A atuação do modelista do vestuário no brasil entre a interpretação e a técnica

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A atuação do modelista do vestuário no brasil entre a interpretação e a técnica

  1. 1. A atuação do modelista do vestuário no Brasil: entre a interpretação e a técnica Orientadora: Heloisa Santos Misael Oliveira de Souza
  2. 2. Tema Reflexão em torno do exercício da profissão de modelista do vestuário no Brasil na atualidade Problemática de Pesquisa Interpretação e execução de croquis idealizados por estilistas profissionais, alguns deles praticamente inexeqüíveis e outros que demandam uma interferência direta do profissional da modelagem para torná-los factíveis
  3. 3. Objetivos • Explicitar problemas recorrentes em croquis elaborados pelos estilistas que dificultam a execução de suas modelagens. • Incitar a adoção de diferentes opções técnicas úteis ao desenvolvimento de modelagens que apresentam problemas de execução prática. • Propor uma reflexão em torno do processo interpretativo de croquis que apresentam em sua ficha técnica, elementos complexos, que apontem para mais de uma possibilidade de execução.
  4. 4. Metodologia • Revisão bibliográfica em torno do tema da pesquisa proposta . • Elaboração de um questionário direcionado a modelistas e estilistas com a finalidade de contrapor as dificuldades e problemas detectados nos croquis propostos • Escrita da monografia
  5. 5. O Trabalho Introdução Capítulo 1 : A Ficha técnica • O croqui e a modelagem dentro da produção do vestuário • A modelagem • A modelagem plana • A modelagem plana informatizada (CAD/CAM) • O draping/moulage Capitulo 2 – A atuação do modelista • Uma vivência • Modelista e estilista • A formação do Modelista Capitulo 3 – A peças uma experiência prática • A vestibilidade: antropometria, ergonomia, usabilidade e o prazer estético • Os modelos: problemas e possíveis soluções Conclusão
  6. 6. Modelo alterado
  7. 7. Considerações Finais •A importância do processo interpretativo na modelagem do vestuário. •O profissional da modelagem esteja apto a dominar as diferentes técnicas de modelagem. •Grande parte dos modelistas atuantes no Brasil não tem acesso a uma formação universitária e muitos deles não dominam a técnica informatizada. •A necessidade do estilista conhecer de maneira aprofundada as particularidades da modelagem. •A relação entre modelista e estilista se faz fundamental •Comumente o modelista atua como um co autor da peça proposta pelo estilista.
  8. 8. “Não existe verdade objetiva em parte nenhuma; não há ninguém que veja a verdade sem ser com os olhos, e os olhos são sempre os olhos de alguém...Se eu sei que a verdade não é definitiva, procuro um acordo, procuro escutar os outros e corrigirme”. Gianni Vattimo
  9. 9. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ARAUJO, Mário de Aráujo. Engenharia e Design do Produto. Lisboa: Universidade Aberta, 1995. CASAGRANDE, Heide Gomes. Comparativo de eficiência entre processos manuais e computadorizados de interpretação e graduação de moldes. Monografia apresentada ao Curso Superior de Tecnologia em Produção de Vestuário – Ênfase em Modelagem, da Faculdade SENAICETIQT BITTENCOURT, Paula Rodrigues. A tecnologia nos processos de desenvolvimento de produto e na produção das micro e pequenas empresas de confecção do vestuário de Porto Alegre/RS e Sombrio/SC. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 2011. DUARTE, Sonia;SAGGESE, Silvia. Modelagem Industrial Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Letras e Expressões, 1998. DRUDI, Elisabetta; PACI, Tiziana. Dibujo de figurines para el diseño de moda. Amsterdam: The Pepin Press, 2001. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa. Editora São Paulo: Nova Fronteira, 1994. FERREIRA, Marieta de Moraes e AMADO, Janaína (org.). Usos e Abusos da História Oral. 2ª. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1998. LAVER, J. A roupa e a moda: uma história concisa. São Paulo: Cia das Letras, 1989. LOPES, Eliane Marta Santos Teixeira. Território plural: a pesquisa em história da educação. São Paulo: Editora Ática, 2010. MARCONI, Marina de Andrade, LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2001. MENEZES, Marizilda dos Santos. Modelagem Plana Industrial do Vestuário: diretrizes para a indústria do vestuário e o ensino‐aprendizado. In: PROJÉTICA, LONDRINA, V. 1, N. 1, P. 82 82‐100, DEZ. 2010. Nº INAUGURAL PATRONEN PATTERNS. Mode Museum. Amsterdam: Ludion, 2003. PERRENOUD, Philippe, Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed Editora, 1999. PETROSKI, E. L. Antropometria: técnicas e padronizações. 3. ed. Blumenau: Nova letra, 2007. PIRES, Dorotéia Baduy. A história dos cursos de design de moda no Brasil. In: Revista Nexos: Estudos em Comunicação e Educação. Especial Moda/Universidade Anhembi Morumbi – Ano VI, nº 9 (2002) – São Paulo: Editora Anhembi Morumbi, 112 p. ISNN 1415- 3610. SALTZMAN, Andrea. El cuerpo diseñado: sobre la forma en el proyecto de la vestimenta. Buenos Aires: Paidós, 2004. SILVEIRA, Icléia. A formação e o trabalho dos modelistas nas empresas do vestuário do estado de Santa Catarina. In: Modapalavra E-periódico: Ano 2, n.4, ago-dez 2009, pp. 4 . 17. ISSN 1982-615x. http://www.ceart.udesc.br/modapalavra/edicao4/files/1_artigo_silveira_sil va_e_valente.pdf TAIN, Linda. Portfolio presentation for fashion designers. New York: Fairchild Publications, 1998. TAKAMURA, Zeshu. Internet http://liliankauvauti.blogspot.com.br/ acessado em 20/10/2012. http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/imago/site/recepcao/textos/natalia.htm acessado em 20/10/2012. http://www.luzimarteixeira.com.br/wp-content/uploads/2010/07/o-que-eergonomia.pdf acessado em 21/10/2012

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