Pelo direito de_ser_mãe_a_todo_instante

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Brasilienses seguem o movimento nacional e se reúnem na Asa Norte para protestar contra as reações adversas provocadas por mulheres que amamentam os filhos em público

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Pelo direito de_ser_mãe_a_todo_instante

  1. 1. Saúde na mídia Brasília, 06 de junho de 2011 Correio Braziliense/BR Ministério da Saúde | Institucional Pelo direito de ser mãe a todo instante CIDADES-DF Rafael Ohana/CB/D.A Press MATERNIDADE Brasilienses seguem o movimento nacional e se reú- nem na Asa Norte para protestar contra as reações adversas provocadas por mulheres que amamentam os filhos em público ANA POMPEU Um grupo de mães realizou na tarde de ontem, Dia Mundial do Meio Ambiente, um "mamaço" pelo di- reito de amamentar seus filhos em público. O ma- nifesto reuniu cerca de 30 mulheres e várias crianças em um piquenique no Parque Olhos d"Água, na Asa Norte. A motivação do encontro surgiu com a onda de reações adversas geradas depois que uma an- tropóloga foi impedida de amamentar seu filho no Itaú Cultural, em São Paulo, e uma internauta teve Organizadora do evento, Paloma Varon amamenta Clarice, uma foto de quando alimentava o filho retirada de de 10 meses uma rede social por ser considerada inadequada. São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e Recife também se organizaram para apoiar o movimento. Rafael Ohana/CB/D.A Press Depois dos dois fatos terem acontecido em um in- tervalo curto de tempo, 50 mães se reuniram no pró- prio Itaú Cultural, desta vez com o apoio do lugar, para o primeiro mamaço. Outra movimentação se deu na internet, quando várias mães colocaram fotos amamentando seus bebês nos perfis das redes so- ciais. A reação negativa de alguns profissionais de co- municação, que se posicionaram contra a amamentação em público, foram a origem da ideia para a organização do mamaço nacional, em várias cidades do país. "Sou a favor de que seja tudo muito natural. Fico cho- Movimento "mamaço" cada com as pessoas que se chocam por verem uma mãe com um peito de fora para alimentar o filho. É uma coisa natural como em muitas espécies animais. Por mais que tenhamos nossa cultura, que nos di- ferecia do mundo animal, ainda há pontos que pre- cisamos preservar dessa natureza", defende aSaúde na mídia pg.1
  2. 2. Saúde na mídia Brasília, 06 de junho de 2011 Correio Braziliense/BR Ministério da Saúde | Institucional Continuação: Pelo direito de ser mãe a todo instante Rafael Ohana/CB/D.A Press A jornalista Paloma Varon foi uma das maiores in- centivadoras do evento em Brasília. Segundo ela, to- da a organização se deu por meio virtual, em listas de e-mail, redes sociais e blogs. "Essa reação contra o di- reito de amamentação é puro preconceito e machismo, também, daqueles que só veem a mulher como objeto sexual. Não entendo porque muita mu- lher anda com peito de fora em outros contextos, co- mo carnaval ou praias, e isso é bem aceito", compara. Paloma tem uma filha de quatro anos, que foi des- mamada com apenas três meses porque, segundo ela, foi mal orientada na época. "Isso me motivou a me en- gajar nesse movimento para não cometer o mesmo Movimento "mamaço" erro com a Clarice, que ainda tem 10 meses", explica. Rafael Ohana/CB/D.A Press Muitas mães ainda se sentem constrangidas com os olhares de reprovação que recebem quando ama- mentam em público, como já aconteceu com a ser- vidora pública Tatiana Vicentine. "Tenho amigas que já foram convidadas a amamentar em outro lu- gar, outra foi expulsa de um bar em Londres pela dona, além dos olhares tortos quando a gente tira o peito em um banco de shopping", exemplifica. O Ministério da Saúde recomenda que a sociedade apoie a mulher que amamenta. O bebê que mama no peito não precisa de outro alimento, sendo também um bom exercício para a criança desenvolver dentes fortes, a fala e uma boa respiração, além de favorecer Movimento "mamaço" a relação afetiva com a mãe. Há benefícios também para a mulher, já que diminui as chances de ela de- senvolver anemia, o sangramento pós-parto diminui e ela perde peso mais rápido.psicóloga Dulce Ferraz, mãe de Nina, 11 meses. Foi "Tenho amigas que já foram convidadas a ama-esse espírito que reuniu essas mulheres. A intenção mentar em outro lugar, outra foi expulsa de um barera aproveitar a polêmica para disseminar a ideia já em Londres"defendida pelo Ministério da Saúde e pelaOrganização Mundial de Saúde (OMS )da livre de- Tatiana Vicentine, servidora públicamanda, ou seja, deixar o bebê mamar quando e quan-to ele quiser, seja por fome, necessidade de sucção ousimplesmente saudade.Pela internetSaúde na mídia pg.2
  3. 3. Saúde na mídia Brasília, 06 de junho de 2011 Correio Braziliense/BR Ministério da Saúde | Institucional Continuação: Pelo direito de ser mãe a todo instante Rafael Ohana/CB/D.A Press Movimento "mamaço" Rafael Ohana/CB/D.A Press Movimento "mamaço"Saúde na mídia pg.3
  4. 4. Saúde na mídia Brasília, 06 de junho de 2011 Correio Braziliense/BR Ministério da Saúde | Institucional Continuação: Pelo direito de ser mãe a todo instante Rafael Ohana/CB/D.A Press Movimento "mamaço" Rafael Ohana/CB/D.A Press Movimento "mamaço"Saúde na mídia pg.4
  5. 5. Saúde na mídia Brasília, 06 de junho de 2011 Correio Braziliense/BR Ministério da Saúde | Institucional Continuação: Pelo direito de ser mãe a todo instante Rafael Ohana/CB/D.A Press Movimento "mamaço" Rafael Ohana/CB/D.A Press Movimento "mamaço"Saúde na mídia pg.5

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