Campanha para população em situação de rua

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O objetivo é valorizar a saúde como um direito humano de cidadania e ressaltar que as pessoas em situação de rua – independente das roupas, das condições de higiene, do uso de álcool e outras drogas ou da falta de documentação – têm o direito de serem atendidos no SUS. A campanha foi desenvolvida em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

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Campanha para população em situação de rua

  1. 1. Cenário A população em situação de rua é estimada em 50 mil adultos e 24 mil crianças e adolescentes Maioria são homens (82%), negros (67%) e que exercem alguma atividade remunerada (70%) No caso das crianças e adolescentes, 71,8% são do sexo masculino e 28,2% do sexo feminino Características: Pobreza extrema; Vínculos familiares interrompidos ou fragilizados; Habitam espaços públicos como ruas, praças Ocasionalmente utilizam abrigos e albergues para pernoitar Entre os principais motivos que os levaram a sair de casa estão o alcoolismo/drogas (35,5%), o desemprego (29,8%) e os conflitos familiares (29,1%); Fonte: Pesquisa Nacional Sobre a População em Situação de Rua (2008) - MDS
  2. 2. Acesso ao serviços de saúde 18,4% dos entrevistados já passaram por experiências de impedimento de receber atendimento na rede de saúde; 29,7% dos entrevistados afirmaram ter algum problema de saúde; 18,7% fazem uso de algum medicamento, sendo os postos e centros de saúde os principais meios de acesso a eles; 43,8% afirmam que inicialmente procuram as emergências/hospitais quando estão doentes e 27,4% procuram o posto de saúde. *Foram ouvidos cerca de 32 mil adultos em situação de rua em 71 cidades Fonte: Pesquisa Nacional Sobre a População em Situação de Rua (2008) - MDS
  3. 3.  Desde 2011, foram habilitadas 144 equipes de Consultórios na Rua em 83 municípios;  Composta por equipes de atenção básica, realizam busca ativa e qualificada de pessoas que vivem em situação de rua;  As equipes realizam as atividades de forma itinerante e, quando necessário, utilizam as instalações das Unidades Básicas de Saúde do território, desenvolvendo ações em parceria com as equipes dessas unidades. Consultórios na Rua Formadas por, no mínimo, 4 profissionais: enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, médicos, agentes sociais, técnicos ou auxiliares de enfermagem, técnico em saúde bucal, cirurgião-dentista, profissional/professor de educação física ou profissional com formação em arte e educação;
  4. 4. Atendimentos mais realizados: 1º Álcool 2º Outras drogas 3º Crack 4º Hipertensão 5º Transtornos mentais 6º HIV 7º Diabetes 8º Tuberculose Consultórios na Rua
  5. 5. Outras Ações Aprovado em 2013, Plano Operativo orienta governos federal, estadual e municipal na implantação de estratégias e ações de saúde voltadas a essa população, como a criação de comitês técnicos e consultivos com a participação de representantes do movimento social e ações de assistência, promoção e vigilância em saúde Em 2011, foi aprovada a Portaria nº 940 que dispensa a obrigatoriedade de apresentação de endereço de domicílio para aquisição do Cartão SUS por pessoas vivendo em situação de rua
  6. 6. Campanha Publicitária
  7. 7. “Políticas de Equidade. Para Tratar Bem De Todos. Saúde da População em Situação de Rua”  Objetivo: valorizar a saúde como um direito humano de cidadania e ressaltar que as pessoas em situação de rua têm o direito de serem atendidos no SUS  Desenvolvida em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República contou também com a participação de representantes da População em Situação de Rua
  8. 8.  Público-alvo: Trabalhadores do SUS, populações específicas e população em geral  Mídias: 100 mil cartazes, 60 mil exemplares de folders e peças para redes sociais com mensagens de sensibilização e informações sobre as necessidades de saúde e os direitos da população em situação de rua
  9. 9. Obrigado!

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