PROJETO INCLUSÃO E SOLIDARIEDADE, QUANDO INCLUIR É AMAR

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COMO TRABALHAR A VIVÊNCIA DA INCLUSÃO, DO RESPEITO E DA SOLIDARIEDADE COM AS CRIANÇAS?
COM ESTA FINALIDADE A EDITORA ARTPENSAMENTO LANÇA O LIVRO INFANTIL "INCLUSÃO NO CORAÇÃO-A FÁBULA DO GRILINHO E DO VAGA-LUME" E O PROJETO "INCLUSÃO E SOLIDARIEDADE, QUANDO INCLUIR É AMAR" PARA AUXILIAR PAIS E EDUCADORES A TRATAREM DO TEMA INCLUSÃO COM AS CRIANÇAS.
Buscando este objetivo, a Editora elaborou o presente projeto com atividades e vivências dinâmicas nas quais as crianças e os educadores possam sentir em seu cotidiano os valores de amor, respeito e solidariedade com o próximo.

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PROJETO INCLUSÃO E SOLIDARIEDADE, QUANDO INCLUIR É AMAR

  1. 1. O LIVRO DO PROFESSORPROJETOINCLUSÃO E SOLIDARIEDADE,QUANDO INCLUIR É AMAR.ATRAVÉS DO LIVRO INFANTIL COMO TRABALHAR A VIVÊNCIA DA INCLUSÃO, DO RESPEITO E DA SOLIDARIEDADE COM AS CRIANÇAS? Para adquirir o livro infantil INCLUSÃO NO CORAÇÃO acesse wwww.artpensamento.com.br
  2. 2. Material de apoio ao educador desenvolvido pela equipe Editora O tema da inclusão está, como tantas novas temáticas Artpensamento. relacionadas à condição de vida e manutenção do ser humano, na ordem do dia. Seu objetivo é oferecer Apoio e revisão oportunidades e diretos iguais para todas as pessoas, pedagógica: independente dos déficits de quaisquer ordens que possam Irene Elizabete Ginês apresentar. Barbosa Nesse sentido, os padrões impostos pela sociedade Milena Barbosa começam a ser modificados por força de um processo de clamor dos diversos grupos nele direta ou indiretamente Renato Adriano Martins interessados. Culmina, assim, na edição de normas legais, inclusive dentro da Constituição Federal Brasileira. “Inserir” Adão Marcos Barbosa passou a ter, desde então, e na prática, o significado de “incluir”. Inserir na sociedade, nos espaços públicos, nas Edição: universidades, no espaço profissional, na escola... Milena Barbosa Qual é o olhar que dirigimos ao próximo quando este nos Revisão: parece “diferente”? Renato Adriano Martins Esta e tantas outras reflexões são propostas no livro infantil Conheça nossa INCLUSÃO NO CORAÇÃO - A FÁBULA DO GRILINHO E DO VAGA- proposta: LUME, a fim de que educadores, pais e crianças possam artpensamento.com.br descortinar os pensamentos para questões mais profundas a respeito da inclusão. Acompanhe as novidades: Muito mais que uma simples reflexão, este projeto, bem editoraartpensamento. como o livro infantil que o conduz, tem como finalidade blogspot.com primordial a possibilidade da prática e da vivência no cotidiano dos valores de amor, respeito e solidariedade com Twitter:@artpensamento o próximo. Dúvidas e informações: Buscando este objetivo eloboramos o presente projeto contato@artpensamento. com atividades e vivências dinâmicas nas quais as crianças e com.br os educadores sintam em si mesmos o valor e a importância do diferente em nossas vidas. Equipe Editora Artpensamento © 2011 - Todos os direitos reservados.1
  3. 3. FICHA TÉCNICA DO LIVRO Inclusão no coração -A fábula do grilinho e do vaga-lume Autor: Pedro Paulo da Luz Ilustração: Milena Barbosa Coleção Ser Absoluto ISBN: 978-85-63375-02-5 21x15 cm 16 páginas Brochura Editora Artpensamento 2011 RESUMO: Qual é o olhar dirigido ao próximo, quando este nos parece diferente? Qual é o valor do diferente em nossa vida? Nesta fábula o grilinho e o vaga-lume possuem dificuldades bem distintas, mas suas virtudes os unem pelos laços da amizade, do amor e da caridade. Percebendo o valor do diferente em suas vidas, eles nos ensinam que a verdadeira inclusão é no coração. Eixos Temas temáticos: Interdisciplinaridade: transversais: inclusão, Língua Portuguesa, ética solidariedade, Ciências valores e Filosofia, cidadania. Artes, Matemática 2
  4. 4. Por que ler? Por que o tema da inclusão está, como tantas novastemáticas relacionadas à condição de vida e manutenção do ser humano, na ordem do nosso dia.“Inserir” passou a ter na prática o significado dirigimos ao próximode “incluir”. A questão que se impõe diantedeste momento é se o simples “inserir” – quando este nosou colocar numa posição de proximidadefísico-geográfica, vinculando à presença parece “diferente”?conjunta em determinados ambientes– é suficiente para que cada um possa A proposta de tais reflexões é trazer ao termorespeitar o diferente e romper com as “inclusão” um sentido mais profundobarreiras impostas pelos sentimentos de e, eventualmente, mais próximo de seupreconceito e indiferença em relação às significado primário.dificuldades e necessidades do outro. Incluir pode ser visto Como podemos como “envolver” o respeitá-lo sem outro, sobretudo em compreender o seu nosso coração. valor? Em outras palavras, uma açãoE como perceber o seu íntima capaz de envolver os valor sem identificar sentimentos e os pensamentos as suas virtudes, a sua de cada um de nós; de fazer-importância na própria nos perceber a importância do vida do ser? diferente em nossa vida; de impulsionar-nos ao respeito por Qual é o olhar que meio da indulgência; de criar3
  5. 5. uma dinâmica de solidariedade da consciência das crianças,rumo à compaixão; de dos pais e dos educadores paraestabelecer a igualdade entre novas diretrizes educacionais queos seres por meio do amor ao estimulem os valores, a cidadania,próximo, agindo em relação a o respeito e a solidariedade, poreste da mesma forma como meio da temática da inclusão.gostaríamos de ser acalentados. O livro “Inclusão no coração”Enfim, uma ação profundamente amplia o entendimento davinculada à ética cristã, aplicável aquaisquer situações, independentemente inclusão no contexto infantil ede aspectos religiosos ou filosóficos. escolar, por meio de uma fábulaPor estar inserida nos quadros de um tematão presente quanto relevante, a inclusão que envolve o companheirismo,no terceiro milênio é tema que caminhapara encontrar cada vez mais ressonância. no ambiente de uma sala deEspecialmente, na medida em que cadaser desenvolva em si mesmo a capacidade aula, entre dois insetos: umplena de expandir o amor ao seu próximo,seja ele quem for. Este trabalho é íntimo, grilo e um vaga-lume. Apesare somente pela educação dos nossosvalores e dos valores das nossas crianças de possuírem característicasé que poderá ser concretizado. marcantes e dificuldades bemComo um contributo para este distintas, suas virtudes os unemmovimento renovador, a Editora pelos laços da amizade, do amorArtpensamento apresenta o livro e da caridade. Percebendo“Inclusão no coração – A fábula o valor do diferente em suasdo grilinho e do vaga-lume”, vidas, eles nos ensinam que ade Pedro Paulo da Luz, com o verdadeira inclusão seobjetivo de auxiliar no despertar passa no coração. 4
  6. 6. grilinho é tocado, nascidos sobretudo OBJETIVOS DO LIVRO da compaixão pela dificuldade do vaga-lume. Com isso, uma interação profunda entre os personagens se dá com base no desejo de auxílio e do• compreender o sentido profundo da envolvimento. Envolvimento, por sua ideia da inclusão; vez, que na terceira parte passa a ser• perceber como relevantes os recíproco, culminando na formação valores morais como a compaixão, de um laço de amizade entre os dois, o amor ao próximo, a indulgência calcado nas virtudes de ambos e na e a compreensão e o respeito pelo importância que cada um passa a ter diferente; e a sentir na vida do outro.• identificar a importância do diferente em nossa vida; Na primeira parte da obra, a narrativa• estimular a amizade e o segue um ritmo mais lento e melancólico, companheirismo; relatando as dificuldades do grilinho na• promover a solidariedade e a escola, bem como a incompreensão cidadania no cotidiano. dos seus amigos e da professora. Com a chegada do vaga-lume, ela ganha progressivamente mais vivacidade e alegria, descrevendo todo o novo desenvolvimento do grilinho na escola ESTRUTURA DA OBRA e a compreensão da professora. Há três momentos muito importantes para a compreensão da estória.A obra é escrita em poesia,proporcionando uma narrativa rítmica Na página 8, a chegada do vaga-lumee lúdica. O autor relata a estória de acarreta uma mudança completauma amizade entre um grilinho e um nos pensamentos e sentimentos dovaga-lume. Duas situações distintas de grilinho. Ao notar que o outro tambéminclusão, visto que ambos apresentam sofria pelas suas dificuldades, o grilinhoalgumas dificuldades. conseguiu sair de seu mundo triste e perceber que o vaga-lume precisavaToda a narrativa se passa no contexto de sua ajuda. Em outras palavras, éescolar e se divide em três partes. Na tocado de compaixão pela dor doprimeira, é apresentada a inclusão do outro. Sentimento a partir do qual segrilinho na escola, um fato marcado habilita a sair de sua própria dor.pelo isolamento, pela tristeza e pelasolidão do incluído. Dificuldades O segundo momento ocorre na páginaexperimentadas pelo personagem, 12. Nesta, o autor relata que a amizadeque somente é “inserido” no ambiente do grilinho e do vaga-lume foi construídaescolar. Na segunda parte, o autor pela solidariedade recíproca entre eles,narra o processo inclusivo do vaga- pois, apesar de serem tão diferentes,lume, apresentando-o porém sob seu encontraram um ponto de igualdadesentido mais profundo, e refletido nos na ajuda que um poderia oferecer aosentimentos modificadores com que o outro, através de suas virtudes: os longos5
  7. 7. braços do grilinho apóiam o vaga-lume, ao mesmo tempo em que a luzdo vaga-lume permite que o grilinho COMO LER AS ILUSTRAÇÕES?enxergue tudo à sua volta.O terceiro momento acontece napágina 14, quando o autor explica As ilustrações nesta obra compõem umao motivo que levou o grilinho a se narrativa imagética que complementadesenvolver tanto na escola após a e proporciona vida à fábula. As coreschegada do vaga-lume, mostrando a são trabalhadas no sentido de criar oimportância de se perceber o valor do ambiente psicológico e mental dosdiferente na nossa vida. personagens em cada momento da narrativa: • tons azuis e violetas para representar a solidão do grilinho nas pp. 2 e 3; PRINCIPAIS CONCEITOS • nas pp. 4 e 7, nota-se o envolvimento das cores frias somente no grilinho; • na p. 8, o grilinho é tocado de Inclusão compaixão pelo vaga-lume. Esta mudança faz com que seja Solidariedade envolvido por cores claras e alegres, representativas da transformação Valores e atitudes dos seus sentimentos de tristeza a partir do momento em que se sentiu Sentimentos: tocado pela dificuldade do outro; indulgência, • da página 8 até as pp. 13 e 15, as cores são vivas e alegres, representando o compaixão e rol de bons sentimentos que foram envolvendo a amizade do grilinho e amor do vaga-lume; Construção da • as páginas 14 e 15 representam as características dos sentimentos cidadania antes e depois do encontro dos personagens. Através da cores em Amizade e tons marrons, representa-se a tristeza de cada um, por estarem sozinhos companheirismo e separados com suas dificuldades, na p.14. Já na p.15, as cores são Respeito às vibrantes e alegres, representando a união, o companheirismo, a diferenças solidariedade e o amor nascidos da amizade dos personagens. 6
  8. 8. Outro ponto a ser observado nailustração é a presença de elementosque não estão presentes na poesia.Estes têm a função de transformar aideia abstrata em elementos concretos,auxiliando no desenvolvimento doaspecto lúdico e da compreensão danarrativa. Dentre eles:• as borboletas que estão presentes nas páginas 3, 4 e 14 demonstram a maneira como o grilinho percebia o mundo ao redor quando se encontrava sozinho;• quando o grilinho passa a enxergar o mundo com a luz do vaga-lume nas páginas 8 a 13, as borboletas ganham cores;• nas páginas 6 e 7, há a presença de alguns animais com o número de patas e antenas errados, representando a dificuldade que o grilinho tinha para contar;• da página 2 à 7, nota-se ao fundo diversos caracóis em marca d´água, demonstrando o ambiente mental de isolamento do grilinho;• na p. 8, a compaixão do grilinho pela dificuldade do vaga-lume é representada pelo envolvimento de laços de luz que unem um ao outro, como reflexo dos bons sentimentos manifestados por ambos;• as presenças do tatu nas páginas 2 e 7, e da professora na página 6, retratam a incompreensão dos outros tinham em relação às dificuldades do grilinho. Nota-se que nas páginas 10 e 11 o tatu e a professora compreendem o grilinho e, então, passam também a envolvê-lo em novos pensamentos e sentimentos.7
  9. 9. LENDO O LIVRO...O PRIMEIRO CONTATOObservar a capa do livro é muito importante para compreender do que se trata aestória, onde ela se passa e com quem ela se passa. A partir da leitura, observaçãoe percepção da capa, a criança passa a interagir com o livro e a se envolver como que será narrado. Qual é o título do livro? Pode-se O que há nesta capa? Quem são esses personagens? Qual é a característica do grilo questionar: e do vaga-lume? O que os diferencia? O que chama a atenção na ilustração?cONTANDO A HISTÓRIA...Ao contar a estória, é importante estimular as crianças a perceberem o que estásendo contado através da observação das ilustrações e de reflexões.Por exemplo, ao ler o texto das páginas 2, 3, 4, 5, 6 e 7, , pode-se questionar:Por que o grilinho vivia isolado?Qual problema ele apresentava nos olhos?Por que ele não escrevia coisa com coisa? Como ele se sentia?Quais as dificuldades ele apresentava na escola?Os pensamentos e sentimentos do grilinho eram tristes ou alegres? Quais coresrepresentam isso? 8
  10. 10. Na página 8, com a chegada do vaga-lume, a visão do grilinho se transforma.Neste momento, pode-se questionar as crianças:Qual foi a reação do grilinho ao ver o vaga-lume?Qual foi o olhar do grilinho para o vaga-lume? Por quê?Importante destacar que a reação do grilinho foi de indulgência, poisele não julgou, não desprezou e nem “tirou sarro” do vaga-lume peladificuldade que ele apresentava; pelo contrário, foi profundamentetocado pela condição do vaga-lume.Quais mudanças ocorreram no envolvimento do grilinho? Quais coresrepresentam-nas? Por que as cores, que eram frias, agora estão alegres?Como é o vaga-lume, ele tem algo de diferente?É muito importante esclarecer que o grilinho sentiu pelovaga-lume compaixão, um sentimento relacionadoao bem e ao amor, e que se manifesta quandonos sentimos tocados pelas dificuldades do outro,movimentando-nos para auxiliá-lo.A partir desse momento, a estória relata a construção da amizade entre o grilinhoe o vaga-lume:Nas páginas 8, 9, 10 e 11, pode-se solicitar das crianças que identifiquem quais asmudanças ocorreram com o grilinho na escola.Na página 12 e 13, pode-se questionar:Por que ocorreram essas mudanças com o grilinho?O que o vaga-lume tinha de especial, e que mudou o olhar do grilinho?O que o grilinho tinha de especial, e como isso tornou os dois grandesamigos?Neste ponto, a narrativa propõe uma reflexão sobre as diferenças e as virtudes,e que somente através das diferenças entre o grilinho e o vaga-lume é que elespuderam se unir e se auxiliar pelas suas virtudes, construindo uma solidariedaderecíproca.Nas páginas 14 e 15, pode-se refletir com as crianças:9
  11. 11. Qual era o talento do grilinho? E o do vaga-lume?Quais eram os seus defeitos?Como os talentos de cada um aparecerem? Será quese eles não tivessem se tornado amigos, saberiam dotalento que tinham?O que a estória nos ensina?Qual é a luz que o grilinho fez brilhar nele próprio? Qualé a luz que o vaga-lume fez brilhar nele próprio?É importante esclarecer que toda a ação que envolvenossos bons sentimentos faz brilhar uma luz em nossocoração, pois todo sentimento no bem é uma forma deamor.Quais foram os bons sentimentos desenvolvidos pelogrilinho e o vaga-lume?O que é amar o próximo como a si mesmo?DEPOIS DE LER...Hora de conversar sobre o livro, e descobrir o que as crianças acharam da estória.Este é o momento de deixar que cada um fale sobre o que gostou e o que maischamou a atenção na estória. O educador poderá usar tais informações paraidentificar a necessidade a ser trabalhada com a sua turma.Questione às crianças se elas já vivenciaram uma situação semelhante à da fábula.Se já se sentiram tocados pela dificuldade de alguém, e se nessa situação, fizeramalgo para ajudar. 10
  12. 12. Projeto INCLUSÃO NO CORAÇÃO, QUANDO INCLUIR É AMAR O objetivo deste projeto é desenvolver diversas atividades e reflexões que têm por fim auxiliar as crianças a desenvolverem um novo olhar sobre o próximo, desarmando os pensamentos dos preconceitos, julgamentos, críticas e indiferenças, propiciando uma nova alimentação mental para a percepção da importância do diferente em nossa vida, do respeito e da solidariedade. “Diferentes e iguais, todos são especiais” 1. A natureza é o melhor recurso para fazer compreender a ideia do respeito às diferenças e a importância que cada ser tem em nossa vida. Leve as crianças para um ambiente de natureza (um jardim, uma horta, um canteiro etc.) e estimule-os a observar as folhas ou flores, suas variedades, formas, texturas, manchas e cores. Após a observação, recolha algumas destas folhas ou flores e questione às crianças: Elas são iguais ou diferentes? O que as diferencia? Será que uma folha ou flor é mais importante que outra? Qual é a importância de cada uma delas para a natureza e para nós? Desenvolva múltiplos questionamentos que auxiliem as crianças a concluir que, apesar das diferenças, todas as folhas e flores são iguais, exercendo cada uma sua função importante e especial na natureza. 2. Em outro momento, repita o mesmo processo com as frutas. Traga diversas frutas para a sala de aula e questione sobre suas diferenças.11
  13. 13. Procure tornar este momento bastante dinâmico, estimulando as crianças acheirarem cada fruta, tocarem, observarem as cores e degustem seus sabores.Pode-se estudar a composição nutricional, tais como vitaminas e propriedades, decada uma delas e qual é a importância para a nossa saúde.Compare o estudo das folhas e da frutas com os personagens do livro. Procureassim fixar a ideia de que, se todos nós possuímos diferenças, também temostalentos e virtudes muito importantes. Assim como o grilinho e o vaga-lume. Conclusão do assunto Como conclusão, procure trazer a reflexão para a realidade das crianças. Estimule a observação de suas próprias diferentes características (tipos de cabelo, cores, altura, pele, olhos, etc.). Em um painel com o título “Diferente e iguais...”, construa com elas uma lista das diversidades da turma. Monte outro painel com o título “Somos Todos Especiais”, que ficará ao lado do anterior. Peça que cada criança se desenhe (alternativamente, o educador pode tirar uma foto de cada aluno). Peça que as crianças colem as suas imagens no painel, e solicite que elas falem das virtudes, do talento de cada amigo, escrevendo-as abaixo da imagem dele. Neste momento, relembre as virtudes do grilinho e do vaga-lume, e ajude as crianças a descobrirem a virtude do seu colega. Junte os painéis um ao lado do outro e exponha para a turma discutindo o resultado final do trabalho. 12
  14. 14. “SER SOLIDÁRIO É NÃO SER SOLITÁRIO”1. Discuta com as crianças o que é ser solidário e o como é estar solitário.Relembre o livro e estimule que elas percebam que o grilinho somente deixoude se sentir sozinho quando passou a ser solidário com o vaga-lume.2. Utilizando a ilustração da página 8 do livro, fale dos três passos que o grilinhodeu para ser solidário: indulgência, compaixão e ação no bem.Explique o que é ser indulgente, solicitando que as crianças identifiquem a reaçãodo grilinho ao ver o vaga-lume. Ele tirou sarro da dificuldade vaga-lume? Ignorou? Questione: Como está o olhar do grilinho pelo vaga-lume?Explique o que é ter compaixão, estimulando as crianças a perceberem o que ogrilinho sentiu ao ver o vaga-lume com um problema na perna direita.Enfim, solicite que as crianças identifiquem a ação no bem do grilinho emrelação ao vaga-lume. Sugestão: Monte um cartaz com as crianças falando dos três passos para ser solidário. Pode-se solicitar que em cada passo seja escrita uma poesia coletiva, explicando o significado de cada um.3. Pode-se também trabalhar as relações de solidariedade entre os seresna natureza, discutindo como as dificuldades que alguns apresentam sãoamenizadas pela ajuda do outro.Leve imagens que representem as cenas de solidariedade e estimule as criançasa perceberem a ação no bem envolvida.Por exemplo: relações entre mães e filhos (a mãe pássaro colocando a comidano bico do filhote), rêmora e tubarão, urubu-rei e outros urubus, abelhas e flores, asrelações entre as formigas, etc.13
  15. 15. Conclusão do assuntoEstimule que as crianças possam descobrir como podem sersolidárias, auxiliando nas dificuldades do outro.Cada criança pode criar uma cartilha onde vai escrever edesenhar, em cada página, diferentes ações solidárias quepretende fazer. Como posso ser solidário com meus amigos? Com minha família?Quem mais pode estar precisando de minha ajuda?Solicite que as crianças pesquisem sobre pessoas ou instituiçõesque elas podem ajudar.É muito importante planejar com as crianças um momentoprático de ação no bem e contato com o outro, para que elaspossam sentir e vivenciar os três passos da solidariedade.Por exemplo: uma visita ao asilo, uma festa para as criançasde um orfanato, a arrecadação de mantimentos e entregapara famílias necessidades, etc. 14
  16. 16. O QUE MAIS PODE AUXILIAR? literaturaSarcoramphus Papa Cathartidae (Ed. Artpensamento, 2010), do autor Pedro Pauloda Luz - Este livro fala sobre o preconceito e valores que precisamos construir comoo respeito e a solidariedade.A Terra pede socorro (Ed. Artpensamento, 2010), do autor Pedro Paulo da Luz – Estelivro fala sobre o nosso planeta e o que podemos fazer para auxiliá-lo. MÚSICACD Nos Jardins da Terra Azul, de Moacyr Camargo, destacam-se as músicas:Crianças do Brasil, Crianças nas ruas e Ser criança hoje.Todo o CD Cantar para Aprender, cantado pelo coral das crianças da EscolaEurípedes Barsanulfo - Sacramento/MG. Principalmente as músicas:Igual e diferente, Chegamos na Terra agora, Assim quero ser e Descobrindoum mundo novo.CD Os animais nossos amigos, de Ana Maria Soares Pereira e Moacyr Camargo. Sobre o autor: Pedro Paulo da Luz é educador. Sua experiência se estende à educação de crianças, jovens e adultos, bem como à educação especial com um projeto de inclusão digital. Sobre a ilustradora: Milena Barbosa cria ilustrações para projetos educativos há cinco anos. Além disso, realiza projetos para a educação integral de crianças, jovens e adultos e está se especializando na educação estudando pedagogia.15

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