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Histórias Iluminadas é uma compilação de histórias e canções que desenvolve o tema da morte a partir de uma perspectiva celebrativa. Se apropriando do "Teatro de Objetos" e da música, três atrizes desmistificam o aspecto exclusivamente sombrio e aterrador da morte, apresentando cenas curtas que aguçam um imaginário de poesia e reflexão sobre a existência.

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  1. 1. l<ÇÍ›l')l-í, ^l('Çt @atuo tniçirlliri. : l. 'í; ~.: :: c: : mtizoiiit* apresenta t / u Histórias Iluminadas : Limp lllçtlí) de rorlos. . JI? :mas s , mtos sobre a morte
  2. 2. As velas choram enquanto iluminam. Suas lágrimas nascidas no fogo transbordam e espalham por seu corpo. Choram por saber que para brilhar é preciso morrer. (Ruben Alves)
  3. 3. 9329194 @k Histórias Iluminadas é uma compilação de histórias e canções que desenvolve o tema da morte a partir de uma perspectiva celebrativa. Se apropriando do teatro de objetos e da música, três atrizes desmistificam o aspecto exclusivamente sombrio e aterrador da morte, apresentando cenas curtas que aguçam um imaginário de poesia e reflexão sobre a existência. «immzs _.11
  4. 4. No espetáculo “Histórias Iluminadas" as artistas se apropriam de contos e canções biográficas de diferentes partes do mundo utilizando o Teatro de Objetos para criar atmosferas, pequenos ambientes e composições imagéticas. As narrativas são contadas, cantadas e encenadas por três mulheres e tratam a morte como um acontecimento renovador e ritualistico, possibilitando-nos repensar os seus significados na cultura ocidental. São cinco pequenos contos tecidos por músicas da cultura popular brasileira e autorais. Da cultura Yorubá vem a história das "Yamis", as mulheres feiticeíras e guardiãs dos mistérios do mundo; do povo Inuit do Canadá o encontro amoroso renovador da "Mulher esqueleto"; do México, a mãe que perde seus filhos e canta um eterno lamento em "La Llorona", da região amazônica o casal apaixonado de Macuxis que se transformam na rara planta "Tambatajá" e por último a história biográñca chamada "João e a estrelinha". Trata-se de uma encenação destinada a pessoas de todas as idades.
  5. 5. vc_ Este trabalho arxístico parte de *tudos sobre as *ões da ivloric e o lviorrei' na Cullurzi Ocidental moderna e as DOSSÍVElS ressignificzlções desse contexto, a partir da inserção de perspectivas diversas que a apresentam como um acontecimento natural e repleto de significados poéticos. Em “í-lis 'ias Iluminatlas” foram eleitos &ilguns eixos referenciais para a construção da encenação e o iarimeiro deles é, sem dúvidas, a importância das mulheres como mediadoras nos processos de saberes dos antepassados. São elas as responsáveis pela vida e a morte. Em culturas ancestrais é possivel verificar o seu papel significativo ao que CllZ respei' à. memór' oralidade por meio de histórias e canções alem de sua importância nos processos de rilualização dc morte c do morto.
  6. 6. A iluminação à base de luz velas permite sobressair o contraste de luz e sombra, ausência e presença de luz simbolicamente a vela também representa a vida que está se consumindo, a chama que alumia a escuridão, presente em todos os ritos que rcelebram momentos de passagem Cada cena é independente e busca criar espaços intimistas e confidenciais, em que as artistas possam estar mais próximas dos expectadores Histórias Iluminadas é um espetáculo que pode ser apresentado de várias formatos de caixa ou em espaços alternativos, contemplando público de até cinquenta pessoas. por sessão. ÉJFIOW JSPÃSH iod ogóeueaue 9p É1SOClOJCl
  7. 7. Diretor, ator, performer', arte educador e pesquisador do teatro de animação, em especial o Teatro de Obietos iniciou seus estudos em teatro no Rio de Janeiro com Zenaide Silva e em Belem do Para participou da Cia das Artes (iirigida por Ronald Bergman e do Grupo Cuira com o Espctçieulo Laque (lirigitlo por Nlad Lima Foi aluno do (urso tecnico de formaçao de atores pela Fstola dc Teatro e Dança da UFP/ Monde foi orienieido por Fzia Neves para o micro espetaculo de Teatro de Objetos Celofane Azul. apresentado tabóm em Salvador posteriormente em 2008 Em Salvador trabalhou com a Cia Teatro da Queda no espetaculo Escape dirigido por Thiago Romero. Participou ainda dos espetáculos Protocolo Lunar dirigido por Sonia Rangel. Senhora dos Afogados. dirigido por' Diego Pinheiio e Lady Lilith e Adão com (lireção de Georgenes lsaac. Participou de diversas intervenções artisticas pelo projeto Corpocidade , e rIa intervenção Hecatomhe pelas avenidas de Salvador É licennado em Teatro pela UFBA desde 2012, onde Ini<i0u suas pesquisas sobre teatro colaborativo e teatro de formas cininiaidas. Foi contemplado em 2013 com o premio Agente Jovem de Cultura do luliiit. por suas atividades desenvolvidas com as crianças e pre adolescentes da comunidade do / lto da Sereia em Salvador. Em 2014 participou do Proieto Lambe Lambe uma imersão na realidade do imaginário, coordenado por Marie Assumpção e patrocinado pela Caixa Economica. viaiando por' diversas cidades brasileiras Apresenta dois espetaculos em Lambe Lambe intitulados ' A breve história do senhor Bongo e Poesias visuais de um peixe abissal (todos enfocando a tematira transformadora da morte) nas (iciades Balrianas- Salvador, Cairíiioeira e Sao Felix e em 2014 viiaiou no Mexi( o nas cidades de Oaxaca. Rio Blanco, l-luaiuapan e Cidade do Mexito Ambos fazem parte dos expttriiirentos sobre a poetica da morte que pesquisa desde 2008. Seus registros estão no blog elcnàosabequeseudiaehoieblogspotcom
  8. 8. Atriz, criadora. compositora, arte-educadora e pesquisadora da cultura popular brasileira, Mo Maiê é artista híbrida que transita por diversas linguagens artísticas. como o vídeo. a dança/ a literatura, as¡ artes plásticas e a música, seu principal eixo de ação e criação. Viajou pelo Oriente Médio, Asia, norte da Africa e Europa investigando manifestações culturais, religiosas e artísticas e parte de suas viagens está em seu livro “RetalhosÍ integrou vários projetos artísticos fora do pais, entre série de fotografias e hapennings musicais sobre cultura yourubá, Produziu 2009 com a artista italiana Anna Stoppani o documentário independente “Comé que eu faço pra aprender a música da sua terra? ”. realizado entre Ouro Preto e Mariana (Minas Gerais), vídeo que integrou vários festivais e mostras, no Brasil e Itália. Ainda no exterior, realizou intercambio artistico em Essaouira. no Marrocos. através de prêmio recebido pelo Programa Música Minas. No Marrocos_ ministra oficinas de ritmos afro-brasileiros e apresenta o espetáculo Lila Xirê, fruto da experiência de intercambio. E integrante do Grupo Vira Saia como musicista e compositora e trabalha na criação do Coletivo Baobá, grupo de estudo de ritmos e cantos HÍFOÍNaSÍlSITOS. em Mariana (MG). Em 2012 migra para Salvador (Bahia), a fim de pesquisar música e dança afro-ameríndia-brasileira, tornando-se aprendiz de grandes mestres baianos, como Augusto Omolu, Letieres Leite e m Lula Nascimento. Em 2013 dá inicio ao projeto Audiovisual “Dimaré” (série de três vídeo~artes sobre manifestações musicais brasileiras) e participa de vários trabalhos com artistas residentes em Salvador, como “Ayabatalá e o encontro da harpa com os atabaques” e “Mitografias Pós Buttoh dos Ritos de Morte do Paraguaçu" (Taanteatro SSA). Em 2014 cria o grupo de música instrumental “Ubuntu Africanias" com músicos da comunidade do Alto da Sereia (Salvador), buscando fusionar ritmos da Africa Malinké com sonoridades brasileiras. Com o grupo participa do XIX Festival de Música Instrumental da Bahia. A 1 Mo Maiê
  9. 9. Atriz criadora, licenciada em Teatro pela Escola de Teatro da UFBA, cantora, figurinista e produtora cultural. Desde 2008 trabalhou como atriz em diversos espetáculos teatrais na cidade sob direção de Luiz Marfuz, Sanara Rocha, Sônia Rangel. Seu trabalho tem ênfase em teatro e música. Integrou a Nosso Trecos Trupe de Teatro, grupo que pesquisa teatro infantil, onde foi atriz , produtora e ñgurinista, onde recebeu com Larissa e seus Amigos Mágicos, a indicação de melhor espetáculo infanto juvenil pelo Prêmio Braskem de Teatro no ano de 2008. Desde 2010 integra a Cia de Revista da Bahia, que pesquisa as possibilidades estéticas do Teatro de Revista, integrando os espetáculo “Não Deixa Escapulir" (2011)e “OVO e Vice Versa" (2012), este ultimo Premiado com Troféu Biribinha do Teatro de Cuca no FENATIFS 2012 e indicado ao Prêmio Braskem de Teatro 2012. Ainda na Cia realizou o solo curto "Hermínia Myriam* A Paixão de Eros" em 2013, comtemplado com prêmio de Melhor Texto no Festival Curta Cena de Teatro e circulou por cidades baianas pelo edital do Verão Cenico da FUNCEB em 2014, Membro fundadora do Coletivo Moiras, aleliê de ñgurino e produção cultural. Em 2011/2012 assinou diversas produções na área entre eles o espetáculo “Arbítrio" ganhador do prêmio Braskem da categoria revelação além da consultoria de imagem para as bandas baianas Sertanília e Confraria Giramundo. Como produtora cultural¡ integrou equipes de grandes espetáculos como as três edições (20112014) da “A Paixão de Cristo" e "Dois de Julho - A Opera da Independência" (2013) ambos com direção de Paulo Dourado; "Larissa e seus amigos mágicos" (2008 2010) com direção da Nossos Trecos, indicado ao Braskem 2011 na categoria Infanto Juvenil; “Escândalo - A Comédia da Mulher Só" com direção de Fernando Guerreiro (20132014); além rodução de Gerônimo e Banda MonfSerrat na Escadaria do Paço e shows no interior da Bahia (2013 e 2014) e o cantor Paulinho Boca nos trios do Carnaval 2014 em Salvador. E vocalista, compositora e produtora da Pedra Lunar, banda do cenário alternativo baiano, com influências do rock'nroll e blues, realizou show em espaços como Teatro SESI Rio Vermelho, Casa 14, na 4° edição do FESTG e Espaço Xisto Bahia com o show "Trilha De Pedra". Backing vocal da banda baiana Motumbá, com fortes influências tribais e de matriz africana / caribenhas e performance cênica, desde 2012 e integrou o clip da música “Dançando Agarrado" 2012, de Alexandre Guedes.
  10. 10. 'e Vida», Atriz criadora, professora de teatro e português, contadora de histórias, escritora, atriz e poetisa. Graduada em Letras Vernaculas pela UFBA, ministrou seminários a respeito dá vida e obra de ARTUR DE SALES, participou de seminários e palestras sobre o desenvolvimento das línguas românicas. Ministrou palestras e conferências sobre linguística e línguas, tradução e literatura. Seu trabalho tem ênfase em dramaturgia, Teatro de Formas Animadas e manipulação de objetos. Cursou aulas de construção e manejo de mamelucos, na escola de manipulação no Pelourinho. Atuou na peça UM TEXTO E OUTROS TANTOS PRETEXTOS no teatro Gamboa Nova, com o diretor Amarilio Sales. Escreveu, dirigiu e atuou na peça A SOMBRA, MARIA DO CAO-BOTA. Participou de oficinas de teatro em Miniatura com Marie Primavera no Cultural Ensaio, participou da oficina de teatro de objetos com Marie Primavera, na Caixa Cultural. No âmbito circense foi formada por Santiago Harris, no curso de Palhaçaria e Dança de Contato Bioenergética, atuou em performances na festa de 2 de fevereiro de 2014 com o tema, A ALEGRIA, e em 2015 com o tema O PAU SELF. Coordenou e dirigiu o CAIS - Casa Azul Instrumentos Sociais. Atualmente é professora de teatro do GRUPO CAPOEIRA CASA FORTE E NA ESCOLA DOM PEDRO I.
  11. 11. 1 13H30 * direção encenação e organização do texto eaiuoa ebnco Liz Novais, Mo Maiê & Perséfone Viola ñgunno Luiza Potiragua Hunúnação Heyder Moura produção Moiras Realizações Artísticas apoio de produção Vanessa Marins fotografia Diney Araújo deygn Ki. Anda
  12. 12. L/ ') ) 1 x N' ” V” D ) › . A) I- l: .r . _ b _r k. ) j i ' i . y ç lp y. t¡ . contato Liz Novais Heyder Moura + 55 71 9351.7508 heydermoura@gmail. com

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