Conhecimento impírico e senso comum

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Conhecimento impírico e senso comum

  1. 1. Camila Schemberg – camilaa_@hotmail.com Mikelaine Bianca – miihbianca@hotmail.com Rafaella Mendes – ra_faelamendes@hotmail.com Laureci Rosa-
  2. 2.  Conhecer é incorporar um conceito novo, ou original, sobre um fato ou fenômeno qualquer. O conhecimento não nasce do vazio e sim das experiências que acumulamos em nossa vida cotidiana, através de experiências, dos relacionamentos interpessoais, das leituras de livros e artigos diversos.
  3. 3.  criar e transformar o conhecimento;  aplicar o que aprendemos, por diversos meios, numa situação de mudança do conhecimento;  criar um sistema de símbolos, como a linguagem, e com ele registrar nossas próprias experiências e passar para outros seres humanos.
  4. 4.  Essa característica é o que nos permite dizer que somos diferentes:
  5. 5.  Ao criarmos este sistema de símbolos, através da evolução da espécie humana, permitimo-nos também ao pensar e, por consequência, a ordenação e a previsão dos fenômenos que nos cerca.
  6. 6.  Nosso conhecimento é bastante limitado. Aquilo que sabemos, não sabemos em profundidade e de forma absoluta. Daí concluirmos que a maior parte do nosso conhecimento é relativa e apenas provável, pois é ousado – embora possível – admitir uma certeza ou forma de conhecimento absoluta.
  7. 7.  A tarefa de conhecer pode ser resumida na relação entre:  Sujeito cognoscente  Objeto conhecido.
  8. 8.  Por meio da relação sujeito-objeto, da qual resultam informações, conhecimentos e saberes, o humano cognoscente busca compreender, representar e explicar os objetos com os quais convive em sua vida prática e até aqueles que ele imagina possam existir como idéia formal apenas.  A isso chamamos conhecimento, esse produto da inteligência simbólica humana.
  9. 9.  O conhecimento é, assim, produto da conjunção da atividade do sujeito com a manifestação de um objeto que de alguma forma se lhe mostra atraente/interessante; surge da reação do organismo a um estímulo conveniente.
  10. 10.  Nesse sentido, três elementos são necessários para que haja conhecimento: a) O sujeito, que é o ser que conhece; b) O objeto, aquilo que o sujeito investiga para conhecer; c) A imagem mental em forma de opinião, idéia ou conceito que resultam da relação sujeito- objeto e que passa a habitar a subjetividade daquele que conhece.
  11. 11.  pensante/comunicante;  Articula sentimentos e pensamentos e os transmite por meio da linguagem simbólica;  Essa linguagem pode ser oral ou escrita, verbal ou não-verbal.  O conhecimento ele o apreende em sua subjetividade, de maneira dinâmica para sempre ser reelaborado.
  12. 12.  Empírico  Mítico  Teológico  Filosófico  Científico
  13. 13.  O conhecimento empírico ou senso comum se define pela ausência de comprovação científica acerca de um dado fenômeno, manifestado, portanto, pela consciência coletiva, uma vez que aprendemos fatos através das experiências vividas e presenciadas, para obter conclusões. O conhecimento empírico é muitas vezes superficial, sensitivo e subjetiva
  14. 14.  Conhecimento que adquirimos no decorrer do dia.  Caracterizado pelo senso comum, pela forma espontânea e direta de entendermos.  Adquirido também por experiências que vivemos ou que presenciamos que, diante do fato obtemos conclusões.  Uma forma de conhecimento superficial, sensitiva, subjetiva, acrítica e assistemática.  O conhecimento empírico é aquele que não precisa ter comprovação científica.
  15. 15. Subjetivo Conforme sentimento da Sensitivo Conforme a vivencia e as emoções. Superficial De acordo com a aparência.
  16. 16.  Nas ciências, muitas pesquisas são realizadas inicialmente através da observação e da experiência.  A Teoria Empírico-Experimental é também conhecida como a Teoria da Persuasão essa teoria revê o processo de comunicação como uma forma mecânica e imediata entre o estímulo e a resposta.
  17. 17.  Na filosofia, empirismo foi um tema muito debatido pelo filósofo inglês John Locke, no século XVII, onde ele diz que a mente humana é uma espécie de "quadro em branco", onde gravamos diariamente o conhecimento, através das nossas sensações.Outros filósofos também estudaram o empirismo, como Aristóteles, Francis Bacon, Thomas Hobbes, John Stuart Mill, e através desses estudos surgiram teorias como a teoria do conhecimento.
  18. 18.  Francis Bacon, filósofo inglês do século 16 e 17, foi o fundador do método indutivo de investigação científica. De acordo com Bacon, o método empírico indutivo era o único que capacitaria o homem a subjugar a natureza.
  19. 19.  “... resulta de repetidas experiências casuais de erro e acerto, sem observação metódica, nem verificação sistemática. Pode também resultar de simples transmissão de geração para geração e, assim, fazer parte das tradições de uma coletividade” (Galliano, 1986).  “... É o modo comum, espontâneo, pré-crítico de conhecer. É o conhecimento do povo que atinge os fatos sem lhes inquirir as causas” (Ruiz, 1993).
  20. 20.  É o conhecimento obtido ao acaso, após inúmeras tentativas, ou seja, o conhecimento adquirido através de ações não planejadas.  Exemplo:  1)A chave está emperrando na fechadura e, de tanto experimentarmos abrir a porta, acabamos por descobrir (conhecer) um jeitinho de girar a chave sem emperrar;  2) Criar software sem capacitação técnica ou superior, baseado na tentativa e erro.
  21. 21. •Gato preto • da azar. •Passar em baixo da escada é azar.
  22. 22. •Bolsa no Chão espanta o dinheiro. •O comercio tem que ser limpo de fora para dentro pra atrair clientes. •Vassoura atrás da porta espanta visita.
  23. 23. •Passar em baixo •de arco Iris muda de sexo. •Colar objetos quebrados, atrai pobreza.
  24. 24.  WerneckVR. Sobre o processo de construção do conhecimento:O papel do ensino e da pesquisa. Ensaio: aval. pol. públ. Educ., Rio de Janeiro, v.14, n.51, p. 173-196, abr./jun. 2006.  BragaWFL. O conhecimento. Faculdade de direito de Campos. 2013.

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