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Métodos de ensino para a EBD

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Métodos de ensino para a EBD

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Métodos de Ensino Para a EBD
Profa. Esp. Míriam Navarro de Castro Nunes
miriam.nc@hotmail.com
Para refletir...
É
importante
variar os
métodos de
ensino na
EBD?
Que métodos
você utiliza
para tornar
suas aulas
mais
atraentes?
Para refletir...
 É importante utilizar diferentes
métodos de ensino na EBD para
dinamizar as aulas.
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Métodos para a EBD
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Métodos de ensino para a EBD

  • 1. Métodos de Ensino Para a EBD Profa. Esp. Míriam Navarro de Castro Nunes miriam.nc@hotmail.com
  • 2. Para refletir... É importante variar os métodos de ensino na EBD? Que métodos você utiliza para tornar suas aulas mais atraentes?
  • 3. Para refletir...  É importante utilizar diferentes métodos de ensino na EBD para dinamizar as aulas.  O aluno deve ser surpreendido pela criatividade do professor.  Quando o aluno já sabe o que vai ocorrer na aula, ele se sente desmotivado a frequentá-la.  O professor deve aguçar a curiosidade do aluno apresentando sempre um elemento surpresa.
  • 4. Tempestade cerebral Júri simulado Métodos para a EBD Aula expositiva dialogada Estudo de texto Portfólio Mapa conceitual Phillipps 66 Dramatização Contação de histórias Seminário
  • 5. Aula expositiva dialogada  Exposição do conteúdo com a participação ativa dos alunos. O conhecimento prévio dos estudantes é o ponto de partida da aula.  O professor expõe o conteúdo pedindo exemplos, articulando-o com a realidade, estimulando a reflexão e a opinião crítica sobre o tema estudado.  Ao final da aula, pede-se uma síntese em forma de texto, fala, questionário, esquema etc.
  • 6. Estudo de texto  Exploração das ideias de um autor a partir do estudo crítico de um texto. Momentos 1. Contexto do texto - data, tipo de texto, autor e dados sobre este. 2. Análise textual e preparação do texto: visão de conjunto, busca de esclarecimentos, verificação de vocabulário, fatos, autores citados, esquematização. 3. Análise temática - compreensão da mensagem do autor: tema, problema, tese, linha de raciocínio, ideia central e as ideias secundárias. 4. Análise interpretativa/extrapolação ao texto -levantamento e discussão de problemas relacionados com a mensagem do autor. 5. Problematização - interpretação da mensagem do autor: corrente filosófica e influências, pressupostos, associação de ideias, crítica. 6. Síntese e reelaboração da mensagem, com base na contribuição pessoal.
  • 7. Portfólio  Professor e aluno pesquisam sobre determinado tema, em diferentes fontes: livros, revistas, filmes, sites e juntos produzem registros sobre o processo de aprendizagem de ambos.  Pode ser feito por meio de: foto, mapa mental, desenho, esquema, vídeo, texto etc.
  • 8. Tempestade cerebral  O professor apresenta uma problemática e os alunos devem propor formas de resolução.  Estimula o desenvolvimento de novas ideias de forma espontânea e natural, deixando livre a imaginação.  Não há certo ou errado. Tudo o que for levantado será considerado. Regras • Expressar-se em palavras ou frases curtas. • É proibido debater e criticar as ideias apresentadas. • Nenhuma ideia deve ser desprezada. • Todos devem ter chance de expor suas ideias. • Registrar e organizar a relação de ideias. • Fazer a seleção delas conforme critérios estabelecidos pelo grupo.
  • 9. Mapa conceitual  Construção de um diagrama sobre os principais conceitos estudados.  Pode ser feito em apenas uma aula ou durante um período maior (trimestre, semestre, ano).  Ajuda a organizar ideias, proporcionando uma visão ampla do assunto.
  • 10. Phillips 66  Atividade grupal que promove a análise e discussão sobre problemas/temas do cotidiano dos estudantes. Procedimento Consiste na divisão de um auditório em seis grupos com seis pessoas cada, para que discutam durante seis minutos um tema ou problema (pré- estabelecido ou que tenha surgido no decorrer de uma reunião). Terminado o tempo, cada elemento de cada subgrupo receberá um número. Agora os grupos tornam a se reunir, mas todos os “1″ num grupo; todos os “2″ noutros; e assim por diante. Ou seja uma pessoa do grupo se reúne com os outros cinco representantes e volta a formar um grupo de seis, que em seis minutos mais, discutirão o mesmo assunto, até que se chegue a uma conclusão geral (Celso Gomes).
  • 11. Dramatização  Representação teatral que visa instigar os alunos a vivenciarem a realidade do texto de forma mais intensa e se envolverem com a trama do mesmo.  Benefícios: desenvolve a expressão corporal, a oralidade, ativa as emoções, promove a memorização significativa do conteúdo.  O enredo, personagens, cenários, poderão ser organizados pelo professor em conjunto com alunos.
  • 12. Contação de histórias  Consiste na arte de dar vida ao texto.  Benefícios: Explora integralmente o conteúdo, mescla alegria, tristeza, aventura; promove identificação com o a história e transformação de atitudes. Da próxima vez que um aluno ou um filho o agredir, leve-o a pensar. Grite dentro dele sendo educado, grite com suavidade, conte-lhe uma história.” Augusto Cury Regras 1. Conheça de fato a história. 2. Mentalize a história. 3. Viva a história; isto é, sinta-a ao contá-la e dramatizá-la.
  • 13. Seminário  Os alunos estudam, sistematizam e encontram maneiras criativas de apresentar um tema.  Ao final da exposição, o professor propõe questões e conduz um debate sobre o tema apresentado, estimulando a participação de toda a classe.
  • 14. Júri simulado  É a simulação de um júri em que, a partir de um problema, são apresentados argumentos de defesa e de acusação. Procedimentos 1. Partir de um problema concreto e objetivo, estudado e conhecido pelos participantes. 2. Um estudante fará o papel de juiz e outro o papel de escrivão. Os demais componentes da classe serão divididos em quatro grupos: promotoria, de um a quatro estudantes; defesa, com igual número; conselho de sentença, com sete estudantes; e o plenário com os demais. 3. A promotoria e a defesa devem ter alguns dias para a preparação dos trabalhos, sob orientação do professor - cada parte terá 15 min para apresentar seus argumentos. O juiz manterá a ordem dos trabalhos e formulará os quesitos ao conselho de sentença. O escrivão tem a responsabilidade de fazer o relatório dos trabalhos. O conselho de sentença, após ouvir os argumentos de ambas as partes, apresenta sua decisão final. O plenário será encarregado de observar o desempenho da promotoria e da defesa e fazer uma apreciação final sobre sua desenvoltura.
  • 15. Observações  Pode-se usar mais de um método por aula.  Deve-se priorizar métodos que estimulem a participação do estudante.  Os métodos listados podem ser utilizados em diferentes faixas etárias. Ter um método é escolher um caminho e sem um caminho claramente definido é difícil chegar-se a algum lugar. Lécio Dornas
  • 16. Para saber mais...  Estratégias de ensinagem (p. 15-54) – Léa Anastasiou http://www.ufmt.br/proeg/arquivos/2dc95cd453e52a78a17dcc157f04dbf 6.pdf  Texto: Métodos e acessórios de ensino – Antonio Gilberto http://ministerio-c-adolescentes.blogspot.com.br/2013/07/ebd-metodos- e-acessorios-de-ensino.html  Socorro! Sou professor da escola dominical (p. 12-13) – Lécio Dornas http://pt.slideshare.net/gessicatexeira/socorro-sou-professor-de-escola- dominical-lcio-dornas
  • 17. Na próxima aula.....  Falaremos sobre recursos didáticos para a EBD. Não perca!!!
  • 18. Obrigada!!!  Se você ama a EBD, junte-se a nós!!  Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/amorpelaebd/  E o nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCMoFJwfZX BOIESHIEprOY9w