Mudanças Sociais no     Barreiro                Trabalho Realizado por:                   Maura Denise nº08               ...
Revolução IndustrialA abertura do primeiro caminho ferroviário do Sul do Tejo (entre oBarreiro e Vendas Novas) em 1861 deu...
Verão Quente de 1943Para além do congelamento de salários, dos preçosextravagantes praticados no mercado negro, doaçambarc...
Construção de EscolasNo concelho existem 4 edifício de “Escolas dos Centenários”, nas freguesias daVerderena, Coina, Alto ...
- EB do 1º Ciclo nº 1 do BarreiroAntiga escola Conde Ferreira, foi construída em 1870. Foi aprimeira escola do ensino ofic...
- EB do 1º Ciclo nº 1 de Santo               António da CharnecaFoi construída pela Câmara Municipal em 1936, com reaprove...
- EB do 1º Ciclo nº 3 do BarreiroInaugurada em 1947, insere-se nas escolas de tipologia dosCentenários.Situa-se na Rua 20 ...
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- EB do 1º Ciclo de CoinaFoi construída em 1956 e insere-se na tipologia dos Centenários.Situa-se na Rua Professora Maria ...
- EB do 1º Ciclo Telha Nova nº 1A funcionar desde 1962, trata-se de uma das últimas construções escolaresinseridas na tipo...
Escola Secundária Alfredo da SilvaAntiga Escola Industrial e Comercial do Barreiro, foi edificada em 1947 eremodelada em 1...
Serviços Municipalizados de Transportes                        Colectivos do BarreiroO Serviço de Transportes Colectivos d...
A C.U.FDesde que a C.U.F. se instalou no Barreiro (1908), cedo seinteressou pela vida do concelho, contribuindo e muitoaju...
A QuimiparqueEm 1977, após a sua nacionalização (da CUF) e a dos outros dois produtoresportugueses de adubos, operou-se um...
Quimiparque (Continuação)A localização (do Quimiparque) beneficia da existência de dois portos (umpara carga geral e outro...
Bibliografia• http://www.cm-barreiro.pt/pt• http://barreirovelho.blogspot.com/• http://jr.web.pt/
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Mudancas sociais no_barreiro

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  1. 1. Mudanças Sociais no Barreiro Trabalho Realizado por: Maura Denise nº08 Mélanie Rosa nº09 Neuza Ribeiro nº13 Raquel Prata nº14
  2. 2. Revolução IndustrialA abertura do primeiro caminho ferroviário do Sul do Tejo (entre oBarreiro e Vendas Novas) em 1861 deu-se um grandedesenvolvimento industrial do concelho. Com este grandedesenvolvimento industrial o Barreiro tornou-se o maior eixo deligação entre o Norte e Sul do país.Com isto nasce a industria corticeira, os primeiros fabricos deram-seem 1865. Barreiro no final do século XIX era um dos maisimportantes centros de cortiça do país, com mais de 1000 operários.A actividade corticeira desapareceu completamente do Barreiro,restando apenas uma fábrica que hoje está desactivada. Contudo, asgrandes alterações da fisionomia tradicional deram-se com a entradaem laboração das indústrias químicas em 1907, pela mão de Alfredoda Silva, dando início ao grande complexo industrial em que setransformou o Barreiro durante o século XX.Algumas destas actividades deixaram testemunhos que hojepodemos considerar como património cultural, herança daindustrialização portuguesa.
  3. 3. Verão Quente de 1943Para além do congelamento de salários, dos preçosextravagantes praticados no mercado negro, doaçambarcamento*, do favoritismo nas filas deracionamento, observou-se agora o despedimento demuitos trabalhadores ou, a redução do horário laboraldestes, motivado pela falta de matérias primas, o que iráagudizar ainda mais a questão salarial.Entretanto, e após reorganização levada a cabo a partir de1940/41, o Partido Comunista Português torna-se aprincipal força da oposição, ganhando cada vez uma maiorinfluência entre os trabalhadores.*Acumular mercadorias em grande quantidade para provocar-lhes oescasseamento e vendê-las a preço muito mais alto ..
  4. 4. Construção de EscolasNo concelho existem 4 edifício de “Escolas dos Centenários”, nas freguesias daVerderena, Coina, Alto Seixalinho e Santo André.Nos finais dos anos 40 justificava-se a criação de uma Escola Industrial, para fazer face àsnecessidades de mão-de-obra qualificada por parte da CUF, a qual veio a ser inaugurada em 12 deJaneiro de 1947, com 400 alunos inscritos. Ampliada em 1956, recebe a designação de EscolaIndustrial e Comercial Alfredo da Silva.
  5. 5. - EB do 1º Ciclo nº 1 do BarreiroAntiga escola Conde Ferreira, foi construída em 1870. Foi aprimeira escola do ensino oficial no Barreiro, designadaEscola Primária Oficial Masculina nº1.Em 1878 o edifício é ampliado e é criada a Escola Femininanº 2. Tinham acessos separados, com entradas para a Ruada Praia e Rua Aguiar, respectivamente.
  6. 6. - EB do 1º Ciclo nº 1 de Santo António da CharnecaFoi construída pela Câmara Municipal em 1936, com reaproveitamento demateriais da antiga Ermida local.Nas alas laterais ao pórtico está colocado um friso de azulejos Arte Nova. Opórtico ostenta o lintel todo preenchido com azulejos azuis e brancos e umpainel alusivo à política de ensino do Estado Novo.Situa-se na Rua Henrique Andrade Evans.
  7. 7. - EB do 1º Ciclo nº 3 do BarreiroInaugurada em 1947, insere-se nas escolas de tipologia dosCentenários.Situa-se na Rua 20 de Abril – Verderena
  8. 8. - EB do 1º Ciclo nº6 do BarreiroEscola da tipologia dos Centenários. Foi construída em 1949 e ampliada em1963.Situa-se na Rua Voz do Operário – Alto do Seixalinho
  9. 9. - EB do 1º Ciclo de CoinaFoi construída em 1956 e insere-se na tipologia dos Centenários.Situa-se na Rua Professora Maria Rita Amaro Duarte
  10. 10. - EB do 1º Ciclo Telha Nova nº 1A funcionar desde 1962, trata-se de uma das últimas construções escolaresinseridas na tipologia dos Centenários.Situa-se na Rua Afonso de Albuquerque – Santo André
  11. 11. Escola Secundária Alfredo da SilvaAntiga Escola Industrial e Comercial do Barreiro, foi edificada em 1947 eremodelada em 1956.
  12. 12. Serviços Municipalizados de Transportes Colectivos do BarreiroO Serviço de Transportes Colectivos de Pessoas nasce a 24 de Fevereiro de 1957com uma frota de cinco autocarros. Na altura foi efectuado um investimento decerca de 3.500 contos. No primeiro ano de actividade são transportados 2,4milhões de passageiros. A frota é aumentada para dez viaturas. Em 1967, vinteautocarros percorrem 15 linhas e transportam 6,8 milhões de passageiros.Os Transportes Colectivos do Barreiro (TCB) integram o sistema de passeintermodal da Região de Lisboa a partir de 1977. São investidos 175 mil contos eadquiridas 61 viaturas. Os TCB transportam já 12,1 milhões de passageiros.Inicia-se o processo de abate e entrada em circulação de novas viaturas que sedesenvolve até 1986.Em Janeiro de 1987, a exploração é autonomizada sob a designação de ServiçosMunicipalizados de Transportes Colectivos do Barreiro (SMTCB). A frota écomposta por 79 autocarros e são transportados 27,9 milhões de passageiros.Em 1993, são inauguradas as instalações no Lavradio.A partir de 1995, os valores de adesão ficam sempre acima dos 20 milhões.O ano de 1997 marca o início de um processo de renovação da frota com aintrodução de novas viaturas com piso rebaixado, ar condicionado e quecumprem as normas europeias.O acesso à rede TCB fica sempre a menos de 500 m de qualquer aglomeradopopulacional do Concelho. Os TCB cobrem a totalidade do Concelho através de15 linhas, numa extensão de rede viária de 147.9 Km, assegurando 23 em cada24 horas de serviço.Cumprindo um total de 1.009 viagens por dia, os TCB transportam por ano cercade 20 milhões de passageiros.
  13. 13. A C.U.FDesde que a C.U.F. se instalou no Barreiro (1908), cedo seinteressou pela vida do concelho, contribuindo e muitoajudando para o progresso do mesmo.No final dos anos 20, o Barreiro passava por uma enorme crisenos estabelecimentos de ensino, não existindo as necessáriassalas de aula para a enorme procura então verificada. Assimem 1927, Alfredo da Silva mandou edificar uma escola deensino primário no seu Bairro Operário, resolvendo o problemaeducacional dos filhos dos seus empregados.Em 1934, decidiu-se finalmente construir o chamado Aterro daPraia Norte, para a defesa contra as cheias das populaçõesdesse local. Assim em Novembro de 1934, Alfredo da Silva põeá disposição da Câmara doBarreiro, locomotivas, vagões, pessoal, e ainda o combustívelnecessário, para se efectuar tal empreendimento. Assim a linhaprivada da C.U.F. é desviada, entrando na antiga praia doBarreiro, onde se descarregou as toneladas necessárias deterra para a construção deste Aterro que ficou concluído em1936.Em 1938 aquando da criação do Curso Industrial Nocturno doInstituto dos Ferroviários do Sul e Sueste, a C.U.F. cede porempréstimo peças para servirem de modelos nas aulas dedesenho de máquinas.
  14. 14. A QuimiparqueEm 1977, após a sua nacionalização (da CUF) e a dos outros dois produtoresportugueses de adubos, operou-se uma fusão que deu origem à Quimigal. Estaempresa passou, assim, a dispor de dois outros complexos industriais – um dosquais situado em Estarreja. A actividade empresarial da Quimigal passou pordiferentes fases ao sabor de conjunturas económicas, comerciais e sociais, atéque, já sociedade anónima, foi alvo de uma reestruturação de que resultou aautonomização dos seus diversos negócios em empresas, parte das quais foramseguidamente privatizadas.Em 1989, a Quimiparque, SA, foi constituída. Esta empresa foi criada para gerir epotenciar os avultados bens patrimoniais em terrenos e edifícios anteriormentedetidos pela Quimigal, bem como a completa rede de infra-estruturas queintegravam os complexos industriais do Barreiro e de Estarreja, entretantoconvertidos em parques empresariais. Com o início da actividade da Quimiparqueem 1990, já com 40 empresas instaladas, começou-se a desenvolver um trabalhode recuperação de edifícios, renovação de arruamentos e equipamentos ereabilitação de áreas degradadas, melhorando, de forma sustentada, o meioambiente e as condições de funcionamento das instalações. Este trabalho permitiuque se mantivessem em laboração as empresas que já estavam instaladas antes daconstituição da Quimiparque, SA, e possibilitou, ao longo do tempo, oestabelecimento, nos seus dois parques empresariais, de mais de 400 novasempresas. Em consequência, assistiu-se à recuperação de mais de cinco milharesde postos de trabalho, facto que contribuiu de forma importante para atenuar osefeitos do emprego perdido com o decorrer do processo de reestruturação ereconversão que esteve na sua génese.
  15. 15. Quimiparque (Continuação)A localização (do Quimiparque) beneficia da existência de dois portos (umpara carga geral e outro para movimentação e armazenamento de produtoslíquidos) e de uma relativa proximidade ao aeroporto de Lisboa e mesmo àfronteira com Espanha. A partir dela, existem ligações rápidas à capital porauto-estrada e via rápida através das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama epela frota de catamarãs da Soflusa, encontrando-se em fase de estudo aligação ao Seixal através de uma ponte sobre o rio Coina. As ligações ao nortedo país agilizam-se com a A13 (Marateca-Santarém). A futura ponte doCarregado-Benavente promete alargar ainda mais o leque de acessibilidades.No seu interior, o Quimiparque é atravessado por uma vasta rede rodoviáriaasfaltada e por caminho-de-ferro com ligação à rede ferroviária nacional.Possui redes gerais de energia eléctrica, gásnatural, água, telecomunicações, iluminação e esgotos.Actualmente, o Quimiparque alberga 295 empresas dos mais diversos ramosda indústria, comércio e serviços, incluindo diversas escolas e centros deformação, designadamente a Escola Superior de Tecnologia do Barreiro (pólodo Instituto Politécnico de Setúbal). No entanto, prevê-se para breve odesaparecimento de algumas destas empresas ou a sua deslocalização paraoutras zonas do concelho num processo gradual que entronca numaincontornável requalificação da antiga área industrial da Quimigal/CUF. OQuimiparque reanimou a antiga zona da Quimigal, tornando-a rentávelatravés da adaptação das instalações para pequenas e médias empresas.Criou infra-estruturas e demoliu edifícios de antigas empresas, procurandorespeitar sempre o património histórico.
  16. 16. Bibliografia• http://www.cm-barreiro.pt/pt• http://barreirovelho.blogspot.com/• http://jr.web.pt/

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