas quem pode, deve reservar um tempo de jejum para buscar a face de Deus. JEJUM SEM ORAÇÃO É REGIME
  9. 8 Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. EFESIOS 6:18 Eu gostaria que tu percebesses que Abraão simboliza a bênção de Deus na nossa vida. Por quê? Porque aquilo que o Senhor disse que faria com Abraão é estendido a sua descendência. Eu e tu estamos incluídos nesta promessa. Agora, Deus fez tudo isso a Abraão para que ele fosse uma bênção: “Sê tu uma bênção!”. Agora fazemos parte dessa benção e veja que quando Abraão e Ló se separaram, A bênção de Abraão é para as famílias descendentes de Abraão, nas quais toda a Igreja de Jesus, em toda a face da terra, está envolvida, pela fé, por meio de Jesus Cristo. Quando as bênçãos de Deus se manifestaram na vida de Abraão, naturalmente que todas as áreas da sua vida foram afetadas. Como havia uma promessa de bênção para Abraão, quando surgiu uma incompatibilidade com o seu sobrinho, ele se separou sem se importar se iria para a direita ou para a esquerda. Abraão sabia que para onde fosse, a bênção de Deus estaria com ele. Abraão sabia que tinha a bênção de Deus sobre a sua vida, sobre os seus bens, sobre todos os destinos da sua vida. Este tipo de convicção é o mesmo que a Igreja precisa ter. Crê! Onde tu estiveres, aonde tu fores, a bênção de Deus estará contigo! Quando tu sabes que a bênção de Deus é tua herança, que ela te pertence por direito, tu não lutas, não entras em contendas, não te preocupas, não perdes tempo com discussões se é da “lei” ou se não é. Tu tomas posse! Chamas à existência! Crê nisto! 7.1 MELQUISEDEQUE. Melquisedeque, contemporâneo de Abraão, foi rei de Salém e sacerdote de Deus (Gn 14.18). Abraão lhe pagou dízimos e foi por ele abençoado (vv. 2-7). Aqui, a Bíblia o tem como uma prefiguração de Jesus Cristo, que é tanto sacerdote como rei (v. 3). O sacerdócio de Cristo é "segundo a ordem de Melquisedeque" (6.20), o que significa que Cristo é anterior a Abraão, a Levi e aos sacerdotes levíticos e maior que todos eles. DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”. (1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30 nota). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15 nota; Lc 19.13 nota). No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. (1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses. (2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). (3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos Na vida de um cristão e no seu relacionamento com Deus, o jejum e a oração são duas práticas essenciais. Orar é conversar com Deus. É impossível ter intimidade com uma pessoa se não passamos tempo falando com ela. Com Deus é igual: se não separamos tempo todos os dias para falar com Deus, o nosso relacionamento com Ele vai esfriar. Jejuar significa deixar de comer e/ou beber durante um determinado período de tempo enquanto se busca a presença de Deus. O jejum não muda Deus (porque Deus é imutável, sempre bom, fiel, justo e amoroso), mas muda quem jejua. O jejum é um mandamento? Enquanto a oração é obrigatória, o jejum é opcional para um cristão. Para receber a salvação, qualquer pessoa tem que orar, ou seja, falar com Deus, reconhecendo o seu pecado e recebendo o sacrifício de Jesus na cruz. Não é preciso jejuar para ser salvo. No entanto, vemos na Bíblia que o jejum está associado a uma unção especial do poder de Deus na vida de quem jejua. Algumas pessoas não podem jejuar por motivos médicos, mas quem pode, deve reservar um tempo de jejum para buscar a face de Deus. JEJUM SEM ORAÇÃO É REGIME
  10. Abraaão tinha, força e coragem de um grande guerreiro, estrategista, excelente administrador, tinha dom do serviço, Parábalo, vem do grego parabolé, uma pequena narragtiva, arte de ensinar através das parábolar, quando tinha muitas mulheres e falava de pão de fermento, quando tinha pescadores ele falava de peixe, pesca, redes. Barcos, quando tinha lavradores, falava da prepação a terra, semente, colheita, sobre plantação, Jesus fazia de tudo para que as pessoas conhecessem a verdade que cura e que liberta. A parábola dos talentos. 25.15 TALENTOS. O talento na parábola representa nossas aptidões, tempo, recursos e oportunidades para servir ao Senhor, enquanto estamos aqui na terra. Estas coisas Deus considera como um legado seu, que Ele nos confiou para administrarmos da maneira mais sábia possível. Que ensinamento Jesus queria deixar para nós? Quais os personagens? O Homem que partiu para longe era representava a Cristo que quando contou estava quase voltando para o céu Servos na parábola simbolizam eu e você servos de Cristo E Cristo dá talentos aos seus servos (talento era uma medida que equivalia 30kg de prata ou 6.000 denários, um trabalhador na época ganhava 1 denário por dia) Senhor nosso patrão nos dá um tesouro e quer que seja bem administrado e multiplicado. E qual era a atividade de Cristo? Sua obra era salvar pessoas, Outra dedução – todos nós podemos colaborar com Cristo na obra da salvaçãob. Existe um local aqui Terra que podemos utilizar nossos dons e talentos para Deus, A ilustração dos taentos mostra que Deus dá talentos naturais a cada pessoa, cada um de nós possui talentos tesouros, e ninguém vive sem talento nessa terra, Nscemos com certos talentos que nosso Criador na sua sabedoria achou por bem nos presentear, Mas você já ouviu alguém dizer “ninguém nasce sabendo”, é verdade, temos que aprender a falar a andar e tudo na vida exige aprendizado e para tanto tem alguém que ensine também, mas é certo que temos habilidades naturais que facilitaram nosso aprendizado. Podemos comparar os 5 talentos aos 5 sentidos. Visão, audição, olfato, tato e paladar, e o uso desses sentidos nos fazem adquirir outros sentidos, E na prábola, você vai perceber que talnto usa´do é talento multiplicado e talento guardado ou escondido é talento perdido, retirado. Podemos consagrar nossos talentos a Deus usá-los como Dons, Exemeplos? Ministério de Louvor, Serviço, Dança, administração, ensino, visita. QST Nem todos recebem o mesmo dom!!! Tenho que descobrir os meus dons e multiplica-los, para Deus temos que fazer sempre o melhor com excelência.
  11. Storytelling é uma palavra em inglês, que está relacionada com uma narrativa e significa a capacidade de contar histórias relevantes. 
  12. ´Só temos que tomar cuidado e não deixar o talento subir a cabeça e que toda glória e toda honra sejam dadas a mim;; louvado seja eu.. Não! Porque dEle por Ele e para eEle são todas as coisas. ROMANOS 11:36
  13. Só temos que tomar cuidado e não deixar o talento subir a cabeça e que toda glória e toda honra sejam dadas a mim;; louvado seja eu.. Não! Porque dEle por Ele e para eEle são todas as coisas. ROMANOS 11:36