Hematologia 2ºano -controle de qualidade em hematologia

4.851 visualizações

Publicada em

HEMATOLOGIA - 2ºANO -CONTROLE DE QUALIDADE EM HEMATOLOGIA - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU - FIB

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
16 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
4.851
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
16
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • This is another option for an Overview slides using transitions.
  • This is another option for an Overview slide.
  • What will the audience be able to do after this training is complete? Briefly describe each objective how the audiencewill benefit from this presentation.
  • This is another option for an Overview slide.
  • Use a section header for each of the topics, so there is a clear transition to the audience.
  • Add slides to each topic section as necessary, including slides with tables, graphs, and images. See next section for sampletable, graph, image, and video layouts.
  • Hematologia 2ºano -controle de qualidade em hematologia

    1. 1. FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU – FIB 2º ANO BIOMEDICINA DISCIPLINA DE HEMATOLOGIACONTROLE DE QUALIDADE EM HEMATOLOGIA Cássio de Oliveira Mirele Alves Priscila Mariano Sandra Terezinha
    2. 2. ERRO LABORATORIAL Pode ter diversas consequências:–Internação ou visita ao Pronto-socorro–Prolongamento da internação–Terapêutica desnecessária–Elevação do nível de atenção (UTI)–Exames desnecessários–Exames invasivos–Morbidade–Morte
    3. 3. Os laboratórios clínicos devem ter a de produzir resultados deexames que sejam de real utilidadepara se fazer corretamente odiagnóstico,prognóstico,acompanhar aterapia,evolução e a prevenção deenfermidades .
    4. 4. QUALIDADE
    5. 5. Qualidadeé a adequação ao uso.
    6. 6. Qualidadeé o que o cliente diz que é.
    7. 7. PADRONIZAÇÃO NO LABORATÓRIO CLÍNICO Na Realização de um exame pelo Laboratório Clínico temos que considerar as seguintes etapas: 1 – Etapa Pré-Analítica. 2 – Etapa Analítica. 3 – Etapa Pós-Analítica.
    8. 8. Pré-Analítica
    9. 9. Há diversos fatores pré-analíticos que podemprovocar erros ou variações nos resultados dosexames como : 1 • IDENTIFICAÇÃO • PREPARAÇÃO DO 2 PACIENTE 3 • COLETA DA AMOSTRA
    10. 10. 1 - IDENTIFICAÇÃOÉ muito importante que as amostras estejamdevidamente identificadas.- Nome do paciente.- Data e hora dacoleta.- Tipo de Material.(Sangue total,soro,plasma,urina,etc)
    11. 11. 2 – PREPARAÇÃO DO PACIENTEÉ muito impotente observar o efeito de váriosfatores, como:- Necessidade de jejum para o exame- Estado nutricional do paciente- Uso de álcool- Estresse- Fumo- Exercícios físicos- Postura- Interferência in vitro ou in vivo dosmedicamentos
    12. 12. FUMO↑ Hemoglobina , Hemácias, VCM↑ Leucócitos↑ Cortisol↑ Aldosterona↑ Adrenalina-> Alteração na Curva Glicêmica
    13. 13. ÁLCOOL↑ Glicose↑ Ácido Lático↑ Triglicerideos↑ Gama-GT↓ ColesterolFase “antes de ir para o Laboratório” Sugere-sepelo menos 72 horas sem consumo alcoólico pararealização de exames laboratoriais
    14. 14. ATIVIDADE FÍSICA INTENSA↑ CPK↑ TGO↑ CK-MB↑ Aldolase↑ ou ↓ Colesterol Total
    15. 15. JEJUM
    16. 16. 3 – COLETA DA AMOSTRA Variações à obtenção, preparação e armazenamento da amostra:-Troca de material-Contaminação da amostra-Erro por hemólise estase prolongada-Homogeneização-Centrifugação-Conservação inadequada-Erro no emprego de anticoagulantes eetc.
    17. 17. Identificação incorreta do paciente CADASTRO–Documento com FOTO–Medicações–Telefones–Comparar pedido médicocom autorização do convênio–Peso X Altura (Ex. ClearenceCreatinina)–Data Última Menstruação
    18. 18. Analítica
    19. 19. Os métodos analíticos, antes de serem implantadosna rotina laboratorial, devem ser analisados emrelação aos seguintes critérios 1 • CONFIABILIDADE 2 • PRATICIDADE
    20. 20. 1 - CONFIABILIDADE- Precisão- Exatidão- Sensibilidade- Especificidade
    21. 21. 2 - PRATICIDADE- Volume e tipo de amostra- Duração do ensaio- Complexidade metodológica- Estabilidade dos reagentes- Necessidade de equipamentos- Custo- Segurança pessoal
    22. 22. Outras variáveis importantes devem sercuidadosamente monitoradas:1 - Qualidade da Água. 3 - Calibração dos2 - Limpeza da Vidraria. Dispositivos de Medição e Ensaio (DMM): Pipetas, vidraria, equipam entos, etc.
    23. 23. Pós- Analítica
    24. 24. - Identificação errada do paciente, transcriçãode dados incorreta, resultado ilegível, unidadeserradas, não identificação de substanciasinterferentes. Especificidade, sensibilidade eprecisão do teste não adequada.
    25. 25. - Erros na interpretação dos resultados.1.Erro na Digitação do Laudo2.Erro na interpretação do resultado–Biomédico3.Erro na Interpretação do Laudo–Médico4.Não comunicação de resultados críticos5.Atraso na entrega de resultados6.Percentual de Laudos Retificados
    26. 26. LEMBRAR DO FATOR HUMANO•ERROS SÃO INEVITÁVEIS•Há situações que aumentam as possibilidades deocorrências de erros
    27. 27. Risco de erro pode ser reduzido se evitarmos:–Fadiga–Stress–Fome–Doença–Falta de Sono / Capacidadede memória limitada
    28. 28. CONCLUSÃO
    29. 29. ERRO LABORATORIAL“Além dos riscos à saúde, mais de 30% doserros laboratoriais está associado adesconforto adicional ao paciente, aumentodos custos e realização de procedimentosinvasivos desnecessários.” PLEBANI, 2006
    30. 30. ERRO LABORATORIAL“Qualquer falha ocorrida em alguma parte dociclo laboratorial, ou seja, desde a solicitaçãomédica até a interpretação e reação domédico diante do resultado reportadoconstitui um erro laboratorial.” PLEBANI, 2007
    31. 31. ERRO LABORATORIAL“Os resultados das análises laboratoriais sãoresponsáveis por 65 a 70% das informaçõespertinentes à decisão médica.” Westgard, 2007
    32. 32. OBRIGADO"O único lugar onde sucesso vemantes do trabalho é nodicionário." Albert Einstein
    33. 33. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAPatologia Clínica/Medicina Laboratorial para coleta de sanguevenoso – 2. ed. Barueri,SP : Minha Editora, 2010. VáriosAutores.
    34. 34. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    35. 35. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    36. 36. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAGestão da fase analítica dolaboratório : como assegurar aqualidade na prática /organizadoras,Carla Albuquerque deOliveira, Maria Elizabete Mendes -1.ed. - Rio de Janeiro:ControlLab, 2010.

    ×